Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

Ordenar por
Matéria
Nível

Imunologia Essencial: Mecanismos, Doenças e Respostas Imunes

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 12,21 KB

Importância dos Linfócitos T na Ativação de Linfócitos B

As células T helper (CD4+) apresentam em sua membrana um ligante denominado CD40L, que se liga ao CD40 presente nos linfócitos B. Essa interação permite a aderência entre as células pelo período necessário para que se complete a transmissão dos sinais de estímulo. Os linfócitos T, então, secretam IL-4, estimulando a proliferação e diferenciação da célula B em plasmócitos, que sintetizam e secretam anticorpos. Esses anticorpos auxiliam na destruição de microrganismos, ligando-se a eles e tornando-os alvo para os fagócitos, além de ativar o sistema complemento pela via clássica.

Doenças Autoimunes Pós-Infecção: Falha na Autotolerância

As doenças autoimunes... Continue a ler "Imunologia Essencial: Mecanismos, Doenças e Respostas Imunes" »

Tolerância Imunológica e Respostas Imunes

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 5,96 KB

Tolerância Imunológica

A tolerância imunológica é definida como a não responsividade a um antígeno, induzida pela exposição prévia a este antígeno. Distúrbios na autotolerância resultam em autoimunidade.

Tolerância Central dos Linfócitos T

Ocorre no timo durante o amadurecimento dos linfócitos T. As proteínas próprias são processadas e apresentadas aos linfócitos T imaturos pelas APCs (células apresentadoras de antígenos). Os linfócitos T imaturos que reconhecem antígenos próprios com alta avidez:

  • Sofrem apoptose (morte celular);
  • Passam por mudança (edição) dos receptores;
  • Ou diferenciam-se em células Tregs (T reguladoras).

Tolerância Periférica das Células T

É o mecanismo pelo qual as células T maduras reconhecem... Continue a ler "Tolerância Imunológica e Respostas Imunes" »

Protocolos de Tomografia Computadorizada: Guia Prático

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 4,04 KB

01) Como é feito o protocolo de TC de coluna lombar?
Inicia-se na primeira vértebra e termina na última. Corte de 3 em 3 mm de espessura. Incremento ou corte de 5 em 5 mm de espessura. Scout: frente e perfil.

02) Na TC de abdome, como podemos montar os protocolos?
Cortes de 3 em 3 mm, cortes de 5 em 5 mm, scout frente.

  • Abdome superior: Protocolo de 2 cm acima do xifoide cortando até a crista ilíaca.
  • Pelve: Protocolo da crista ilíaca até a sínfise púbica.
  • Abdome total: Protocolo de 2 cm acima do xifoide até a sínfise púbica.
  • Abdome superior ou total: Contraste V.O., 1 L de água com 20 ml de contraste positivo, hidrossolúvel, iônico, endovenoso. O paciente bebe de 10 em 10 min.

03) Em TC de abdome, vários são os protocolos que necessitam

... Continue a ler "Protocolos de Tomografia Computadorizada: Guia Prático" »

Aspectos Funcionais da Neuroanatomia e Áreas Corticais

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,01 KB

Aspectos Funcionais da Neuroanatomia Fibras de projeção: ligam o córtex a centros subcorticais Podendo ser aferente e eferente. Primárias Diretamente Sensibilidade e Motricudade, aréas3,2,1;4;41,42;43      Fibras de Associação: ligam áreas diferentes do córtex cerebral no mesmo Hemisfério ou no hemisfério situado do lado oposto. Secundárias-  Indiretamente Sensibilidade e motricidade aréas- 5;7.Pára identificar um objeto é necessário Duas etapas: 1) Etapa de sensação – áreas de projeção 2) Etapa de interpretação Ou gnosia – áreas de associação secundárias   Agnosia quadro ClíNicó caracterizado pela perda da capacidade de reconhecer objetos, apesar Das vias sensitivas e de projeção estarem integras.... Continue a ler "Aspectos Funcionais da Neuroanatomia e Áreas Corticais" »

Resposta Imune Adaptativa: Linfócitos, Citocinas e Anticorpos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 4,51 KB

Resposta Imune Adaptativa

A resposta imune adaptativa é mediada principalmente por linfócitos B e linfócitos T (TCD4 ou Helper, TCD8 ou citotóxico), com o auxílio de APCs (Células dendríticas, macrófagos e linfócitos B) e citocinas.

Componentes da Resposta Imune Adaptativa

  • Linfócitos B: Responsáveis pela neutralização de microrganismos, estímulo da fagocitose e ativação do sistema complemento.
  • Linfócitos T: Incluem os TCD4 (Helper) e TCD8 (citotóxicos).
  • APCs (Células apresentadoras de antígenos): Células dendríticas, macrófagos e linfócitos B que capturam e apresentam antígenos.
  • Citocinas: Proteínas solúveis que regulam a imunidade inata e adaptativa, produzidas após ativação celular e com atividade autócrina, parácrina
... Continue a ler "Resposta Imune Adaptativa: Linfócitos, Citocinas e Anticorpos" »

QALY: Medindo a Qualidade de Vida e o Custo de Oportunidade

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 2,44 KB

Vários tratamentos (por exemplo, o tratamento da dor) não aumentam o número de anos de vida, mas têm um grande impacto na qualidade de vida do doente. Este método de avaliação económica deve ser utilizado nas seguintes situações:

  • Quando a consequência mais importante de um procedimento é o efeito na qualidade de vida.
  • Quando se pretende incluir a mortalidade e morbilidade num estudo (por exemplo, em tratamentos quimioterápicos).
  • Quando as intervenções a serem comparadas têm um leque de efeitos muito variados e existe necessidade de uma unidade comum (por exemplo, ao decidir se devemos investir na expansão do programa de hipertensão ou numa unidade de reabilitação cardíaca).

Este método permite também medir o custo de oportunidade.... Continue a ler "QALY: Medindo a Qualidade de Vida e o Custo de Oportunidade" »

Músculos Abdominais: Obliquo Externo, Interno, Transverso e Reto

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,07 KB

Músculos da Parede Abdominal

Músculo Oblíquo Externo

  • Fibras: Em direção inferior e medialmente (“mão no jaleco”).
  • Origem: Nas 8 costelas inferiores.
  • Inserção: Linha Alba, tubérculo púbico e 1/2 anterior da crista ilíaca.
  • Ação: Comprime e suporta as vísceras abdominais, flete e gira o tronco.
  • Origina uma aponeurose – na borda inferior forma o ligamento inguinal (da espinha ilíaca ântero-superior ao tubérculo púbico).
  • Posteriormente: Forma a borda lateral do triângulo lombar (grande dorsal, crista ilíaca e oblíquo externo; o assoalho é o oblíquo interno).
  • Inervação: Nervos toracoabdominais (6 nervos inferiores) e nervo subcostal.

Músculo Oblíquo Interno

  • Fibras: Em direção superior, horizontal e inferior (em leque): “mão
... Continue a ler "Músculos Abdominais: Obliquo Externo, Interno, Transverso e Reto" »

Imunidade Humoral: Anticorpos e Ativação de Linfócitos B

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 5,15 KB

Imunidade Humoral

Mediada por anticorpos produzidos pelos linfócitos B. Anticorpos ou imunoglobulinas: família de glicoproteínas estruturalmente similares produzidas em formas ligadas à membrana ou secretadas pelos linfócitos B.

Ativação dos Linfócitos B

Dois tipos de antígenos microbianos podem induzir respostas robustas de anticorpos:

1. Antígenos multivalentes de origem microbiana podem ativar as células B por meio do receptor (BCR), sem auxílio de células T (Linfócitos T independentes).

2. Antígenos proteicos microbianos podem ser apresentados por células B para as células TCD4+, resultando em respostas dependentes de células T em que as células T ativam os linfócitos B. (Linfócitos T dependentes).

Ativação dos Linfócitos

... Continue a ler "Imunidade Humoral: Anticorpos e Ativação de Linfócitos B" »

Guia de Histologia Oral e do Sistema Digestório

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 10,59 KB

1) A mucosa oral pode ser classificada de acordo com critérios funcionais. Quais são os tipos de mucosa oral?
Existem três tipos de mucosa oral:
  • Mucosa mastigatória: Aquela que entrará em contato e atrito com o alimento durante a mastigação.
  • Mucosa de revestimento: Aquela que irá revestir regiões que não possuem função especializada nem mastigatória na cavidade oral, estando presente no palato mole, mucosa jugal (bochechas), lábios, mucosa alveolar, assoalho da boca e porção ventral da língua.
  • Mucosa especializada: Aquela que irá revestir a porção dorsal da língua, caracterizada pela presença de papilas gustativas com botões.
2) Qual é o tipo de mucosa que reveste o Palato Duro?
R: Mucosa mastigatória.
3) Descreva sucintamente
... Continue a ler "Guia de Histologia Oral e do Sistema Digestório" »

Doenças Bucais: Tipos, Causas e Prevenção

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 4,5 KB

gengiva Saudável: coloração rosa clara, sem Brilho, sem edema, com textura pontilhada (casca de laranja). gengiva inflamada: coloração Avermelhada, muito sensível, com sangramento ao escovar os dentes e passar fio Dental.periodontite: é uma doença inflamatória De longa duração, de caráter crônico, sendo a fase mais avançada da doença Periodental, considerada fase irreversível da doença, pois ocorre perda Tecidual. Caracteriza-se pela perda de inserção do ligamento periodontal e Reabsorção óssea. gengivite: é uma Manifestação inflamatória na gengiva marginal e papila, é reversível a partir Da remoção da placa e do cálculo dentário presente. lesão de cárie: é a consequência da doença, que pode ou não Aparecer... Continue a ler "Doenças Bucais: Tipos, Causas e Prevenção" »