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Glossário Náutico Essencial: Nós, Cabos, Ancoragem e Manutenção

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O que são nós?

R: É o entrelaçamento feito à mão, emendando cabos pelo chicote ou pelos seios.

Para que serve o nó de azelha?

R: Para isolar a parte coçada (poida) de um cabo.

Para que serve o nó lais de guia?

R: É usado como alça (considerado o nó mais usado).

O que são voltas falidas?

R: É a principal volta utilizada nas embarcações (ex: cabeços duplos).

Quais os cabos mais usados?

R: Os cabos mais comuns são: 6x7 (o mais rígido), 6x12, 6x19, 6x24 e 6x37 (com 6 cordões e 37 fios, é o mais flexível).

Quais os cabos mais resistentes?

R: Os cabos de aço são mais resistentes que os cabos sintéticos e vegetais.

O que é goivado?

R: É a abertura lateral de alguns poleames surdos.

Qual o objetivo do Aparelho de Laborar?

R: Reduzir esforços.... Continue a ler "Glossário Náutico Essencial: Nós, Cabos, Ancoragem e Manutenção" »

Processos de Instalação de Dutos: Transporte à Inspeção

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Transporte e Estocagem de Tubos e Materiais

As operações de transporte de materiais, especialmente dos tubos, serão realizadas de acordo com as disposições das autoridades responsáveis pelo trânsito na região atravessada. As vias, incluindo rodovias federais, estaduais, municipais ou estradas particulares, não serão obstruídas durante o transporte, que deve ser feito de forma a não constituir perigo para o trânsito normal de veículos.

Na obra, haverá locais de estocagem e também transporte dos tubos entre os estoques e os pontos de disposição in loco.

Abertura e Preparação da Vala

O duto, na maior parte de sua extensão, é enterrado, para isso é feita a abertura da vala. A execução desse serviço deve ser realizada de forma... Continue a ler "Processos de Instalação de Dutos: Transporte à Inspeção" »

Equipamentos e Etapas em Obras de Dutos

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Equipamentos e Elementos da Obra

Equipamentos de Grande Porte

Em obras de dutos, utilizam-se equipamentos de grande porte, cujo transporte é complexo, como o side boom e os tubos.

Side Boom

Tubos e Revestimento

O tubo, principal matéria-prima da obra, geralmente possui revestimento externo anti-corrosivo em toda a sua extensão.

Válvulas de Bloqueio Automático da Linha Tronco

Ao longo do duto, instala-se válvulas de bloqueio para controle após o início da operação. Objetivo: Controle de ondas de sobrepressão e individualização do sistema para manutenção.

Lançadores e Recebedores de Pig

A inspeção interna de dutos é feita com um equipamento especial denominado pig. Um pig utiliza sensores e instrumentos para coletar dados das paredes... Continue a ler "Equipamentos e Etapas em Obras de Dutos" »

Fundamentos Essenciais da Fotografia: Câmeras e Exposição

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Componentes Essenciais de uma Câmera Fotográfica

  • Caixa
  • Obturador
  • Diafragma
  • Lente
  • Botão
  • Pilha
  • Foco
  • Sensibilidade (ISO)
  • Visor
  • Cartão de memória
  • Filme (Sensor digital)

Tipos de Câmeras

  1. Câmera de Visor Direto

    A sua principal característica é o visor separado da lente. Apresenta:

    • Erro de paralaxe (diferença de enquadramento visor/lente)
    • Não permite a visualização da focagem
    • Não permite troca de lentes
    • Não possui controles de exposição ajustáveis
  2. Monorreflex (Single Lens Reflex - SLR)

    A sua principal característica é o visor interligado à lente por meio de um jogo de espelhos. Permite:

    • Visualização pela objetiva (não tem erro de paralaxe)
    • Visualização da focagem
    • Troca de lentes
    • Controles de exposição ajustáveis (o fotógrafo pode optar entre
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Dormentes de Madeira e Concreto: Vantagens e Desafios

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Desgaste nos Dormentes de Madeira: Duração e Formas de Aumentar

As principais causas de deterioração são:

  • Desgaste mecânico: O trilho é apoiado por uma área de 182 cm², que está sob uma pressão de 90 kp/cm², o equivalente a uma carga de 16 toneladas. Nas curvas, essa pressão aumenta à medida que o dormente é submetido a forças laterais, e a distribuição de tensões não é uniforme sob a borda do trilho. A base do trilho, solicitada pelo eixo horizontal, age contra as paredes do entalhe; isso amplia o desgaste e atua sobre os parafusos, ovalizando os furos. Sem placa de base, o pé do trilho sofre deformidades e desgasta o recesso onde o calço fica alojado.
  • Fixação: Para uma fixação adequada, deve-se remover o aperto ineficaz
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Guia Essencial para Oficinas de Funilaria e Pintura

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1. Áreas e Departamentos de uma Oficina de Funilaria

  • Área de Exposição.
  • Escritórios.
  • Sala de Espera.
  • Área de Recepção de Veículos.
  • Área de Entrega de Veículos.
  • Área de Lavagem e Condicionamento.
  • Área de Reposição.
  • Área de Armazenamento.
  • Área de Funilaria.
  • Área de Reparo de Alumínio.
  • Área de Mecânica.
  • Área de Preparação e Aplicação de Pintura.

2. Características Essenciais das Instalações de Funilaria

  • Boas condições de construção das instalações.
  • Boa iluminação.
  • Boa instalação elétrica.
  • Instalação correta de combate a incêndio.
  • Boa rede de ar comprimido.
  • Bons sistemas de ventilação e extração de poeiras, gases e produtos voláteis em geral.

3. Componentes Básicos do Sistema Pneumático

  • Um compressor que fornece um
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Guia Essencial: Conceitos e Estratégias da Gestão da Qualidade

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A Qualidade: Conceito Antigo, Função Recente?

Como conceito, a qualidade é antiga, mas como função organizacional, é recente.

Definição da Era da Inspeção

A Era da Inspeção funcionava através da conferência de 100% do lote de produtos.

Funcionamento do Controle Estatístico da Qualidade

O Controle Estatístico da Qualidade opera através da amostragem e do acompanhamento contínuo da produção.

Vantagens da Garantia da Qualidade vs. Inspeção

A Era da Inspeção apresentava:

  • Custo elevado
  • Baixa produtividade
  • Muitas perdas

A Era da Garantia da Qualidade oferece:

  • Baixo custo de produção
  • Maior produtividade
  • Menor índice de rejeitos

Qualidade como Gestão Estratégica

A qualidade tornou-se uma gestão estratégica para as organizações para:... Continue a ler "Guia Essencial: Conceitos e Estratégias da Gestão da Qualidade" »

Resistência dos Materiais — Forças Internas e Esforços

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1.1 Resistência dos Materiais

Resistência dos materiais estende o estudo das forças que começou na mecânica, mas há uma diferença óbvia entre as duas disciplinas. A mecânica abrange principalmente as relações entre as forças que atuam sobre um corpo sólido. Nos sólidos estudados em mecânica considera-se o equilíbrio estático; nos estudos de dinâmica analisa-se o movimento rápido do sólido, embora se possa definir o equilíbrio dinâmico através da introdução de forças de inércia. Em contraste, a resistência dos materiais estabelece a relação entre as cargas externas aplicadas e seus efeitos no interior do sólido. Não se assume que os sólidos sejam idealmente rígidos; a deformação, embora pequena, é de grande... Continue a ler "Resistência dos Materiais — Forças Internas e Esforços" »

HACCP: Princípios e Vantagens para Segurança Alimentar

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DEFINIÇÕES

Perigos Alimentares

Perigo refere-se a um agente biológico, químico ou físico presente nos alimentos, ou às condições em que estes se encontram, com potencial para causar efeitos adversos à saúde.

Tipos de Perigos:

  • Físico: Vidros, metal, plástico, joias, cabelos, ossos, espinhas, caroços.
  • Químico: Antibióticos, resíduos de pesticidas, agentes de limpeza e desinfeção, metais pesados, lubrificantes.
  • Microbiológico: Bactérias, toxinas, vírus.

É crucial prevenir, eliminar ou reduzir os perigos para níveis aceitáveis, garantindo a produção de alimentos seguros.

Risco e PCC

Risco é o cálculo da probabilidade de ocorrência de um perigo.

Ponto Crítico de Controlo (PCC) é uma etapa no processo de produção alimentar... Continue a ler "HACCP: Princípios e Vantagens para Segurança Alimentar" »

Guia Completo: Administração de Máquinas de Construção

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Guia de Administração de Máquinas de Construção

  1. Por que utilizar a administração de máquinas de construção?
    R: Em todos os processos que utilizam elementos da administração, é necessário garantir um melhor funcionamento das máquinas de construção.
  2. Definição de máquina
    R: Uma máquina é um conjunto de peças ou partes móveis e fixas que permite alavancagem operacional, gerir, regular ou transformar energia para realizar um trabalho.
  3. Definição de máquinas
    R: Chama-se máquinas ao conjunto de dispositivos aplicados para o mesmo fim e ao mecanismo que confere movimento a um equipamento.
  4. Quais são os componentes de uma máquina?
    R: Os elementos são: motor, mecanismo, chassi e componentes de segurança.
  5. O que é o motor?
    R: O motor
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