Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Bacharelato

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O Homem como Animal Simbólico e Fantástico

Classificado em Psicologia e Sociologia

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1. O Homem e o Simbolismo Animal: Signos e Símbolos

Somente os seres humanos têm a capacidade de falar em uma linguagem com significado. Isso nos fornece dois tipos de elementos: um conjunto de palavras (vocabulário) e um conjunto de regras (gramática), pelos quais se podem relacionar as palavras em unidades maiores de sentido. Essa linguagem faz sentido quando a ordem das palavras e as regras permitem a transmissão do significado de uma mensagem. Considere estes dois elementos:

As palavras são signos, que representam algo para alguém. Nos sinais, podemos distinguir o significado e o significante, estabelecendo o sentido. O sentido foi estabelecido por uma convenção ou acordo tácito entre os usuários de sinais, sendo passado de geração... Continue a ler "O Homem como Animal Simbólico e Fantástico" »

Ética e Moral: Uma Análise Detalhada dos Princípios e Valores

Classificado em Filosofia e Ética

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As ações humanas, individuais e sociais, são reguladas por normas jurídicas, sociais, religiosas, etc., e também por princípios, valores e padrões morais, rudimentares ou sofisticados.

Ética e moral são termos que, pela sua etimologia, referem-se aos costumes em termos de regular as ações humanas e a construção do caráter moral dos indivíduos e das sociedades para a dignificação da vida humana. Porém, enquanto a moral é o estudo e a proposta de códigos e valores específicos, a ética, como um ramo da filosofia, reflete sobre como devem ser as ações humanas.

Elementos do fato moral

Recorde-se brevemente a consideração moral no que diz respeito à atividade humana, entendida como ação aprendida, racional, consciente, afetiva,... Continue a ler "Ética e Moral: Uma Análise Detalhada dos Princípios e Valores" »

Marx: Conceitos de Alienação e Mais-Valia

Classificado em Ciências Sociais

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Conceito de Alienação

Alienação, do latim alienus (estrangeiro), refere-se às circunstâncias em que uma pessoa não é senhora de si, nem responsável por suas ações ou pensamentos, tornando-se alheia a si mesma. Marx herdou o conceito de Hegel e Feuerbach, distinguindo diferentes tipos:

  • Econômica: Ocorre no trabalho assalariado. Refere-se à expropriação do trabalhador dos frutos do seu trabalho e, em última instância, de si mesmo pelo capitalista. O trabalhador torna-se uma mercadoria, uma 'coisa' que gera valor para sua sobrevivência.
  • Jurídico-política: Ocorre quando o indivíduo transfere sua liberdade ao Estado, confiando nele como uma instituição superior que supostamente defende seus direitos, perdendo assim sua autonomia.
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Modernismo: Origens, Características e Autores

Classificado em Língua e literatura

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O Modernismo: Uma Corrente de Renovação

No século XIX, a confiança no progresso e na ciência como fontes de verdades absolutas diminuiu. Essa crise geral teve reflexos na arte e na cultura, originando o Modernismo, uma corrente de pensamento e movimento literário que proclamava uma nova atitude perante a vida.

1. O Modernismo Literário

O Modernismo literário surgiu na América Latina por volta de 1880, opondo-se à tradição espanhola e afirmando a identidade americana. Os autores buscavam a beleza absoluta e a perfeição formal da obra de arte. A rejeição da vida quotidiana resultou em duas vertentes:

  • a) Modernismo externo: caracterizado pela evasão, primazia do sensual, exótico e fantástico.
  • b) Modernismo íntimo: caracterizado
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Platão e Aristóteles: Metafísica, Ideias e Conhecimento

Classificado em Filosofia e Ética

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Platão

I. Metafísica

  1. O ser de cada ser é a sua essência. Sem essências, não podem existir indivíduos, o que explica o fato de que a ciência existe e que seu objeto de estudo são as essências.
  2. Os perfumes estão fora dos indivíduos. Em nossa cabeça, há apenas conceitos que se referem às essências.
  3. Argumento das essências: As essências não estão dentro do indivíduo, porque se a essência estivesse lá dentro, apenas um indivíduo teria a essência, e essa essência é única. Além disso, se cada um tivesse uma parte da essência, a essência que cada um teria seria diferente.
  4. Argumento do conhecimento: Ninguém pode conhecer as essências através da experiência, mas sim com a razão. Dizemos então que houve contato entre
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Comparando Marx e Kant: História, Progresso e Conflito

Classificado em Filosofia e Ética

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A comparação entre Marx e Kant ilustrou o seu espírito para tomar a história como uma meta para alcançar a emancipação humana, individual e política. Ambos defendem uma conceção teleológica da história como um campo de realização da liberdade e igualdade: para Kant, esse fim é a sociedade cosmopolita, enquanto o horizonte de Marx é a sociedade comunista, uma sociedade justa e igualitária.

A ideia iluminista de progresso é uma referência comum, embora desprovida do otimismo ingénuo que a revestia. O papel do conflito é semelhante nesses autores. Segundo Kant, a natureza tem um plano oculto, que utiliza um mecanismo, a "insociável sociabilidade", para o estabelecimento de uma sociedade civil com uma constituição republicana... Continue a ler "Comparando Marx e Kant: História, Progresso e Conflito" »

Descartes: Racionalismo e Metafísica

Classificado em Filosofia e Ética

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O Problema do Conhecimento: Epistemologia

Descartes, do século XVII, é considerado o fundador da filosofia moderna e o principal pensador filosófico do Racionalismo. O racionalismo é uma escola filosófica que considera a razão, em comparação com os sentidos, como a única fonte do verdadeiro conhecimento.

Para Descartes, a chave é encontrar um conhecimento seguro e certo, uma teoria que seja verdadeira, sem qualquer dúvida. Portanto, sua prioridade será a de encontrar um método que nos ajude a raciocinar, como um guia. Além disso, este método deve ser compatível com o pensamento da razão humana, pois, caso contrário, seria inútil. Portanto, a primeira coisa é analisar o próprio ato de raciocinar, concluindo que, sendo a razão... Continue a ler "Descartes: Racionalismo e Metafísica" »

Ética a Nicômaco: A Felicidade e a Virtude em Aristóteles

Classificado em Filosofia e Ética

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Ética e a Felicidade em Aristóteles

A primeira coisa a notar ao discutir a ética teleológica de Aristóteles é a ideia de finalidade (telos). Aristóteles compara o ser humano a um arqueiro mirando um alvo: se o fim do arqueiro é acertar o centro, o fim do ser humano é a felicidade. Por isso, a ética aristotélica é chamada de eudemonismo. A questão central em Ética a Nicômaco é: o que é a felicidade e como alcançá-la?

A Natureza da Felicidade

A resposta aristotélica evita reducionismos. Embora todos concordem que a felicidade é o fim último, há divergências sobre seu conteúdo: alguns buscam honras, riquezas ou fama. Para Aristóteles, contudo, esses são fins secundários. A felicidade consiste naquilo que é próprio do... Continue a ler "Ética a Nicômaco: A Felicidade e a Virtude em Aristóteles" »

Análise de Dom Quixote: Personagens, Estilo e Narrativa

Classificado em Espanhol

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Personagens

Don Quixote e Sancho Panza representam a sociedade da época: nobres, ministros, atores, clero, camponeses e estudantes. Don Quixote e Sancho são os destaques da obra.

  • Don Quixote: O personagem é uma paródia de um herói cavalheiresco, mas suas ideias, valores e vestuário estão em desacordo com a sociedade daquele tempo. Sua loucura é a questão central da obra, criando um confronto entre o real e o cavalheirismo.
  • Sancho Panza: É o escudeiro, uma pessoa ignorante que reúne a teimosia e a astúcia típica do homem do povo.

O diálogo entre Dom Quixote e Sancho é o recurso central da obra. Com o tempo, especialmente na segunda parte, a personalidade de cada personagem passa para o outro: Sancho "quixotiza-se" e Dom Quixote "sanchifica-... Continue a ler "Análise de Dom Quixote: Personagens, Estilo e Narrativa" »

Sistemas Fluviais Espanhóis: Fatores, Regimes e Bacias

Classificado em Geografia

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Fatores e Elementos do Sistema Fluvial

A hidrologia espanhola inclui águas superficiais e subterrâneas, como rios, córregos, lagos e pântanos. Um rio é um fluxo contínuo de água que desagua no mar, em outro rio ou lago.

Fatores que Condicionam os Rios Peninsulares

Os rios peninsulares são condicionados por:

  • O Clima: Tem grande influência das chuvas, que determinam o fluxo dos rios e suas variações anuais, além da evaporação e temperaturas.
  • A Influência da Topografia e Relevo: Afeta o curso do rio e a organização das bacias hidrográficas, aumentando a erosão com a inclinação.
  • Litologia: Determina o domínio do escoamento superficial ou da água subterrânea.
  • Vegetação: Diminui a evaporação e o risco de inundação e erosão.
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