Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Eletrônica

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Protocolos de Tratamento Periodontal: Convencional e Contemporâneo

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Protocolo Convencional:

  • Motivação e educação do paciente
  • Raspagem
  • Reavaliação
  • Reinstrumentação
  • Terapia periodontal de suporte

Protocolo Contemporâneo:

  • Motivação e educação do paciente
  • Full mouth disinfection
  • Cirurgia
  • Reavaliação
  • Terapia periodontal de suporte

Se a terapia mecânica é indispensável, então por que usar antibiótico?

  • Porque os microrganismos podem invadir os tecidos periodontais e os túbulos dentinários.
  • Há locais de difícil acesso, como bolsas profundas e furcas, onde a terapia mecânica não é suficiente.
  • Há pessoas com facilidade de recorrência da doença.

Aplicações: abscessos de periodonto, GUN, PUN, que não respondem à terapia mecânica, periodontite agressiva.

Infecções Agudas Severas: Abscessos (Complexo

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Guia Prático de Diagnóstico e Tratamento Periodontal

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3 Fatores Importantes para o NIC

Para o Nível de Inserção Clínica (NIC), deve-se considerar: o diagnóstico e a severidade, a quantidade de perda óssea e a extensão da doença (localizada ou generalizada).

Fatores que Causam Erros de Sondagem

  • Pressão de sondagem;
  • Presença de cálculo dental;
  • Posicionamento da sonda.

Casos Clínicos

  1. I.P: 35%, I.S: 10%, PF.S: 2 a 3 mm, crista alveolar: 2mm da junção: Gengivite generalizada leve P1, induzida por placa.
  2. I.P: 30%, I.S: 85%, recessão gengival 1 e 2mm, PF.S: 5mm: Periodontite crônica localizada moderada P2.
  3. I.P: 30%, sem sangramento, PF.S: 1 e 3mm, nível da margem gengival 1mm: Paciente sadio.
  4. I.P: 75%, S.G: 45%, PF.S: 5 a 7mm, nível da margem gengival 2mm: Periodontite crônica associada ao fumo
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Análise do Modo Comum de Entrada em Circuitos

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Análise de um modo comum de entrada

Agora, vamos concentrar a nossa atenção no comportamento do circuito para o modo de entrada comum puro. Neste caso, as tensões de entrada são vi1 = vi2 = vicm.

No circuito equivalente, a impedância de saída da fonte de corrente IEE é expressa como a combinação em paralelo de dois resistores, cada um com valor de 2REB. Esta combinação é equivalente a uma única resistência REB.

O circuito equivalente é simétrico em relação à linha pontilhada, incluindo a polaridade dos geradores de sinal. Portanto, podemos concluir que a corrente Ij deve ser zero. Como Ij é zero, podemos abrir a conexão entre as duas metades do circuito sem produzir qualquer alteração nas correntes ou tensões. Assim, podemos... Continue a ler "Análise do Modo Comum de Entrada em Circuitos" »

h2 Grafos e Árvores: Estruturas de Dados e Algoritmos

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  • Grafo

Estrutura independente de dados

G = {D, R}

D = conjunto de dados, também chamados de vértices

R = conjunto de pares {i, j} tal que i, j pertencem ao conjunto D – também chamado de conj. de relacionamentos ou conj. de arestas.

Número máximo de arestas = d², onde d = |D| e d(d-1)/2 num grafo simplificado.

- Custo matriz x lista

Matriz

Lista

Espaço

|D|²

|D| + |R|

Iniciação

|D|²

|D|

Cópia

|D|²

|R|

Destruição

|D|

|R|

Matriz

Lista

Inserção de aresta

1

1

Remoção de aresta

1

|D|

Dados de vértice isolado

|D|

1

Caminho u-v

|D|²

|D| + |R|

- Aplicações

Vários tipos de problemas: distribuição/logística, torneios, alocação de dados, web (crawling), rede de dados e comunicação, fluxo de usabilidade,...

- Simplificações

Há apenas uma aresta ligando o

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Lesões Dentárias: Tecidos Duros, Polpa e Periodontais

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Lesões de Tecido Duro e Polpa:

  1. Trinca de Esmalte: Fratura parcial do esmalte sem perda de estrutura. Tratamento: escovação com pasta fluoretada, fluorterapia e selantes (devido à possível sensibilidade). Radiografia inicial recomendada, mas geralmente sem alterações visíveis.
  2. Fratura de Esmalte: Fratura com perda de esmalte. Tratamento: remoção de bordas cortantes e restauração. Controle radiográfico necessário.
  3. Fratura de Esmalte e Dentina: Fratura envolvendo esmalte e dentina. Sem comprometimento pulpar, realizar capeamento indireto (se necessário, dependendo da profundidade) e restauração ou colagem do fragmento. Acompanhamento radiográfico periódico (a cada 6 meses) e observação de sinais (fístula, mobilidade, dor espontânea)
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Planejamento e Retenção em Próteses Adesivas

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Planejamento e Tratamento

Modelos de estudo articulados e RX.

Sistemas de Retenção em Prótese

  • Física: Adesão, coesão e pressão atmosférica.
  • Mecânica: Se opõe às forças em qualquer direção, exceto na via de inserção.
  • Fisiológica.

Retenção adesiva: se opõe predominantemente às cargas de cisalhamento e não às cargas de tração e clivagem.

Planejamento e Desenho da Prótese

  • Retenção da prótese:
    • Adesiva: quanto maior a superfície, maior a retenção.
    • Mecânica: maior adaptação, maior retenção; preparo com maior abraçamento.

Desenho da prótese:

  • Superfície lingual: deve-se abranger a maior superfície de estrutura possível por dente pilar, com largura mínima de 3mm.
  • É mais favorável aumentar a superfície de adesão do dente
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Conceitos Fundamentais de Metrologia e Incerteza

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Conceitos Fundamentais de Metrologia

  • Exatidão: Associada à proximidade do valor verdadeiro.
  • Precisão: Associada à dispersão dos valores resultantes de uma série de medidas.
  • Erro sistemático: Diferença entre o resultado de um número infinito de medições do mensurando, feitas nas mesmas condições, e seu valor verdadeiro. É o tipo mais frequente, decorrente de problemas persistentes, com direção definida (para mais ou para menos).
  • Erro aleatório: Diferença entre o resultado da medição e a média que resultaria de um número infinito de medições do mesmo mensurando, repetidas em iguais condições. Aponta para a variabilidade do sistema e o alargamento da curva de distribuição.
  • Método de medição por comparação: Baseado na
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Guia Rápido de Sinais Radiográficos em Patologia Oral

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Lesões Comuns e Características Radiográficas

  1. Cárie

    Radiolúcida, redonda ou semilunar, com borda definida.

  2. Cálculo (Tártaro)

    Altera o contorno do dente.

  3. Perda Óssea Angular

    Interrupção da crista óssea angular.

  4. Perda Óssea Horizontal

    Interrupção da crista óssea horizontal.

  5. Perda Óssea Inter-radicular (Lesão de Furca)

    Geralmente triangular.

  6. Lesão Endo-Perio

    Comunica espaços periodontais e apicais.

  7. Abscesso Periapical Crônico

    Limites indefinidos, tamanho e forma variáveis.

  8. Granuloma Periapical

    Circular ou oval, dentes vitais.

  9. Cisto Periapical

    Circular ou oval, dentes vitais (vt). Geralmente com halo radiopaco, radiolúcido.

  10. Cisto Residual

    Ocorre após a extração do dente.

  11. Osteíte Condensante

    Radiopaca, limite difuso, dente vital ou não, e lesão

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Modelo de Agravo de Instrumento conforme o CPC/2015

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE XXXX


NOME DO AGRAVANTE, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do RG nº 0000 e inscrito no CPF sob o nº 000.000.000-00, residente e domiciliado no endereço XXXXX, vem, por intermédio de seu advogado, nos autos da ação XXX em trâmite na Vara X da Comarca XXXX, processo nº 0000, que move em face de NOME DO AGRAVADO, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do RG nº 0000 e inscrito no CPF sob o nº 000.000.000-00, com residência e domicílio na Rua XXXX, respeitosamente perante Vossa Excelência, não se conformando com a decisão proferida pelo juízo de piso (fls.), e com fundamento nos artigos 1.015 e seguintes do... Continue a ler "Modelo de Agravo de Instrumento conforme o CPC/2015" »

Glossário de Metrologia e Instrumentação

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Precisão

Precisão: proximidade com que a leitura de um instrumento de medição se aproxima do valor real da variável medida.

Fidelidade

Fidelidade: medida do grau em que as medições sucessivas diferem umas das outras, sem a necessidade de conhecer o valor real.

Repetibilidade

Repetibilidade: capacidade de reproduzir medidas do sinal de saída do instrumento para valores idênticos da variável, repetidas nas mesmas condições de ensaio e no mesmo sentido de variação, cobrindo todo o campo.

Termos de repetição

Fatores que definem condições de repetibilidade:

  • Mesmo procedimento de medição
  • Mesmo operador
  • Mesmo instrumento de medição
  • Mesmas condições ambientais
  • Mesmo local
  • Medições realizadas em curto intervalo de tempo

Reprodutibilidade

Reprodutibilidade:

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