Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Filosofia e Ética de Bacharelato

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O Papel do Trabalho e da Práxis na Teoria de Marx

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Na mente de Marx, o homem é um ser nascido para a vida em sociedade. É através da sua capacidade de organização que o homem é capaz de produzir e, consequentemente, mudar a história.

O Materialismo Histórico e a Crítica ao Idealismo

Ao contrário do pensamento idealista, como a teoria de Hegel (onde apenas alguns indivíduos são responsáveis pela evolução e movimento da história), Marx atribui importância fundamental ao grupo de pessoas que formam a sociedade produtiva: os trabalhadores. Ele lhes atribui a razão pela qual a história se move e se transforma.

A Práxis: Da Ética à Ação Prática

Embora a práxis se refira à dimensão ética do ser humano, Marx dá maior importância à dimensão prática do homem, ou seja, o... Continue a ler "O Papel do Trabalho e da Práxis na Teoria de Marx" »

Governo local Espanha

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Dualismo platôNicó EO Mito da Caverna

Sensible World (dentro da caverna):

Conteúdo: objetos físicos e materiales.Cosas (sombras, reflexos)

Rectoora vigor: o sol, que ilumina o mundo dos sentidos e dá vida (fogo)

Categoria ontológica: Copie a parte da idéiá, ou imita, mas não é autêntica ou real.

dimensão espacial e temporal: o mundo sensível ocupa espaço e está sujeito ao tempo, ela muda e se torna yx.

Possibilidade de mudança: Dinamismo. Este mundo está em perpétua mudança e modificação. (Heráclito)

e imperfeita condição corruptível. Tudo o que vive neste mundo está se deteriorando e tem uma duração finita e limitada.

Correlacione corpo antropológica. É finita e corruptível, mortal. Isso pode incluir alma concupiscível... Continue a ler "Governo local Espanha" »

Guia de Raciocínio Lógico, Justiça e Falácias

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Introdução à Lógica: Dedução, Indução e Analogia

Para a dedução e indução, se começarmos com uma premissa aceita e confiável e inferirmos conclusões parciais, empregamos o raciocínio dedutivo. Os argumentos dedutivos, se bem construídos, são verdadeiros. Um argumento é dedutivo se as premissas levam a uma conclusão definitiva; não se questiona se é verdadeiro ou falso, mas se é correto ou incorreto.

A indução, no entanto, parte de uma série de casos parciais observáveis. Após observar uma série de casos, infere-se uma conclusão geral. Um raciocínio indutivo baseia-se na repetição de premissas; portanto, quanto maior o número de premissas, melhor será a indução.

Outra forma habitual de discurso argumentativo... Continue a ler "Guia de Raciocínio Lógico, Justiça e Falácias" »

A Dúvida Metódica em Descartes

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O objetivo de Descartes é encontrar verdades absolutas e indubitáveis. O primeiro problema que surge é como encontrar um método para alcançar esse objetivo. A primeira etapa desse processo é a dúvida metódica. Inicialmente, deve-se duvidar de tudo em que se acredita e rejeitar tudo o que for minimamente duvidoso.

A dúvida metódica é o resultado do primeiro preceito do método cartesiano: nunca aceitar nada como verdadeiro se não for conhecido com evidência. A dúvida é um instrumento para alcançar uma verdade fundamental, que sirva como ponto de partida para a construção do conhecimento.

Descartes apresenta três razões principais para duvidar:

  1. A Falibilidade dos Sentidos: Os sentidos, por vezes, nos enganam. Não se trata
... Continue a ler "A Dúvida Metódica em Descartes" »

A Metafísica e a Revolução Copernicana de Kant

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A questão tão fundamental da metafísica kantiana ainda não encontrou o caminho seguro da ciência, apesar de ser o assunto mais importante para os seres humanos, lembrando que as questões metafísicas sempre estiveram presentes. Kant é muito influenciado pelo desenvolvimento da ciência; portanto, busca saber o que acontece com a razão, que por um lado não pode deixar de pensar sobre questões metafísicas e, por outro, não possui uma explicação científica para isso.

Por que Kant acredita que criticar e analisar as possibilidades está certo quando o objeto é a metafísica? Trata-se de uma metafísica crítica e não dogmática (crítica racionalista). Este passo representa um avanço na revolução metafísica tão importante para... Continue a ler "A Metafísica e a Revolução Copernicana de Kant" »

Filosofia: Do Mito ao Logos e a Natureza do Conhecimento

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Filosofia: A Busca pelo Conhecimento e a Razão Humana

Conhecimento Racional

Os animais têm um comportamento instintivo e inato. Instintos lhes permitem satisfazer as suas necessidades sem considerar a causa, finalidade ou como agir. É, portanto, conhecimento prático e concreto.

O ser humano é um animal racional. Ele precisa entender e interpretar o ambiente em que vive, para resolver o problema de sua existência, de modo que precisa saber.

A Explicação Pré-Racional: Magia e Mito

O ser humano é caracterizado por conhecer a si mesmo e seu entorno. Suas primeiras tentativas de explicação são de natureza irracional: a magia e o mito.

A magia resolve problemas práticos. Acredita-se que todas as coisas são animadas por espíritos (animismo)... Continue a ler "Filosofia: Do Mito ao Logos e a Natureza do Conhecimento" »

A Ética de Aristóteles e a Vida em Sociedade

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A ética de Aristóteles tem um propósito que se resume na busca da felicidade. Para alguns, a felicidade consiste no prazer; para outros, em riqueza. No entanto, o homem sábio procura-a na condução do negócio que é próprio do homem, isto é, na vida intelectual. Isto não exclui o gozo moderado dos prazeres dos sentidos e outros bens, desde que não impeça a contemplação da verdade. Nesta base, Aristóteles desenvolveu o conceito de virtude. A virtude está no meio. O que eu quis dizer é que o ato do homem deve ser governado por prudência ou vara. Existem dois tipos de virtude: a dianoética (que diz respeito ao exercício da inteligência) e a ética (que se relaciona com a sensibilidade e carinho). Todas as virtudes são hábitos... Continue a ler "A Ética de Aristóteles e a Vida em Sociedade" »

Nietzsche: Vontade de Poder, Eterno Retorno e Super-Homem

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A Filosofia Afirmativa de Nietzsche

A morte de Deus significa o triunfo do niilismo passivo, mas é também o ponto de partida para o niilismo ativo, que conduz à filosofia do “sim” à vida. A morte de Deus acarreta a perda dos valores antigos e a perda da fé.

A Vontade de Poder (Wille zur Macht)

Para Nietzsche, a vida é a Vontade de Poder: o impulso para ser mais, para se expandir e afirmar-se. Se interpretarmos isso a partir da metáfora da vida como uma obra de arte, que aparece em O Nascimento da Tragédia, podemos concluir que o objetivo é criar.

Pela boca de Zaratustra, Nietzsche afirma que essa vontade está orientada para o constante aprimoramento de si mesmo. É por isso que ele se interessa pelos valores morais. A Vontade de Poder... Continue a ler "Nietzsche: Vontade de Poder, Eterno Retorno e Super-Homem" »

Filosofia Moderna: Panorama e Principais Momentos

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Panorama da Filosofia Moderna

Culturalmente, a Idade Moderna é normalmente dividida em Renascimento (séculos XV e XVI), Barroco (século XVII) e Iluminismo (século XVIII).

O século XIV havia introduzido uma importante mudança na mentalidade ao promover a distinção entre o conhecimento da ordem sobrenatural, atribuído à Teologia, e o conhecimento da natureza, atribuído à Filosofia e à Ciência (embora a Ciência ainda não estivesse emancipada da Filosofia). No século XV, o esclarecimento desta distinção levou a um interesse nos valores do ser humano, entendido como um ser que se desenvolve na natureza e na história. Esta nova mentalidade foi incentivada pelo interesse na cultura greco-romana.

A partir deste ambiente, amadureceu... Continue a ler "Filosofia Moderna: Panorama e Principais Momentos" »

H2: O Conhecimento e a Virtude em Platão

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O Conhecimento e a Virtude em Platão

Os Tipos de Conhecimento Segundo Platão

Segundo Platão, o ser e o saber estão correlacionados: o grau de conhecimento corresponde aos graus do ser. Um conhecimento perfeito e verdadeiro corresponde a um ideal, enquanto um conhecimento imperfeito carrega uma menor rigidez e confiabilidade. O valor do conhecimento baseia-se na permanência do ser das coisas. Observamos a mudança das coisas, mas a verdadeira essência delas não muda, sendo, portanto, imutável, não perecível e não perceptível pelos sentidos.

As Categorias do Conhecimento

  • Conhecimento Sensível: Relaciona-se com o mundo material, com as coisas que percebemos através dos sentidos. Aqui se encontram o que Platão chamou de sombras ou figuras
... Continue a ler "H2: O Conhecimento e a Virtude em Platão" »