Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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A Busca pela Verdade: Reflexões Filosóficas

Enviado por Niqinhaz e classificado em Filosofia e Ética

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Ser é tudo o que é real, tudo o que possui realidade, tudo o que cabe no mundo, tudo o que existe. Porém, a realidade é questionável e já filósofos a questionaram, estabelecendo definições para esta. Primeiramente, tudo o que podemos dizer ou simplesmente é algo fora de nós, trata-se do mundo físico, enquanto o que está dentro é o mundo psicológico. Logo, existem dois mundos: o exterior e o interior.

Apesar das diferentes formas de realidade que nos aparecem, esta é sempre expressa e estruturada por um sistema de linguagem, pois para expressarmos algo fazemos uso de conceitos e para expressar usamos palavras, dizendo, assim, através da língua, o que pensamos da realidade e, assim, enviamos ao outro as nossas impressões do... Continue a ler "A Busca pela Verdade: Reflexões Filosóficas" »

Filosofia do Direito: Razão, Positivismo e Jusnaturalismo

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O Direito deve ser encarado como uma disciplina da razão prática, pois a sua função principal é orientar e regular a convivência humana, estabelecendo regras para o uso da vontade e critérios que guiem a ação de acordo com princípios de justiça e legitimidade. Enquanto a razão teórica se ocupa das questões relacionadas ao "o que" e "como" conhecer, a razão prática centra-se no "o que" e "como" fazer, organizando as bases para o agir humano no contexto social. Neste âmbito, o Direito não se preocupa, em princípio, com as convicções morais pessoais dos seus destinatários. A sua exigência recai apenas sobre os comportamentos exteriores, pedindo uma abstenção de ações que violem as normas estabelecidas, sem entrar no... Continue a ler "Filosofia do Direito: Razão, Positivismo e Jusnaturalismo" »

Lógica: Validade dos Argumentos e Verdade das Proposições

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O que é a Lógica?

Lógica é a disciplina que estuda os princípios que os argumentos devem observar para serem corretos, isto é, logicamente válidos. Investiga a validade do pensamento discursivo, a fim de evitar erros e contradições, e estuda os princípios gerais que estão na base do nosso pensamento.

Se quisermos que os nossos argumentos sejam válidos e convincentes, temos de usar corretamente os processos e os princípios lógicos que presidem a uma boa argumentação. A Lógica torna possível a identificação dos procedimentos ou regras que permitem preservar a verdade no trânsito das premissas para a conclusão, permitindo assegurar a verdade da conclusão quando se parte de premissas verdadeiras. Se as premissas forem verdadeiras,... Continue a ler "Lógica: Validade dos Argumentos e Verdade das Proposições" »

Racionalismo vs. Empirismo: Um Comparativo Essencial

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RELACIONAMENTO: Entendendo o racionalismo continental é necessário compará-lo com o empirismo Inglês. Racionalismo e empirismo são duas correntes com profundas diferenças filosóficas, mas também têm semelhanças óbvias. Entre as diferenças, começamos por referir a relação que existe entre os diferentes pensamentos e experiências. No racionalismo, o pensamento tem absoluta autonomia, tornando-se um juiz do nível empírico. No empirismo, a experiência sensorial é definitiva. O pensamento está em heteronomia clara com a experiência. Isso ocorre porque o conteúdo que a mente possui, ele deve, definitivamente, à experiência. Tanto o racionalismo e empirismo, trabalhando com conceitos semelhantes, é essencial ter em conta... Continue a ler "Racionalismo vs. Empirismo: Um Comparativo Essencial" »

Geometria

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2.Mostre que os seguintes subconjuntos de R4 são subespaços

a) W= {(x,y,z,t) R4 ǀ x+y=0 e z-t= 0}

i)v1=(x1,y1,z1,t1) ∈ W  e v2=(x2,y2,z2,t2) ∈ W

v1+v2=( x1+ x2, y1+ y2, z1+ z2, t1+ t2 )

(x1+ x2)+( y1+ y2)=( x1+ y1)+( x2+ y2)= 0 + 0= 0

(z1+ z2)-( t1+ t2)=( z1- t1)+( z2- t2)= 0 + 0= 0

V1 + V2 ∈ W

ii) v=(x,y,z,t) ∈ W  e λ ∈ R Então  λ.v=(λx,λy,λz,λt).

λx + λy = λ (x+y)= λ . 0= 0

λz – λt = λ (z-t )= λ . 0= 0

λv ∈ W.Portanto W é subespaço.

b) u= {(x,y,z,t) R4 ǀ2x -y -t=0 e z= 0}

seja v1=(x1,y1,z1,t1) ∈ W  e v2=(x2,y2,z2,t2) ∈ W

v1+v2=( x1+ x2, y1+ y2, z1+ z2, t1+ t2 )

entãoV1 + V2 ∈ W

testemos

2(x1+ x2) – (y1+ y2) – (t1+ t2)=0

2x1- y1- t1=0

2x2- y2- t2=0

z1+ z2=0

z1=0

z2=0        temos que V1 + V2 ∈... Continue a ler "Geometria" »

Neuro

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  1. Que são ventrículos cerebrais e que funções têm sido atribuídas a eles ao longo dos anos?

Na idade antiga, Galeno atribuiu enorme importância aos ventrículos. A observação de que nestes espaços escavados havia um fluido adequava-se à teoria de que o corpo funcionava de acordo com o balanço dos quatro fluidos ou humores. Sensações eram registradas e movimentos iniciados pelo movimento do humor (Galeno falava em espíritos animais e vitais) para os ventrículos cerebrais, através dos nervos, para Galeno, tubos ocos. Posteriormente, esta teoria ganhou uma conotação baseada na mecânica dos fluidos. Descartes foi um grande defensor da “teoria do fluido mecânico”. Hoje se sabe que é nos ventrículos que o líquor é formado.... Continue a ler "Neuro" »

Filosofia Pré-Socrática: Physis e Arché

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A Busca pela Physis e Arché

A Physis (Natureza) é o elemento unificador do cosmos, a origem de tudo, aquilo do qual todas as coisas emergem e ao qual retornam, o elemento comum ou a essência das coisas. A essência (em grego eidos, ideia) originalmente significava a aparência visível de algo, depois passou a significar a sua forma inteligível, aquilo que compreendemos sobre algo.

Escola Jônica

Tales de Mileto viu a arché (princípio primordial) na água, observando as diversas formas que esta assume (líquido, gasoso e sólido) e considerando que a água é um elemento essencial para a vida.

Anaximandro foi o primeiro a usar a palavra arché. Para ele, o elemento básico de tudo é o que chama de apeiron: o informe, indeterminado, indefinido,... Continue a ler "Filosofia Pré-Socrática: Physis e Arché" »

Hilemorfismo: Matéria, Forma e Alma em Aristóteles

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O Hilemorfismo: Uma Abordagem à Substância

O hilemorfismo é uma aproximação ao conceito de substância a partir da física. Aristóteles rejeita a Teoria das Ideias de Platão, mas não tudo o que Platão entendia por Ideia. Aristóteles continua a sustentar que o universal tem algum tipo de realidade, mas, ao contrário de Platão, ele não concebe o universal como algo transcendente, separado do mundo físico, mas como algo imanente a ele. Aristóteles denomina este universal de *forma*, que, juntamente com a *matéria*, constitui as coisas do mundo físico. A esta teoria aristotélica, segundo a qual tudo se compõe de matéria e forma, dá-se o nome de hilemorfismo.

A Matéria-Prima (Hyle)

Aristóteles chama de *matéria-prima* (hyle)... Continue a ler "Hilemorfismo: Matéria, Forma e Alma em Aristóteles" »

Lógica Aristotélica: Raciocínio, Conceitos e Juízos

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O raciocínio é uma sequência de inferências nas quais, a partir de uma proposição conhecida, é descoberta uma ou mais desconhecidas. Aristóteles, nos Analíticos Posteriores, abrange tanto o raciocínio indutivo quanto o dedutivo, mas acredita que o conhecimento científico é obtido através da dedução do particular a partir do geral, isto é, com o conhecimento das causas. Aristóteles privilegia, portanto, a análise do raciocínio dedutivo, especialmente o silogismo categórico.

O raciocínio dedutivo é uma forma de raciocínio que vai do geral para o particular, isto é, tentando extrair uma verdade particular de uma universal. Pode ser de três tipos: categórico, hipotético e disjuntivo, dependendo do tipo de proposição... Continue a ler "Lógica Aristotélica: Raciocínio, Conceitos e Juízos" »

h2 Críticas à Indução e o Falsificacionismo de Karl Popper

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Críticas ao Indutivismo Clássico

Existem algumas objeções fundamentais ao método indutivo clássico:

  • 1. A Observação Não é Neutra nem Imparcial

    Nem sempre partimos da observação e, mesmo quando o fazemos, ela não é neutra e imparcial. A observação é seletiva e influenciada por expectativas, valores e ideologias. Além disso, nem sempre é possível observar diretamente o que se pretende explicar.

  • 2. O Problema da Indução (Circularidade)

    O método indutivo parece pouco fiável, na medida em que apenas nos permite construir verdades prováveis a partir dos dados observados e generalizados. Além disso, incorre no raciocínio falacioso da circularidade — justifica-se a confiança na indução com base no próprio raciocínio indutivo.

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