Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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A Epistemologia de Kuhn e a Objetividade Científica

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Explique por que razão os critérios objetivos são insuficientes para explicar a forma como se dá a escolha das teorias científicas, segundo Kuhn.

Segundo Kuhn, existem princípios ou critérios objetivos de escolha das teorias (como exatidão, consistência, alcance e fecundidade). Contudo, estes critérios são insuficientes para explicar a forma como se dá a escolha das teorias científicas, devido à incomensurabilidade dos paradigmas. Uma vez que os paradigmas não podem ser comparados objetivamente, teremos de recorrer a critérios subjetivos para comparar os critérios objetivos. Os critérios subjetivos estão presentes na discussão e na defesa das teorias científicas.

Que crítica se pode apresentar à epistemologia de Kuhn?

  • A
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Mito e Filosofia: Da Explicação Sobrenatural ao Pensamento Racional

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Definição de Mito: Narrativas da Grécia Antiga

Mitos são narrativas utilizadas pelos povos gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenómenos da natureza, as origens do mundo e do ser humano, que não eram compreendidos por eles. A explicação para estes acontecimentos e fenómenos eram os deuses e as divindades míticas, aos quais eram atribuídos sentimentos, emoções e ambições humanas, como a imortalidade e a omnipotência (poder absoluto). Estes fatos eram considerados o efeito da vontade dos deuses, o que os tornava imprevisíveis.

A Importância do Mito e a Busca por Respostas

O pensamento mítico assenta na explicação sobrenatural do mundo, buscando dar resposta aos problemas e às questões que o universo apresentava.... Continue a ler "Mito e Filosofia: Da Explicação Sobrenatural ao Pensamento Racional" »

Fundamentos da Argumentação e Retórica: Conceitos Essenciais

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Demonstração

Visa mostrar a relação necessária entre a conclusão e as premissas. Caracteriza-se pela univocidade própria da lógica e das suas regras, permitindo uma única interpretação pela pobreza da linguagem formal. Demonstrar é fornecer provas lógicas irrecusáveis, encadeando proposições de tal modo que, a partir da primeira, se é racionalmente constrangido a aceitar a conclusão.

Argumentação

Visa provocar a adesão do auditório a uma tese verosímil, plausível, preferível e provável. Caracteriza-se pela equivocidade própria da linguagem natural, permitindo uma pluralidade de interpretações pela riqueza da linguagem natural. Argumentar é fornecer razões a favor ou contra uma determinada tese ou conclusão.

Ethos,

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Lógica Jurídica: Antinomias, Lacunas e Inferências

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O que você compreende por antinomia e lacuna como fatores antitéticos à lógica jurídica?

No campo da teoria do Direito, antinomia é o conflito entre normas do mesmo ordenamento, e lacuna é a ausência de norma para a disciplina de certo caso concreto. O Direito é lógico, portanto, quando não possui antinomias nem lacunas. A manifestação de antinomias configura desobediência ao princípio da não contradição. A lacuna macula a lógica do sistema jurídico por caracterizar inobservância do princípio do terceiro excluído.

Em suma, se o Direito pretende ser lógico, não pode ser múltiplo, nem ter antinomias e lacunas.

Conceitue a inferência do ponto de vista da linguagem comum e da lógica

Na linguagem comum, inferência está... Continue a ler "Lógica Jurídica: Antinomias, Lacunas e Inferências" »

Dogmática e Hermenêutica Jurídica: Métodos de Interpretação

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Dogmática Jurídica: Essência e Adaptação da Norma

Dogma é a essência, o que faz surgir algo. A dogmática jurídica tem como dogma a norma jurídica. Tal dogma constitui-se de determinadas interpretações da realidade que não devem ser questionadas e, caso o sejam, devem ater-se aos parâmetros fixados pelas próprias normas jurídicas, sem prejuízo para a coerência interna do sistema normativo como um todo.

Não significa que os dogmas jurídicos sejam interpretações estáticas da conduta social; eles precisam ser constantemente revistos para acompanhar a mutabilidade inerente a essa conduta. A dogmática jurídica consiste exatamente no manejo das regras que garantem que esses processos de revisão e atualização permaneçam dentro... Continue a ler "Dogmática e Hermenêutica Jurídica: Métodos de Interpretação" »

h3: Necessidades Inatas e a Estrutura Social em Aristóteles

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Necessidades Inatas (Naturais)

1. Necessidade de reprodução, que fundamenta a relação entre o homem e a mulher. “(...) A necessidade de progenitura é, em si, um facto natural”.

2. Necessidade de autopreservação, que fundamenta a relação entre o senhor e o escravo. “Quem pode usar o seu intelecto para prever é, por natureza, governante e senhor, enquanto quem tem força física para trabalhar é governado e escravo, por natureza”.

Assim, para Aristóteles a escravatura é perfeitamente legal, porque natural. Não reconhece que os seres humanos são por natureza iguais e, por isso, também não advoga tratamento igual.

São as relações sociais, entre homem e mulher para a perpetuação da espécie e as relações entre senhor... Continue a ler "h3: Necessidades Inatas e a Estrutura Social em Aristóteles" »

Redes Neurais, Algoritmos Genéticos e Lógica Fuzzy

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1. Redes Neurais Artificiais (RNA)

a) Defina o que é uma RNA

Redes Neurais Artificiais são dispositivos de computação paralela que consistem de muitos processadores interconectados (neurônios artificiais). Cada processador conhece apenas os sinais que envia e recebe periodicamente de outros processadores. Essas redes são usadas para modelar funções complexas, reconhecimento de padrões, regressão, entre outros problemas de aprendizagem.

b) Quais os elementos fundamentais de uma RNA? Ilustre e exemplifique

Os elementos fundamentais de uma RNA são:

  • Conjunto de neurônios artificiais — unidades de processamento que recebem entradas, aplicam uma função de ativação e produzem saídas.
  • Padrão de conexão (arquitetura) — define como os
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Alegoria da Caverna de Platão: Resumo

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A Alegoria da Caverna de Platão: Uma Análise

O texto inserido na obra “A República” é um diálogo baseado em metáforas, levantando inúmeras questões sobre o conhecimento e a realidade humana, espalhando, desta forma, os pontos de vista da teoria de Platão. O texto retrata prisioneiros acorrentados contra uma parede numa caverna escura, apenas iluminados por uma chama. Os prisioneiros nunca conheceram outro local e, na parede da caverna, têm apenas acesso às projeções de sombras de cenas do quotidiano, que os mesmos analisam, considerando que as mesmas são a verdadeira realidade.

Durante o diálogo, é levantada a hipótese de um dos prisioneiros ter a oportunidade de escapar da caverna e, durante a fuga, entra em contato, pela... Continue a ler "Alegoria da Caverna de Platão: Resumo" »

Introdução à Filosofia: Da Grécia Antiga a Platão

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Significado de Filosofia: Amor à sabedoria.

As Condições Históricas

  • As viagens marítimas;
  • A invenção do calendário;
  • A invenção da moeda;
  • O surgimento da vida urbana;
  • A pólis (cidade-estado);
  • A invenção da escrita alfabética.

A Política

Atuação para lidar com assuntos da comunidade. Como se faz? Democrática: a participação no processo de tomada de decisão, a disputa política, a assembleia, o controle de atuação das autoridades e a transparência. Onde se faz? Pólis: o espaço em que a população decide o bem-estar coletivo. Quem faz? Cidadãos: respeitados como iguais.

O Mito e a Filosofia

O mito como a explicação do mundo. O mito não pode ser questionado por ser revelado por seres divinos. É também uma narrativa imaginária,... Continue a ler "Introdução à Filosofia: Da Grécia Antiga a Platão" »

Fundamentos da Lógica: Tautologia e Regras de Inferência

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Tautologia, Contradição e Contingência

Estes conceitos definem a validade de uma proposição composta com base na sua tabela de verdade:

  • Tautologia: O resultado da proposição é sempre verdadeiro.
  • Contradição: O resultado da proposição é sempre falso.
  • Contingência: O resultado da proposição é alternado (verdadeiro e falso).

As Regras de Inferência: Modus Ponens, Modus Tollens e Silogismo Disjuntivo

Modus Ponens (Afirmação do Antecedente)

O Modus Ponens (modo que afirma) é uma forma de inferência ou argumento válido em que, na segunda premissa, se afirma o antecedente e, na conclusão, se afirma o consequente.

A sua estrutura lógica é:

  1. Se o antecedente se verificar, o consequente verificar-se-á. (P → Q)
  2. O antecedente verificou-
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