Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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H2: A Teoria do Conhecimento em Platão: Doxa e Episteme

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A Teoria do Conhecimento em Platão: Doxa e Episteme

A teoria do conhecimento em Platão deve ser feita em relação à sua abordagem ontológica. Da mesma forma, no reino do ser, Platão estabelece um dualismo ontológico, distinguindo dois mundos opostos: o sensível e o inteligível. No nível epistemológico, Platão diferencia entre o conhecimento do mundo sensível e o conhecimento relevante para o mundo inteligível.

Mundo Sensível e Doxa

O mundo sensível, caracterizado pela evolução e mudança, só nos permite obter um conhecimento que é sensível por natureza. Platão afirma que este nível se restringe à doxa (a opinião), que, na melhor das hipóteses, coincidirá com a realidade. Será um tipo totalmente inadequado de conhecimento,... Continue a ler "H2: A Teoria do Conhecimento em Platão: Doxa e Episteme" »

Marxismo: Luta de Classes e Materialismo Histórico

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A Unidade do Proletariado e a Abolição da Propriedade Privada

A receita que Marx propôs para acabar com esse estado de coisas é a ação conjunta do proletariado, que deve derrubar a burguesia capitalista e estabelecer a ditadura do proletariado, na qual a propriedade privada é abolida. Esta é uma fase de transição que deverá conduzir, finalmente, a uma sociedade sem classes. Os proletários nada têm a perder, pois não possuem nada e, sendo a maioria, defendem os interesses da coletividade. Se o trabalho é árduo e o retorno mínimo, é porque "toda propriedade é um roubo" e deve ser eliminada através da criação de um sistema comunista. A propriedade deve tornar-se algo coletivo, acessível ao indivíduo para "expandir, melhorar... Continue a ler "Marxismo: Luta de Classes e Materialismo Histórico" »

Análise de Conceitos Éticos e Morais Fundamentais

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1. Aspectos da Ação Moral

Análise breve dos diferentes aspectos da ação moral:

  • Relativismo Moral: O que é justo ou injusto, bom ou ruim, é relativo e varia em cada sociedade. Cada sociedade possui seus costumes, religiões e assim por diante.
  • Ceticismo: É impossível saber o que é justo ou injusto, bom ou ruim, pois não se pode encontrar nenhum critério para afirmá-lo.
  • Subjetivismo: As questões morais são subjetivas. Ao contrário dos cientistas, não se pode chegar a um acordo com razões. Os valores aceitos são como uma espécie de fé que não pode convencer racionalmente outras pessoas.
  • Emotivismo: Expressa sentimentos ou emoções subjetivas para influenciar as pessoas e provocar a mesma atitude do falante. Por exemplo, ser contra
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Conceitos Filosóficos Cartesianos

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Alma

Substância espiritual e início do conhecimento. Finita e simples, indivisível e, portanto, imortal. É independente do corpo para existir. Princípio da consciência, ou seja, aquilo pelo qual sou consciente.

Certeza

Lei perfeita que reconhece a clareza, a distinção e a segurança da verdade. Convicção com garantia de verdade, baseada em provas. Refere-se à evidência de uma verdade, embora possa haver falsa segurança: ter certeza de algo que está errado.

Clareza e Distinção

Pertencem à primeira regra do método cartesiano e são características da evidência. Claro é transparente, nítido e visível para a razão. Distinto é diferenciado, inconfundível. Somente ideias claras...

Corpo

Substância extensa e material, limitada... Continue a ler "Conceitos Filosóficos Cartesianos" »

Descartes vs. Ortega: Racionalismo, Perspectivismo e Vida

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O pensamento de José Ortega y Gasset está intimamente conectado com o racionalismo de Descartes, mas se posiciona criticamente em relação a ele. A seguir, analisamos a postura filosófica de Descartes e Ortega em três áreas fundamentais.

1. Ontologia: A Natureza da Realidade

Descartes: Realidade Racionalista Absoluta

  • Para Descartes, a única existência verdadeira é aquela percebida pela razão.
  • É uma realidade que é idêntica e a mesma para todos os indivíduos que aplicam o método corretamente.
  • É, como criticado por Ortega, um mundo ultravital e extra-histórico: o que não é material sensível e não tem ligações com a vida e a história não é real.
  • Esta realidade racionalista é absoluta.

Ortega: Realidade em Perspectiva

  • Contra
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h2>Wittgenstein: Contexto, Pensamento e Linguagem

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Wittgenstein

CONTEXTO

Histórico - Wittgenstein testemunhou as tensões políticas e sociais dos últimos dias do Império Austro-Húngaro, que culminou, após a Primeira Guerra Mundial, com a Áustria, Hungria e Tchecoslováquia transformando-se em repúblicas independentes. Também a Revolução Russa marcou o início de uma nova realidade política, que foi completada com a ascensão do fascismo na Alemanha e na Itália, o prelúdio da Segunda Guerra Mundial.

Todos esses eventos socioculturais coincidem no tempo com o crescimento das cidades, onde as classes médias impõem seus gostos na vida social e política, influenciando decisivamente. Embora "A Civilização e seus Descontentes", por meio da qual a cultura se torna sinônimo de repressão... Continue a ler "h2>Wittgenstein: Contexto, Pensamento e Linguagem" »

Imperativo categórico e imperativos hipotéticos

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Imperativo categórico: a diferença entre leis e máximas práticas.

  • Máximas: todas as regras que regem a conduta de um indivíduo; são válidas apenas para ele e constituem princípios subjetivos da ação.
  • Imperativos hipotéticos: regulam a vontade em função de um fim desejado; são preceitos de habilidade prática. Por exemplo: deve-se trabalhar e poupar na juventude para não morrer de fome na velhice. Essa disposição decorre do direito prático, mas não pode ser exigida igualmente de todos os homens; assim, esse imperativo está condicionado às capacidades e às condições de cada sujeito.

Embora o homem seja um ser racional, a razão não é a única determinação da vontade: esta também pode ser influenciada por inclinações,... Continue a ler "Imperativo categórico e imperativos hipotéticos" »

Teoria do Conhecimento: Realismo Epistemológico

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Aristóteles e Tomás de Aquino apresentam uma teoria do conhecimento que se caracteriza, de modo geral, pelos seguintes traços. A seguir, o texto foi revisado para corrigir ortografia, gramática e capitalização, mantendo todo o conteúdo original e otimizando para SEO com termos-chave relevantes.

Características gerais

  1. Dois níveis básicos de conhecimento: distingue-se o conhecimento sensível e o conhecimento intelectual. Estes dois níveis são diferentes, mas ambos fazem parte do único ato do conhecimento humano, que é uno e indivisível; há uma participação sensível e outra intelectual — o que Zubiri chama de inteligência sensível ou percepção inteligente. Para Aristóteles e Tomás de Aquino, trata-se de um ato de consciência
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Diferenças entre Platão e Aristóteles: Conhecimento e Realidade

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Deve ser esclarecido antes de explicar as diferenças:


Aristóteles foi aluno de Platão, que era um estudante na época de Sócrates. Sócrates e Platão acreditavam na possibilidade de aquisição de conhecimento objetivo, necessário e universal, mas apenas se referindo ao conhecimento que não muda, que permanece. Portanto, não consideram o conhecimento que percebemos através dos sentidos.


Platão e Aristóteles

Platão é justificado pela existência de dois mundos:

  • Um mundo de ideias (não captadas pelos sentidos, é perfeito)
  • Um mundo sensível (cópia do ideal, imperfeito)

Aristóteles concorda com Platão na ideia da existência do conhecimento objetivo, necessário e universal, independentemente da mudança e percebido pelos sentidos.... Continue a ler "Diferenças entre Platão e Aristóteles: Conhecimento e Realidade" »

Cidadania e Sociedade Política

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O Ser Humano como Animal Político

Os seres humanos não podem sobreviver em isolamento. Para sobreviver, nós devemos viver em sociedade. Da convivência depende a nossa sobrevivência como indivíduos e como espécie, e também o nosso desenvolvimento como pessoas, bem como a manutenção e transmissão da nossa cultura. Para viver em sociedade, é necessário estabelecer regras e alguma forma de autoridade, ou seja, uma sociedade politicamente organizada.

Animal Político: alguém que vive de forma organizada em uma pólis (em uma sociedade ou comunidade política).

Segundo Aristóteles, as razões para viver na pólis são:

  • O Homem é social por natureza, quem é incapaz de viver em sociedade ou é um deus ou uma besta.
  • A pólis é a mais alta
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