Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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h2 A Filosofia Ocidental: Origens, Mito, Logos e Pré-Socráticos

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O início da filosofia ocidental toma como referência o século XI a.C., e a carta de Ionia como uma referência para o início da filosofia ocidental. Em cidades como Mileto, esfera da atividade intelectual, começa-se a procurar por respostas e, em vez de procurar na religião, abre-se a busca da racionalidade a partir da observação. São os primeiros filósofos. O que faz o mito do logos? O mito é uma narrativa poética que tenta explicar a origem do mundo e fornece respostas através dos deuses e forças sobrenaturais. O mito se expressa na linguagem dos deuses ou APE. O mito é transmitido pela tradição de uma outra forma, a que ocorrem são sempre os caprichos dos deuses e nada é previsível. Na primeira os imortais criaram uma... Continue a ler "h2 A Filosofia Ocidental: Origens, Mito, Logos e Pré-Socráticos" »

A Teoria da Reminiscência Platônica: Análise Crítica

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Crítica à Teoria da Reminiscência Platônica no Mênon

O diálogo Mênon apresenta uma exposição religioso-mística da teoria da reminiscência de Platão. Sócrates — personagem que Platão usa no diálogo para expor a transição — pede uma demonstração da sua "verdade", mas não questiona a sua "utilidade".

A demonstração de Sócrates, que não pode ser considerada "brilhante", mas sim "dialética", é encontrada na famosa passagem do escravo de Mênon. Um escravo que nunca recebeu qualquer instrução de geometria será capaz, por um processo de tentativa e erro liderado por Sócrates, de concluir que a diagonal de um quadrado será o lado de um quadrado com o dobro da área do anterior. Por conseguinte, o conhecimento, não... Continue a ler "A Teoria da Reminiscência Platônica: Análise Crítica" »

Conhecimento e Ciência: Fontes, Formas e Métodos

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O que é Conhecimento?

Conhecimento é, então, uma compreensão da realidade por meio da qual se fixa em um tema, é expressa, comunicada e incorporada a outros assuntos sistematizados e a uma tradição.

Fontes do Conhecimento

Fontes: A sensibilidade fornece a experiência de base sobre as coisas, mas seus dados estão sempre em um contexto teórico que os torna inteligíveis e compreensíveis. Diferentes tipos de razão produzem formas de conhecimento, geralmente ligadas a algum tipo de experiência: uma imediata, como a intuição, e outras mediadas, como a dedução.

Formas de Conhecimento

  • Conhecimento Comum ou Vulgar: Baseia-se na experiência da vida cotidiana. Não tem pretensão de ser sistemático e é muitas vezes misturado com preconceitos.
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Nietzsche: Niilismo, Super-Homem e a Vontade de Poder

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O pensamento de Nietzsche aborda temas centrais como o Niilismo, a Morte de Deus, a Vontade de Poder, a Transmutação de Valores, o Eterno Retorno e o Super-Homem. Nietzsche argumenta que a cultura ocidental atingiu a sua ruína total e o seu declínio. Daí surge a necessidade de restauração. Esta é a tarefa do filósofo: libertar o homem de todos os valores fictícios e restabelecer o direito à vida.

O Niilismo

O niilismo é a consequência da ausência de valores. Com a Morte de Deus, a existência perde o seu sentido de direção. Contudo, esta ausência é a condição necessária para que a Vontade de Poder possa criar novos valores.

A Transmutação de Valores e a Nova Moral

Nietzsche critica a filosofia que se baseia no conhecimento... Continue a ler "Nietzsche: Niilismo, Super-Homem e a Vontade de Poder" »

Éticas de Kant e Mill: Dever, Consequência e Felicidade

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Ética Deontológica: Immanuel Kant e o Dever

Os máximos dão origem a imperativos categóricos quando a minha regra é moralmente boa e tão universal que todos podem adotá-la. É universal: todos devíamos agir de livre vontade, porque estamos a agir moralmente bem.

Os máximos dão origem a imperativos hipotéticos quando fazemos o que a moral pede porque queremos os resultados. Eu ajo não porque devo, mas sim porque vou ganhar algo com isso, ou seja, prefiro fazer o bem, mas é contra a minha vontade.

Imperativo Categórico: Universalidade, Humanidade e Autonomia

  • Universalidade: Ação que pode ser universalizada sem contradição.
  • Humanidade: Tratar a humanidade (em si e nos outros) sempre como um fim, nunca meramente como um meio.
  • Autonomia:
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Ética, Política e Virtude em Aristóteles

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Ethos, Praxair Arete: conceito e ideia de pólis

Ethos e Praxair Arete: conceito / ideia de pólis. O status de cidadão: os seres humanos tendem a um fim ou bem supremo — a felicidade, entendida como o fruto de uma vida contemplativa e dedicada à atividade racional. Na vida cotidiana, isso é apenas uma grande aspiração.

Partes da alma e virtudes

A parte racional da alma possui virtudes intelectuais — por exemplo, a sabedoria dianoética — e também há uma função moral ou ética das virtudes. A virtude dianoética é resultado de instrução, e a virtude ética é obtida através da habituação; isso levou Aristóteles a afirmar que a virtude ética é um hábito. Para esse filósofo, não basta apenas conhecer a regra; ela deve... Continue a ler "Ética, Política e Virtude em Aristóteles" »

Kant e o Iluminismo: Sapere Aude e o Uso Público da Razão

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Kant e o Iluminismo: Sapere Aude

O Iluminismo é a saída do homem da sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. Kant incentivou o homem, que se encontrava numa situação confortável de menoridade autoimposta, e afirmou que era preciso lutar pela sua emancipação. Não se deve limitar a acreditar que um livro, um líder ou uma ação externa possa garantir a felicidade. A reforma deve começar pelo pensamento, e não necessariamente por uma revolução violenta.

Para corrigir as grandes diferenças sociais (riqueza, felicidade, cultura), é necessário remover as barreiras que impedem o homem de ser melhor (leis, proibições). Contudo, cada indivíduo deve estar consciente de que precisa agir para alcançar a felicidade. Se alguns... Continue a ler "Kant e o Iluminismo: Sapere Aude e o Uso Público da Razão" »

Ética e Moral: Correntes, Classificações e Conceitos

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Introdução à Ética e Moral

"A Ética é o estado lógico da linguagem da moral" e "ela é a ciência do comportamento moral do homem em sociedade, cujo objeto e matéria-prima é a moral."

Miguel Reale afirma: "Se a ética é a doutrina do valor do bem e da conduta humana que tem por objetivo realizar esse valor, a nossa ciência não é senão uma das formas de atualização ou de experiência de valores."

Correntes Éticas: Absolutismo e Relativismo

A moral absoluta e a moral relativista são duas correntes antagônicas, mas a majoritária é a absolutista.

Absolutismo Ético

  • A validade da norma ética é atemporal.
  • Proclama que o conhecimento da norma ética é a priori.
  • Propõe uma moral universal e objetiva.

Relativismo Ético

  • A norma ética
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Falácias Informais: Tipos e Exemplos

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Falácias informais são erros de raciocínio não decorrentes da estrutura ou organização dos mesmos, mas do fato de as conclusões extraídas não dependerem do afirmado nas premissas. Ocorrem quando pretendemos convencer aquele a quem nos dirigimos a subscrever a nossa visão, mas sem a explicarmos, sem a justificarmos. Assim, recorremos a certos subterfúgios para fazer prevalecer a nossa tese.

Tipos de Falácias Informais

  • Ad magister dixit: Apelo à autoridade qualificada na matéria em causa. Um dos interlocutores apresenta a sua tese e, em vez de a fundamentar para que o outro a aceite, afirma que uma certa pessoa também pensa da mesma forma.
  • Ad verecundiam: Apelo à autoridade não qualificada na matéria em causa. Em virtude do seu
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H2: Ética e Fundamentos: Conceitos, Moral e Cidadania

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O que é Ética?

Etimologicamente, a palavra ética deriva de duas palavras gregas:

  • Significa o hábito, o costume ou o uso.
  • Outros significados apontam para habitação ou local de residência habitual, mas também para caráter, maneira de ser, sentir e pensar.

Seu significado é equivalente a moral (aquilo que é feito com frequência). Em um sentido mais restrito, a ética refere-se à forma humana de ser, de viver no mundo e de estar.

Dessa forma, nos diferenciamos de todos os outros seres no mundo por, pelo menos, três aspectos:

  1. Percebemos o que somos e o que fazemos.
  2. Fazemos algo porque queremos (ou não queremos).
  3. Nossas decisões e ações estão moldando-nos como pessoas melhores ou piores.

A ética é um conhecimento teórico e prático... Continue a ler "H2: Ética e Fundamentos: Conceitos, Moral e Cidadania" »