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Anatomia e Fisiologia dos Sistemas Reprodutores

Classificado em Biologia

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Ducto Deferente

O ducto deferente se continua com o epitélio pseudoestratificado cilíndrico e lâmina própria. Além disso, conta com:

  • Camada muscular (externa longitudinal e circular interna)
  • Camada adventícia

Próstata

Conjunto de glândulas túbulo-alveolares que desembocam na uretra prostática. Secreta substâncias que tornam o sêmen mais fluido e ajudam na mobilidade dos espermatozoides. Apresenta um estroma fibromuscular, composto por tecido conjuntivo e músculo liso.

Vesícula Seminal

Glândulas alongadas e tortuosas. Produzem material viscoso, responsável por 70% do sêmen. Apresentam mucosa intensamente pregueada e camadas de músculo liso.

Pênis

Revestido pela túnica albugínea (tecido conjuntivo denso). Apresenta corpos cavernosos... Continue a ler "Anatomia e Fisiologia dos Sistemas Reprodutores" »

Histologia do Rim: Estrutura e Néfron

Classificado em Biologia

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Histologia - Sistema Urinário

Rim

Cada rim tem formato de grão de feijão, com uma superfície côncava onde se encontra uma reentrância, o hilo renal, e uma superfície convexa em oposição. O hilo compreende a região de entrada e saída de vasos sanguíneos, nervos, cálices renais, pelve renal e ureter.

É um órgão situado em posição retroperitoneal. É fixado à parede dorsal do abdômen através de uma área de tecido adiposo unilocular que constitui a cápsula perirrenal.

O rim é recoberto por uma cápsula de tecido conjuntivo denso modelado. O rim tem duas regiões delimitadas em seu parênquima, o córtex renal e a medula renal. A cápsula do rim apresenta reentrâncias que dividem o órgão em lóbulos. Cada lobo renal é composto... Continue a ler "Histologia do Rim: Estrutura e Néfron" »

Guia de Diuréticos: Tiazídicos, de Alça e Poupadores

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Diuréticos Tiazídicos

Ação no túbulo distal:

Derivados de uma classe de compostos químicos chamados tiazidas, têm sua ação farmacológica bloqueando o cotransportador Na+/Cl- no túbulo distal. O sódio fica na luz do túbulo e, consequentemente, há mais liberação de sódio e água.

  • Principais indicações: hipertensão, redução de edema cerebral, etc. Ex: Hidroclorotiazida (Clorana), Clortalidona (Higroton), Indapamida (Natrilix).
  • Efeito urinário: aumentam a excreção renal de Na+, K+, Cl-, Mg2+.
  • Efeitos adversos: alcalose metabólica, interação com outros tipos de fármacos, impotência (reversível).

Diuréticos de Alça

Ação na alça de Henle:

São os diuréticos mais poderosos, capazes de possibilitar a excreção de até 25%... Continue a ler "Guia de Diuréticos: Tiazídicos, de Alça e Poupadores" »

Metabolismo da Glutamina, Tampões e Ação de Diuréticos

Classificado em Química

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Síntese de Bicarbonato e Metabolismo da Glutamina

Além da reabsorção de bicarbonato, as células do túbulo proximal podem metabolizar a glutamina, formada no fígado a partir do metabolismo de proteínas, que gera substâncias ácidas.

Quando a glutamina chega às células do túbulo proximal, ela sofre transformações que originam bicarbonato e íon amônio (NH3). Se houver hidrogênio por perto, o NH3 se torna amônia (NH4+). A amônia tampona o hidrogênio livre, tornando o pH mais alcalino. Ao metabolizar a glutamina, reabsorve-se bicarbonato e secreta-se amônia (NH3 ou NH4), solúvel em água. O odor da urina é característico da amônia.

Sistema Tampão Amônio

A secreção de amônia é mais comum nos ductos coletores. As células... Continue a ler "Metabolismo da Glutamina, Tampões e Ação de Diuréticos" »

Regulação Renal do Equilíbrio Ácido-Base: Fisiologia e Mecanismos

Classificado em Biologia

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Regulação Renal do Equilíbrio Ácido-Base

Ácido: molécula que em solução doa H+

Base: molécula que remove H+ dos fluidos

O nosso organismo possui um metabolismo ácido. Enquanto estamos vivos, estamos produzindo moléculas ácidas. No entanto, mantemos um pH mais básico do que ácido. Nosso pH gira em torno de 7,3-7,4; ele é ligeiramente alcalino, pois tem tendência a se acidificar. O pH do plasma é de 7,38-7,42.

A escala do pH é logarítmica e não linear. Qualquer alteração mínima causa uma grande diferença no meio. Nosso corpo tem vários artifícios para reduzir a acidez, diminuindo o hidrogênio livre.

Como Conter a Acidificação?

Para evitar alterações de pH, temos soluções tampão, que incluem:

  • Bicarbonato no líquido
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Aldosterona e Peptídeos Natriuréticos: Funções e Efeitos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Aldosterona

Hormônio mineralocorticoide produzido na zona glomerulosa da glândula adrenal (ou suprarrenal).

Função da Aldosterona

  • Aumenta a reabsorção renal de sódio (Na+) no túbulo distal e ducto coletor. As células aumentam a síntese de Na+/K+ ATPase, sendo capazes de transportar mais sódio para o interstício. A água acompanha o sódio por osmose.
  • Aumenta a secreção de potássio (K+). Devido à ação da bomba de Na+/K+, aumenta a concentração de potássio dentro da célula. O potássio, então, começa a vazar de dentro da célula para a luz do túbulo.

Efeitos da Aldosterona

  • O excesso de aldosterona aumenta o Líquido Extracelular (LEC) e a pressão arterial, mas não apresenta grande variação na concentração de sódio excretado.
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Fisiologia Renal: ADH, Contracorrente e Sistema Renina-Angiotensina

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Mecanismo Celular do Hormônio Antidiurético (ADH)

A célula principal apresenta membrana luminal e membrana intersticial. Na membrana luminal, na situação normal, é impermeável, sem aquaporinas. Mas na presença de ADH na corrente sanguínea, receptores na membrana basolateral (o Receptor V2) se ligam ao hormônio. Esse receptor ativado, acoplado à Proteína Gs (estimulatória), estimula a Adenilato Ciclase, transformando ATP em AMPc. O aumento do AMPc dentro da célula sinaliza a necessidade de reabsorver água.

O AMPc ativa as Proteínas Quinases A (PKA), que causam a fosforilação das Aquaporinas presentes em vesículas. A ativação dessas aquaporinas promove a movimentação das vesículas pelos microtúbulos para fusão com a membrana... Continue a ler "Fisiologia Renal: ADH, Contracorrente e Sistema Renina-Angiotensina" »

Transporte de Água e Solutos no Néfron Renal

Classificado em Biologia

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Tipos de Transporte: Passivo e Ativo

O transporte passivo ocorre sem gasto energético, enquanto o transporte ativo exige gasto energético.

Exemplos de Transporte Celular

  • Os gases atravessam a membrana livremente, simplesmente saindo e entrando pela membrana (difusão simples).
  • Moléculas lipídicas atravessam a membrana livremente, pois grande parte da membrana é hidrofóbica.
  • Substâncias polares só entram e saem da célula através de proteínas transportadoras, como as aquaporinas.
  • A glicose não consegue atravessar a membrana livremente, pois é uma molécula grande e hidrofílica; logo, precisa de uma proteína transportadora.
  • Os íons têm uma particularidade: eles possuem carga. Devido a isso, sua passagem é seletivamente impedida.

Polarização

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Fisiologia Renal: Função dos Rins e Néfrons

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Fisiologia - Sistema Urinário - Aula 1: Fisiologia Renal

Função dos Rins:

  • Detoxificação - excreção de resíduos metabólicos como ureia, ácido úrico e creatinina.
  • Manutenção da osmolaridade e do volume - regulação hemodinâmica renal e sistêmica.
  • Manutenção do fluido extracelular - diariamente são filtrados cerca de 180l de plasma, sendo eliminados apenas 1 a 2l de urina.
  • Regulação do equilíbrio ácido-base - facilita a excreção de radicais ácidos e conserva as bases por meio da secreção tubular de hidrogênio e amônia e da reabsorção de bicarbonato.
  • Regulação do equilíbrio eletrolítico - regulado por vários mecanismos de transporte tubular dos íons de sódio, hidrogênio, potássio, cloreto etc.
  • Síntese de hormônios:
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Tipos e Estilos de Liderança: Transacional, Transformacional e Clássicos

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Liderança Transacional vs. Transformacional e Carismática

A liderança transacional envolve a atribuição de recompensas aos seguidores em troca da sua obediência. O líder reconhece as necessidades e desejos dos seus colaboradores, clarificando-os.

Segundo Cunha et al. (2007), um dos elementos peculiares da teoria de Bass reporta ao binómio transformacional - carismático. O conceito de carisma aparece como um atributo resultante do processo interativo entre líderes e seguidores.

Os termos liderança carismática e liderança transformacional referem-se ao processo de influência através do qual o líder gera grandes mudanças nas atitudes e assunções dos seguidores, levando-os a comprometerem-se entusiasticamente com os objetivos e... Continue a ler "Tipos e Estilos de Liderança: Transacional, Transformacional e Clássicos" »