Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de História de Ensino Fundamental II

Crise Comercial e Mercantilismo em Portugal (Séc. XVII)

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Portugal entrou numa grave crise comercial provocada por vários fatores:

  • A concorrência de franceses, holandeses e ingleses, que competiam com os portugueses na produção de açúcar e tabaco.
  • Os efeitos das políticas protecionistas de Colbert.
  • Os efeitos da crise espanhola de 1670-1680 (redução do afluxo de prata da América Espanhola, com a qual os holandeses compravam sal português).

Uma vez que os stocks nacionais se iam acumulando, sem compradores, apesar dos preços cada vez mais baixos, o reino orientou-se de acordo com a política mercantilista da época, criando manufaturas e implementando medidas protecionistas.

As Ideias Mercantilistas e o Conde da Ericeira

As ideias mercantilistas foram postas em prática pelo Conde da Ericeira...

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Imperialismo, Colonialismo e a Primeira Guerra Mundial

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Razões do Domínio Colonial e o Conflito Mundial

Razões que levaram as potências industriais ao domínio das colónias:

  • 1 - Ordem económica: fornecia matéria-prima aos países industrializados, mas também funcionavam como mercado para vender os seus produtos acabados;
  • 2 - Ordem política e estratégica: as colónias permitiam aos países industrializados afirmar o seu poderio de forma militar;
  • 3 - Ordem cultural: os países industrializados sentiam necessidade de espalhar a sua língua, religião e costumes junto dos povos colonizados. Achavam-se superiores e discriminavam.

Conferência de Berlim: nesta conferência, onde participaram algumas potências industriais e que procurava regularizar a ocupação de África, ficou decidido que o tradicional...

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Antigo Regime: Organização Política e Social

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Organização política e social do Antigo Regime

O Antigo Regime foi um período entre os séculos XVII e XVIII, caracterizado por uma sociedade fortemente hierarquizada e estratificada. A sociedade do Antigo Regime dividia-se em três ordens ou estados: o Clero, a Nobreza e o Terceiro Estado (povo).

Clero

O clero era considerado o estado mais digno, pois era aquele que estava mais próximo de Deus. Era um grupo privilegiado, pois:

  • Não pagava impostos;
  • Recebia o dízimo;
  • Possuía leis próprias (Direito Canônico);
  • Dava asilo aos fugitivos;
  • Possuía tribunais próprios;
  • Não era obrigado a receber as tropas do rei;
  • Estava isento do serviço militar;
  • Era extremamente rico e proprietário de grandes terras.

O clero dividia-se em clero regular e clero secular,...

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Aspectos Sociais e Políticos da Primeira República

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O Coronelismo

A Constituição aboliu o voto censitário e permitiu o voto a todo homem alfabetizado, exceto religiosos e soldados. Para se conservarem no poder, os políticos das famílias poderosas forçavam os eleitores a votarem nos candidatos por eles indicados, por meio de favores como sacola de alimentos, remédios, emprego, etc. Esses políticos eram fazendeiros e coronéis.

Política dos Governadores

Usando também essas trocas de favores, as oligarquias estaduais ajudavam a eleger deputados e senadores favoráveis ao Presidente da República, que retribuía o favor liberando verbas, benefícios e dando apoio político.

Convênio de Taubaté

Preocupados com a queda de seus lucros, os cafeicultores pediram ajuda ao governo, que respondeu...

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Governos JK, Jânio e Jango: Desenvolvimento e Crise

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Juscelino Kubitschek (JK)

O governo de JK entrou para a história como o governo onde mais houve desenvolvimento econômico, com o lema "50 anos de progresso em 5 anos de governo".

Fez o Plano de Metas, que era organizado em 5 eixos:

  • Energia
  • Transporte
  • Alimentação
  • Educação
  • Indústria

Esse plano obteve pleno êxito, pois a economia registrou taxas de 80% de crescimento. O governo permitiu a entrada de empresas estrangeiras, garantindo vantagens, facilitando a importação e garantindo um mercado para seus bens, com remessa de capital para o exterior. O foco de Juscelino estava nas indústrias de bens duráveis que atenderiam aos desejos da classe média da população. Porém, o setor industrial ficou dominado pelas multinacionais, e o Brasil desenvolveu...

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América Espanhola e Brasil Colonial: Sociedade e Conflitos

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Divisão Social da América Espanhola

  • Chapetones: Detinham os direitos e privilégios.
  • Criollos: Possuíam poder econômico, mas não político. Foram os formuladores do movimento de independência.
  • Mestiços e Escravos: Não possuíam poder político.

Caudilhismo

O caudilho, figura populista, apresenta-se como o "pai do povo", agindo de forma autoritária e personalista, como um benfeitor.

Revolução Bolivariana

A Revolução Bolivariana, nomeada em homenagem a Simón Bolívar, o grande libertador da Venezuela do domínio espanhol, tinha como objetivo libertar a Venezuela da influência dos EUA.

Brasil Colonial: Mineração e Conflitos

Corrida do Ouro

A corrida do ouro atraiu pessoas despreparadas para a região das minas, causando a redução da população...

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Panorama Global: Economia, Conflitos e Desafios do Século XXI

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O Espaço Económico da Ásia-Pacífico

  • Os Quatro Dragões Asiáticos

O sucesso do Japão serviu de incentivo e de modelo à primeira geração de países industriais do Leste Asiático. Estes países tinham, à partida, poucos trunfos em que se apoiar. Em contrapartida, não faltava vontade política, determinação e capacidade de trabalho. Com o objetivo de crescimento económico, os governos procuraram atrair capitais estrangeiros, adotaram políticas protecionistas, concederam grandes incentivos à exportação e investiram fortemente no ensino. A mão de obra esforçada e barata permitiu a produção, a preços imbatíveis, de têxteis e produtos de consumo corrente, que inundaram os mercados ocidentais. Os “quatro dragões” constituíram

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Fomento Económico e a Crise da Monarquia em Portugal

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Fomento Económico da Regeneração

  1. Revolução dos Transportes

    Esperava-se que a política de instalação de meios de transporte e de comunicação levasse a todo o país um progresso geral.

  2. Livre-Cambismo

    O fenómeno económico assentava na doutrina livre-cambista, expressa na Pauta Alfandegária de 1852. Fontes Pereira de Melo era um acérrimo defensor da redução das tarifas aduaneiras, argumentando que:

    • Só a entrada de matérias-primas a baixo preço podia favorecer a produção portuguesa;
    • A entrada de certos produtos industriais estrangeiros a preços baixos beneficiava o consumidor;
    • A diminuição das tarifas contribuía para a redução do contrabando.
  3. Exploração da Agricultura Orientada para a Exportação

    A aplicação do liberalismo

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Revoluções Liberais: França e Portugal - Perguntas Essenciais

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Perguntas Essenciais sobre Revoluções Liberais

Revolução Francesa: Alterações Políticas

Resposta não fornecida no documento original.

Importância da Revolução Francesa

Resposta não fornecida no documento original.

Causas da Revolução Liberal Portuguesa

  • As Invasões Francesas;
  • A fuga da Família Real para o Brasil;
  • O governo inglês do General Beresford que não respeitava os nacionais.

Etapas da Implantação do Liberalismo em Portugal

  • Reunião da Assembleia Nacional Constituinte em 1821;
  • Promulgação da Constituição Portuguesa em 1822;
  • A Independência do Brasil em 1822, que ocasionou maiores dificuldades para Portugal;
  • Movimentos contrarrevolucionários de D. Miguel: tentativas de golpe de estado para reinstaurar o absolutismo;
  • Morte de
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A Segunda Revolução Industrial: Impactos e Transformações

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A Expansão da Revolução Industrial

A Ligação Ciência-Técnica

  • Os primeiros avanços da indústria fizeram-se com maquinismos simples, concebidos por artesãos ou pequenos empresários que se aplicaram no melhoramento dos seus instrumentos e técnicas de trabalho.
  • Em meados do século XIX, esta situação alterou-se: o progresso técnico transformou a maquinaria industrial em estruturas sólidas. Com a ajuda de institutos e universidades, formaram-se técnicos especializados com a necessária preparação científica.
  • Para vencer a concorrência, as grandes empresas começaram a investir somas enormes em investigação.

Progressos Cumulativos

Série crescente de progressos que resultam da estreita ligação entre a ciência e a técnica.

  • A descoberta
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