Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de História de Ensino Fundamental II

Queda da Bastilha e a Revolução Francesa

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O que foi a Queda da Bastilha?

A Queda da Bastilha foi o evento decisivo para o início da Revolução Francesa de 1789. A Bastilha era uma antiga fortaleza, construída em 1370, utilizada pelo regime monárquico como prisão. Inicialmente, aprisionava criminosos comuns, mas, sob a regência do Cardeal Richelieu, passou a encarcerar intelectuais e nobres opositores à monarquia, à sua política e à religião católica, oficial no período.

Questões sobre a Revolução Francesa

  1. Podemos apontar como uma das principais causas da Revolução Francesa:

    D - A revolta de grande parte da população francesa (burguesia, camponeses e trabalhadores urbanos) gerada pelas injustiças sociais promovidas pela monarquia absolutista.

  2. Sobre o contexto histórico
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A Era Vargas: Governo Provisório, Constituição e Estado Novo

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Governo Provisório (1930-1934)

O Governo Provisório aboliu a Constituição de 1891 e instituiu um regime de emergência. Suas principais ações incluíram:

  • Aproximação da Igreja Católica e dos militares em busca de apoio político.
  • Centralização e fortalecimento do poder da União em detrimento da autonomia dos estados.
  • Dissolução do Congresso Nacional, das Assembleias Legislativas estaduais e das Câmaras Municipais.

Medidas para Salvar o Café

Visto que o café ainda era o principal produto de exportação do país, Getúlio, para garantir o apoio da elite cafeeira, adotou um conjunto de medidas visando recuperar os preços internacionais. Assim, o governo passou a comprar e queimar os excedentes do produto.

Criação do Ministério da

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Geopolítica e Economia Global: EUA, UE, Ásia e China

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1.2.1. A Hegemonia dos Estados Unidos

  • A prosperidade económica

Os E.U.A. são a 1ª potência económica mundial.

A “livre empresa” continua no centro da filosofia económica do país e o Estado incentiva-a, assegurando-lhe as condições de uma elevada competitividade: a carga fiscal é ligeira, os encargos com a segurança social diminutos e as restrições ao despedimento ou à deslocação da mão de obra quase não existem.

- Os setores de atividade

Marcadamente pós-industrial, a economia americana apresenta um claro predomínio do setor terciário. Em conformidade, a América é, atualmente, o maior exportador de serviços do Mundo.

Altamente mecanizadas e sabendo rentabilizar os avanços científicos, as unidades agrícolas e pecuárias...

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Da Revolução à Consolidação da Democracia (1974–1976)

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O movimento das Forças Armadas e a eclosão da revolução

No início dos anos 70, o impasse em que se encontrava a guerra colonial começou também a pesar sobre o Exército. Foi esse sentimento que induziu o general António de Spínola a publicar Portugal e o Futuro e que transformou um movimento de oficiais no movimento revolucionário que derrubou o Estado Novo.

O Movimento dos Capitães nasceu em julho de 1973 como forma de protesto contra dois diplomas legais que facilitavam o acesso dos oficiais milicianos ao quadro permanente do Exército. Os oficiais de carreira, sobretudo capitães, rapidamente viram satisfeitas as suas reivindicações mas, nem por isso, o movimento esmoreceu.

O Movimento dos Capitães depositou a sua confiança nos...

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Portugal, 25 de Abril e a Nova Ordem Mundial (1968-1991)

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A Transição para a Democracia em Portugal (1968-1974)

A Primavera Marcelista: Reformismo Político Não Sustentado

Em 1968, perante a intensificação da oposição interna e das denúncias internacionais do colonialismo português, o afastamento de Salazar por doença parecia finalmente abrir as portas do regime à liberalização democrática. A presidência do Conselho de Ministros foi entregue a Marcello Caetano, que subordinou a sua ação política a um princípio original de renovação na continuidade. Pretendia o novo governante conciliar os interesses políticos dos setores conservadores com as crescentes exigências de democratização do regime. Continuidade para uns, renovação para outros. Numa primeira fase da sua ação governativa,...

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Os Grandes Polos de Desenvolvimento Económico Mundial

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1.2 - Os Polos de Desenvolvimento Económico

A Hegemonia dos EUA

O mundo atual tem três grandes polos de desenvolvimento económico: EUA, União Europeia e Ásia-Pacífico, e uma grande potência, os EUA. Detendo o maior PIB mundial, dos Estados Unidos depende grande parte do equilíbrio económico mundial. É nos EUA que o neoliberalismo tem a sua maior expressão, mesmo que outras grandes potências económicas sigam a mesma política:

  • Impostos reduzidos sobre as empresas;
  • Reduzidos encargos com segurança social;
  • Liberalização dos despedimentos.

A sua economia tem características que marcam o sistema económico capitalista mundial:

  • A maior parte das maiores empresas multinacionais da indústria, comércio e finança são norte-americanas.
  • O
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Geopolítica e Transformações Globais no Século XX e XXI

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Os 4 Dragões Asiáticos

Os 4 Dragões (Hong Kong, Singapura, Coreia do Sul e Taiwan) destacaram-se como potências económicas após o Japão. Apesar da escassez de recursos naturais, terra fértil e capital inicial, superaram dificuldades através de vontade política, determinação e capacidade de trabalho. Para alcançar o crescimento, os governos atraíram capital estrangeiro, adotaram políticas protecionistas, incentivaram a exportação e investiram fortemente no ensino. Com mão de obra barata, dominaram o mercado têxtil e, posteriormente, setores como o automóvel, construção naval e novas tecnologias.

Da Concorrência à Cooperação

Apesar do sucesso, os Novos Países Industrializados (NPI) enfrentaram dependência externa e rivalidade...

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A Revolução de 25 de Abril: Causas e o Fim do Estado Novo

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O Movimento das Forças Armadas e a Eclosão da Revolução

Nos primeiros anos da década de 70, vivia-se um período marcado por:

  • Descontentamento perante o governo de Marcello Caetano e a sua política de “Renovação na Continuidade”;
  • A Guerra Colonial;
  • O agravamento da situação económica devido à guerra e à crise do petróleo de 1973;
  • A descrença nos dirigentes do regime;
  • A organização da oposição: CDE (Centro Democrático de Esquerda), MRPP, MES (Movimento de Esquerda Socialista) e PS;
  • A condenação internacional;
  • O descontentamento dos militares, nomeadamente relacionado com o impasse da Guerra Colonial, devido aos progressos do PAIGC na Guiné, ao agravamento do conflito em Moçambique e à condenação internacional, gerando
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Cabralismo e a Implementação do Liberalismo em Portugal

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O Cabralismo e o Regresso à Carta Constitucional

O Cabralismo e o regresso à Carta Constitucional: O governo setembrista enfrentou constantes tentativas de restauração da Carta Constitucional. Em 1842, num golpe de estado pacífico, foi o próprio Ministro da Justiça, António Bernardo da Costa Cabral, quem pôs termo à Constituição de 1838. A nova governação, conhecida por Cabralismo, alicerçou-se nos princípios da Carta e fez regressar o poder à grande burguesia.

Sob a bandeira da ordem pública e do desenvolvimento económico, Costa Cabral apostou na reforma da Carta Constitucional, no fomento industrial, obras públicas, reforma da saúde, reforma fiscal e administrativa. Estas medidas impostas por Costa Cabral deram origem a...

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Análise da Crise de 1929 e o Surgimento do Totalitarismo

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1. Compreender a crise gerada pelo Crash da bolsa de Wall Street como resultado de desequilíbrios gerados pela lógica de concorrência do sistema capitalista e por situações de crise que afetavam alguns setores da economia norte-americana, bem como à excessiva especulação e recurso ao crédito. No século XX, durante os anos 30, o capitalismo liberal conheceu a sua maior e trágica crise. Iniciou-se em 1929, nos EUA, e propagou-se a todos os países que tinham laços econômicos e financeiros. Virou-se então a grande depressão. ↓ Em 1928, os norte-americanos acreditavam que o seu país atravessava uma fase de prosperidade. Orgulhavam-se dos seus progressos tecnológicos, dos magníficos produtos saídos das suas fábricas, da azáfama...

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