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h2: Impasse Colonial e a Queda do Estado Novo (1968-1974)

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Relacionar o "Impasse Colonial" com a Queda do Regime Político do Estado Novo

Aquando da escolha de Marcello Caetano, as altas patentes das Forças Armadas puseram, como única condição, que o novo chefe do executivo mantivesse a guerra em África. Marcello Caetano anuiu, reiterando ao país a sua intenção de continuar a defender os nossos territórios em nome dos interesses da população branca que há muito residia. Paralelamente, o chefe do Governo redigiu um minucioso projeto de revisão do estatuto das colónias, no sentido de as encaminhar para a "autonomia progressiva".

O projeto contou com a oposição ferrenha da maioria conservadora da Assembleia Nacional e acabou amputado das soluções mais inovadoras. Angola e Moçambique passaram... Continue a ler "h2: Impasse Colonial e a Queda do Estado Novo (1968-1974)" »

Ascensão e Queda de Cartago: Guerras Púnicas e Impacto em Roma

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As Guerras Púnicas foram uma série de conflitos entre Roma e Cartago, ocorridos entre os séculos III e II a.C. Esses conflitos impactaram significativamente a história do Mediterrâneo Ocidental. A principal causa foi a disputa pelo controle do comércio e das rotas marítimas, especialmente na Sicília e no oeste do Mediterrâneo.

Primeira Guerra Púnica (264-241 a.C.)

A disputa pelo controle da Sicília desencadeou a Primeira Guerra Púnica. Roma emergiu como a principal potência naval, derrotando Cartago após batalhas navais e terrestres. As condições de paz impostas a Cartago foram severas, incluindo perda de territórios e pesados tributos.

Segunda Guerra Púnica (218-201 a.C.)

A Segunda Guerra Púnica é famosa pela liderança de... Continue a ler "Ascensão e Queda de Cartago: Guerras Púnicas e Impacto em Roma" »

América Espanhola e Brasil Colonial: Sociedade e Conflitos

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Divisão Social da América Espanhola

  • Chapetones: Detinham os direitos e privilégios.
  • Criollos: Possuíam poder econômico, mas não político. Foram os formuladores do movimento de independência.
  • Mestiços e Escravos: Não possuíam poder político.

Caudilhismo

O caudilho, figura populista, apresenta-se como o "pai do povo", agindo de forma autoritária e personalista, como um benfeitor.

Revolução Bolivariana

A Revolução Bolivariana, nomeada em homenagem a Simón Bolívar, o grande libertador da Venezuela do domínio espanhol, tinha como objetivo libertar a Venezuela da influência dos EUA.

Brasil Colonial: Mineração e Conflitos

Corrida do Ouro

A corrida do ouro atraiu pessoas despreparadas para a região das minas, causando a redução da população... Continue a ler "América Espanhola e Brasil Colonial: Sociedade e Conflitos" »

O Código de Hammurabi: História, Leis e Legado

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Introdução ao Código de Hammurabi

O direito era ainda bastante ligado à divindade, tanto é que o próprio Código de Hammurabi tem seu prólogo afirmando que tais leis foram oferecidas ao povo da Babilônia pelo deus Shamash, por intermédio do rei Hammurabi, e não por decisão deste.

O Código de Hammurabi representa um conjunto de leis escritas, sendo um dos exemplos mais bem preservados desse tipo de texto oriundo da Mesopotâmia. Acredita-se que foi escrito pelo rei Hammurabi, aproximadamente em 1694 a.C. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia, correspondente à cidade de Susa, atual Irã.

É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita... Continue a ler "O Código de Hammurabi: História, Leis e Legado" »

História da Espanha (1808–1936): Guerras e Transformações

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Guerra contra os franceses (1808)

Causas e contexto: O confronto começa com a crise da monarquia de Carlos IV, a oposição às ideias revolucionárias francesas e o Tratado de Fontainebleau. O motim de Aranjuez e as pressões sobre a família real culminam na abdicação e na intervenção napoleónica.

Intervenção francesa: Napoleão instala José Bonaparte no trono espanhol. Em 2 de maio de 1808 ocorrem levantes populares contra as tropas francesas — episódio que marca o início da Guerra Peninsular. A sociedade divide‑se entre afrancesados e patriotas. O conflito termina com o retorno de Fernando VII, após o Tratado de Valençay.

Cádiz e a Constituição de 1812

Cortes de Cádiz (1812): Em Cádiz elaborou‑se uma constituição liberal... Continue a ler "História da Espanha (1808–1936): Guerras e Transformações" »

h3: Escravidão no Brasil Colônia: Vida, Origens e Resistência

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AFRICANOS NA COLÔNIA

O sistema escravista foi o motor da economia colonial brasileira, onde os africanos escravizados eram a força de trabalho essencial. Os escravos eram as mãos e os pés do senhor de engenho. Para o escravo, eram necessários os “três P”, a saber:

  • Pau (castigos físicos);
  • Pão (comida escassa);
  • Pano (alguma roupa).

Ou seja, para continuar trabalhando, bastavam ao cativo alguma roupa, comida escassa e castigos físicos. A pessoa de cor negra tornou-se sinônimo de escravo e passou a ser encarada como mercadoria. Como propriedade do senhor, ele podia ser vendido, alugado, hipotecado ou emprestado. Seus filhos já nasciam escravos e eram obrigados a trabalhar desde tenra idade.

BANTOS E SUDANESES: As Origens

Os africanos trazidos... Continue a ler "h3: Escravidão no Brasil Colônia: Vida, Origens e Resistência" »

Açúcar e Poder: A Estrutura Social do Engenho Colonial

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O Ciclo do Açúcar e a Sociedade Colonial Brasileira

O Açúcar como Motor Econômico e Símbolo de Luxo

  • O cultivo do Açúcar exigia muitos recursos (dinheiro), sendo altamente dependente do solo e do clima.
  • Para a elite colonial, o Açúcar significava luxo e riqueza.

O Senhor de Engenho: Poder e Status Social

  • O Senhor de Engenho detinha status, poder e dinheiro.
  • Trabalhavam para ele não apenas escravos, mas também trabalhadores livres.
  • Os Senhores de Engenho desfrutavam de um status social semelhante ao da nobreza em Portugal.
  • Eles controlavam a vida política da região, ocupando cargos nas câmaras municipais. Seus filhos e parentes detinham importantes postos públicos.
  • De fato, eles tinham autoridade sobre todos aqueles que viviam em seus
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A Ascensão e o Controlo dos Regimes Totalitários

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Nos anos que se seguiram à Primeira Guerra Mundial e à Grande Depressão, a Europa viveu um período de grandes dificuldades económicas e de agitação social. Estas circunstâncias favoreceram o aparecimento de grupos políticos de direita, defensores de regimes autoritários e totalitários, que garantiam poder solucionar as crises económicas vividas. Desta forma, nasceram o fascismo em Itália, o nazismo na Alemanha e o estalinismo na Rússia (Portugal?).

Características do Totalitarismo

O totalitarismo caracterizava-se como um sistema político que defendia que o poder devia estar nas mãos de uma só pessoa ou de um só partido, cabendo ao Estado todo o controlo da vida social e individual e ao chefe de Estado a concentração de todos... Continue a ler "A Ascensão e o Controlo dos Regimes Totalitários" »

Características e Obra do Fascismo (1925-1945)

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Características do Fascismo (1925-1945)

  • Concentração de poderes (legislativo e executivo) no chefe do governo, o “Duce
  • Estado totalitário
    • Partido único: PNF
    • Polícia política: OVRA
    • Censura
  • Lema: “Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”
  • Nacionalismo (Italianos unidos em torno dos valores nacionais)
  • Corporativismo (sindicatos livres e greves proibidos; salários e preços controlados)
  • Controlo da Educação (Juventude Fascista)

A Obra do Fascismo

  • Desenvolvimento da agricultura
    • “Batalha do trigo”
    • Cultivo de terras pantanosas
  • Construção de grandes obras públicas

    (Primeiras autoestradas; eletrificação das vias férreas; centrais hidroelétricas e edifícios públicos)

  • Fomento da produção nacional
    • Criação de indústrias
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Igreja, Missões e Revolução: Séculos XVII e XVIII

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Expansão da Fé: Movimentos Missionários e a Propaganda Fidei

A Propaganda Fidei, criada em 1622 pelo Papa Gregório XV, surgiu para driblar o controle do Padroado — sistema pelo qual Espanha e Portugal nomeavam bispos e controlavam a Igreja nas colônias.

Propaganda Fidei vs. Padroado

  • Propaganda Fidei: Dependia diretamente do Papa, possuía financiamento próprio e buscava organizar uma legislação missionária autônoma, com formação espiritual e científica dos missionários, valorizando a adaptação cultural e a formação do clero indígena.
  • Padroado: Refletia o Regalismo e o absolutismo estatal, que limitavam a autonomia e expansão da Igreja, tornando a evangelização uma extensão do poder colonial e político.

Em contrapartida,... Continue a ler "Igreja, Missões e Revolução: Séculos XVII e XVIII" »