Estado Novo: Oposição, Colonialismo e Revolução
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Em 1534, Inácio de Loyola e seis outros estudantes (cinco espanhóis e um português, Simão Rodrigues) encontraram-se na Igreja de Santa Maria, Montmartre, e fundaram a Companhia de Jesus — para "desenvolver trabalho de acompanhamento hospitalar e missionário em Jerusalém, ou para ir aonde... Continue a ler "A Contrarreforma Católica: Respostas e Impactos" »
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Constitui uma área de estudo que busca novos métodos para explicar a realidade internacional.
Prática das relações de governo entre Estados.
Questão da guerra e da paz.
Nenhuma empresa escapa da influência internacional.
Concorrência de importação e de empresas que se instalam em território nacional.
A prioridade das organizações manufatureiras é atender ao mercado... Continue a ler "Relações Internacionais: Cooperação, Conflito e Política Exterior" »
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Segundo Hermann (1990, p. 10-13), as mudanças de percepção que levam os líderes e burocratas a redirecionar a política externa são provocadas pelo “fracasso”. O fracasso consiste na discrepância entre os resultados reais e os resultados esperados de uma política. Essa discrepância indica a inadequação do “esquema mental” diante dos fatos, especialmente dos fatos criados por choques externos, e força os formuladores de políticas, que extraem lições dos erros, a reconfigurá-lo. A reconfiguração dos esquemas mentais leva à redefinição dos problemas a resolver ou a novos entendimentos sobre sua relação com a política externa em geral.
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Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efetivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.
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Objeto de estudo de Max Weber: Ação social e o método interpretativo.
Os indivíduos agem levados por quatro fatores, que resultam da influência dos interesses racionais, da tradição e da inatividade.
Tipos de ação social:
Objeto de estudo de Karl Marx: Lutas de classes (história de toda a sociologia); burguesia versus proletariado = exploração.
Método: Materialismo histórico (procura explicar a evolução das relações econômicas ao longo do período histórico).
Conceitos: Alienação, trabalho e mais-valia.
Principais obras: Manifesto do Partido Comunista, O Capital,... Continue a ler "Max Weber e Karl Marx: Conceitos e Obras" »
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O Direito é um conjunto de definições, categorias e conceitos. Em Direito Civil, toda a definição é perigosa. É perigosa porque a nossa imaginação é tão grande que, por vezes, delira. Retiramos efeitos que ela não concorda, correndo o risco de a definição ser perigosa.
A História do Direito Português é a ciência jurídica que estuda o fenómeno jurídico do Direito português do passado. A ciência que estuda o Direito do presente é a Dogmática Jurídica. A ciência que estuda o Direito do futuro é a Filosofia do Direito. A ciência do passado existe porque agora é presente, amanhã já é passado. Há uma continuidade. O Direito do presente não se compreende sem o estudo... Continue a ler "História do Direito Português: Fontes, Evolução e Períodos" »
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Compreende a importância da ação dos governos setembristas em vários domínios, com destaque para a economia e a educação. Em setembro de 1836 uma nova revolução em Lisboa, apoiada em elementos da pequena e média burguesia urbana e em setores populares, reagiu contra a atuação do regime cartista defendida pela alta burguesia. Propunha-se o regresso à Constituição de 1822, a redução da intervenção e dos poderes reais e a valorização da soberania nacional. A rainha D. Maria entregou-lhes o governo. As principais figuras eram: Visconde de Sá da Bandeira, Passos Manuel e José Estevão.
A Constituição de 1838 foi um compromisso entre... Continue a ler "Setembrismo e Cabralismo em Portugal (1836–1847)" »
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Aquando da escolha de Marcello Caetano, as altas patentes das Forças Armadas puseram, como única condição, que o novo chefe do executivo mantivesse a guerra em África. Marcello Caetano anuiu, reiterando ao país a sua intenção de continuar a defender os nossos territórios em nome dos interesses da população branca que há muito residia. Paralelamente, o chefe do Governo redigiu um minucioso projeto de revisão do estatuto das colónias, no sentido de as encaminhar para a "autonomia progressiva".
O projeto contou com a oposição ferrenha da maioria conservadora da Assembleia Nacional e acabou amputado das soluções mais inovadoras. Angola e Moçambique passaram... Continue a ler "h2: Impasse Colonial e a Queda do Estado Novo (1968-1974)" »