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Revolução Liberal de 1820: Causas, Legislação e Guerra Civil

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Relacionar a conjuntura política, económica e social resultante das Invasões Francesas com a Revolução Liberal de 1820:

As invasões francesas podem ser consideradas como uma causa indireta da Revolução Liberal portuguesa de 1820, na medida em que criaram uma conjuntura propícia à mudança, a vários níveis:

  1. Conjuntura política:
    1. A família real embarcou para o Brasil (1807). Porém, a mudança da Corte para o Brasil, apesar de justificada pela necessidade de preservar a independência de Portugal e de evitar a destruição da dinastia de Bragança, foi entendida, pelos súbditos comuns, como uma verdadeira fuga, contribuindo, assim, para o descrédito da monarquia absoluta.
    2. Na ausência de D. João VI, Portugal ficou sob o domínio do
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História da Grã-Bretanha: Da Roma Antiga à Era Moderna

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A grande ilha que compõe os países Escócia, País de Gales e Inglaterra (e ainda incluindo a Irlanda do Norte) é o que conhecemos como Grã-Bretanha. O nome Bretanha foi dado pelos romanos quando estiveram na ilha entre os anos 43 e 409 d.C.

Quando os romanos se estabeleceram na ilha, chamaram seus habitantes de pretani. Com o uso diário dessa palavra pelos soldados, pretani se tornou britanni. É deste termo – britanni – que o nome britons (bretões, em português) se derivou, sendo usado até os dias de hoje para designar os nativos ou os habitantes da Bretanha (SILVA, 2005, p. 2).

Como nos ensina Silva (2005), os pretani, que atualmente podemos chamar de britânicos, foram constituídos pela composição de vários outros povos indo-... Continue a ler "História da Grã-Bretanha: Da Roma Antiga à Era Moderna" »

A Era Vargas: Governo Provisório e Estado Novo

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O Governo Provisório (1930-1934)

O período de 1930 a 1934 ficou conhecido como Governo Provisório, pois não havia sido realizada uma nova Constituição. Durante essa fase, diversos eventos conturbaram o início da trajetória de Vargas como presidente do Brasil. Destes, nenhum é mais lembrado do que a Revolução Constitucionalista de 1932.

Neste conflito, iniciado em 9 de julho de 1932, os paulistas, contrários ao governo Vargas, pediam por uma constituição. Para isso, travaram combates com as forças do governo até 2 de outubro de 1932, quando, por fim, foram derrotados.

O Governo Constitucional (1934-1937)

Em 15 de novembro de 1933, é instalada a Assembleia Nacional Constituinte, presidida por Antônio Carlos de Andrada. Ela promulgou... Continue a ler "A Era Vargas: Governo Provisório e Estado Novo" »

Órgãos da OIT: Conselho de Administração e RIT

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Conselho de Administração (CA)

  • É o órgão colegiado de direção superior da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
  • Integram o Conselho de Administração 28 representantes governamentais, 14 representantes dos trabalhadores e 14 representantes dos empregadores. Dos representantes governamentais, 10 são indicados pelos Estados de maior renda nacional e população economicamente ativa.
  • Atualmente, integram o CA: Alemanha, Brasil, China, EUA, França, Índia, Japão, Itália, Reino Unido e Rússia.
  • Compete ao CA:
    • eleger o diretor-geral da Repartição Internacional do Trabalho;
    • fixar a data, local e ordem do dia das conferências gerais, regionais e técnicas;
    • designar os 10 países que o integram como membros não eletivos;
    • elaborar e
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Mercantilismo Europeu: Políticas e Conflitos

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Mercantilismo Francês: Foco Manufatureiro

O mercantilismo francês caracterizou-se, no setor manufatureiro, pelas seguintes medidas:

  • Criação de novas indústrias (às quais o Estado concedia privilégios, tais como benefícios fiscais e subsídios);
  • Importação de técnicas (por exemplo, mandar curtir à maneira inglesa as peles de boi da França);
  • Criação das manufaturas reais (protegidas pela realeza, fabricavam, sobretudo, produtos de luxo para a corte como, por exemplo, as famosas tapeçarias da família dos Gobelins);
  • Controlo da atividade industrial por inspetores do Estado (que avaliavam, nomeadamente, a qualidade e os preços do trabalho realizado).

Mercantilismo Inglês: Ênfase Comercial

Em Inglaterra, o mercantilismo, de feição... Continue a ler "Mercantilismo Europeu: Políticas e Conflitos" »

Direitos Humanos: Conceitos, História e Gerações

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O que são Direitos Humanos?

Conceitos fundamentais:

  • Inatos: Nascem com o indivíduo, independentemente do reconhecimento do Estado.
  • Positivos: Direitos construídos historicamente; o direito é aquilo que a lei estabelece (Pirâmide de Kelsen).

Conceito: Segundo Hannah Arendt, são uma invenção humana em constante processo de construção e reconstrução. Para Bobbio, os direitos humanos não nascem todos de uma vez, nem de uma vez por todas.

Elementos: Inviolabilidade, autonomia e dignidade da pessoa humana (imperativo kantiano: a pessoa como fim em si mesma).

Direitos Humanos vs. Direitos Fundamentais

  • Direitos Humanos: Reconhecidos na esfera internacional.
  • Direitos Fundamentais: Direitos positivados no ordenamento jurídico de cada Estado.

Características

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A Revolução Liberal Portuguesa e a Era Industrial

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Antecedentes da Revolução Liberal Portuguesa

  • Invasões Francesas: Rastos de destruição, roubos e abalo económico, político e social.
  • Ida da corte para o Brasil: Abertura dos portos e evolução do Brasil à categoria de Reino.
  • Domínio inglês: Governo autoritário e repressivo.
  • Conjuntura económica: Défice nas finanças públicas, aumento das despesas de guerra, baixa produtividade e Tratado de Comércio com a Inglaterra.

A Revolução de 1820

:

Planeada e organizada pelo Sivedrio, no Porto;

O aproveitaram a revolução liberal na Espanha e a ida de berrosgord do Brasil, a corte;

Este levantamento militar foi aclamado do Porto;

Foi enviado o manifesto a nação a todos os municípios do país.

Objetivos:

Libertar a pátria do absolutismo;

Restaurar... Continue a ler "A Revolução Liberal Portuguesa e a Era Industrial" »

As Revoluções Inglesas do Século XVII: Uma Análise

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As Revoluções Inglesas do Século XVII

Monarquias Absolutistas

No século XVII, praticamente todas as potências europeias viviam sob o regime das monarquias absolutistas. Tais governos fortaleceram-se desde os últimos tempos medievais, quando a crise que assolava a Europa feudal abriu espaço à formação dos Estados Nacionais Modernos. Neste momento, a existência de um governo centralizador foi fundamental ao processo de unificação territorial, jurídica e monetária de países como Portugal, Espanha, Inglaterra e França.

No entanto, com o passar dos anos, as críticas ao excessivo centralismo político do Estado absolutista começaram a ganhar força. A burguesia mostrava-se, então, como o grupo social responsável pelos principais... Continue a ler "As Revoluções Inglesas do Século XVII: Uma Análise" »

História da Mesopotâmia: Civilizações e Povos Antigos

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História

A Mesopotâmia é considerada um dos berços da civilização, já que foi na Baixa Mesopotâmia onde surgiram as primeiras sociedades por volta do VI milênio a.C. As primeiras cidades foram o resultado da sedentarização da população e da Revolução Neolítica. O homem deixou de ser um coletor dependente da caça, e uma nova forma de domínio do ambiente tornou-se uma das causas da eclosão urbana na região.

Mapa da região da Mesopotâmia.

A partir do III milênio, cidades como Lagash, Umma, Kish, Ur, Uruk, Gatium e a região do Elam desenvolveram-se, intensificando a atividade comercial. Os templos passaram a gerir a economia e muitos zigurates foram construídos.

Richard Leakey, em seu livro A Evolução da Humanidade, relata... Continue a ler "História da Mesopotâmia: Civilizações e Povos Antigos" »

Imperialismo, Colonialismo e Liberalismo no Séc. XIX

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Capitalismo-Imperialismo

Quais foram os motivos que levaram ao colonialismo europeu?

  • Económicos: Obter matérias-primas para produzir produtos manufaturados, garantir mercados para vender os produtos fabricados e investir os excedentes de capitais nas colónias.
  • Ideológicos: A crença de que as raças superiores tinham um direito para com as raças inferiores, pois tinham o dever de as civilizar.
  • Político-Estratégicos: Os Estados europeus, em luta pela supremacia, preocupavam-se em ocupar posições estratégicas; os governos procuravam afirmar o prestígio e o poder nacionais e satisfazer a opinião pública.

A Partilha de África

A África era um continente desconhecido no século XIX. As potências europeias queriam ocupar territórios africanos,... Continue a ler "Imperialismo, Colonialismo e Liberalismo no Séc. XIX" »