Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de História

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Renascimento e Descobrimentos: Cultura, Ciência e Arte

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Centros Culturais do Renascimento

No Renascimento, os principais centros culturais foram: Itália, berço do Renascimento e da cultura, com algumas das mais importantes cidades, como Florença ou Roma. Daí espalhou-se para o resto da Europa, abrangendo países como:

  • Inglaterra
  • França
  • Alemanha
  • Países Baixos
  • Hungria
  • Polónia
  • Portugal
  • Espanha

Condições para a Expansão Cultural

As condições que permitiram a expansão cultural foram:

  • A recuperação demográfica, urbana e mercantil;
  • O crescimento da burguesia, agora mais rica;
  • A centralização do poder político;
  • O aumento demográfico (devido às melhores condições de vida e melhores anos agrícolas);
  • Com isto, a imprensa surge também e a divulgação de textos é mais facilitada, fazendo com que mais
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Eventos Históricos do Brasil: Da Família Real à Abolição

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A Vinda da Família Real para o Brasil

A vinda da família real portuguesa para o Brasil ocorreu em 1808. O refúgio no Brasil foi uma manobra inédita do príncipe regente D. João para garantir que Portugal continuaria independente quando foi ameaçado de invasão por Napoleão Bonaparte.

Com a medida, o Brasil passou à condição de sede do reino e este jamais seria conquistado pelos franceses. Para garantir o êxito da transferência, o reino de Portugal teve apoio da Inglaterra, que também auxiliou na expulsão das tropas napoleônicas.

Em 1806, Napoleão Bonaparte decretou o Bloqueio Continental e determinou que os países europeus fechassem os portos para os navios da Inglaterra. Portugal não aderiu ao bloqueio devido à longa relação... Continue a ler "Eventos Históricos do Brasil: Da Família Real à Abolição" »

Denis Diderot e a Revolução no Teatro Francês

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Escreva seu Denis Diderot foi um influente filósofo e uma figura importante no assim chamado “partido dos filósofos”. Conhecido como o fundador da Enciclopédia junto com D'Alembert na Europa de 1758. Essa identificação com o “partido dos filósofos” não era merecida em função dos livros que havia publicado, mas sim por suas atividades à frente da Encyclopédie, que nesse momento passava por uma transição e momentos delicados. D’Alembert, o maior colaborador, havia deixado a elaboração da Encyclopédie e, não bastasse a saída de D’Alembert, no ano seguinte o conselho do Rei revogaria os privilégios da impressão da obra. Diante desses sobressaltos, Diderot entrega a um editor a peça O Pai de Família, juntamente... Continue a ler "Denis Diderot e a Revolução no Teatro Francês" »

Revoluções Russas: De Czarismo à URSS (1917-1924)

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A Rússia Antes da Revolução

No século XX, a Rússia era um país com uma economia atrasada. Era governada pelo czar Nicolau II, um monarca absoluto cujo poder vinha diretamente de Deus. A monarquia russa era apoiada pela nobreza e pelo clero. A maioria da população era composta por camponeses. Devido ao atraso do país, a burguesia e os trabalhadores não eram numerosos.

Revolução de Fevereiro de 1917

Após o assassinato de Rasputin, a burguesia russa iniciou uma revolução e rejeitou a forma czarista. Estabeleceu-se um parlamento e um governo, criando uma república na Rússia. O governo burguês de Kerensky desejava manter a aliança com a França e demonstrar sua vontade de continuar na Primeira Guerra Mundial. Kerensky organizou uma... Continue a ler "Revoluções Russas: De Czarismo à URSS (1917-1924)" »

O Primeiro Franquismo (1939-1959): Evolução Política e Ideológica

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O 1º Franquismo (1939-1959): Evolução Política e Ideológica

Instituições

  • Exército: Defendia o regime e o seu sistema jurídico. Tinha jurisdição sobre os crimes políticos através dos "conselhos de guerra". Franco seguia a sua ideologia: anticomunismo, rejeição do separatismo e tenacidade em assuntos de política pública.
  • Falange: Defendia uma síntese do patriotismo nacional e autoritarismo fascista. Franco assumiu o partido e a Falange foi diluída no chamado Movimento Nacional.
  • Igreja Católica: Representava um elemento punitivo da legitimidade do regime de Franco. A Concordata de 1953 consolidou a presença da Igreja no ensino secundário e na vida intelectual. Havia uma estreita aliança entre a Igreja e o novo estado. A Igreja
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h2 A Era do Imperialismo: Causas, Conquistas e Consequências

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A era do imperialismo

A Era do Imperialismo, durante o último terço do século XIX, os países industrializados do mundo experimentaram um período de paz e de prosperidade econômica, na sequência dos progressos realizados pela Segunda Revolução Industrial.

1. O Imperialismo e Suas Causas

1.1. Europa Chave

No último terço do século XIX, a Segunda Revolução Industrial transformou a economia da União Europeia. As principais potências (Grã-Bretanha, França, Holanda, Bélgica, Alemanha, etc.) As inovações técnicas, novas formas de organização do trabalho e o crescimento dos bancos permitiram um aumento espetacular da produção e do comércio e a melhoria dos transportes.

1.2. As Causas do Colonialismo

O colonialismo era sobretudo... Continue a ler "h2 A Era do Imperialismo: Causas, Conquistas e Consequências" »

Constituição de 1822 vs. Carta Constitucional de 1826

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Comparação: Carta Constitucional de 1826 vs. Constituição de 1822

A Constituição de 1822: Um Diploma Arrojado

A Constituição de 1822 é um diploma arrojado para o seu tempo. Eis as suas principais deliberações:

  • Direitos dos Cidadãos e Sufrágio: Os direitos dos cidadãos foram assegurados. A Constituição Política da Nação Portuguesa tinha por objetivo manter a liberdade, a segurança e a propriedade de todos os portugueses. Porém, a ausência de representação das classes populares nas Cortes repercutiu-se na afirmação do sufrágio não-universal. (Título III - Capítulo I, item 33 - "Na eleição dos deputados têm voto os portugueses que estiveram no exercício dos direitos do cidadão(...). Da presente disposição se
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Direito e Cidadania na Grécia Antiga: Atenas e Esparta

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Cidadãos na Grécia

Segundo a lei ateniense de Péricles, eram considerados cidadãos os homens filhos de pessoas detentoras do mesmo estatuto. Era também necessário que o pai reconhecesse o filho e que este fosse enquadrado na estrutura social vigente na cidade natal. Contudo, os procedimentos variavam: em Esparta, o direito à vida do recém-nascido era decidido pelo conselho de anciãos, após avaliar a robustez da sua compleição física. Se não cumprisse determinados parâmetros, era deixado ao abandono ou lançado no Taigeto, precipício nas cercanias da cidade.

Filosofia Política: O Germe da Democracia

Com Sócrates, Platão e Aristóteles, a Grécia, formada por inúmeras cidades-estado (polis) independentes, desenvolveu ordenamentos... Continue a ler "Direito e Cidadania na Grécia Antiga: Atenas e Esparta" »

Direito Romano: Monarquia à Queda

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Direito na Monarquia e República Romana

A forma de governo adotada em Roma até o século VI a.C. foi a Monarquia. Os romanos acreditavam que o rei tinha origem divina.

Esse período foi marcado pela invasão de outros povos (etruscos) que, durante cerca de 100 anos, dominaram a cidade, impondo-lhe seus reis. Em 509 a.C., os romanos derrubaram o rei etrusco (Tarquínio, o Soberbo), e fundaram uma República. No lugar do rei, elegeram dois magistrados para governar.

Já no início da República, a sociedade romana estava dividida em 4 classes: Patrícios, Clientes, Plebeus e Escravos.

A decadência política, social e econômica fez com que a plebe entrasse em conflito com os patrícios, essa luta durou cerca de 200 anos. Apesar disso, os romanos... Continue a ler "Direito Romano: Monarquia à Queda" »

Direito Espartano: Características e Estrutura

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Direito Espartano

Desenvolvido às margens do rio Orontes, pelos povos dórios. Uma das mais belicosas e militaristas civilizações que o mundo já conheceu.

“O homem espartano ingressava no período de treinamento das forças armadas aos sete anos de idade. Na juventude já era um exímio e perigoso guerreiro. As leis da cidade autorizavam o rechaço paterno às crianças portadoras de deficiência.”

A coragem espartana foi imprescindível à manutenção da cultura grega.

Não tem sido possível conhecer o direito espartano da mesma forma que o de Atenas. O maior desafio é a inexistência de fontes diretas. Possuía caráter consuetudinário.

Licurgo (1000 – 850 a.C): Autor da constituição espartana

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