Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Língua e literatura

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Gramática: Classes de Palavras e Ortografia Atualizada

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Etapa I: Classes de Palavras

Interjeição

Exprimem sensações e estados emocionais: Oba! Viva! Ufa! Vamos! Psiu! Silêncio! Credo! etc.

  • Locuções Interjetivas: Duas ou mais palavras: Valha-me Deus! Alto lá! Oh céus! Ai meu Deus! Puxa vida!

Preposição

Conectam termos (nominais ou verbais): ante, após, até, com, contra, de, desde, para, perante, sem, sob, sobre, trás, em...

  • Tipos: modo, lugar, tempo, companhia, posse, ausência.
  • Locuções Prepositivas: Duas ou mais palavras que funcionam como preposição: acerca de, abaixo de, adiante de, em frente a, a par de, em lugar de, em vez de, por trás de...

Conjunção

  • Coordenativa: aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas e explicativa.
  • Subordinativas: causais, concessivas, condicionais,
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Escultura: Características, Materiais e Técnicas

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Características da Escultura:

  • O triunfo do realismo como uma forma de expressão. O objetivo específico e individualizado é o realismo, mas sem sacrificar o formal. De acordo com as tendências, pode ser um realismo natural ou um realismo idealizado mais heroico.
  • A linguagem teatral e bombástica, dinâmica e expressiva, que visa impressionar, mover ou persuadir por meio de emoções ou sentimentos:
    • Interesse na expressão de sentimentos e paixões em um elevado, teatral e dramático.
    • Avançar: figuras em atitudes de grande dinamismo, são projetadas para fora, um movimento no ato, que descreve posições instáveis estão abertas. Composições diagonais prevalecem. As vestes incham e ondulam.
  • A imposição de uma concepção pictórica, toma
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Poesia espanhola após a Guerra Civil

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A Guerra Civil foi um capítulo trágico que dividiu o século em duas partes desiguais. A literatura vivia uma era de grandeza, sobretudo na poesia, o que levou a falar de uma segunda Idade de Prata ou de uma nova Idade de Ouro. Ainda publicavam suas obras autores das gerações de 1898 e de 1914, e no palco encontrava-se a configuração máxima da geração de 27.

A guerra trouxe a morte para alguns (por exemplo, Federico García Lorca), o exílio para outros (Juan Ramón Jiménez, León Felipe, Luis Cernuda, Jorge Guillén ...) e censura para todos.

Entre os que permaneceram, impôs-se uma "lógica de regulamentação" da unidade, ou seja, a aceitação de uma poesia neoclássica e das formas tradicionais (o soneto e a metáfora), que sempre... Continue a ler "Poesia espanhola após a Guerra Civil" »

Diego Velázquez: Biografia e a Fase Sevilhana

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Vida e Carreira Inicial de Velázquez (1599–1660)

Diego Velázquez (1599–1660) nasceu em Sevilha, filho de uma família aristocrática. Criança prodígio, aos onze anos decidiu aprender no ateliê de Francisco Pacheco, cuja filha ele desposaria mais tarde. Aos dezoito anos, torna-se mestre da pintura, rompendo com as lições aprendidas com Pacheco para criar uma arte cheia de vida, de natureza verdadeira e repleta de movimento e expressão.

Ao longo de sua vida, Velázquez esperava que o rei lhe concedesse um título. Através de amigos, conheceu o Conde-Duque de Olivares (o favorito de Filipe IV). Em 1623, foi para a Corte e foi designado pintor da corte. Ao longo de sua vida, foi um homem calmo, tranquilo e paciente.

Etapas da Pintura

Em... Continue a ler "Diego Velázquez: Biografia e a Fase Sevilhana" »

Realismo e Naturalismo: A Sociedade do Século XIX

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A consolidação da burguesia era uma realidade, levando a um conservadorismo que visava proteger seus interesses contra as classes populares. As revoluções de 1848 exemplificaram a cisão entre a burguesia e o proletariado.

Em 1848, surgiu o Manifesto Comunista, que inaugurou o marxismo e definiu a luta social e das relações de classe entre a sociedade de dois grupos: a burguesia e o proletariado.

A Vida Burguesa e o Reflexo nas Artes

A burguesia desenvolveu sua vida cotidiana nas cidades, o reflexo mais fiel da dualidade entre as classes superiores e as realidades desfavorecidas. Ambos os setores inspiraram o Realismo e o Naturalismo, pois a burguesia exigia histórias que refletissem sua sociedade, e não a Revolução Industrial, que não... Continue a ler "Realismo e Naturalismo: A Sociedade do Século XIX" »

Arte, Arquitetura e Educação: Um Estudo da Grécia Antiga

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Análise e Caracterização de Obras e Conceitos

A Obra Inovadora de Helena Almeida

A obra de Helena Almeida apresenta uma linguagem estética inovadora. A artista utiliza o seu próprio corpo como suporte (autorrepresentação fotográfica), e é sobre esta base que ela acrescenta outras técnicas. A fotografia representa um momento passado. Outras representações de tempo são dadas pelo uso de várias técnicas aplicadas sobre a fotografia, como:

  • Pintura
  • Colagens
  • Desenhos

Para além da visão, a artista apela a outros sentidos, como o tato ou a audição (chegando mesmo a utilizar recursos de vídeo e de som).

A Educação do Cidadão Ateniense

Fases da Educação

  • Até aos 7 anos: Rapazes e raparigas eram educados pelas mães em casa, no Gineceu.
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A Unidade Essencial do Homem: Corpo, Alma e Espírito

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A Unidade Essencial do Homem

Monismo (defende que o homem é uma só substância, a mesma dos animais) vs. Dualismo (o homem é constituído por corpo e alma). Afirma-se que a alma é o princípio vital do corpo, transformando-o num ser vivo com capacidades para executar as variadas funções. A "alma" anima o corpo, tornando-o humano. A alma é parte integrante do corpo, não existem alma e corpo separados, mas sim o Homem Individual, em que a alma e o corpo são co-princípios inseparáveis.

Três níveis fundamentais do Homem demonstram a sua unidade essencial:

Vital (Corpo, Soma, Organismo - Viver)

  • Juan Lucas refere que o Homem tem biologicamente uma continuidade que não pode ser negada, que é o seu corpo. É sabido que o Homem, do ponto
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Guia Completo da Crase: Regras Essenciais e Exemplos

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Crase: Definição e Conceito

A palavra crase (do grego krasis) significa, etimologicamente, mistura, fusão.

Crase, em gramática normativa, é o fenômeno da contração da preposição a com o artigo definido a ou as, ou com os pronomes demonstrativos a, as, aquele(s), aquela(s), aquilo, ou ainda com os pronomes relativos a qual, as quais.

Casos de Uso da Crase

Com Artigo Definido "A" ou "AS"

  • Iremos à praia.
  • Obedeço às leis.

Com Pronomes Demonstrativos "A" ou "AS"

Iremos à praia brava e não à que fomos ontem.

Quanto às alunas, só falarei às que quiserem ouvir.

Com "Aquele(s)", "Aquela(s)", "Aquilo"

Quando puder ser substituído por a este, a esta, a isto:

  • Encaminhe-se àquele balcão.
  • Desejo agradecer àqueles rapazes os favores que me fizeram.
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Lazarillo de Tormes: Análise Temática e Estrutural

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A) Ideias e Senso de Trabalho

Esta é a história de um personagem com características próximas às de um ser humano de carne e osso, longe das figuras das novelas idealistas. Este personagem desenvolve-se em um ambiente social que o condiciona e o ajusta de forma decisiva. O trabalho descreve o processo de aprendizagem de um indivíduo e, ao mesmo tempo, a sua adaptação a um complexo entorno social para completar a sua integração final.

Mas essa assimilação não ocorre apenas à custa da própria dignidade do homem que, tendo de compreender o mundo em que vive, assume as suas regras e formas. Este romance é uma crítica aguda e grave da sociedade do seu tempo, tanto pelo comportamento individual dos personagens — hipócritas e interesseiros... Continue a ler "Lazarillo de Tormes: Análise Temática e Estrutural" »

Alberto Caeiro e Ricardo Reis — Natureza e Epicurismo

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Alberto Caeiro

Alberto Caeiro

Alberto Caeiro é considerado o mestre de Fernando Pessoa e dos outros heterónimos. Nota-se uma predominância de descrições da natureza.

Caeiro privilegia o sentimento em vez do pensamento; isto é, considera as sensações primordiais para a perceção real e objetiva da realidade imediata, que é o seu principal interesse. Assim, o poeta procura ver o real objetivo, sem atribuir às coisas que observa quaisquer conceitos ou sentimentos humanos. Citando versos de O Guardador de Rebanhos, o autor considera:

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo…

Revela, assim, a sua descrença na utilidade do pensamento como meio de compreensão... Continue a ler "Alberto Caeiro e Ricardo Reis — Natureza e Epicurismo" »