Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Língua e literatura

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Teoria e Métodos de Investigação em Ciências Sociais

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Teoria

Em resumo: a teoria não é o mesmo que o pensamento espontâneo, por muito que este esteja saturado de teoria. A teoria é uma procura de coerência extremamente difícil, que só o tempo de uma vida pode esperar alcançar, ainda assim só em certa medida. Só na medida em que, comparando-se com a teoria espontânea, se torna claro ser suficientemente mais coerente e precisa. Sobretudo porque a posição e a vontade sociais expressas pela teoria se tornem distintas das outras teorias disponíveis e, assim, permitam ao público utilizá-la quando se encontrar em posição semelhante e puder/quiser mobilizar uma vontade também ela semelhante.

A teoria espontânea é um pensamento que nos assalta em certas circunstâncias, lembrança de... Continue a ler "Teoria e Métodos de Investigação em Ciências Sociais" »

h2 Simbolismo no Brasil: Cruz e Sousa e Alphonsus

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O Simbolismo chegou ao Brasil em 1893, com a publicação das obras Missal (prosa) e Broquéis (poesia), ambas de autoria de Cruz e Sousa, que é considerado o maior autor simbolista. Além de Cruz e Sousa, destacam-se Alphonsus de Guimaraens e Pedro Kilkerry.

Cruz e Sousa

Filho de ex-escravos, Cruz e Sousa teve uma vida de padecimentos, além de sofrer preconceito racial. Chamado "O Cisne Negro" ou "Dante Negro", Cruz e Sousa é considerado um dos maiores poetas do Simbolismo mundial. Revela em seus primeiros trabalhos a preocupação formal herdada do Parnasianismo, mas seus temas giram em torno da vida e da morte. Outra constante em sua obra é o fascínio pela cor branca, ora vista como simbolização da pureza, ora como manifestação do

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Tipos de Amor e Paixão: Uma Análise Narrativa e Midiática

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Estratégias Narrativas do Amor

As estratégias narrativas são fórmulas comprovadas de ação e conflito, que revelam a luta entre a narrativa kitsch e a arte narrativa no contexto do amor.

Tipos de Amor e Suas Dinâmicas

  • Amores que Sofrem: Caracterizados pela dor inicial, mas que culminam na felicidade ou prazer do amor, não como reparação de danos, mas como gozo pleno.
  • Amor Cuidadoso vs. Amor Conveniente: O primeiro é amoroso e cuidadoso, buscando ajuda mútua; o segundo é um amor convenienciero, como um "mercado livre".
  • Amor Piegas vs. Amor Doente: O amor piegas é definido por palavras como "idílio", "idílica", sem problemas. Em contraste, o amor doente é marcado pela insegurança e destruição.
  • Amor Fatal vs. Amor Romântico: O amor
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Heterónimos de Fernando Pessoa

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Alberto Caeiro: O mestre

Nascimento: Lisboa
Vida: Órfão, vive no campo
Aspecto: Estatura média, frágil, louro, olhos azuis
Educação: 4ª classe
Profissão: Nenhuma

Único heterónimo a atingir a paz, tranquilidade e felicidade pela recusa do pensamento e privilégio do sentir. Grau zero de interpretação da realidade: a verdade das coisas é o que se capta pelas sensações. Recusa a intelectualização.

Estilo

  • Composição poética: Verso livre, sem rima, métrica irregular, ritmos diversos, assonâncias, aliterações e onomatopeias.
  • Linguagem: Simples, repetitiva, oralizante, prosaica, pouca adjetivação, predomínio do verbo "ser" e do presente do indicativo.
  • Sintaxe: Simples, com predomínio da coordenação.
  • Recursos estilísticos: Discurso
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Cérebro Humano: Estrutura, Funções e Plasticidade

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Vantagens do Inacabamento Humano

O inacabamento biológico do ser humano, a sua prematuridade, explica a ausência de uma programação biológica tão rígida como a que existe noutros animais. A aprendizagem irá cumprir as tarefas que, nos animais, são destinadas pela hereditariedade: o ser humano tem de aprender o que a hereditariedade propicia a outras espécies. Inacabado, o ser humano está aberto a múltiplas potencialidades. A sua natureza biológica torna mais flexível o processo de adaptação ao meio, criando a necessidade de o homem desenvolver a sua própria adaptação, a cultura, que transmite de geração em geração. O estatuto humano só é atingido através da aprendizagem. A prematuridade do ser humano é, portanto, uma... Continue a ler "Cérebro Humano: Estrutura, Funções e Plasticidade" »

Garcilaso de la Vega e Fray Luis de León: Poesia Renascentista

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2.1. Garcilaso de la Vega

É o poeta que melhor resume este novo estilo de poesia do Renascimento. Nascido em Toledo em 1501, era especialista em armas nobres e letras.

Serviu o imperador Carlos I, o que o levou a viajar como diplomata e participar de várias campanhas militares. A inspiração de sua poesia não era sua esposa, Elena de Zúñiga, com quem se casou em 1525, mas uma senhora portuguesa chamada Isabel Freire. O imperador o baniu para uma ilha no Danúbio, de onde regressou a Nápoles e encontrou o cerne da cultura italiana. Morreu em Nice em 1536, de ferimentos sofridos no ataque à fortaleza de Le Muy, França.

Obra

A obra de Garcilaso foi publicada postumamente (1543), quando a viúva de seu amigo Juan Boscán publicou seus poemas... Continue a ler "Garcilaso de la Vega e Fray Luis de León: Poesia Renascentista" »

Conceitos Essenciais de Língua Portuguesa e Análise Textual

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Gêneros Textuais e Características

Diário

  • Centrado no Eu; é patente a confidência / desabafo.
  • O diário é um amigo (função fática).
  • Presença de um discurso.
  • Relato de vivências, sentimentos e emoções.
  • Datação.
  • Texto fragmentário.

Memórias

  • Relato de vivências e acontecimentos passados marcantes.
  • Texto na 1.ª pessoa.
  • Textos de caráter autobiográfico.
  • Marcas dêiticas.
  • Grande subjetividade.
  • Apresenta estudos da alma.

Autobiografia

  • Textos concentrados no Eu.
  • Narrador autodiegético.
  • Subjetividade; sentimentos, emoções.
  • Verbos na 1.ª pessoa.
  • Determinantes possessivos.

Figuras de Estilo

  • Ironia – Figura que sugere o contrário do que se quer dizer.
  • Metáfora – Comparação de dois termos, seguida de uma identificação.
  • Elipse – Omissão de
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Fernando Pessoa Ortónimo: Temas, Estilo e Análise

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Temáticas Centrais

  • Teoria do Fingimento Poético
  • Intelectualização do Sentir
  • Dor de Pensar
  • Fragmentação do Eu
  • Angústia Existencial
  • Solidão, Sonho e Evasão
  • Nostalgia da Infância Perdida
  • Frustração e Tédio

Características Formais

Composição Poética

  • Predomínio da quadra e da quintilha.
  • Verso curto (de 2 a 7 sílabas).
  • Rimas suaves.
  • Recurso a aliterações musicais.

Linguagem e Pontuação

  • Linguagem simples, sóbria, nobre ou eufórica e figurada.
  • Uso de reticências e interrogações.
  • Pontuação emotiva.

Sintaxe

Simples.

Estilo

  • Metáforas inesperadas.
  • Recurso a símbolos.
  • Lirismo nacional (reminiscências de cantigas de embalar, toadas do Romanceiro).

Análise Detalhada dos Temas

Teoria do Fingimento Poético

A aprendizagem do não sentir, que sobrepõe... Continue a ler "Fernando Pessoa Ortónimo: Temas, Estilo e Análise" »

h2: Como Elaborar uma Resenha Crítica e Informativa

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Como Elaborar uma Resenha

1. Definições

Resenha-resumo: Trata-se de um texto informativo, cujo objetivo principal é informar o leitor.

Resenha-crítica:

2. Quem é o Resenhista

A resenha, por ser em geral um resumo crítico, exige que o resenhista possua conhecimentos na área, uma vez que avalia e julga a obra criticamente.

3. Objetivo da Resenha

O objetivo da resenha é divulgar objetos de consumo cultural (livros, filmes, peças de teatro, etc.). Por isso, a resenha é um texto de caráter efêmero, pois "envelhece" rapidamente, muito mais que outros textos de natureza opinativa.

4. Veiculação da Resenha

A resenha é, em geral, veiculada por jornais e revistas.

5. Extensão da Resenha

A extensão do texto-resenha depende do espaço que o veículo... Continue a ler "h2: Como Elaborar uma Resenha Crítica e Informativa" »

Orações Coordenadas, Subordinadas e Análise Formal

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Orações Coordenadas e Subordinadas

Orações Coordenadas:

  • Copulativas: e, nem, mas também, não só... mas também
  • Adversativas: mas, porém, todavia, contudo, no entanto
  • Disjuntivas: ou, ora, quer, nem, seja
  • Conclusivas: logo, pois, portanto, por conseguinte, por isso, assim

Orações Subordinadas:

  • Causais: porque, pois, porquanto, como (com valor de porque), pois que, por isso que, já que, uma vez que, visto que
  • Concessivas: embora, conquanto, ainda que, mesmo que, se bem que, apesar de
  • Condicionais: se, caso, salvo se, contanto que, exceto se
  • Consecutivas: que (associado às palavras tal, tanto, tão), de forma que, de maneira que, de modo que
  • Comparativas: como, assim como, bem como, como se, que e do que (depois de mais, menos, maior, menor,
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