Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Guia Prático de Ginecologia e Obstetrícia

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Perda Miccional

  • Conduta inicial: Solicitar Urina I, Urocultura e, posteriormente, Teste Urodinâmico.

Tricomoníase

Quadro Clínico: Corrimento vaginal amarelo-esverdeado em grande quantidade, odor fétido, dor durante a relação sexual e ardor ao urinar.

Exame Ginecológico: Secreção vaginal amarelada abundante, paredes vaginais e ectocérvice hiperemiadas, com colo uterino em aspecto de "framboesa".

Tratamento: Metronidazol oral para o casal.

Pré-Natal

  • Morfológico na gravidez: Primeiro exame entre 12 e 14 semanas; segundo entre 21 e 24 semanas.
  • Prevenção de pré-eclâmpsia: Uso de AAS e Cálcio.
  • Controle pressórico na gestação: Metildopa.
  • HAS prévia: Pacientes com hipertensão arterial crônica possuem maior risco de pré-eclâmpsia; deve-
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Distúrbios do Sono e Incontinência Urinária no Idoso

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Fisiologia do Sono e Distúrbios Comuns

Neurotransmissores da Vigília e do Sono

  • Vigília (Excitação): NE (Norepinefrina), 5-HT (Serotonina), DA (Dopamina), Histamina, ACh (Acetilcolina), Orexina.
  • Sono (Inibição): Adenosina, GABA, Melatonina (VLPO suprime a excitação).

Fases do Sono

  • N1: Sono leve.
  • N2: Caracterizado por fusos e Complexos K.
  • N3: Sono profundo e restaurador.
  • REM: Sonhos vívidos e atonia muscular.

Sono no Idoso

Aumento das fases N1/N2 e redução da fase N3. Ocorre maior número de despertares noturnos e cochilos diurnos. A fase REM é geralmente preservada.

Insônia

Diagnóstico (DSM-5)

Dificuldade para iniciar, manter ou despertar precoce (≥ 3x/semana por ≥ 3 meses), com prejuízo funcional.

Consequências

  • Fadiga e sonolência diurna.
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Guia Prático de Cuidados Paliativos: Manejo e Bioética

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1. Cuidados Paliativos em Neurologia

Avaliar funcionalidade (Karnofsky, PPS), prognóstico e o benefício versus dano das intervenções. Condutas: evitar procedimentos fúteis (traqueostomia ou PEG sem benefício). Foco: conforto, manejo de sintomas e suporte à família.

2. Nutrição em Cuidados Paliativos Neurológicos

Lesão neurológica grave frequentemente causa disfagia. Indicação de SNE/PEG apenas se trouxer benefício funcional e melhora no prognóstico. Em fase final, priorizar a via oral para conforto e evitar alimentação artificial se for considerada fútil.

3. Manejo da Dor em Cuidados Paliativos

Seguir a Escada Analgésica da OMS:

  • Não opioides: dipirona ou AINEs.
  • Opioides fracos: tramadol ou codeína.
  • Opioides fortes: morfina, oxicodona
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Farmacologia e Avaliação Pré-Anestésica Veterinária

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01) Sobre os opioides e medicações pré-anestésicas, marque V ou F:

  • (V) A motilidade intestinal diminui com o uso de anticolinérgicos e agonistas alfa-2.
  • (V) Opioides causam depressão respiratória.
  • (V) A rigidez torácica é comum quando usamos Fentanil.
  • (V) Benzodiazepínicos devem ser evitados em cesarianas, pois diminuem a vitalidade fetal.

02) Em relação às medicações pré-anestésicas, assinale a alternativa incorreta:
R: Morfina deve ser feita primordialmente pela via venosa.

03) Dentre os efeitos clínicos observados quando as fenotiazinas são utilizadas, assinale a alternativa que NÃO:
R: Analgesia

04) Sobre a medicação pré-anestésica, marque V ou F a seguir:

  • (F) A xilazina promove boa sedação e analgesia somática.
  • (F) O
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Neurofisiologia: Emoções, Dor, Sono e Aprendizagem

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Questões de Neurofisiologia: Respostas e Explicações

1- Durante a expressão de estados emocionais associados ao medo, é notada a participação da amígdala que, entre outras funções, é capaz de disparar reações como taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese e midríase. Essas reações são mediadas pela ativação:

RESPOSTA: Da divisão simpática do Sistema Nervoso Autônomo (SNA).

2- Um Eletroencefalograma (EEG) durante o sono REM é muito similar a um EEG durante a vigília. Como o encéfalo e o corpo no sono REM diferem do encéfalo e do corpo durante a vigília?

RESPOSTA: O corpo apresenta perda quase total do tônus muscular (hipotonia) ou atonia, enquanto o encéfalo exibe alta atividade no EEG.

3- Impulso doloroso é... Continue a ler "Neurofisiologia: Emoções, Dor, Sono e Aprendizagem" »

Bioquímica Clínica: Glicação, Lipídios e Vias Metabólicas

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6) Os processos de glicação são transitórios que podem se tornar permanentes. Defina:
a) Qual a importância do teste de hemoglobina glicada e como ela se forma?

R: A glicação é um processo onde há acúmulo de glicose (reversível inicialmente). A hemoglobina glicada (HbA1c) é formada pela ligação não enzimática da glicose à hemoglobina presente nos eritrócitos. O teste de HbA1c é crucial para confirmar os valores glicêmicos médios do paciente em um período prolongado (aproximadamente 3 meses), sendo útil na identificação de altos níveis de glicemia.

b) Qual a importância da análise da frutosamina e como ela se forma?

R: A frutosamina mede a quantidade de proteína glicada no plasma. Quando os níveis de glicose se elevam,... Continue a ler "Bioquímica Clínica: Glicação, Lipídios e Vias Metabólicas" »

Trichomonas vaginalis e Giardia lamblia: DST e Giardíase

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Trichomonas vaginalis: Introdução à Tricomoníase

A Tricomoníase é uma infecção do trato genital, classificada como Doença Sexualmente Transmissível (DST).

Características do Parasita

  • Espécie Patogênica: Flagelado.
  • Descoberta: Descrita pela 1ª vez por Donné, que a isolou de uma mulher com vaginite em 1836.
  • Marchand (1894), Miura (1894) e Dock (1896) observaram esses flagelados na uretrite de homens.
  • Morfologia: Formam pseudópodes (para capturar alimentos e fixar-se em partículas sólidas).
  • Local da Infecção: Habita o trato geniturinário do homem e da mulher.
  • Reprodução: Divisão binária longitudinal.

Transmissão e Sobrevivência

A transmissão ocorre principalmente através da relação sexual. A transmissão não sexual é rara.... Continue a ler "Trichomonas vaginalis e Giardia lamblia: DST e Giardíase" »

Saúde Bucal: Índices, Técnicas e Programas

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Índices de Saúde Bucal

Idade

OMS 2000 / OMS 2003 / SB BRASIL 2003 / SB BRASIL 2010

5 anos:
50% livre de cárie (OMS 2000)
90% livre de cárie (OMS 2003)
CPOD = 2.8 (SB BRASIL 2003)
60% com pelo menos um decíduo cariado (SB BRASIL 2003)
CPOD = 2.3 (↓17%) (SB BRASIL 2010)

12 anos:
CPOD = 3 (OMS 2000)
CPOD = 1 (OMS 2003)
CPOD = 2.8 (SB BRASIL 2003)
31% livre de cárie (SB BRASIL 2003)
CPOD = 2.1 (SB BRASIL 2010)
44% livre de cárie (SB BRASIL 2010)

Adolescentes:
85% com todos os dentes (OMS 2000)
100% com todos os dentes (OMS 2003)
CPOD = 6.2 (SB BRASIL 2003)
13% nunca foi ao dentista (SB BRASIL 2003)
CPOD = 4.2 (↓30% CPO) (SB BRASIL 2010)

Adultos:
↓50% edentulismo. 75% com 20 dentes. (OMS 2000)
Não mais que 2% de edêntulos. 96% com 20 dentes. (OMS 2003)
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Guia de Moldagem para Prótese Total: Delimitação e Vedamento

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Delimitação da Área Chapeável em Edentado Total

Maxila: Limites Anatômicos

Denominação das áreas que delimitam a maxila:

  • Freio labial superior
  • Arco orbicular superior
  • Freio lateral superior
  • Arco zigomático
  • Arco da tuberosidade
  • Sulco hamular
  • Linha do Ah

Mandíbula: Limites Anatômicos

  • Freio labial inferior
  • Freio lateral inferior
  • Arco orbicular
  • Arco do bucinador
  • Arco retrovestibular
  • Dois terços (2/3) anteriores da papila retromolar
  • Forma lateral da garganta
  • Linha oblíqua interna
  • Freio lingual

Moldagem Preliminar com Godiva de Alta Fusão

A moldagem preliminar define as seguintes zonas:

  • Área de Suporte Principal: Onde a carga mastigatória será concentrada.
  • Zonas de Suporte Secundário: Conferem estabilidade à prótese (ex: palato, vertente vestibular
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Glossário de Patologias Orais e Anomalias Dentárias

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Anomalias Dentárias de Número, Forma e Estrutura

Hipodontia
Ausência de 2 a 5 dentes (excluindo terceiros molares).
Oligodontia
Ausência de 6 ou mais dentes, sem chegar à perda total (anodontia total).
Anodontia
Ausência total ou parcial de dentes. A anodontia total é frequentemente associada à Síndrome de Christ-Siemens-Touraine.
Agenesia
Anomalia que causa a ausência dos dentes decíduos ou permanentes (falha na formação do germe dentário). Associada à Síndrome de Scheuthauer-Marie-Sainton.
Hiperdontia
Presença de dentes em excesso (supranumerários ou extranumerários).
Taudontia
Aumento da câmara pulpar com deslocamento apical das furcas.
Pérola de Esmalte (Enameloma)
Bolinha calcificada ectópica encontrada próxima à região de furca.
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