Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Patologias do Sistema Digestório: Intestino, Fígado e Pâncreas

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Neoplasias do Intestino: Pólipos e Carcinomas

Classificação de Pólipos Intestinais

Pólipos Neoplásicos

  • Adenomas

Pólipos Não Neoplásicos

  • Hamartomatosos
  • Inflamatórios
  • Linfoides
  • Hiperplásicos
Pólipos Hiperplásicos
  • Macroscopia: Protrusões hemisféricas, lisas e úmidas da mucosa, múltiplos.
  • Microscopia: Glândulas e criptas revestidas por células epiteliais não neoplásicas, células caliciformes ou absortivas maduras, com borda serreada e criptas irregulares.
Pólipos Hamartomatosos
Pólipos Juvenis
  • Macroscopia: Lesões grandes (1 a 3 cm), redondas, lisas ou levemente lobuladas.
  • Microscopia: Numerosas glândulas dilatadas, inflamação.
Pólipos de Peutz-Jeghers
  • Macroscopia: Grandes, pediculados e lobulados.
  • Microscopia: Rede arboriforme de tecido
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Guia Prático de Farmacologia Cardiovascular

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IECAs

Mecanismo: inibem a conversão de angiotensina I em angiotensina II (↓ Ang II, ↑ bradicinina) → vasodilatação, ↓ PA, ↓ pós-carga, ↓ remodelamento cardíaco. Efeitos adversos: tosse seca (mais comum), angioedema, hipercalemia e hipotensão.

BRAs

Ação: bloqueiam o receptor AT1 → ↓ vasoconstrição e ↓ aldosterona. Vantagem: não aumentam a bradicinina, resultando em menos tosse e angioedema. Exemplo: losartana.

Bloqueadores de Cálcio

Farmacodinâmica: bloqueiam os canais de cálcio do tipo L, diminuindo a entrada de cálcio no músculo liso e no miocárdio.

  • DHP (vasculares): amlodipina, nifedipina XL → vasodilatação e ↓ PA.
  • Não-DHP (cardíacos): verapamil, diltiazem → ↓ FC e ↓ contratilidade. Contraindicados
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Patologias Bucais: Cistos, Tumores, Câncer e Doenças Ósseas

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Cistos Odontogênicos e Maxilofaciais

Cisto Dentígero

  • Características: 2ª e 4ª décadas de vida; localização comum na mandíbula (terceiro molar) e maxila (caninos).
  • Radiografia: Radiotransparência unilocular bem delimitada sobre a coroa de um dente não irrompido, geralmente com borda esclerótica. Lesões posteriores (folículo, no máximo 25mm); lesões anteriores (folículo, no máximo 5mm).
  • Tratamento: Enucleação do cisto com manutenção ou remoção da peça dentária.

Cisto de Erupção

  • Características: Variação do cisto dentígero; 1ª década de vida; mucosa alterada de volume e/ou coloração.
  • Radiografia: Radiotransparência pericoronária e imagem sombreada sobrejacente.
  • Tratamento: Ulotomia ou não requer tratamento.

Cisto

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Fisiopatologia Renal e Endócrina: Guia de Estudos

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LRA Pré-Renal

Causa: Hipoperfusão (hipovolemia, IC, cirrose, sepse).
Fisiopatologia: ↓ Fluxo renal → ↓ pressão glomerular → ↓ TFG; Ativação do SRAA → ↑ reabsorção de Na⁺ e ureia; Túbulos íntegros.
Achados: FeNa < 1%; NaU < 10 mEq/L; Osm urinária alta; Ureia/Cr > 40:1; EAS normal (cilindros hialinos).

LRA Intrínseca – Necrose Tubular Aguda (NTA)

Causa: Isquemia prolongada ou nefrotoxinas (vancomicina, contraste).
Fisiopatologia: Morte de células tubulares; Descamação epitelial → cilindros granulosos; Obstrução tubular → ↑ pressão tubular → ↓ TFG; Perda da capacidade de reabsorção.
Achados: FeNa > 1–2%; NaU > 20; Urina diluída; Ureia/Cr < 20; Cilindros granulosos ("lama marrom").

Síndrome

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Distúrbios Endócrinos: Diagnóstico e Tratamento

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Hormônio do Crescimento (GH)

Deficiência de GH: Suspeita e Confirmação em Crianças

Sinais como crescimento lento, baixa estatura e voz fina podem indicar uma deficiência do hormônio do crescimento (GH). A confirmação é feita através da dosagem de GH e IGF-1, seguida pelo teste de tolerância à insulina. Caso o menino tenha deficiência de GH, o hormônio permanecerá baixo, mesmo com o estresse da hipoglicemia induzida.

Acromegalia: Confirmação do Diagnóstico

Para confirmar um diagnóstico de acromegalia, o processo é o seguinte:

  • Dosagem de GH e IGF-1 (sangue): Se o GH for superior a 0,4 ng/ml e/ou o IGF-1 estiver alto, realiza-se o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TTOG).
  • Teste Oral de Tolerância à Glicose (TTOG): A glicose
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Infecções Virais e Fúngicas: Clínica, Diagnóstico e Tratamento

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INFECÇÕES VIRAIS

Herpes Simples

HSV-1

  • Exposição Inicial (Infecção Primária): Usualmente assintomática e sem morbidade significativa.
  • Progressão: Progride através de nervos sensitivos.
  • Incubação: 3 a 9 dias.
  • Localização: Atinge mucosa e pele via neurônio sensitivo.
  • Manifestação Sintomática: Ocorre no epitélio inervado pelo gânglio sensitivo.
  • Ciclo: Contato com HSV-1 → Fase primária → Vírus inativado nos gânglios nervosos → Reativação do vírus HSV → Fase secundária (Herpes intrabucal e Herpes labial).
Sítios Afetados e Disseminação
  • Sítios Mais Afetados: Faringe, boca, lábios, olhos, pele (acima da cintura).
  • Disseminação: Saliva infectada ou lesões ativas.
  • Gengivoestomatite Herpética Aguda (GEHA): Infecção primária
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Lúpus Eritematoso Sistêmico e Fibromialgia: Compreensão e Tratamento Fisioterapêutico

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Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)

O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença crônica inflamatória do tecido conjuntivo, com manifestações multissistêmicas e de etiologia desconhecida. Geralmente é desencadeado por alterações do sistema imunológico, apresentando períodos de exacerbação e remissão. Acomete mais mulheres jovens e gestantes, que são mais suscetíveis devido às mudanças hormonais.

Etiologia do Lúpus

Doença rara que acomete 5 a 10 vezes mais mulheres que homens, geralmente entre 15 e 35-45 anos (na fase reprodutiva). Fatores ambientais (luz solar, estresse, certos medicamentos e vírus), problemas com o sistema imunológico e predisposição genética são fatores envolvidos.

Critérios Diagnósticos do

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Questões de Toxicologia: Fármacos, Metais Pesados e Mecanismos

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1. Avaliação Toxicológica e DL50 em Animais

Durante a avaliação toxicológica de um novo fármaco, foram realizados diversos experimentos para avaliar a toxicidade. O responsável pela avaliação realizou a análise em três grupos de animais: rato, camundongo e hamster. Após alguns dias, verificou-se que o valor de DL50 para o rato foi perdido. O farmacêutico poderia afirmar que a DL50 para o rato não precisava ser calculada novamente, pois certamente seria muito semelhante àquela calculada para o camundongo?

Resposta: Não, pois depende de vários fatores como tamanho, genética, espécie e raça.

2. Parâmetro Analítico para Agente Tóxico

Um perito busca um método para avaliação de um determinado agente tóxico. Para tal análise,... Continue a ler "Questões de Toxicologia: Fármacos, Metais Pesados e Mecanismos" »

Guia Rápido: AIDS, Renal, Neoplasias, Sepse e Trauma

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AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)

SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida): Doença causada pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). Manifesta-se após a infecção do organismo humano pelo HIV.

  • Síndrome: Grupo de sinais e sintomas que, considerados em conjunto, caracterizam uma doença.
  • Imunodeficiência: Incapacidade do sistema de defesa do organismo humano para se proteger contra microrganismos invasores.
  • Adquirida: Não é congênita, como no caso de outras imunodeficiências. A AIDS não é causada espontaneamente, mas por um fator externo (o vírus HIV).

Agente Etiológico

Retrovírus: Vírus contendo RNA que se replica numa célula hospedeira, sintetizando primeiramente uma dupla fita de DNA intermediária. O HIV... Continue a ler "Guia Rápido: AIDS, Renal, Neoplasias, Sepse e Trauma" »

Guia Completo de Enxertos Ósseos e Osteointegração

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Vantagens do Enxerto de Origem Intraoral

  • Proximidade entre leito doador e receptor;
  • Facilidade cirúrgica;
  • Características biológicas excepcionais para enxertia;
  • Presença de BMPs, células vivas e alta capacidade de revascularização;
  • Baixo risco de infecção e pouca reabsorção.

Princípios básicos: O leito receptor deve estar livre de patologias/infecções, com quantidade e qualidade óssea suficientes.

Controle de Tempo na Técnica Cirúrgica

Utilizar rotação de 1500-2000 rpm. Aguardar de 3 a 5 meses na mandíbula e de 4 a 8 meses na maxila para a aplicação de carga.

Áreas Doadoras: Intraoral vs. Extraoral

A arquitetura corticomedular e a origem embrionária do osso tornam o enxerto intraoral superior.

Osso Tipo II

É o mais indicado para... Continue a ler "Guia Completo de Enxertos Ósseos e Osteointegração" »