Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

Ordenar por
Matéria
Nível

Classes de Analgésicos e Anestésicos: Ação e Efeitos Adversos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,18 KB

Analgésicos Não Opióides (2 Tipos)

  1. Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs): Inibem a enzima ciclo-oxigenase, resultando na inibição da deflagração do potencial de ação (P.A.) das células T e dos neurônios sensoriais primários. Exemplo: Aspirina.
  2. Drogas do Tipo Dipirona: Inibidores da sensibilização nervosa (células T ou neurônios primários) através da inibição de sistemas de segundos mensageiros e bloqueio de canais de cálcio.

Efeitos Adversos dos Analgésicos Não Opióides

  • Pode irritar o estômago e acarretar úlceras pépticas.
  • Pode afetar a coagulação sanguínea: a aspirina aumenta a propensão de sangramento em todo o organismo, pois inibe a agregação das plaquetas sanguíneas.
  • Em doses muito elevadas, pode causar
... Continue a ler "Classes de Analgésicos e Anestésicos: Ação e Efeitos Adversos" »

Farmacologia Essencial: Mecanismos, Absorção e Excreção de Fármacos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 5,05 KB

Marque as alternativas corretas para as questões abaixo:

1) Absorção e Vias de Administração de Fármacos

Absorção de Fármacos: pH e Ionização

A absorção de um fármaco depende do grau de ionização e este depende do pH do meio e do pKa (constante de dissociação iônica) do fármaco. Com base nisto, é correto afirmarmos que:

  1. quanto mais ionizado, mais facilmente o fármaco é absorvido.
  2. um fármaco básico é mais rapidamente absorvido em meio básico.
  3. um fármaco ácido é mais rapidamente absorvido em meio básico.
  4. um fármaco ácido é facilmente absorvido em qualquer parte do TGI.
  5. um fármaco básico é mais rapidamente absorvido em meio ácido.

Vantagens da Via Oral na Administração de Fármacos

Uma via de administração de fármacos... Continue a ler "Farmacologia Essencial: Mecanismos, Absorção e Excreção de Fármacos" »

Imunologia Clínica: Reações de Hipersensibilidade e Imunodeficiências

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 4,58 KB

Hipersensibilidade

Quais são as células que atuam na hipersensibilidade celular?

Células T: citotóxicas, auxiliares, supressoras, de memória e produtoras de citocinas.

O que é citotoxicidade celular dependente de anticorpo (ADCC)?

É uma reação de hipersensibilidade humoral tipo II que resulta em lise da célula-alvo mediada por anticorpos contra antígenos da superfície celular.

Etiopatogenia da ADCC:

Ativação de linfócitos B diretamente pelo antígeno de membrana celular ou via apresentação por linfócitos T auxiliares, levando à formação de plasmócitos e à liberação de IgM e IgG específicos para esse epítopo. Isso resulta na adesão antígeno-anticorpo (AG-AC) e lise sequencial da célula/superfície.

Qual o quadro clínico

... Continue a ler "Imunologia Clínica: Reações de Hipersensibilidade e Imunodeficiências" »

Distúrbios Motores e Doença Hemolítica Perinatal

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,54 KB

Doença Hemolítica Perinatal (DHPN)

Definição: Afecção geral que se acompanha de anemia, hemólise e presença das formas jovens das hemácias na circulação periférica, com hematopoese extramedular. Ocorre por incompatibilidade sanguínea materno-fetal (feto Rh+ e mãe Rh-), aloimunização materna, passagem de anticorpos da mãe ao feto e ação dos anticorpos maternos no feto.

  • Hidropsia: Anasarca, abdome de batráquio (hepatoesplenomegalia e ascite), alta natimortalidade.
  • Icterícia grave: Aumento da bilirrubina indireta, que atravessa a barreira hematoencefálica e causa kernicterus.
  • Anemia grave: Hepatoesplenomegalia, palidez e anemia.

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Neurodegeneração progressiva e fatal; caracteriza-se pela degeneração... Continue a ler "Distúrbios Motores e Doença Hemolítica Perinatal" »

Guia Essencial de Primeiros Socorros e Emergências

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 7,43 KB

Deveres do Socorrista

O socorrista possui responsabilidades cruciais para garantir a segurança e o bem-estar da vítima e do local. Suas principais funções incluem:

  • Realizar o acesso seguro à vítima.
  • Efetuar a avaliação primária e secundária.
  • Controlar a cena do acidente para garantir a segurança de todos.
  • Mobilizar a vítima apenas quando estritamente necessário.
  • Auxiliar na transferência da vítima para a equipe médica.
  • Prestar informações relevantes sobre o ocorrido.
  • Obter e coordenar a ajuda de outras pessoas presentes no local.

Negligência no Atendimento

A negligência ocorre quando não são observados os padrões de assistência adequados à vítima. Qualquer desvio do procedimento padrão deve ser evitado. Um atendimento pode... Continue a ler "Guia Essencial de Primeiros Socorros e Emergências" »

Emergências Obstétricas: Hemorragia, Infecções e Distocias

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 9,79 KB

Hemorragia do Puerpério (HPP)

Perda sanguínea superior a 500 ml após parto vaginal ou superior a 1000 ml após cesariana.

Classificação

  • Primária ou Precoce: Ocorre nas primeiras 24 horas pós-parto.
  • Secundária ou Tardia: Ocorre após as primeiras 24 horas até 6-12 semanas pós-parto.

Complicações

  • Óbito materno
  • Coagulopatia
  • Choque hipovolêmico
  • Necrose hipofisária (Síndrome de Sheehan)

Causas (Os 4 T's)

  • Tônus: Hipo ou atonia uterina (principal causa).
  • Trauma: Laceração do trajeto, rotura uterina.
  • Tecido: Retenção de placenta ou de fragmentos.
  • Trombina: Distúrbios da coagulação.
  • Outra: Inversão uterina.

Fatores de Risco para Atonia Uterina

  • Multiparidade
  • Distensão uterina (gestação gemelar, polidrâmnio)
  • Parto rápido ou prolongado
  • Anestesia
... Continue a ler "Emergências Obstétricas: Hemorragia, Infecções e Distocias" »

Distúrbios Metabólicos: Hipoglicemia e Hiperglicemia Neonatal

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 3,22 KB

Distúrbios Metabólicos

Hipoglicemia

Níveis: <45 mg/dL

Causas

  • ↑ Utilização: Mãe com Diabetes Mellitus (DM), Eritroblastose Fetal, hiperplasia ou hiperfunção das células pancreáticas, suspensão abrupta de infusão de glicose, uso de drogas pela mãe, cateter umbilical mal posicionado, após exsanguíneo-transfusão.
  • ↓ Reservas: Prematuridade, Pequeno para Idade Gestacional (PIG).
  • Mistas: Asfixia, sepse, hipotermia, dificuldade respiratória grave, exsanguíneo com sangue heparinizado, deficiência de hormônios contrarreguladores da ação da insulina (GH, cortisol, glucagon), alterações do metabolismo de aminoácidos (tirosinemia, acidemia metilmalônica) e carboidratos (galactosemia), policitemia, uso materno de propranolol.

Quadro

... Continue a ler "Distúrbios Metabólicos: Hipoglicemia e Hiperglicemia Neonatal" »

Guia: DRGE, Úlcera, Câncer Colorretal e Pancreatite

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 8,37 KB

DRGE (Doença do Refluxo Gastroesofágico)

Quadro clínico: dor substernal, pirose, regurgitação.

Complicações

  • Esofagite; úlcera; estenose; esôfago de Barrett; laringite crônica; rouquidão; tosse crônica; asma brônquica; bronquiectasia; pneumonia de repetição; sinusite crônica; otite média.

Diagnóstico

Clínico.

Endoscopia digestiva alta (EDA)

A EDA não é diagnóstica para DRGE, mas afasta neoplasia. Indicar em presença de sinais de alarme (perda de peso, anemia, odinofagia/disfagia, sangramento do TGI), em pacientes com idade >45 anos ou na ausência de resposta ao IBP em dose dobrada.

Tratamento

  • Medidas comportamentais: modificações dietéticas e posturais.
  • Farmacológico: IBP em dose plena ou bloqueador H2; se não houver melhora
... Continue a ler "Guia: DRGE, Úlcera, Câncer Colorretal e Pancreatite" »

Desconforto Respiratório e Distúrbios Metabólicos do RN

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 12,2 KB

Desconforto respiratório no recém-nascido

Sinais e avaliação

Desconforto respiratório: investigar aumento do trabalho respiratório (batimento de asa do nariz, gemido expiratório, head bobbing – o recém-nascido balança a cabeça, retrações torácicas), além do padrão respiratório (frequência respiratória, ritmo e periodicidade) e da coloração (cianose).

Silverman‑Andersen: classificação da gravidade do desconforto respiratório.

Estruturas a avaliar

  • Sinais vitais respiratórios: FR, ritmo, padrão.
  • Gásometria: avaliar oxigenação e ventilação.
  • Radiografia de tórax: para diagnóstico diferencial.

Síndrome do desconforto respiratório (Doença da membrana hialina)

SDR / Membrana hialina: consequência da deficiência de surfactante.... Continue a ler "Desconforto Respiratório e Distúrbios Metabólicos do RN" »

Guia Essencial de Parasitologia: Morfologia e Ciclos de Vida

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em português com um tamanho de 8,82 KB

Entamoeba histolytica

Trofozoíto

  • Características: Forma ativa do protozoário, responsável pela doença. Movimenta-se e alimenta-se por pseudópodes. Possui 2 membranas plasmáticas, 1 núcleo excêntrico, cromatina periférica e cariossoma central. Contorno ameboide irregular.
  • Local de Parasitismo: Ceco e cólon.

Cisto

  • Características: Possui parede cística, 4 núcleos, cariossoma central e cromatina periférica. Contorno esférico ou ovoide. Apresenta corpo cromatoide.
  • Forma Infectante: O cisto é a forma infectante.
  • Forma de Transmissão: Via feco-oral.

Giardia lamblia

Trofozoíto

  • Características: Formato piriforme, 2 núcleos, 8 flagelos, axóstilos, disco suctorial e corpos parabasais. Responsável pela doença.
  • Localização: Presente na luz
... Continue a ler "Guia Essencial de Parasitologia: Morfologia e Ciclos de Vida" »