Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas

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Marketing e Distribuição: Estratégias e Conceitos

Classificado em Economia

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1. Alinhamento Distribuidor, Produtor e Produto

Resposta:
A afirmação é verdadeira. O alinhamento entre o distribuidor, o produtor e o produto é essencial para garantir que os objetivos estratégicos de marketing sejam alcançados. Este alinhamento permite uma comunicação clara sobre as características do produto, a definição do público-alvo e a coerência na estratégia de preço, promoção e distribuição. Um exemplo prático seria a distribuição de produtos premium, que requer canais que reforcem o seu posicionamento exclusivo.


2. Estratégias Genéricas de M. Porter

Resposta:
As três estratégias genéricas de M. Porter são:

  • Liderança de custos: A empresa foca-se em reduzir custos para oferecer produtos ou serviços a preços
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h2 Críticas à Indução e o Falsificacionismo de Karl Popper

Classificado em Filosofia e Ética

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Críticas ao Indutivismo Clássico

Existem algumas objeções fundamentais ao método indutivo clássico:

  • 1. A Observação Não é Neutra nem Imparcial

    Nem sempre partimos da observação e, mesmo quando o fazemos, ela não é neutra e imparcial. A observação é seletiva e influenciada por expectativas, valores e ideologias. Além disso, nem sempre é possível observar diretamente o que se pretende explicar.

  • 2. O Problema da Indução (Circularidade)

    O método indutivo parece pouco fiável, na medida em que apenas nos permite construir verdades prováveis a partir dos dados observados e generalizados. Além disso, incorre no raciocínio falacioso da circularidade — justifica-se a confiança na indução com base no próprio raciocínio indutivo.

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História e Modelos da Avaliação Psicológica

Classificado em Psicologia e Sociologia

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História da Avaliação Psicológica

História: A proposta de Alfred Binet e Victor Henri, apresentada em 1895, continua relevante no desenvolvimento de testes psicológicos. O foco no estudo das diferenças individuais nos processos psíquicos destacou a importância de compreender a diversidade de capacidades humanas, permitindo que a avaliação moderna seja adaptada às necessidades específicas de cada indivíduo. A inclusão de várias faculdades psíquicas, como memória, imaginação, atenção e compreensão, garantiu uma abordagem multidimensional, essencial para uma avaliação completa e precisa. Binet e Henri também enfatizaram a simplicidade, padronização e adaptação cultural dos testes, assegurando a comparabilidade dos... Continue a ler "História e Modelos da Avaliação Psicológica" »

Competências do Juiz no Processo Executivo (CPC)

Classificado em Direito

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Competências do Juiz no Processo Executivo

  • Determinar a entrega do original do título executivo que não tenha sido junto ao requerimento executivo, nos casos em que a execução tenha por base um título de crédito (art. 724.º, n.º 5 do CPC);
  • Decidir a reclamação da recusa do requerimento executivo (art. 725.º, n.º 2 do CPC);
  • Proferir despacho de convite ao exequente para suprir as irregularidades do requerimento executivo ou para sanar a falta de pressupostos processuais (art. 726.º, n.º 4 e 734.º, n.º 1 do CPC);
  • Proferir despacho de citação do executado ou do seu cônjuge (art. 726.º, n.º 6 e n.º 7 do CPC);
  • Dispensar a citação prévia do executado (art. 727.º do CPC);
  • Determinar, em caso de penhora de imóvel que constitua
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Fotografia, Colonialismo e o Legado do Iluminismo

Classificado em Filosofia e Ética

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A Fotografia como Instrumento de Domínio Colonial

Após a Conferência de Berlim (1884-1885), a fotografia tornou-se uma ferramenta crucial nos estados coloniais devido à sua capacidade de legitimar e reforçar o domínio imperial. Fotografias eram usadas para construir uma narrativa visual que apresentava os povos colonizados como "primitivos" e necessitados da orientação "civilizadora" europeia, reforçando a ideia de superioridade cultural e tecnológica do colonizador. Além disso, através da criação de estereótipos e da exposição do exotismo, a fotografia consolidava desigualdades de poder entre colonizadores e colonizados, retratando os povos locais como selvagens ou subordinados, justificando assim intervenções militares e... Continue a ler "Fotografia, Colonialismo e o Legado do Iluminismo" »

Análise Comparativa: Alberto Caeiro e Ricardo Reis

Classificado em Língua e literatura

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Análise Comparativa: Alberto Caeiro e Ricardo Reis

Alberto Caeiro

Alberto Caeiro é apresentado como o "mestre" entre os heterónimos de Fernando Pessoa, caracterizando-se por uma visão de mundo simples e direta. Ele rejeita o pensamento abstrato e intelectual, valorizando a experiência sensorial e a observação imediata da natureza. A sua filosofia, conhecida como sensacionismo, defende que o mundo deve ser sentido, não pensado: "Eu não tenho filosofia: tenho sentidos". A simplicidade e pureza são centrais na sua obra, com uma visão quase infantil e panteísta do mundo. Caeiro encontra paz e serenidade na natureza, recusando complicações emocionais ou filosóficas. A sua linguagem é simples, próxima da oralidade, e a sua poesia é... Continue a ler "Análise Comparativa: Alberto Caeiro e Ricardo Reis" »

Temas e Estilo: Ricardo Reis e Alberto Caeiro

Classificado em Língua e literatura

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1. A Natureza e a Brevidade da Vida em Ricardo Reis

No poema de Ricardo Reis, a natureza tem um papel essencial no desenvolvimento do pensamento do sujeito poético, funcionando como uma metáfora para a brevidade da vida. As rosas, associadas ao mito de Adónis, representam a fragilidade da existência humana, pois nascem e morrem rapidamente. A referência ao sol e a Apolo reforça a ideia de que, tal como as flores, a vida humana é curta e inevitavelmente sujeita à morte.

O verso “façamos nossa vida um dia” sugere a filosofia do carpe diem (expressão latina que significa “aproveita o dia”), incitando o sujeito a viver o presente, consciente da fugacidade da vida. Assim, a natureza reflete a nossa mortalidade e a urgência de aproveitar... Continue a ler "Temas e Estilo: Ricardo Reis e Alberto Caeiro" »

Guia de Gramática: Aspeto, Coesão e Sintaxe

Classificado em Língua e literatura

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Valor Aspetual 3

Aspeto Lexical

  • Situação estativa: não regista uma mudança de estado.
  • Evento:
    • Evento durativo: situação com duração.
    • Evento não durativo: situação pontual, fixa ou datas.

Aspeto Gramatical

  • Valor perfetivo: expressa uma ação concluída.
  • Valor imperfetivo: expressa uma ação inacabada.
  • Situação genérica: expressa uma situação permanente.
  • Situação habitual: expressa uma situação recorrente (ex.: habitualmente).
  • Situação iterativa: expressa uma situação que se tem repetido com frequência.

Coesão

  • Lexical por reiteração: repetir a mesma palavra.
  • Lexical por substituição (antonímia): utilização de uma palavra contrária.
  • Lexical por substituição (sinonímia): utilização de uma palavra semelhante.
  • Lexical por
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“o homem é a medida de todas as coisas” é a máxima do subjetivismo.

Classificado em Filosofia e Ética

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MUNDO Sensível: os sentidos é que determinam a experimentação das coisas e o
entendimento dos factos. Não há verdades (corpo)
» MUNDO INTELIGÍVEL: a razão é que determina o entendimento das coisas. Há
Verdade (alma)
» PENSAR: não basta falar fluentemente, fazer um discurso que cative o auditório. É
preciso saber pensar, articular as razoes ou os argumentos.
» FALAR: os pensamentos tanto de um falante como do outro podem mudar no decurso
da conversa, ou seja, no decorrer da conversa, cada um dos participantes formam um
pensamento que neles não existia antes ou desenvolvem outros que já existiam, mas
numa fórmulação diferente
» ARGUMENTAR: corresponde a um encadear de argumentos intimamente solidários
entre si, com o fim de mostrar
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Princípio da Proporcionalidade e Artigo 8.º da CRP: Direito Internacional

Classificado em Outras materias

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Princípio da Proporcionalidade e Artigo 8.º da CRP

O Princípio da Proporcionalidade e o Artigo 8.º da Constituição da República Portuguesa (CRP), que trata da aplicação do direito internacional no ordenamento jurídico português, estão ligados de forma indireta. Embora o Artigo 8.º não mencione expressamente o Princípio da Proporcionalidade, este é fundamental para garantir que as normas internacionais aplicadas em Portugal respeitem os valores constitucionais e os direitos fundamentais consagrados na CRP.

O Artigo 8.º da CRP: Contexto e Conteúdo

O Artigo 8.º estabelece o regime de integração do direito internacional no sistema jurídico português. Os pontos principais incluem:

  • Normas de Direito Internacional Geral ou Consuetudinário:
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