Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Secundária

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Análise dos Episódios em Os Maias — Eça de Queirós

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O Jantar no Hotel Central

Neste jantar, Ega pretende homenagear Cohen, o marido de Raquel, por quem Ega estava apaixonado e com quem mantinha uma relação. Em roda da mesa surgiram assuntos do foro literário e político que permitem ter uma noção da situação de Portugal.

Literário:

  • Alencar defende o ultra‑romantismo, enquanto Ega defende o realismo/naturalismo — mostra uma sociedade dominada por valores tradicionais, que se opõe a uma nova geração, a Geração de 70 representada por Ega.
  • Ega defende, de forma exagerada, a inserção da ciência na literatura.

Político: Ega critica a decadência do país e afirma desejar a bancarrota e a invasão espanhola.

A Corrida de Cavalos

É uma sátira ao desejo de imitar o que se faz no estrangeiro,... Continue a ler "Análise dos Episódios em Os Maias — Eça de Queirós" »

Ética Kantiana: Imperativo Categórico

Classificado em Filosofia e Ética

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Definição de Imperativo Categórico

  • Age de tal forma que a tua ação possa tornar-se lei universal.
  • O Imperativo Categórico é o único critério válido que devemos seguir para decidir se um ato é, ou não, moralmente permissível.
  • É absolutamente boa a vontade que age segundo uma máxima que, ao transformar-se em lei universal, não se contradiz nem se derrota a si mesma.

Imperativo Hipotético

  • O Imperativo Hipotético prescreve que uma ação é boa porque é um meio necessário para conseguir algum propósito ou fim.
  • O Imperativo Hipotético é particular e contingente.
  • A Ética Kantiana é formal e centrada na autonomia da verdade, opõe-se às éticas materiais e heterônomas.

Imperativo Categórico

  • O Imperativo Categórico prescreve que
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Personagens de Os Maias: Ega, Dâmaso e Alencar

Classificado em Língua e literatura

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João da Ega

João da Ega usava "um vidro entalado no olho", tinha "nariz adunco, pescoço esganiçado, punhos tísicos, pernas de cegonha". João da Ega é a projeção literária de Eça de Queirós. É um personagem contraditório: por um lado, romântico e sentimental; por outro, progressista, crítico e sarcástico do Portugal Constitucional. Amigo íntimo de Carlos desde os tempos de Coimbra, onde se formara em Direito (muito lentamente). A mãe era uma rica viúva e beata que vivia ao pé de Celorico de Basto, com a filha. Boémio, excêntrico, exagerado, caricatural, anarquista sem Deus e sem moral. É leal com os amigos e sofre também de diletantismo. Terminado o curso, vem viver para Lisboa e torna-se amigo inseparável de Carlos.... Continue a ler "Personagens de Os Maias: Ega, Dâmaso e Alencar" »

Análise de 'Os Maias': Narrador, Intriga e Simbolismo

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Os Maias: Análise Estrutural e Simbólica

O Narrador

O narrador em "Os Maias" é heterodiegético, ou seja, não participa da história. Geralmente, assume uma atitude de observador. As suas marcas linguísticas incluem:

  • Verbos na 3ª pessoa.
  • Pronomes e determinantes na 3ª pessoa.
  • Discurso indireto livre (nesta obra).

O narrador omnisciente sabe tudo sobre as personagens.

Intriga Principal e Crónica de Costumes

A intriga principal pressupõe um desfecho; os acontecimentos sucedem-se por uma relação de causalidade. É uma ação fechada, pois no final ocorre a destruição da família.

A crónica de costumes foca-se na construção de ambientes e na atuação de personagens-tipo, apresentando uma ação aberta. Estas duas vertentes articulam-se... Continue a ler "Análise de 'Os Maias': Narrador, Intriga e Simbolismo" »

Religião, Existencialismo e o Sentido da Vida

Classificado em Filosofia e Ética

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A Natureza como Hierofania

Os religiosos acreditam no seu Deus, logo acreditam que foi este que criou o Universo e tudo o que existe, incluindo, claro, a natureza. Assim, estes acreditam que a natureza inteira é uma realidade cósmica, ou seja, foi criada por Deus e, como todo o universo, é sagrada. Mircea Eliade refere-se ao facto de o homem religioso admitir a existência de dois domínios com caracteres que os distinguem e, mesmo, opõem: o profano e o sagrado. O primeiro diz respeito ao mundo físico e aos acontecimentos naturais e humanos que nele ocorrem; o segundo respeita a um mundo metafísico cujos seres e acontecimentos são de ordem natural. Como tal, podemos considerar que a natureza é uma hierofania (manifestação do sagrado)... Continue a ler "Religião, Existencialismo e o Sentido da Vida" »

Guia Completo de Conjunções e Determinantes em Português

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Conjunções Coordenativas

Conjunções CoordenativasLocuções Coordenativas
Copulativase, nem, tambémnão só… mas também/como também, tanto… como, nem... nem
Adversativasmas, porém, todavia, contudoapesar disso, no entanto, ainda assim, não obstante, de outra sorte
Disjuntivasouou… ou, já… já, ora… ora, quer… quer, seja… seja, seja… ou
Conclusivaslogo, pois, portanto, assimpor conseguinte, por consequência, por isso
Explicativaspois-

Conjunções Subordinativas

TipoConjunções SubordinativasLocuções Subordinativas Adverbiais
Completivasque, se, …-
Temporaisquando, enquanto, apenas, mal, que (= desde que)até que, à medida que, antes que, logo que, sempre que, assim que, desde que, …
Finaisque (= para que)para que, a
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Ética e Moral: Conceitos, Normas e Dimensões

Classificado em Filosofia e Ética

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Ética: é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social.

Moral: é o conjunto de regras aplicadas no cotidiano e usadas continuamente por cada cidadão. Essas regras orientam cada indivíduo, norteando as suas ações e os seus julgamentos sobre o que é moral ou imoral, certo ou errado, bom ou mau.

O que são normas morais?

São aquelas atitudes e ações que realizamos baseados em preceitos que dizem respeito a nós mesmos. Ou seja, são frutos da educação e... Continue a ler "Ética e Moral: Conceitos, Normas e Dimensões" »

O Século XIX: Transformações Sociais, Económicas e Políticas

Classificado em História

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Liberalismo e a Defesa dos Direitos Individuais

O liberalismo opõe-se ao absolutismo. Defende a igualdade de direitos, a liberdade de expressão, o direito à propriedade, o direito a um julgamento livre e justo como direitos naturais, mas também a liberdade de comércio e de culto religioso. Este quadro de direitos, que deve assegurar a dignidade da pessoa humana, pretende ainda dotar o sujeito de instrumentos que lhe assegurem a participação no governo da sua própria sociedade. Assim, a sua condição de cidadão permitir-lhe-á dispor de direitos políticos, como o direito de voto e de participação em associações ou instituições em que exprima a sua vontade e lhe permita contribuir para o progresso social e partilhado por todos.... Continue a ler "O Século XIX: Transformações Sociais, Económicas e Políticas" »

Análise da Obra: Felizmente Há Luar! de Sttau Monteiro

Classificado em Língua e literatura

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Resumo dos Atos

Ato I

Do conjunto do povo destacam-se as personagens Manuel, Rita, dois populares, uma velha e Vicente. O diálogo entre estas personagens incide sobre a miséria em que vivem e a impotência de a solucionar. O som dos tambores faz com que os populares comecem a falar de Gomes Freire de Andrade. Todos pareciam ter Gomes Freire como ídolo, menos Vicente, que, nas suas longas tiradas, destrói a imagem do general como homem perfeito.

Entretanto, o povo, exaltado com a presença de dois polícias, dispersa. Estes polícias vinham recolher informações e aproximam-se de Vicente. O diálogo entre as três personagens mostra-nos que Vicente orienta a sua vida em função do poder e do dinheiro. Durante um primeiro diálogo com os polícias,... Continue a ler "Análise da Obra: Felizmente Há Luar! de Sttau Monteiro" »

Portugal no Século XIX: Liberalismo e Transformações

Classificado em História

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Analisar o papel da legislação de Mouzinho da Silveira e outros na liquidação do Antigo Regime.

José Xavier Mouzinho da Silveira, Ministro das Finanças e da Justiça durante a Regência de D. Pedro, promulgou decretos fundamentais para a consolidação do Liberalismo, atacando as estruturas do Antigo Regime:

  • Na agricultura, aboliu os dízimos, morgadios e forais, libertando os camponeses das dependências tradicionais;
  • No comércio, extinguiu as portagens internas e reduziu os impostos sobre a exportação, de maneira a retirar os entraves à atividade comercial;
  • Na indústria, acabou com os monopólios, nomeadamente o da Companhia das Vinhas do Alto Douro;
  • Na administração, dividiu o país em províncias, comarcas e concelhos; também instituiu
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