Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Secundária

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A Sociologia como Ciência: Objeto, Método e Evolução

Classificado em Psicologia e Sociologia

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Porque é que a Sociologia é uma ciência?

A sociologia é uma ciência porque tem um objeto de estudo, a realidade social. A sociologia tem um método de estudo: o método científico, que envolve a observação de problemas, recolha e análise de dados, formulação de hipóteses, teste de hipóteses e conclusão sobre tendências comportamentais. A sociologia também possui uma terminologia própria, com termos como sociedade, cultura, civilização, valores, normas, comportamentos, sanções (exclusão) sociais e papéis sociais.

Fenómenos Sociais Totais

O estudo de um fenómeno por uma única ciência, sem considerar os contributos de outras áreas do saber, não permite a sua compreensão global. O fenómeno social total é aquele que,... Continue a ler "A Sociologia como Ciência: Objeto, Método e Evolução" »

Sociologia: Conceitos Essenciais e a Construção do Conhecimento Científico

Classificado em Psicologia e Sociologia

Escrito em em português com um tamanho de 2,57 KB

A Sociologia: Definição, Propósito e Origens

A Sociologia é uma área das ciências humanas que estuda o comportamento humano em função do meio e dos indivíduos enquanto sociedade.

A Sociologia pretende explicar a totalidade do seu universo de pesquisa, através dos seus conceitos, generalizações teóricas e métodos, podendo constituir para as pessoas um excelente instrumento de compreensão das situações com que estas se defrontam na vida cotidiana, das suas relações sociais e, consequentemente, de si mesmas enquanto seres inevitavelmente sociais.

Auguste Comte é conhecido por ter criado o termo “sociologie” em 1838. Ele acreditava que toda a vida humana tinha atravessado as mesmas fases históricas distintas e que, se as pessoas... Continue a ler "Sociologia: Conceitos Essenciais e a Construção do Conhecimento Científico" »

Alberto Caeiro: Filosofia e Estilo Poético

Classificado em Língua e literatura

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Epicurismo

  • Busca da felicidade relativa;
  • Moderação nos prazeres;
  • Fuga à dor;
  • Ataraxia (tranquilidade capaz de evitar a perturbação).

Estoicismo

  • Aceitação das leis do destino (“... a vida/ passa e não fica, nada deixa e nunca regressa.”);
  • Indiferença face às paixões e à dor;
  • Abdicação de lutar;
  • Autodisciplina.

Horacianismo

  • Carpe diem: vive o momento;
  • Aurea mediocritas: a felicidade possível no sossego do campo (proximidade a Caeiro);
  • Culto do Belo como forma de superar a efemeridade dos bens e a miséria da vida;
  • Intelectualização das emoções;
  • Medo da morte;
  • Quase ausência de erotismo, em contraste com o seu mestre Horácio.

Paganismo

  • Crença nos deuses;
  • Crença na civilização da Grécia;
  • Sente-se um “estrangeiro” fora da sua pátria,
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Classificação e Características das Ondas

Classificado em Física

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Classificação das Ondas segundo a sua Natureza

Quanto à natureza, as ondas podem ser divididas em dois tipos:

  • Ondas Mecânicas: São ondas que precisam de um meio material para se propagar. Exemplos: ondas no mar, ondas sonoras, ondas em uma corda.
  • Ondas Eletromagnéticas: São ondas que não precisam de um meio material para se propagar, mas também podem se propagar em meios materiais. Exemplos: luz, raio-x, sinais de rádio.

Classificação das Ondas em Relação à Direção de Propagação

As ondas podem ser divididas em três tipos, segundo a direção em que se propagam:

  • Ondas Unidimensionais: Propagam-se em apenas uma direção (uma dimensão), como uma onda em uma corda.
  • Ondas Bidimensionais: Propagam-se em duas direções (x e y do plano
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Desafios e Objetivos do Mercosul: Uma Análise Crítica

Classificado em Geografia

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Objetivo do Mercosul

Foi criado com o objetivo de estabelecer mercados supranacionais em que as fronteiras alfandegárias são reduzidas ou eliminadas.

Desafios e Problemas Enfrentados Atualmente

Atualmente, não há um equilíbrio econômico entre todos os países membros. Enquanto o Brasil, por exemplo, prospera, o Paraguai, um dos fundadores do Mercosul, se encontra em crise por ser um país ainda essencialmente de economia agrária. A Argentina passa por uma série de crises econômicas que já duram mais de uma década, entre outros desafios.

Exportar Manufaturas

É um sistema de manufatura que possui certa flexibilidade para reagir a mudanças esperadas ou inesperadas no processo de fabricação.

ALCA

Nesse sentido, a maioria dos países da... Continue a ler "Desafios e Objetivos do Mercosul: Uma Análise Crítica" »

Determinismo, Liberismo e Compatibilismo: Conceitos Chave

Classificado em Filosofia e Ética

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Determinismo Radical, Liberismo e Determinismo Moderado

Visão Geral das Posições

  • Determinismo Radical: O determinismo é verdadeiro. O livre-arbítrio é uma ilusão. O determinismo é incompatível com o livre-arbítrio.
  • Liberismo: O determinismo é falso. O livre-arbítrio existe. O determinismo é incompatível com o livre-arbítrio.
  • Determinismo Moderado: O determinismo é verdadeiro. O ser humano é livre. O determinismo é compatível com o livre-arbítrio.

Aprofundamento das Doutrinas

Determinismo Radical

O determinismo radical é uma doutrina incompatibilista. Os deterministas rejeitam o livre-arbítrio e afirmam que tudo no universo é constituído por partículas que obedecem a leis causais invariáveis. As leis naturais que regem o universo... Continue a ler "Determinismo, Liberismo e Compatibilismo: Conceitos Chave" »

O Problema do Livre-Arbítrio: Teorias e Debates

Classificado em Filosofia e Ética

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O Problema do Livre-Arbítrio

O problema do livre-arbítrio é uma das questões filosóficas mais difíceis e debatidas.

A nossa crença na liberdade da vontade e na moralidade parece entrar em conflito com um facto científico bastante razoável conhecido como determinismo.

A experiência subjetiva da liberdade de escolha é uma condição essencial de toda e qualquer ação intencional e da ideia que temos de nós mesmos enquanto agentes. Mas será o ser humano efetivamente livre? Teremos, de facto, controlo sobre as nossas ações? As respostas a estas questões nascem do acesso debate que opõe, desde a Antiguidade, deterministas e defensores do livre-arbítrio.

Para libertistas e deterministas moderados, o ser humano é livre e tem controlo... Continue a ler "O Problema do Livre-Arbítrio: Teorias e Debates" »

Estrutura do Sermão de Santo António aos Peixes

Classificado em Língua e literatura

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1. Introdução (Exórdio) — Cap. I

A partir do conceito predicável "Vós sois o sal da terra": "Santo António foi sal da terra e foi sal do mar."

2. Desenvolvimento (Exposição e Confirmação) — Cap. II a V

"(...) para que procedamos com alguma clareza, dividirei, peixes, o vosso sermão em dois pontos: no primeiro louvar-vos-ei as vossas atitudes, no segundo repreender-vos-ei os vossos vícios."

2.1. Louvor das Virtudes

"Começando, pois, pelos vossos louvores, irmãos peixes, ..."

2.1.1. Louvores em Geral — Cap. II (1.º momento da Exposição)
  • "Ouvem e não falam"
  • "Vós fostes os primeiros que Deus criou"
  • "E nas provisões (...) os primeiros nomeados foram os peixes"
  • "Entre todos os animais do mundo, os peixes são os mais e os maiores"
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Orações Subordinadas Adverbiais: Tipos e Exemplos

Classificado em Língua e literatura

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Orações Subordinadas Adverbiais

Funcionam como modificadores da frase ou do grupo verbal.

As orações subordinadas adverbiais podem ser classificadas em:

Causais

Introduzidas por conjunções como: porque, pois, porquanto, como (com valor de porque), pois que, por isso que, já que, uma vez que, visto que, entre outras.

Iniciam uma oração subordinada que indica a causa do que é expresso na oração principal.

Exemplos:

  • Não vou à praia visto que está a chover.
  • Como está a chover, não vou à praia.
  • Dado que está a chover, não vou à praia.
  • Não vou à praia, uma vez que está a chover.

Concessivas

Introduzidas por conjunções como: embora, conquanto, ainda que, mesmo que, se, bem que, apesar de, entre outras.

Admitem uma ideia de oposição... Continue a ler "Orações Subordinadas Adverbiais: Tipos e Exemplos" »

Orações Subordinadas Adjetivas: Explicativas e Restritivas

Classificado em Língua e literatura

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Orações subordinadas adjetivas relativas com antecedente

Orações subordinadas adjetivas relativas com antecedente: desempenham uma função sintática própria de um adjetivo, constituindo-se como modificador do nome — restritivo ou apositivo.

São introduzidas por um pronome relativo ou por um quantificador relativo associado a um antecedente que ocorre na oração subordinante. Podem ser classificadas em dois tipos principais:

Relativas explicativas

Relativas explicativas: são introduzidas pelas palavras relativas que, quem, o/a qual, os/as quais, cujo(a), cujos/as, onde, quanto, desempenhando a função sintática de modificadores apositivos do nome. (A omissão da relativa explicativa não altera o sentido da oração subordinante.)

Exemplos:

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