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Fungicidas: Tipos, Ação e Controle de Doenças Agrícolas

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Fungicidas Sistêmicos e Protetores

1. Introdução

Os fungicidas são ferramentas essenciais no manejo de doenças agrícolas. Eles podem ser classificados em diferentes categorias, como protetores e sistêmicos, cada um com mecanismos de ação e aplicações específicas.

Fungicidas Protetores

  • Fungicidas protetores de contato
  • Fungicidas protetores erradicantes
  • Seletividade e fitotoxicidade de fungicidas protetores
  • Compatibilidade física dos fungicidas protetores
  • Teste prático de compatibilidade
  • Misturas de fungicidas e adubos foliares
  • Fatores que condicionam a escolha do fungicida protetor para o controle de doenças

Fungicidas Sistêmicos

  • Fungicidas penetrantes e mesostêmicos
  • Comparação entre fungicidas protetores e fungicidas sistêmicos
  • Fungicidas
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Fatores de Produção e Manejo do Cultivo do Arroz

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1) Temperatura e Fatores Climáticos

A temperatura é um dos principais fatores climáticos responsáveis pelo crescimento, desenvolvimento e produtividade do arroz. Cada fase fenológica possui sua temperatura ótima, variando entre 20°C e 35°C. O arroz não tolera baixas temperaturas na fase de floração; no estádio de pré-floração, é mais sensível a temperaturas inferiores a 15°C ou 20°C, que induzem a esterilidade das espiguetas, comprometendo a fecundação. Fatores como número de panículas/m², número de espiguetas férteis, peso de 1000 espiguetas e a água no solo são cruciais. O solo deve ter boa capacidade de retenção de água e nutrientes.

2) Estresse Hídrico

O estresse hídrico, durante a fase vegetativa, inibe os... Continue a ler "Fatores de Produção e Manejo do Cultivo do Arroz" »

Metabolismo Energético e Regulação Hormonal

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Descarboxilação Oxidativa do Piruvato

  • Acontece na mitocôndria
  • Condição aeróbia
  • Vitaminas envolvidas como coenzimas:
    • Tiamina (B1): TPP (Tiamina pirofosfato)
    • Riboflavina (B2): FAD (Flavina adenina dinucleotídeo)
    • Niacina (B3): NAD
    • Ácido Pantotênico (B5): Coenzima A

Metabolismo – Descarboxilação Oxidativa do Piruvato

Piruvato → Acetil-CoA → Ciclo do ácido cítrico

Ligação do catabolismo dos carboidratos e de alguns aminoácidos ao ciclo de Krebs

Metabolismo – Ciclo de Krebs

Acetil-CoA entra em uma sequência de 8 reações, juntamente com oxaloacetato, tendo como produto o próprio oxaloacetato, que retorna ao ciclo e pode prosseguir indefinidamente.

Ciclo de Krebs - Etapas sucessivas:

  • Acrescentadas moléculas de água
  • Liberação de dióxido
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Imunologia: Soroterapia, Transplantes e Tumores

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10) Quais as ocorrências indicadas para a soroterapia?

Após picada de animal peçonhento ou quando o indivíduo tem imunodeficiência e não produz anticorpos.

11) Qual a principal diferença entre vacina e soroterapia?

Vacina: coloca-se o antígeno para estimular a resposta imune, especialmente de anticorpos, gerando memória para aquele patógeno.

Soroterapia: a pessoa recebe os anticorpos que já estão prontos. Foram produzidos em animais como o cavalo, por exemplo.

12) Explique soro heterólogo e homólogo:

Heterólogo: anticorpos feitos em outra espécie - risco de alergias tipo I e tipo III (doença do soro). Ex: soroterapia antiofídica.

Homólogo: anticorpos recebidos da mesma espécie. Em casos de imunodeficiências.

13) Como ocorre a terapia

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Biologia Celular: Carcinogênese, Bactérias e Citogenética

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Carcinogênese

Carcinogênese é o processo de formação de um neoplasma maligno ou tumor, caracterizado pelo crescimento novo e anormal das células. Um tumor é considerado maligno quando as células invadem tecidos adjacentes. Já no caso de um tumor benigno, as células tumorais permanecem no tecido de origem.

O processo se inicia com uma célula normal que sofre uma lesão no DNA. A incapacidade de reparar o DNA leva a mutações no genoma da célula somática. Isso pode resultar na formação de um pólipo, ativação de oncogenes promotores de crescimento, alteração de genes que regulam a apoptose e inativação de genes supressores de tumor. Como consequência, ocorre proliferação celular desregulada, resistência à apoptose, expansão... Continue a ler "Biologia Celular: Carcinogênese, Bactérias e Citogenética" »

Nutrição Mineral: Lei do Mínimo e Dinâmica de Nutrientes

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1) Lei do Mínimo

A Lei do Mínimo: isto pode afetar a produtividade pelo nutriente que apresenta maior deficiência em relação a todos os outros exigidos pela cultura. É fundamental o conhecimento da Lei do Mínimo relacionado aos outros elementos essenciais, sendo a correção do solo importante para que a cultura tenha as condições para expressar o seu maior potencial produtivo agrícola, aliado a outros fatores relacionados ao manejo da espécie.

2) Absorção de Ânions

Sendo o transportador, pode realizar o transporte ativo de íons, no qual ocorre um potencial eletroquímico em um sistema denominado cotransporte simporte. Dessa forma, os íons transportados (sejam cátions ou ânions) entram na célula contra seu gradiente de potencial... Continue a ler "Nutrição Mineral: Lei do Mínimo e Dinâmica de Nutrientes" »

Guia Completo: Formas de Transmissão e Métodos de Cocção

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Formas de Transmissão do Calor

  • Convecção: Transmissão de calor pelo deslocamento de moléculas aquecidas que se tornam menos densas e sobem à superfície do líquido, sendo substituídas pelas mais frias e densas que descem ao fundo (Ex.: água quente).
  • Condução: Transmissão de calor por contato (Ex.: chapa).
  • Irradiação: Transmissão de calor através de ondas ou partículas (Ex.: micro-ondas).

Quais são os Objetivos da Cocção?

  • Melhorar ou manter o valor nutritivo;
  • Aumentar a digestibilidade;
  • Aumentar e/ou manter as características organolépticas;
  • Inibir, destruir ou diminuir o crescimento de microrganismos patogênicos e deteriorantes.

Processos Básicos de Cocção

  • Calor úmido;
  • Calor seco;
  • Calor misto.

Calor Úmido

A cocção por calor... Continue a ler "Guia Completo: Formas de Transmissão e Métodos de Cocção" »

Guia de Helmintos: Nematódeos e Parasitoses Humanas

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Helmintos e a Classe Nematoda

São vermes com simetria bilateral, três folhetos germinativos, sem segmentação verdadeira, cilíndricos e alongados. São desprovidos de células-flama; possuem cavidade geral sem revestimento epitelial; tamanho variável; tubo digestivo completo; sexos, em geral, separados; e corpo revestido por cutícula acelular, que pode apresentar formações como espinhos e cordões.

Ascaris lumbricoides

Ciclo Biológico

É do tipo monoxênico. Os ovos chegam ao ambiente juntamente com as fezes. A primeira larva (L1) formada dentro do ovo é do tipo rabditoide, isto é, possui esôfago com duas dilatações, uma em cada extremidade, e uma constrição no meio. Após uma semana, ainda dentro do ovo, essa larva sofre muda transformando-... Continue a ler "Guia de Helmintos: Nematódeos e Parasitoses Humanas" »

Guia de Histologia: Sistema Reprodutor e Endócrino

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1. Histologia do Testículo

O testículo é composto por: túnica albugínea (tecido conjuntivo denso), mediastino (de onde partem septos fibrosos), lóbulos testiculares, túbulos seminíferos, tecido conjuntivo frouxo, nervos, células intersticiais e túnica vaginal.

2. Epitélio Germinativo do Túbulo Seminífero

O epitélio germinativo é composto por células de Sertoli, células da linhagem espermatogênica e tecido conjuntivo frouxo envolvendo cada túbulo.

3. Barreira Hematotesticular

Formada por junções ocludentes entre as células de Sertoli nas paredes basolaterais. É essencial para proteger os espermatozoides de ataques imunológicos e regular a troca de nutrientes e metabólitos.

4. Processo de Espermiogênese

Inicia-se com espermatogônias... Continue a ler "Guia de Histologia: Sistema Reprodutor e Endócrino" »

Proteínas: Estrutura, Funções e Classificação

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Estrutura das Proteínas

A estrutura da proteína refere-se à sua conformação natural, essencial para desempenhar suas funções biológicas. As proteínas são macromoléculas formadas pela união de aminoácidos. Os aminoácidos são unidos entre si por ligações peptídicas. As moléculas resultantes da união de aminoácidos são denominadas peptídeos.

Estrutura Básica de um Aminoácido

Todos os aminoácidos possuem a mesma estrutura geral; o que os difere é o grupo R (radical). Um aminoácido é composto por um grupo amina (-NH₂), um grupo carboxila (-COOH), um átomo de hidrogênio e um grupo lateral R (radical), todos ligados a um carbono central (carbono alfa).

Estrutura Primária das Proteínas

A estrutura primária corresponde... Continue a ler "Proteínas: Estrutura, Funções e Classificação" »