Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Biologia

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Metabolismo de Carboidratos e Digestão

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Metabolismo

Conjunto de reações químicas responsáveis pelos processos de síntese e degradação dos nutrientes na célula, com o objetivo de gerar energia para a célula.

Controle Hormonal da Glicemia

  • Tecidos dependem de glicose.
  • O Sistema Nervoso Central (SNC) tem como principal fonte de energia a glicose, pois consegue atravessar a barreira hematoencefálica.
  • Glicemia de jejum = 70 a 99 mg/dL.
  • Glicemia pós-prandial = 140 a 150 mg/dL.

Índice Glicêmico (IG)

O índice glicêmico classifica os alimentos de acordo com a velocidade com que são digeridos e absorvidos no período pós-prandial, mensurando seu efeito na glicemia.

Carga Glicêmica (CG)

A carga glicêmica acrescenta o aspecto quantitativo ao IG, refletindo as variações glicêmicas... Continue a ler "Metabolismo de Carboidratos e Digestão" »

Digestão e Absorção de Lipídios: Guia Completo

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Digestão dos Lipídios

1. Lipase Lingual

Produzida pelas glândulas serosas da língua (não ativada no estômago). Função: hidrolisa ácidos graxos de cadeia curta em diglicerídios (DG) e ácidos graxos livres. Ação mecânica (peristalse) do estômago atua em gorduras como glóbulos menores.

2. Lipase Gástrica

Produzida pela mucosa gástrica. Função: hidrolisa até 30% das gorduras e atua sinergicamente com a lipase pancreática.

3. Bile

Fluido produzido pelo fígado e armazenado na vesícula biliar, contendo ácidos biliares e fosfolipídios (detergentes biológicos). Liberada pela CCK (contração da vesícula biliar e pâncreas). Função: emulsificação de gorduras, aumentando a superfície de contato para as enzimas.

4. Lipase Pancreática

Principal... Continue a ler "Digestão e Absorção de Lipídios: Guia Completo" »

Toxicologia Veterinária: Conceitos e Aplicações

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Xenobióticos

1. Xenobiótico

2. Análise das afirmações sobre xenobióticos:

  1. Possui rápida degradação no ambiente e não se acumulam na natureza.
  2. A absorção dos organofosforados ocorre lentamente pelo organismo do animal e depende da via de exposição.
  3. É de ampla distribuição, atingindo fígado, rins e atravessando a barreira hematoencefálica.
  4. Ocorre excreção pelo leite no caso de intoxicação em vacas leiteiras.

3. Letra A: Capaz de atravessar a barreira hematoencefálica.

4. Letra A: As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma justificativa correta da I.

5. Letra C:

  1. É capaz de se ligar à hemoglobina e aumentando a fragilidade das hemácias, causando anemia.
  2. Pode ser depositado no tecido ósseo, diminuindo os
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Guia Prático de Produção Animal: Coelhos, Suínos e Equinos

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1. Cunicultura: Manejo e Criação

1) Possui tamanho pequeno, temperamento arisco, pelagem escura (agouti) e hábitos noturnos. Vive em comunidades, possui olfato muito desenvolvido e reprodução ao acaso. Fazem seu ninho em tocas; a fêmea, ao sair, fecha a entrada com barro para evitar predadores. O leite é muito nutritivo e os filhotes dobram de peso em uma semana.

2) Instalações:

  • A) Galpão: Devem ter orientação leste-oeste para evitar insolação direta.
  • B) Pé-direito: Fundamental ter 2,80m para favorecer a ventilação.
  • C) Cobertura: Recomendam-se telhas de barro com manta térmica para minimizar o calor.
  • D) Piso: Cimento, com valeta ou fossa de terra e areia entre as gaiolas para armazenar urina e fezes, reduzindo o mau cheiro com camadas
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Microbiologia Essencial: Métodos, Bactérias e Patogenia

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Métodos de Esterilização e Desinfecção

Fervura

  • Temperatura de 100°C.
  • Elimina formas vegetativas.
  • Imersão por 10 a 20 minutos em água fervente.
  • Pode prejudicar instrumentos cortantes.
  • Endósporos e alguns vírus não são destruídos rapidamente.
  • Considerado por alguns autores como método de desinfecção.

Autoclave

  • Vapor sob pressão em temperaturas de 121 a 123°C.
  • 121°C por 15 minutos ou 115°C por 45 minutos.
  • Poder de penetração superior ao calor seco.
  • Método preferencial de esterilização.
  • Utilizado para esterilizar materiais que não sofram oxidação, como líquidos, algodão, meios de cultura, instrumentos.
  • O vapor deve entrar em contato e penetrar em todos os materiais a serem esterilizados.

Pasteurização

  • Desnaturação das proteínas.
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Mecanismos de Ação de Inseticidas e Manejo da Resistência

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Mecanismos de Ação de Inseticidas

Os Mecanismos de Ação são processos bioquímicos e fisiológicos (alvos) alterados pelos inseticidas, podendo ser neurotóxicos, reguladores de crescimento de insetos, inibidores de respiração celular, agonistas e antagonistas, entre outros.

Neurotóxicos

Agem no sistema nervoso dos insetos. Os principais íons envolvidos são Na+, K+ e Cl-.

Atuação na Transmissão Axônica

  • Moduladores de canais de Na+ (Piretroides e DDT): O Na+ continua entrando na célula nervosa, causando impulsos repetitivos, exaustão e morte.
  • Bloqueadores de canais de Na+ (Oxadiazinas): Impedem a abertura dos canais de Na+, logo não ocorre impulso e os insetos morrem por paralisia.

Atuação na Transmissão Sináptica

  • Inibidores da
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Reprodução Assexuada: Estratégias e Técnicas Principais

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Reprodução assexuada: formam-se novos descendentes a partir de um único progenitor. Normalmente, os novos descendentes são clones do progenitor, tendo por base a mitose. Esta ocorre maioritariamente em seres unicelulares.

Estratégias de reprodução assexuada: têm o objetivo de transmitir informação genética e garantir a perpetuação da espécie.

  • Bipartição: divisão do organismo progenitor em dois organismos-filhos geneticamente iguais entre si e ao progenitor. O organismo progenitor deixa de existir quando os organismos-filhos atingirem o tamanho característico (ex.: paramécia).
  • Fragmentação: divisão do organismo progenitor em vários fragmentos e, a partir desses fragmentos, forma-se um novo organismo (ex.: estrela-do-mar,
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Segmentação do Mesoderma e Desenvolvimento Embrionário

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1. Segmentação do Mesoderma Paraxial

Não. A segmentação do mesoderma paraxial começa com o fechamento do tubo neural, que, por sua vez, começa na região cervical e realiza o zipping desse ponto para a região cranial e para a região caudal. Já que a região sacral é mais dorsal que a lombar, a segmentação lombar ocorrerá primeiro.

2. Centro Organizador e Eixos Corporais

Ao introduzir o centro organizador de um embrião em outro, Hans observa a formação de dois completos eixos corporais, como consequência do desenvolvimento causado pela formação de duas placas neurais. Conclui-se, assim, a capacidade organizacional do centro em relação ao eixo dorso-ventral do embrião, devido ao fato de que sua introdução, por si só, ter

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Genética e Melhoramento de Plantas Autógamas

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Autofecundação

  • Praticamente não há heterozigotos.
  • A população é composta por misturas de linhas puras (linhagens homozigotas), que provêm da autofecundação de indivíduos homozigotos.
  • A variação entre linhagens é de origem genética, podendo haver também variação ambiental. Já a variação dentro de uma linhagem é apenas ambiental.

Consequências da Autofecundação

  • Genes que conferem menor adaptação ao meio são facilmente eliminados pelos processos evolutivos, principalmente seleção natural e oscilação genética, já que se manifestam sempre em homozigose.
  • Não há reserva de genes recessivos, o que diminui a variabilidade.
  • A população permanece estável se não houver seleção, migração genética, oscilação genética,
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Mecanismos de Patogenicidade e Resistência Bacteriana

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Mecanismos de Patogenicidade

• Por que nem sempre ocorre infecção? – Micro-organismo alojado em local anatômico onde é incapaz de se multiplicar • Agentes respiratórios na pele – Falta de calor, umidade, nutrientes, pH baixo e ácidos graxos. Por que nem sempre ocorre infecção? • Fixação em receptores específicos – Capazes de se multiplicar e causar danos • Fatores antimicrobianos – Destroem e inibem o crescimento • Lisozima (lágrima, suor, saliva) • Microbiota endógena local • Produção de bacteriocinas • Estado nutricional e saúde do hospedeiro • Hospedeiro imune ao patógeno específico. Doença pode ser: • Aguda – Início repentino seguido de recuperação rápida • Influenza • Subaguda –... Continue a ler "Mecanismos de Patogenicidade e Resistência Bacteriana" »