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Aminoácidos e Proteínas: Estrutura, Funções e Metabolismo

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Aminoácidos e Proteínas

Estrutura dos Aminoácidos

Os aminoácidos são as unidades básicas que compõem as proteínas. Sua estrutura é dividida em quatro partes:

  • Grupo amina (NH2)
  • Grupo carboxila (COOH)
  • Hidrogênio
  • Carbono alfa (ao qual todas as outras partes se ligam)
  • Grupo R (cadeia lateral, responsável por diferenciar cada aminoácido)

Ligação Peptídica

A ligação peptídica é uma ligação química que ocorre entre dois aminoácidos adjacentes em uma molécula. Essa ligação é formada pela reação entre o grupo amina de um aminoácido e o grupo carboxila de outro, liberando uma molécula de água.

Classificação das Proteínas

Proteínas Simples

Também chamadas de homoproteínas, são constituídas exclusivamente por aminoácidos. Por... Continue a ler "Aminoácidos e Proteínas: Estrutura, Funções e Metabolismo" »

Estruturas de Propagação Vegetal: Bulbos, Rizomas e Técnicas

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Estruturas de Propagação Vegetal e Técnicas Associadas

Bulbos

Bulbos: São caules subterrâneos com pequeno crescimento vertical, robustos e carnudos, caracterizados pelo acúmulo de reservas e pela presença de um prato, que constitui o verdadeiro caule em formato de cone achatado, envolvido por folhas modificadas e suculentas que armazenam substâncias de reserva. O meristema se desenvolve na axila das escamas (gemas) pequenas, denominadas bulbilhos (pequeno bulbo imaturo) que nascem na base ou catáfilos, originando uma nova planta. Exemplos: alho, tulipa, lírio (sendo tunicados e não tunicados).

Cormo

Cormo: Estrutura especializada, base intumescida de um eixo caulinar envolvido por uma escama (folha modificada seca). Consiste em um caule... Continue a ler "Estruturas de Propagação Vegetal: Bulbos, Rizomas e Técnicas" »

Guia Completo: Do Plantio à Colheita do Café

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Planejamento e Implantação da Lavoura

Para o sucesso da lavoura, considere: área, temperatura, precipitação, ventos, umidade relativa, altitude, topografia e solo. O espaçamento mecanizado deve ser de 3,5 a 4,0 m entre linhas, enquanto o manual varia de 2,4 a 3,0 m. Entre plantas, utilize 0,50 a 0,70 m para porte baixo e superior a 0,70 m para porte alto. Cultivares recomendadas: Mundo Novo, Catuaí, Conilon e Arábica.

Preparo do Solo e Plantio

  • Limpeza e Demarcação: Abertura de sulcos ou covas.
  • Análise de Solo: Coleta nas profundidades de 0-20 cm e 20-40 cm.
  • Calagem: Neutraliza alumínio e manganês, fornecendo cálcio e magnésio.
  • Gessagem e Subsolagem: Essenciais para descompactação, sistema radicular e infiltração de água.
  • Carreadores:
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Histologia Óssea: Células, Matriz e Articulações

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Osteócitos: células ósseas adultas encontradas dentro de lacunas; possuem prolongamentos finos que penetram nos canalículos da matriz óssea.

Osteoblastos: células ósseas jovens que sintetizam a matriz óssea, produzem as fibras colágenas e a substância intercelular amorfa do osso. Essas células se transformam em osteócitos.

Osteoclastos: células ósseas gigantes, ramificadas, que apresentam de 6 a 50 núcleos. A renovação óssea é realizada através de uma fase de reabsorção, seguida de uma fase de reconstrução.

Matriz óssea:

  • Parte orgânica (55-65%): composta por muitas fibras colágenas (95%) e pouca substância fundamental (5%).
  • Parte inorgânica (45-35%): formada por cristais de fosfato de cálcio (hidroxiapatita = Ca10(PO4)
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Guia do Ipê-Amarelo, Árvores Nativas e Plantas Medicinais

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Ipê-Amarelo (Tabebuia): A Árvore Símbolo do Brasil


Ipê-Amarelo em flor
Ipê-Amarelo (Tabebuia)
Nome Científico:
Algumas espécies:
  • Tabebuia alba (Ipê-amarelo-da-serra)
  • Tabebuia chrysotricha (Ipê-amarelo-cascudo)
  • Tabebuia ochracea
  • Tabebuia serratifolia (Pau-d’arco-amarelo)
Nome Popular: Conhecidos como Ipê-amarelo ou Pau-d’arco.
Família: Bignoniaceae.
Ciclo de Vida: Perene.
Origem: Brasil.
Porte: Conforme a espécie, são encontrados de 4 a 25 metros de altura.
Folhas: Compostas, pilosas quando jovens, com 3 a 7 folíolos.

O ipê-amarelo é uma espécie “heliófita”, ou seja, uma planta adaptada a crescer em ambiente aberto com incidência de luz direta e que perde as folhas em determinada fase do ano.

No inverno, as suas folhas caem dos galhos da árvore, que
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Via metabólica convergente

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Onde Encontra-se o floema? Na face externa dos tecidos vasculares. Nas plantas com Crescimento secundário, o floema constitui a casca viva. As células do Floema que conduzem açúcares e outros compostos orgânicos são chamados de elementos crivados.• Elementos crivados: expressão abrangente que envolve Elementos de tubo crivado diferenciados em angiospermas e as células Crivadas, não especializadas, em gimnospermas. • Além dos elementos crivados, o Tecido do floema possui células companheiras e células parenquimáticas. • Apenas os elementos crivados estão envolvidos diretamente na Translocação.Elementos crivados: células vivas que perdem: Seu núCléo e Tonoplasto durante o desenvolvimento, e Quando maduras, perdem também
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Hierarquia e Organização dos Sistemas Biológicos

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Organização: A hierarquia dos sistemas biológicos começa na unidade básica da vida, que é a célula (composta por substâncias não vivas: átomos e moléculas).

Temos então a seguinte organização: Célula, tecido, órgão, sistema, organismo, população, comunidade, ecossistema e biosfera.

Célula - unidade básica da vida, composta por organitos celulares.

Tecido - conjunto de células que trabalham coordenadamente para o mesmo fim.

Órgão - Formado por tecidos que trabalham coordenadamente para o mesmo fim.

Sistema - Conjunto de órgãos que trabalham coordenadamente para o mesmo fim.

Organismo - É composto pelo conjunto de sistemas que trabalham coordenadamente para o manter vivo e que tem individualidade em relação ao meio externo.... Continue a ler "Hierarquia e Organização dos Sistemas Biológicos" »

Guia de Manejo e Controle de Pragas em Grãos Armazenados

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Medidas Preventivas no Armazenamento de Grãos

As principais medidas preventivas que podem ser adotadas incluem:

  • Limpeza do sistema armazenador;
  • Pulverização das estruturas;
  • Limpeza do produto;
  • Secagem do produto;
  • Aeração de manutenção.

Métodos de Controle Físico

Temperatura: Adotaria este método pois, além de ser ideal para a conservação dos grãos, a baixa temperatura auxilia no controle de insetos.

Características Gerais dos Roedores

  • Grande capacidade de reprodução;
  • Maturidade sexual alcançada entre 3 a 4 meses;
  • Vivem em colônias, são ágeis e possuem capacidade de nadar (500 a 800 m);
  • Utilizam diferentes formas de comunicação (feromônios).

Comparativo das Principais Espécies de Roedores

  • Ratazana-castanha (Rattus norvegicus): É a
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Metabolismo de Carboidratos e Digestão

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Metabolismo

Conjunto de reações químicas responsáveis pelos processos de síntese e degradação dos nutrientes na célula, com o objetivo de gerar energia para a célula.

Controle Hormonal da Glicemia

  • Tecidos dependem de glicose.
  • O Sistema Nervoso Central (SNC) tem como principal fonte de energia a glicose, pois consegue atravessar a barreira hematoencefálica.
  • Glicemia de jejum = 70 a 99 mg/dL.
  • Glicemia pós-prandial = 140 a 150 mg/dL.

Índice Glicêmico (IG)

O índice glicêmico classifica os alimentos de acordo com a velocidade com que são digeridos e absorvidos no período pós-prandial, mensurando seu efeito na glicemia.

Carga Glicêmica (CG)

A carga glicêmica acrescenta o aspecto quantitativo ao IG, refletindo as variações glicêmicas... Continue a ler "Metabolismo de Carboidratos e Digestão" »

Digestão e Absorção de Lipídios: Guia Completo

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Digestão dos Lipídios

1. Lipase Lingual

Produzida pelas glândulas serosas da língua (não ativada no estômago). Função: hidrolisa ácidos graxos de cadeia curta em diglicerídios (DG) e ácidos graxos livres. Ação mecânica (peristalse) do estômago atua em gorduras como glóbulos menores.

2. Lipase Gástrica

Produzida pela mucosa gástrica. Função: hidrolisa até 30% das gorduras e atua sinergicamente com a lipase pancreática.

3. Bile

Fluido produzido pelo fígado e armazenado na vesícula biliar, contendo ácidos biliares e fosfolipídios (detergentes biológicos). Liberada pela CCK (contração da vesícula biliar e pâncreas). Função: emulsificação de gorduras, aumentando a superfície de contato para as enzimas.

4. Lipase Pancreática

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