Anotações, resumos, trabalhos, provas e problemas de Ensino Fundamental I

Comparação entre OSI, IEEE 802 e IETF

Computação5,07 KB

1) Comparar arquiteturas: OSI, IEEE 802 e IETF

Modelo OSI: é dividido em sete camadas: físico, enlace, rede, transporte, sessão, apresentação e aplicação. Cada camada tem funções bem definidas, por exemplo:

  • Físico – transmissão de bits no meio;
  • Enlace – controle de acesso ao meio, detecção/correção de erros em nível de enlace;
  • Rede – roteamento e encaminhamento entre sub-redes;
  • Transporte – controle de fluxo, confiabilidade e entrega fim-a-fim (por exemplo, TCP/UDP);
  • Sessão, Apresentação e Aplicação – controle de diálogo, representação de dados e interfaces para aplicações.

Modelo IEEE 802: refere-se essencialmente às camadas mais baixas do OSI. Em vez de uma única camada de enlace, o IEEE 802 divide-a em MAC...

Continue lendo "Comparação entre OSI, IEEE 802 e IETF" »

Análise de Independência e Concordância em Tabelas de Contingência

Matemática7,81 KB

1) Tabela 1: Independência Condicional vs. Marginal

As variáveis X e Y são condicionalmente independentes dada Z, mas não são marginalmente independentes. Você concorda?

Solução:

Para definir a independência condicional, precisamos calcular:

RCxy(k) = (m11k * m22k) / (m12k * m21k)

onde k = 1, 2 (correspondente à variável Z).

Quando k = 1, RCxy(1) = (18 * 8) / (12 * 12) = 1

Quando k = 2, RCxy(2) = (2 * 32) / (8 * 8) = 1

Portanto, existe independência entre X e Y quando condicionado em Z (seja Z = 1 ou Z = 2).

Para definir independência marginal, calculamos:

RCxy = ((m11+) * (m22+)) / ((m21+) * (m12+)) = (20 * 40) / (20 * 20) = 2

Como RCxy ≠ 1, X e Y não são marginalmente independentes.

Concordo com a afirmação proposta no enunciado.

2)

...
Continue lendo "Análise de Independência e Concordância em Tabelas de Contingência" »

Crise do Subprime e a Evolução da Economia Global

Economia4,67 KB

O maior destaque foi para o fato de que nem todos poderiam compartilhar daquele programa de garantias futuras, mas, de uma forma geral, a economia do país progrediu e hoje o Chile é uma nação relativamente estável.

Por último, mostra a estratégia japonesa, onde o governo garantiria os rendimentos da população. O que outrora foi eficiente, hoje já oferece riscos, já que em breve haverá mais aposentados do que contribuintes.

No quinto episódio, "Seguro como casas", os tópicos mais abordados foram a crise financeira por causa da hipoteca (empréstimo com casa por garantia), a crise do subprime, a inflação e taxa de juros, o mercado de hipotecas, o microcrédito e a importância do equilíbrio entre dívida e renda. Mostra a ascensão...

Continue lendo "Crise do Subprime e a Evolução da Economia Global" »

História dos Mercados Financeiros: Títulos e Bolhas

História5,04 KB

Dinâmica dos Títulos no Mercado Secundário

Títulos caem no mercado secundário de R$ 100,00 (seu valor de face) para R$ 50,00. Ao adquirir este título, o investidor recebe como juros 5% sobre o valor de face; na prática, desembolsou apenas R$ 50 por tal papel e receberá um rendimento anual de 10%. O mesmo vale para flutuações positivas no valor do título no mercado secundário (ROSA, 2015; TESOURO NACIONAL, 2017).

Origens do Mercado Secundário: Florença e Pisa

As cidades-estado de Florença e Pisa, durante o século XIV, estiveram em guerras intermitentes, nas quais suas finanças públicas ofereceram consideráveis desafios aos seus gestores. Esses governos gastavam muito mais do que conseguiam arrecadar com impostos. A máquina impressora...

Continue lendo "História dos Mercados Financeiros: Títulos e Bolhas" »

A Ascensão do Dinheiro: Bancos, Moeda e Títulos Públicos

Economia4,63 KB

2 – A ASCENSÃO DO DINHEIRO

No primeiro episódio, "Sonhos de Avareza", Niall Ferguson narra sobre o surgimento de uma instituição onipresente hoje em dia: os bancos, um dos pilares do atual sistema financeiro. Primeiramente, discorre sobre o surgimento da moeda, dos juros e do crédito. Os bancos não são mais do que o formato institucional que surgiu na Itália renascentista com o objetivo de reduzir os riscos inerentes ao crédito – a insolvência.

Das montanhas de Potosí, Bolívia, o autor explica a natureza do dinheiro discorrendo sobre a colonização espanhola na região, muito rica em prata. A exploração da montanha de prata não foi capaz de evitar o declínio político-econômico dos espanhóis. Isso se deve ao fato, segundo...

Continue lendo "A Ascensão do Dinheiro: Bancos, Moeda e Títulos Públicos" »

Guia Completo de Fundações Profundas: Estacas e Tubulões

Design e engenharia2,59 KB

Fundações Profundas: Estacas e Tubulões

As fundações profundas são executadas através de estacas ou tubulões.

Tubulões

  • A céu aberto: Utilizados em terrenos suficientemente coesivos e acima do nível d'água.
  • Com ar comprimido: Utilizados quando há presença de água, grandes profundidades ou risco de desmoronamento.

Sequência de execução do tubulão: Transferência do eixo para o terreno, marcação da circunferência, escavação do fuste, verificação da cota, liberação para abertura, abertura da base, colocação da ferragem e concretagem.

Estacas de Madeira

Empregadas somente em terrenos saturados e abaixo do nível de água subterrâneo, garantindo sua total imersão.

  • Causas de apodrecimento: Cupins, desgaste mecânico e animais
...
Continue lendo "Guia Completo de Fundações Profundas: Estacas e Tubulões" »

Planeamento e Gestão Estratégica no Desenvolvimento Turístico

Geografia5,56 KB

Efeitos do Desenvolvimento Turístico

Efeitos Benéficos

  • Criar valor para recursos cuja utilização e exploração não gera, em princípio, proveitos: florestas, paisagens, monumentos.
  • Justificar a recuperação de áreas degradadas urbanas ou industriais.
  • Criar novas oportunidades de emprego.
  • Proporcionar os benefícios da existência de infraestruturas em regiões remotas.
  • Transferir experiências de sustentabilidade no desenvolvimento entre países.
  • Servir de exemplo para outras atividades económicas.

Ambiente Urbano

Positivos

  • Disponibilização de serviços públicos e privados.
  • Melhoria nas redes de comunicações e de transportes.
  • Melhoria da imagem urbana.
  • Otimização na arquitetura local.
  • Reabilitação de edifícios degradados e de áreas urbanas
...
Continue lendo "Planeamento e Gestão Estratégica no Desenvolvimento Turístico" »

Era Digital: impacto no trabalho e na vida pessoal

Formação e orientação para o trabalho5,22 KB

Introdução

A era digital já invadiu há um bom tempo o cotidiano de grande parte do mundo e, como não poderia deixar de ser, chegou ao mercado de trabalho trazendo uma grande quantidade de avanços tecnológicos e muita complicação para quem sempre foi acostumado a exercer suas funções sem a ajuda desse tipo de ferramenta.

Desafios da era digital

Além da questão da adaptação e das facilidades que a era digital traz para a vida cotidiana, há ainda a questão do desequilíbrio que a tecnologia pode provocar na relação entre vida pessoal e trabalho. Com tantos meios de conexão disponíveis e com o aumento dos adeptos de “vidas sociais virtuais”, o ser humano se vê conectado ao resto do mundo (incluindo o ambiente de trabalho)...

Continue lendo "Era Digital: impacto no trabalho e na vida pessoal" »

Direito Ambiental: Conceitos, Princípios e Responsabilidade

Formação e orientação para o trabalho2,83 KB

Conceitos Fundamentais

Macrobem: é o meio ambiente ecologicamente equilibrado. É intangível, imaterial e indivisível.

Microbem: constitui tudo aquilo que faz parte do meio ambiente. É material, tangível e divisível.

O meio ambiente é um direito fundamental, dividido em três gerações:

  • Direitos individuais: direito de liberdade (marco: Revolução Francesa).
  • Direitos sociais e políticos: direitos solidários.
  • Direitos difusos: direitos fraternos.

O macrobem e o microbem não são res publica (não pertencem a ninguém), mas sim res communis omnium (coisa comum a todos).

É competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios proteger documentos, obras e bens de valor histórico, artístico e cultural, monumentos, paisagens naturais...

Continue lendo "Direito Ambiental: Conceitos, Princípios e Responsabilidade" »

Guia de Química Capilar e Efeitos da Radiação UV na Pele

Biologia4,25 KB

Qual o mecanismo de coloração temporária ou não oxidante?

Os pigmentos têm baixa afinidade ao cabelo, cobrindo fracamente a superfície do fio. A fixação é atribuída, em grande parte, à formação de ligações iônicas entre grupos aniônicos no corante e grupos catiônicos da fibra. Não há um clareamento da base (ou seja, da fibra capilar), sendo uma coloração não oxidativa. Pode ser encontrado em forma de xampu, condicionador ou mousse.

Qual o mecanismo de coloração semipermanente ou não oxidante?

O objetivo desta coloração é uma durabilidade de aproximadamente 6 a 8 lavagens (xampus). Nesta coloração, também não obtemos um clareamento da base, ou seja, da fibra capilar. Na sua composição, é usada uma mescla (10...

Continue lendo "Guia de Química Capilar e Efeitos da Radiação UV na Pele" »