Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Filosofia e Ética de Bacharelato

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O que é a Filosofia? Uma Perspectiva Abrangente

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  • Perspectiva Popular (a ideia de que a filosofia é para o homem comum):
    • A filosofia é frequentemente considerada como um conhecimento antigo e esotérico. No entanto, a filosofia é um conhecimento atemporal e universal.
    • Alguns consideram a filosofia como uma forma específica de vida, caracterizada pela serenidade diante das adversidades. Mas essa maneira de ser ou de viver não define a filosofia como tal, mas sim uma escola filosófica específica: o estoicismo.
    • Muitos desprezam a filosofia como um conhecimento sem utilidade aparente e desacreditam o discurso filosófico, considerando-o uma "confusão" que poucos conseguem decifrar. Contudo, a filosofia não é uma atividade trivial, frívola ou inútil.
  • A filosofia é o amor (desejo, apetite
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Aristóteles e Santo Agostinho: Ética, Política e Fé

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Aristóteles: Felicidade e Virtude

Para Aristóteles, a felicidade é o bem supremo e um fim em si mesmo. Existem três tipos de bens: os externos, os do corpo e os da alma, sendo estes últimos os mais importantes. A felicidade consiste no exercício da atividade intelectual humana. A aretê (virtude) é definida como um modo de ser, uma excelência humana que nos torna melhores. Ela é um hábito construído em nosso ser, situando-se como um meio-termo entre dois vícios: o excesso e a omissão.

O Homem como Animal Político

A ética aristotélica está intrinsecamente ligada à política, a ciência mais fundamental. A polis é o espaço onde o homem delibera e escolhe. Aristóteles analisa diversos regimes políticos, como a aristocracia,... Continue a ler "Aristóteles e Santo Agostinho: Ética, Política e Fé" »

Religião, racionalidade e críticas filosóficas

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Religião e racionalidade

A religião, como a filosofia e a arte, tem um tipo de racionalidade muito diferente da ciência, pois suas verdades não se baseiam em observações verificáveis pela ciência. Ainda assim, fornecem um conhecimento que a ciência não pode oferecer sobre o que é necessário para a vida.

A religião é racional, em primeiro lugar, porque cria um quadro de sentido e um conhecimento do mundo para viver. Entre as contribuições típicas das tradições religiosas estão:

  • Antropologia: uma visão sobre o ser humano, muitas vezes baseada no amor e em finalidades existenciais;
  • Ética: normas morais que proíbem matar, roubar, etc.;
  • Cosmologia: uma teoria da natureza que atribui origem divina a tudo;
  • Sociologia/teoria política:
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Metodologia Científica: Resumos, Resenhas e Ciência

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Resumo: Conceito

É a apresentação concisa e seletiva de um texto, destacando os elementos de maior importância (principais ideias do autor).

Indicativo ou Descritivo

  • Trata-se de um texto breve;
  • Faz referência às partes mais importantes componentes do texto;
  • Dispensa a leitura do texto completo;
  • Máximo de 50 palavras.

Informativo ou Analítico

  • Utilizado em eventos, trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, artigo científico);
  • Contém informações principais sobre o texto, permitindo dispensar a leitura do mesmo;
  • Finalidade de informar o conteúdo e as principais ideias: objetivos e assunto, métodos e técnicas, resultados e conclusões.

Elaboração: Não deve conter críticas; deve ser seletivo, sem repetir todas as ideias; forma impessoal... Continue a ler "Metodologia Científica: Resumos, Resenhas e Ciência" »

Nietzsche: Moral, Metafísica e o Super-Homem

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Moral de Senhores e Escravos

  • Moral de escravos: A moral cristã é o resultado da rebelião dos escravos. Suas medidas "enfraquecem a vida" e baseiam-se no ressentimento e na vingança, exaltando as virtudes dos fracos como sinônimo de submissão. Suas características são: passividade, falta de criatividade, amor ao próximo, fraternidade e tranquilidade; é uma moral igualitária que considera "ruim" a vida consciente do seu próprio poder.
  • Moral dos senhores: Exalta a vida, o poder, o orgulho e a autoafirmação. O "bom" é o superior. Possui as seguintes características: é ativa e criativa, a alma emerge contrastando a soberba com o bem e o mal, ignorando os iguais e os inferiores.

A moral dos senhores foi a moral dos guerreiros ou sacerdotes.... Continue a ler "Nietzsche: Moral, Metafísica e o Super-Homem" »

Filosofia do Século XIX: Idealismo e Reações

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A filosofia contemporânea estende-se desde o início do século XIX até hoje. A característica mais visível deste período é a falta de unidade em relação a problemas e abordagens. Não podemos falar, portanto, de uma visão unificada nesta fase da filosofia, uma vez que a variedade e disparidade de interesses e movimentos filosóficos, motivada pelas rápidas e profundas mudanças vividas, será a única nota comum.

Nesta revisão, focaremos o século XIX. Embora do ponto de vista histórico seja o século das revoluções, do ponto de vista filosófico é o século do idealismo e da reação contra ele.

Assim, este período da filosofia pode ser dividido em duas etapas:

1. Primeira Metade do Século XIX: O Idealismo de Hegel

O idealismo... Continue a ler "Filosofia do Século XIX: Idealismo e Reações" »

Conceitos Filosóficos: Intuição, Dedução e Empirismo

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Intuição D: O processo pelo qual proposições são percebidas como verdadeiras. São os axiomas. Dedução: O processo pelo qual, a partir de uma ou mais premissas consideradas verdadeiras, chega-se a uma nova proposição que se segue logicamente das premissas. Prova: Regra metodológica de Descartes. Assumir com certeza que algo é verdadeiro. Dúvida Metódica: Procedimento de Descartes que envolve descartar todas e cada uma das ideias para as quais não há a menor razão para não duvidar. Clareza e Distinção: Uma ideia é clara quando "está presente e manifesta a um espírito atento" e distinta quando não pode ser confundida com qualquer outra. Este é o princípio da segurança: ao receber uma ideia clara e distinta, pode-se

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Texto 3 substancias cartesianas pensante, infinita,extensa

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res cogitans (substância pensante):: Alma (AME), uma substância espiritual é finito, porque está começandó. Também é simples, pois é dividida em partes e, portanto, é imortal. Uma substância é independente do corpo e não precisa dele pára existir. É um princípió de consciência, ou seja, aquele pára o qual estou ciente. Segundo Descartes, a alma é mais facilmente conhecido do que o corpo.

Certeza (certeza) espírito lei reconhecendo a clareza e distinção incondicional da verdade. E está sujeito a convicção da verdade. A garantia e com base em provas. Descartes refere-se à evidência de que a certeza de verdade, porque segurança também pode ser falsa: se o seguro é certo e convencido de algo que na verdade é um... Continue a ler "Texto 3 substancias cartesianas pensante, infinita,extensa" »

Glossário de Conceitos Chave na Filosofia de Nietzsche

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Decadente

Este termo refere-se, para Nietzsche, a todos aqueles indivíduos que são incapazes de aceitar a realidade do devir. São aqueles que não conseguem ser donos de seus instintos e são atraídos para o caos e a destruição.

Devir (Devenir)

É aquilo que nunca é fixo, que é sempre temporário, um fluxo contínuo de eventos, sempre em movimento, sem substância ou essência. É uma sucessão de momentos sem fim, um tornar-se infinito, onde cada momento é um ponto de chegada e um ponto de partida. O oposto do devir é o Ser (o fixo).

Dioniso

Deus do êxtase, do vinho e do teatro. De acordo com Nietzsche, Dioniso exprime o fato fundamental do instinto helénico: o excedente da força. Dioniso representa o sim à vida, incluindo a sexualidade... Continue a ler "Glossário de Conceitos Chave na Filosofia de Nietzsche" »

A Causalidade em David Hume: Análise e Conclusões

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A Causalidade Segundo David Hume: Uma Análise Empírica

David Hume, através de uma rigorosa observação empírica, propõe-se a repensar a causalidade, demonstrando que as teses tradicionais sobre o tema não são corretas. Sua análise empírica o leva às seguintes conclusões:

Principais Conclusões de Hume sobre a Causalidade

  1. Para Hume, a causalidade é uma relação que a mente define, baseada nos mecanismos psicológicos do hábito e do costume. O hábito, como produto de uma disposição mental resultante de experiência repetida, é a base de nossas crenças sobre o futuro. É o hábito que nos faz crer que, se algo aconteceu no passado, se repetirá no futuro.
  2. As relações de causalidade não podem ser conhecidas a priori. Ou seja,
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