Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Quem Foram os Sofistas? Origem, Pensamento e Legado

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Quem foram os sofistas?

O termo sofista foi aplicado no século V a.C. a um conjunto de indivíduos que viajavam por toda a Grécia oferecendo instrução especializada em troca de remuneração. Protágoras, um sofista célebre, deu-lhe um significado mais preciso: professor de dialética e de retórica. Os sofistas foram educadores, políticos e promotores de um novo modelo de educação.

A arte da eloquência e a política

Os sofistas eram, essencialmente, professores de eloquência que viajavam de cidade em cidade, ensinando a arte de falar em público. Num regime em que a persuasão era um dado fundamental do jogo político, os sofistas ensinavam a defender a tese e a antítese com igual brio.

Pensamento e subjetivismo

Embora nem sempre fossem... Continue a ler "Quem Foram os Sofistas? Origem, Pensamento e Legado" »

Teoria do Direito: Kelsen, Perelman e a Argumentação

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Kelsen: Norma, Moldura e Interpretação

Para Kelsen, a norma jurídica é fruto de um ato de vontade da autoridade competente, sendo a competência o poder conferido por lei. Assim, norma válida é aquela emanada por autoridade competente (juiz). Kelsen emprega o ato de vontade como um ato de criação do Direito. Ao atribuir significado ao texto legal, é estabelecida uma moldura, que limita a interpretação da lei e é fixada pela vontade do legislador.

A interpretação pode ser marcada por uma zona de penumbra, ou seja, deixa dúvida ao intérprete se está dentro ou não da moldura. Alguns problemas são abordados no capítulo 8, como: indeterminação do texto, natureza da linguagem, situação de autonomia (conflito de normas) e o fato... Continue a ler "Teoria do Direito: Kelsen, Perelman e a Argumentação" »

Conceitos Teístas, Ateísmo, Agnosticismo e Argumento Ontológico

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Religião: Conceitos Fundamentais

O Conceito Teísta de Deus

Entende-se Deus com os seguintes predicados:

  • Omnipotente (que pode fazer tudo);
  • Omnisciente (que sabe tudo);
  • Sumamente Bom (moralmente perfeito);
  • Criador e Pessoa (e não uma força da natureza);
  • Transcendente (não imanente).

Tanto o Cristianismo, como o Judaísmo ou o Islamismo defendem a existência deste Deus teísta com estes predicados, ainda que lhe deem nomes diferentes.

Esta conceção teísta de Deus distingue-se de outras conceções de Deus, tal como:

  • Deísmo (em que se defende que Deus é criador, mas que não intervém, nem se importa com a criação);
  • ou o Panteísmo (em que Deus não é distinto do mundo).

Diversidade Religiosa

  • Religiões Politeístas: Religião do Antigo Egito
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A Filosofia da Ciência de Thomas Kuhn: Conceitos Essenciais

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Elementos Biográficos de Thomas Kuhn

Thomas Kuhn foi um filósofo e físico norte-americano, autor de A Estrutura das Revoluções Científicas, obra onde apresentou as suas ideias sobre a evolução da ciência e os paradigmas científicos.

Conceito de Comunidade Científica

A comunidade científica é o conjunto de cientistas que partilham um mesmo paradigma, aceitando os mesmos princípios teóricos, métodos e normas para resolver problemas científicos e validar o conhecimento.

Conceito de Paradigma

O paradigma é o modelo teórico e metodológico aceite por uma comunidade científica num dado momento histórico. Ele orienta a investigação, define problemas relevantes, métodos adequados e soluções consideradas válidas.

Conceito de Anomalia

A... Continue a ler "A Filosofia da Ciência de Thomas Kuhn: Conceitos Essenciais" »

Kant: Contrato Social, Soberania e Razão Prática

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O pensamento político de Kant faz parte da tendência conhecida como contratualismo. Sua filosofia surge em um clima de otimismo característico do período Iluminista e reflete as influências de teóricos importantes como Montesquieu, Rousseau e Hobbes. Com efeito, Kant, em sua filosofia prática, introduziu a ideia de contrato social que conheceu através do trabalho de Rousseau.

No entanto, as duas abordagens não representam um salto quântico. Para Kant, o contrato social é uma ideia reguladora da razão prática, um pressuposto fundamental. O contrato social é, portanto, um padrão em si mesmo, uma ideia da razão com um relacionamento prático, pois obriga o legislador a agir "como se" as leis que dita pudessem nascer da vontade geral... Continue a ler "Kant: Contrato Social, Soberania e Razão Prática" »

Filosofia: Teorias Não Essencialistas da Arte e Provas da Existência de Deus

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Teorias Não Essencialistas

Teorias Não Essencialistas

Morris Weitz defende que o conceito de arte é um conceito aberto; é um conceito que não está submetido a condições necessárias e suficientes - não pode ser definido (explicitamente).

Perspetiva Antiessencialista - Como reação ao ceticismo de Weitz, surgiram outras definições de arte: definições não essencialistas.

Teoria Institucional da Arte

Teoria Institucional da Arte - Destaca o contexto em que surgem e são apreciadas as obras de arte; chama a nossa atenção para as propriedades relacionais, extrínsecas e não observáveis das obras de arte.

  • George Dickie - Algo é uma obra de arte → se e só se → é um artefacto, tendo sido atribuído a um conjunto das suas características
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Filosofia da Ciência: Objetividade, Popper e Kuhn

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Distinção entre Verificabilidade e Falsificabilidade

A verificabilidade é o princípio central do neopositivismo, segundo o qual uma proposição só tem sentido se for empiricamente verificável. Apenas a observação empírica pode determinar se uma proposição é verdadeira, falsa ou provável; o significado de uma afirmação é o seu método de verificação. Assim, as frases que não admitem qualquer verificação não são verdadeiras nem falsas, são destituídas de significado.

Por outro lado, a falsificabilidade é proposta para distinguir os enunciados científicos dos não científicos. Uma teoria só é científica se for falsificável, isto é, se implica a negação de, pelo menos, um enunciado relativo a uma opção possível.... Continue a ler "Filosofia da Ciência: Objetividade, Popper e Kuhn" »

Principais Argumentos e Métodos de Interpretação Jurídica

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  • Argumento a contrario sensu: Consiste em concluir uma proposição admissível. Exemplo: se a lei especificou os casos de imposto, a contrario sensu, os demais não estão abrangidos.
  • Argumento a simili (analógico): Empregado quando determinada proposição jurídica estabelece uma obrigação para um sujeito, contudo é aplicado a outros sujeitos que têm com o primeiro uma analogia suficiente para que a regra seja válida e aplicável aos demais.
  • Argumento a fortiori: Quem pode o mais, pode o menos. Não deve ser proibido o menos a quem é lícito o mais. Exemplo: se é proibido pisar na grama, a fortiori, é proibido arrancá-la.
  • Argumento a completudine: Todo ordenamento jurídico é completo, devendo ter uma regra geral referente a todos
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Ética Dialógica e a Construção de uma Cultura de Paz

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A Paz entre Religiões e a Ética Dialógica

Hans Küng defende que não haverá paz entre as nações sem paz entre as religiões, sublinhando o papel decisivo que as crenças religiosas desempenham nos conflitos contemporâneos. Quando não existe paz entre religiões, tende a instalar-se a polarização, o medo do diferente, a desumanização do outro e a legitimação moral da violência, frequentemente justificada em nome de verdades absolutas.

A afirmação de Küng indica que a paz exige reconhecimento mútuo e a construção de uma linguagem ética comum mínima, capaz de permitir a convivência entre pessoas e comunidades com crenças distintas.

Neste contexto, a ética dialógica surge como instrumento fundamental para a construção... Continue a ler "Ética Dialógica e a Construção de uma Cultura de Paz" »

A experiencia religiosa as festas religiosa

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  1. Que elementos conectam as obras Ensaio sobre o Sacrifício e Ensaio sobre a Dádiva de Mauss? Ambas as obras acreditam que o páraísó é uma questão de merecimento e que a trajetória até alcança-lo é árduo. Esse caminho é uma coisa divina vindo através da pratica da fraternidade, dédicação, sacrifício e caridade. Também representa uma oportunidade de crescimento individual criando uma responsabilidade das próprias escolhas, justificando assim as graças de Deus. Então os elementos que conectam as obras é a criação de láços sociais através da caridade, dos fatos sociais e de um sistema simbóliço.
  2. Como a definição de fenômenos sociais totais de Mauss se aproxima do conceito de fato social de Durkheim? Tanto Mauss quanto
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