Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Ontologia de Descartes: Racionalismo e Substâncias

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Ontologia de Descartes

René Descartes é um filósofo do século XVII, posterior ao período escolar, marcado pelo desenvolvimento do humanismo (com foco em estudos antropológicos), a Revolução Científica (com novas teorias e descobertas) e o problema do método científico. É considerado o fundador do racionalismo filosófico, que continuou com autores como Malebranche, Spinoza e Leibniz. Caracteriza-se por um foco na razão humana, utilizando o método dedutivo e confirmando a existência de ideias inatas. Esta filosofia opõe-se ao empirismo britânico, baseado na experiência.

Descartes teve uma educação muito boa desde tenra idade e dedicou a sua vida ao estudo. Não se baseava em filósofos anteriores, tendia a renovar e romper.... Continue a ler "Ontologia de Descartes: Racionalismo e Substâncias" »

h2>Revolução Científica, Métodos e Conhecimento Científico

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14. O que se entende por revolução científica?
É um fenômeno que ajudou a mudar radicalmente a imagem que o mundo tinha, a mesma pode ser humana. Esta revolução foi a introdução do método hipotético-dedutivo de ligar o cálculo matemático com verificação experimental.
Quando isto aconteceu e onde?
Durante os séculos XVI e XVII.
15. Quais as diferenças entre o método indutivo, método dedutivo e método hipotético-dedutivo?
O método dedutivo é útil na matemática e na lógica, trata de proposições que se ligam com outras, ou de tirar as consequências de fatos já conhecidos, mas não serve quando o objetivo é trazer novas ideias para explicar os fatos empíricos, o mundo real.
Em contraste, o método indutivo é a generalização... Continue a ler "h2>Revolução Científica, Métodos e Conhecimento Científico" »

David Hume: A Ciência da Natureza Humana e o Progresso

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A Ciência da Natureza Humana em David Hume

David Hume defende a interdependência entre todas as ciências, chamando-a de "a ciência da natureza humana". Todas as ciências são criadas pelo homem, e é o homem quem deve ser estudado. Tudo o que o homem pode conhecer depende de sua capacidade. A filosofia de Hume pretende levar o homem ao progresso e à modernidade. Esta "ciência do homem" afasta-se da velha ciência, que era muito racional e supersticiosa, e o conduz a um mundo sem preconceito e intolerância religiosa.

Para Hume, a superstição (religião) e a metafísica racionalista são a base ideológica do atraso experimentado pela sociedade de seu tempo. Hume pensa que a intolerância religiosa, a hipocrisia, a maldade, o terror e... Continue a ler "David Hume: A Ciência da Natureza Humana e o Progresso" »

Direito: Perspectivas Zetética, Dogmática e Tridimensional

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Direito: Instrumento de Controle e Convivência

O Direito é um instrumento de controle social do Estado sobre o indivíduo, um meio para a manutenção da convivência pacífica entre os indivíduos e sua integração.

(Perspectivas criadas para entender o Direito, criadas pelo próprio Direito)

Zetética (Perspectiva Social)

Diz respeito à incorporação no Direito de outras ciências (filosofia, sociologia, economia). Enfatiza a pergunta sobre o que é o Direito, problematizando o ponto de partida (de que campo vem a pergunta). Possui função informativa da linguagem (o mundo como ele é, preocupação com o ser) e enfatiza o diálogo (pontos de partidas diversos).

Dogmática (Perspectiva Fixa)

Foca em agir conforme o Direito. Pensar o Direito... Continue a ler "Direito: Perspectivas Zetética, Dogmática e Tridimensional" »

Aristóteles vs. Platão: Metafísica, Hilemorfismo e Política

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Crítica de Aristóteles à Teoria das Ideias de Platão: O Hilemorfismo

O realismo aristotélico se contrapõe ao idealismo platônico.

Embora ambos concordem que é possível conhecer a realidade (em oposição aos sofistas), suas explicações divergem. A primeira diferença reside na estrutura da realidade:

  • Platão: Explica a realidade baseada em dois mundos: o mundo sensível e o mundo inteligível.
  • Aristóteles: Divide a realidade em: Primeira Substância (o que percebemos pelos sentidos), Segunda Substância (o conceito universal que temos de tudo) e Acidentes (as características das coisas).

A segunda diferença é que, enquanto Platão afirmava que o mundo inteligível (onde residem as Ideias, a verdadeira realidade) existe independentemente... Continue a ler "Aristóteles vs. Platão: Metafísica, Hilemorfismo e Política" »

Fato Social: Definição, Características e Exemplos

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O que é Fato Social?

Correntemente, a qualificação 'fatos sociais' é empregada para designar quase todos os fenômenos que ocorrem no interior da sociedade, por pouco que apresentem, além de certa generalidade, algum interesse social. Todavia, desse ponto de vista, não haveria, por assim dizer, nenhum acontecimento humano que não pudesse ser chamado de social. Porém, se todos esses fatos fossem sociais, a sociologia não teria objeto próprio e seu domínio se confundiria com o da biologia e da psicologia.

Na realidade, a classificação de fatos sociais serve para denominar maneiras de agir, de pensar e de sentir que apresentam a propriedade marcante de existir fora das consciências individuais. Esses tipos de conduta ou de pensamento... Continue a ler "Fato Social: Definição, Características e Exemplos" »

David Hume: Ideias, Impressões, Garfo e Empirismo

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A Contradição de Hume: Ideias e Impressões

A aparente contradição em Hume reside no seguinte: não há nenhuma ideia na imaginação que não seja derivada de uma impressão correspondente, mas, por outro lado, é possível identificar ideias que não são derivadas de qualquer impressão específica.

Essa contradição — a tese de que toda ideia deriva de uma impressão e a capacidade de identificar ideias não derivadas de impressões — requer uma explicação: a imaginação pode decompor ideias complexas em ideias simples (que são, necessariamente, cópias relevantes de impressões simples) e, em seguida, recompor essas ideias simples em uma ideia complexa que não foi previamente dada à mente, ou seja, que não tem correlação... Continue a ler "David Hume: Ideias, Impressões, Garfo e Empirismo" »

Fundamentos de Lógica e Conceitos Jurídicos Essenciais

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I. Relacionar Termos e Definições de Lógica

Relacione os termos abaixo com suas respectivas definições numeradas:

  • Juízo (8)
  • Lógica Jurídica (3)
  • Forma Mental (4)
  • Ideia (9)
  • Verdadeiro Pensamento (6)
  • Pensar (7)
  • Pensamento Correto (5)
  • Ciência da Lógica (2)
  • Raciocínio (10)
  • Lógica Natural (1)

Definições:

  1. A aptidão natural dos seres humanos de combinar as formas mentais de pensamento (ideia, juízo e raciocínio) de forma ordenada e consistente.
  2. Conjunto sistematizado de conhecimento com rigor científico, que desenvolve e aperfeiçoa a capacidade natural do ser humano de combinar formas mentais de pensamento (ideia, juízo e raciocínio) para produzir o pensamento verdadeiro e correto.
  3. Conhecimento sistematizado com rigor científico, que desenvolve
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Ética e Política Moderna: Hobbes, Spinoza e Kant

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Ética e Política na Era Moderna

Hobbes: O Leviatã e a Justificação do Estado

A justificação apresentada por Hobbes no Leviatã possui componentes não só políticos, mas também morais. A moralidade é gerada pelo mesmo pacto que fundamenta o poder político. O poder político e moral absoluto é fundamental para o indivíduo. O Estado Soberano surge como a única fonte de moralidade, lei e religião.

Hobbes enfatiza que a necessidade de cálculo racional dedutivo, como razão para o Estado, é baseada em duas premissas:

  • A igualdade natural ou biológica dos seres humanos: A Lei da Natureza torna os seres humanos iguais entre si em relação ao seu corpo e mente.
  • A escassez de bens: Todos os seres humanos desejam possuir bens para satisfazer
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Texto 3 substancias cartesianas pensante, infinita,extensa

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5. A existência do mundo: Pára resolver o problema da existência do mundo físico, Descartes deve considerar as idéias, neste caso, as idéias das coisas sensíveis. Agora, Deus me déu uma forte inclinação pára acreditar que as idéias das coisas sensíveis vêm das coisas sensíveis e não qualquer outra realidade. Então, como Deus não é enganador, temos de concluir que esta inclinação que eu tenho que pensar que a causa das minhas idéias das coisas sensíveis são as coisas corpóreas, não uma ilusão, mas uma verdade e, portanto, que essas coisas são sensíveis. Assim, Deus, em virtude de sua veracidade, torna-se uma garantia de que as minhas idéias em realidade corresponde extramental.Descartes provou a existência do

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