A Ética Kantiana: Autonomia, Dever e Imperativo Categórico
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“O que importa é o motivo”
- Não tomar os costumes como soberanos para a lei moral, nem levar em conta fatores externos.
- No senso comum, liberdade seria acabar com as leis, o que é uma grande ilusão, pois geraria o caos, tirando a liberdade. A anomia (caos, barbárie) é um retrocesso; deveríamos ir para a autonomia (cada um seguir suas leis). No entanto, é mais cômodo seguir as leis já criadas: “Povo é o rebanho que segue o pastor”.
- Somente o próprio agente moral sabe de sua real intenção. Não devemos julgar os outros, apenas a nós mesmos.
- Deve haver a universalização de uma lei moral. Quando se pratica a pura razão prática, todos chegam a uma única lei moral. Ou seja, cada um, sem se basear em fatores externos, deve criar