Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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h3>Teoria das Ideias de Platão: Essência e Realidade

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E da realidade real, que consiste em modelos perfeitos e universais da física, as ideias, tornando o mundo inteligível e transcendente ao físico. Elas são autoexistentes, realidades universais, eternas, permanentes, imutáveis, perfeitas, objetivas, sem espaço e sem tempo (Parmênides). É o real e verdadeiro ser da realidade, o mundo inteligível. Não depende do sentido físico, enquanto este não depende delas. Elas formam a essência e razão ou causa de ser das coisas, a estrutura comum das coisas comuns. Há construções mentais que são entidades independentes do mental, realidades objetivas que validam os conceitos universais conhecidos e expressos linguisticamente. As definições são o próprio objeto do conhecimento genuíno... Continue a ler "h3>Teoria das Ideias de Platão: Essência e Realidade" »

Diferença entre Ação e Acontecimento na Rede Conceitual

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Distingue ação de acontecimento

  • Ação: interferência intencional, consciente e voluntária de um agente no decurso normal das coisas.

  • Acontecimento: algo que nos acontece e somos apenas recetores dos efeitos.

Clarifica as noções-chaves da rede conceitual da ação

Definição de ação humana: acontecimento que sucedeu graças à interferência consciente e voluntária de um agente.

Agente: Aquele que pratica a ação, é o elemento que dispondo da liberdade e vontade teria o poder de praticar gratuitamente as ações que quisesse.

Vontade: Capacidade de escolher, por exemplo: Heitor escolhe lutar, poderia ter fugido

Consciência: Percepção de como autor da ação. Por exemplo: Heitor reconhece-se como defensor da cidade

Intenção- propósito

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Conhecimento: Perspectivas Filosóficas

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Distinção entre relações de ideias e questões de facto

Relações de Ideias

  • São conhecidas a priori (intuitivas ou demonstrativamente certas).
  • Verdades necessárias (proposições que têm de ser verdadeiras).

Questões de Facto

  • Afirmam ou implicam a existência de entidades concretas.
  • São conhecidas a posteriori.
  • Verdades contingentes (possível negá-las sem contradição).

Perspetivas de Descartes e de Hume

Descartes

  • Origem do conhecimento: razão e intuição do cogito.
  • Ideias inatas (presentes na mente humana desde a origem).
  • Percepção intelectual clara e distinta leva à verdade.

Hume

  • Origem do conhecimento: impressões ou experiências.
  • Não existem ideias inatas.
  • Conhecimento de questões de facto apoia-se em dados dos sentidos e da introspecção.
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A Relação entre Ética, Política e Dignidade Humana

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Três Tempos da Relação entre Ética e Política

A relação entre ética e política pode ser analisada em diferentes momentos históricos e conceituais:

1. Separação Radical na Renascença

Na Renascença, houve uma separação radical entre ética e política. O Príncipe (Maquiavel) tenta estabelecer uma ciência política, colocando as questões éticas no campo da individualidade e deixando-as fora dos assuntos de Estado. Assim, a ação política torna-se uma ciência fora da moralidade.

2. Ética Privada e Ética Pública (Stuart Mill)

John Stuart Mill levanta essa separação em seu livro sobre as liberdades civis. A sociedade não pode intervir ou controlar a vida privada dos cidadãos. Embora a falta de moral ou religião possa exercer... Continue a ler "A Relação entre Ética, Política e Dignidade Humana" »

Teoria Rito/Mito e a Origem do Teatro

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Teoria Rito/Mito

Antropólogos séc XIX e XX
Durante o desenvolvimento das sociedades antigas, estas começaram a ficar cientes de certas forças que aparentavam influenciar a quantidade de alimento, colheitas e o bem-estar. Sabendo que a vida delas dependia daquilo, atribuíram a origem dessas forças ao espiritual e ao sobrenatural. Pesquisando maneiras de conquistar essas energias de forma a singrarem e, após relacionarem aparentemente certas atividades feitas por grupos, começaram a repetir e a formalizar essas mesmas atividades. Fixaram-se os Rituais.
Mitos - precisava-se de explicar o que eram estas forças, estes deuses. Daí, criaram-se histórias, narrando estas forças. Explica-se o que é fundamental a estas tribos. Por vezes, ao
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Senso Comum vs. Conhecimento Científico e Métodos

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Conhecimento Vulgar (Senso Comum)

O conhecimento vulgar ou senso comum é o conjunto de conhecimentos fundados na experiência quotidiana. Pelas suas características, preocupa-se mais com o reconhecer do que com o conhecer. Não procura explicar a realidade, mas enquadrá-la num todo social coerente e estável. É, por isso, superficial, acrítico e subjetivo, mas, ainda assim, fundamental para os problemas mais banais do dia a dia.

Apresenta uma falta de sistematização: é pouco sistemático, ou seja, os conteúdos não estão relacionados entre si, não formam um conjunto organizado e coerente. É um conhecimento essencialmente prático, tratando principalmente do modo como temos de agir, do que fazer para construir algo e das regras de... Continue a ler "Senso Comum vs. Conhecimento Científico e Métodos" »

Alegoria do Sol: Dualismo em Platão

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Alegoria do Sol: Dualismo Onto-Epistemológico em Platão

Tema

Este texto é um excerto de "A República", obra que, juntamente com "O Banquete" e "Fédon", compõe os diálogos da maturidade de Platão. O trecho em questão apresenta uma alegoria da linha, através da qual o autor explica seu dualismo onto-epistemológico. A linha representa os graus de conhecimento: em sua parte inferior está a ignorância e, à medida que subimos, o conhecimento se eleva.

Justificativa

Todos esses diálogos são regidos pela Teoria das Ideias. Primeiramente, Platão distingue as ideias das coisas, sendo as ideias os modelos e as coisas, cópias das ideias. Em segundo lugar, Platão descreve as ideias como imutáveis e sempre idênticas a si mesmas (influenciado... Continue a ler "Alegoria do Sol: Dualismo em Platão" »

Max Weber e Karl Marx: Teorias Sociológicas Fundamentais

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Max Weber: A Sociologia Compreensiva

A sociologia compreensiva estuda a ação social com o objetivo de explicar a sociedade através da compreensão do sentido que os indivíduos atribuem às suas ações (significado). A sociedade é vista como uma teia de múltiplas significações, resultante do encontro de ações individuais.

  • Ação Social: Atribuição de significado compartilhado com outro indivíduo, gerando uma relação social (regularidade, repetição e frequência).
  • Tipos de Ação Social:
    • Racional: Com relação a fins (objetivos) ou a valores (ex: ataque terrorista).
    • Emocional: Poder carismático e transformador.
    • Tradicional: Poder tradicional (conservador, patrimonial, patriarcal e gerontocrático).
  • Ética na Ação:
    • Ética da Responsabilidade:
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Questionário de Ética: Imperativo Categórico e Felicidade

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Questionário para Estudo de Ética

  1. 1. Como se pode interpretar o imperativo categórico como princípio ético?

    R: Para entender a abordagem que Kant desenvolveu em sua teoria moral, é útil começar por uma ideia de senso comum que ele rejeita. Trata-se da ideia de que a razão tem apenas um papel "instrumental" como guia da ação. A razão não te diz quais devem ser os teus objetivos; em vez disso, diz-te o que deves fazer dados os objetivos que já tens. Dizer que a razão é puramente instrumental é dizer que ela é simplesmente um instrumento que te ajuda a atingir objetivos que foram determinados por outra coisa diferente da razão.

  2. 2. Para Kant, em que sentido a ética pressupõe a autonomia da razão?

    R: Pela norma do agir moral.

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Guia Completo sobre Falácias: Definição, Tipos e Exemplos

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O que é Falácia?

Na lógica e na retórica, uma falácia é um argumento logicamente inconsistente, sem fundamento, inválido ou falho na capacidade de provar eficazmente o que alega. Argumentos que se destinam à persuasão podem parecer convincentes para grande parte do público apesar de conterem falácias, mas não deixam de ser falsos por causa disso.

Exemplos:

1 - Se a, então b.
2 – b
3 – logo, a.
(Se choveu, então o pátio está molhado. O pátio está molhado. Portanto, choveu).

1 – Se a, então b.
2 – não – a.
3 – logo não – b.
(Se choveu, então o pátio está molhado. Não choveu. Portanto, o pátio não está molhado).

Se A, então B | Se A, então B | Se A, então B | Se A, então B
B/A (falacioso) | A/B (Válido)
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