Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Teorias do Conhecimento: Descartes, Hume, Kant e Memória

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C. Descartes

Descartes: Descartes estabelece a interpretação racionalista dos conceitos: acredita em verdades inteiras e em ideias que a mente forma por si mesma, sem a intervenção da experiência. Ele considera os modos de pensamento e as ideias independentes da experiência.

D. Hume

Hume: Para Hume, os seres individuais são conhecidos como percepções sensoriais. Pode-se conceber qualquer tipo de objeto por meio de representações sensíveis dessas percepções.

E. Kant

Kant: Kant distingue dois tipos de conceitos: o conceito empírico, cujo conteúdo é fornecido pela experiência como resultado de múltiplas percepções de um objeto; e o conceito puro, ou categoria, independente da experiência, que abrange as diferentes formas pelas... Continue a ler "Teorias do Conhecimento: Descartes, Hume, Kant e Memória" »

A Importância da Razão Histórica na Vida Humana

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Vida Humana, Histórica e Social

Na sua "História como um Sistema", Ortega integra a questão vital da razão pela qual a razão histórica. Depois de voltar para deixar claro que a vida humana é esta realidade filosófica radical indubitável, lembre-se que a vida nos é dada, de que precisamos para nos deixar em cada momento, constantemente decidir o que move o nosso próximo.
No entanto, a opção adotada deve ser entendida no contexto de condenações anteriores a essa condição. Todo homem está sempre em alguma crença, e a estrutura que sua vida tomou será determinada pelo conjunto de crenças, que é um conglomerado de condenações anteriores que vêm para moldar seu repertório espiritual.
Estas crenças não devem ser confundidas... Continue a ler "A Importância da Razão Histórica na Vida Humana" »

Argumentação: Conceito, Retórica e Aplicação Jurídica

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Argumentação é um processo pelo qual se reúnem argumentos e dados convergentes no sentido de respaldar uma determinada tese. Argumentar significa, acima de tudo, fornecer razões que dêem suporte a certas conclusões; é basicamente uma atividade de justificação. Garante uma determinada qualidade a enunciados que pretendem gozar de aceitabilidade racional por parte dos auditórios aos quais são endereçados.

Argumentar trata-se de uma operação na qual se fornece um respaldo que possa lastrear uma tese em face de um interlocutor ou auditório. Argumentar implica oferecer um conjunto de elementos a favor de uma conclusão. Os argumentos são tentativas de sustentar certos pontos de vista com razões. Têm-se como elementos fundamentais... Continue a ler "Argumentação: Conceito, Retórica e Aplicação Jurídica" »

Os Limites da Ciência: Da Cosmologia à Ética Humana

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Limites Cosmológicos da Ciência

A ciência não consegue explicar toda a natureza, que existia muito antes do seu desenvolvimento e não é seu corpo. Certamente, não foi preciso esperar pela ciência para apreciar a estrutura óssea de um animal de estimação, ou a geologia da zona costeira onde se gosta de passar o verão ou fazer turismo. Desde os primeiros tempos, temos testemunhos do amor pela natureza. Por exemplo, a Terra aparece em nossos mitos como Gaia, nossa mãe, uma entidade maravilhosa que nos acolhe, onde nos reconciliamos conosco mesmos e com os outros em harmonia. Para poetas e artistas, a natureza tem sido um jardim divino, um refúgio para os amantes. Como já mencionado, é o amor pela natureza que impulsiona o cientista,... Continue a ler "Os Limites da Ciência: Da Cosmologia à Ética Humana" »

Émile Durkheim: Positivismo, Fatos Sociais e Suicídio

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Émile Durkheim: Positivismo e Fundamentos da Sociologia

Émile Durkheim foi o primeiro professor de sociologia, e antes dele, a sociologia não era considerada uma ciência. Durkheim tinha uma visão de sociedade um tanto “perfeita”: para ele, uma sociedade não é apenas um conjunto de pessoas, mas possui vida e organicidade. Por exemplo, um conjunto de átomos não é uma célula; apenas um conjunto de átomos que têm um determinado sentido se transforma em uma célula. A sociedade está além de uma simples soma de indivíduos. Como ele mesmo afirmou: “a sociedade é uma célula e não um conjunto de átomos”.

Fato Social (Pensado como Coisa)

  • Coercibilidade: Refere-se à capacidade de limitar a liberdade do outro, algo que o indivíduo
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O que é Filosofia? Ação Humana, Motivos e Responsabilidade

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O que é Filosofia?

O que é a filosofia? É um saber que se divide em três momentos principais: a formulação de problemas, as consequentes tentativas de respostas e a argumentação dessas mesmas respostas. É constituída pelos problemas filosóficos, pelas teses que justificam a tomada de posição em relação a esses problemas e pelos métodos de crítica e da prova, os argumentos filosóficos. O método é a discussão e o debate racional de argumentos.

Problemas Filosóficos

O que são problemas filosóficos? São problemas acerca do ser, da vida, do homem, do indivíduo, que são relativos às nossas crenças básicas e que não podem ser resolvidos por meios científicos. Problemas cuja resposta é dada pelo pensamento e pela reflexão.... Continue a ler "O que é Filosofia? Ação Humana, Motivos e Responsabilidade" »

HART: Direito, Moral e Justiça Social

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Direito e Justiça

  • A Justiça e a moralidade não podem ser identificadas.
  • A Justiça faz parte da moralidade.
  • Conceito de Justiça: Trata-se de uma igualdade determinada por uma posição relativa. Por isso, é concebida como um equilíbrio proporcional.

Moral Social

  • A moral como fenômeno social, aceita ou convencional.
  • É por isso que existem diferenças nos códigos morais.
  • Diferenças em relação ao Direito:
    • 1. Mudança deliberada de norma de natureza jurídica voluntária.
    • 2. Transgressões morais (internas) e a sua relação com o cumprimento.
    • 3. Primazia da moral: respeito pelo Estado.

As Formas Tradicionais de Justiça

  • 1. Justiça Jurídica: Dispõe sobre a relação entre o homem e a sociedade.
  • 2. Justiça Distributiva: As relações entre a
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Epistemologia aristotélica: conhecimento e ciência

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Epistemologia: a possibilidade de conhecer

Platão teve de enfrentar o sofista, o relativismo e o ceticismo; em grande parte de seu diálogo procurou demonstrar que era possível saber a verdade. Assim como Platão, Aristóteles também acredita que os seres humanos, por natureza, querem saber, porque o conhecimento confere perfeição, prazer e felicidade.

O conhecimento potencial é reforçado pela concepção antropológica que define o ser humano de modo teleológico e racional. Essa concepção, aplicada aos seres humanos, leva Aristóteles a argumentar que a atividade característica do homem é a atividade intelectual e teórica.

O conceito aristotélico de conhecimento e ciência

Para Aristóteles há uma distinção clara entre theoria... Continue a ler "Epistemologia aristotélica: conhecimento e ciência" »

Comparativo Hobbes e Locke: Contrato Social e Liberdade

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Relação com Hobbes

Ambos os autores são contratualistas. O Estado surge através de um convênio ou contrato entre indivíduos que vivem naturalmente. Antes do Estado, ambos reconhecem a existência de um estado de natureza.

Hobbes defende o Estado absoluto, enquanto Locke defende o Estado liberal. A partir disso, podemos perceber as diferenças em três seções:

O Estado de Natureza

Para Hobbes, o estado de natureza é um estado de insegurança. Por natureza, os seres humanos são iguais. Além disso, todo ser humano tem a tendência a satisfazer seus desejos e necessidades. Em seguida, o estado de natureza é um estado de guerra de todos contra todos, com o medo de perder a vida ou propriedade.

Para Locke, os seres humanos são iguais, livres... Continue a ler "Comparativo Hobbes e Locke: Contrato Social e Liberdade" »

Cino de Pistoia e a escola de juristas medievais

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O fundador desta escola foi Cino de Pistoia. Os juristas da escola atuaram em todo o corpus do direito (direito romano, direito canônico, direito feudal, direitos municipais) e, fortemente orientados para fins práticos, buscaram unificar e adaptar-se às necessidades de regulamentação do final da Idade Média.

A nova atitude intelectual dos comentadores representa uma abordagem diferente à tensão entre a verdade e a realidade, associada ao desenvolvimento da escolástica tomista.

Representa uma reação contra correntes 'fundamentalistas' que pretendiam reduzir todo o conhecimento válido e legítimo ao que estava contido nos textos da autoridade, recomendando-o como único meio para obter a resolução de todos os problemas, tanto práticos... Continue a ler "Cino de Pistoia e a escola de juristas medievais" »