Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Filosofia e Ética

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Fundamentos de Ética, Cidadania e Sistemas Políticos

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ITEM 9

1.1 - A Natureza Moral e o Ser Amoral

As pessoas são inevitavelmente morais; imaginamos diferentes possibilidades e justificamos nossas escolhas, comportando-nos como seres racionais. A estrutura moral humana envolve três fases: imaginar possibilidades, escolher entre elas e justificar a escolha. Um ser é amoral quando não age automaticamente e não possui responsabilidade por suas ações, comportando-se como animais. As pessoas podem se comportar de forma moral ou imoral em relação a certas normas, mas não somos amorais.

2.3 - Condicionamento e Determinação

Ser condicionado significa que não há liberdade total e absoluta, mas que a liberdade é preservada o suficiente para sermos responsáveis por nossos atos. Estar absolutamente... Continue a ler "Fundamentos de Ética, Cidadania e Sistemas Políticos" »

A Escola de Atenas de Rafael: Análise e Significado

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Cronologia

A obra foi criada entre 1510 e 1511.

Estilo e Contexto

A obra é um exemplo do estilo renascentista, produzida durante o Cinquecento.

  • Autor: Rafael.
  • Técnica: Afresco.
  • Suporte: Parede.
  • Local: Sala da Assinatura (Cidade do Vaticano).

Características e influências:

  • Consolidação da técnica de pintura a óleo e origem flamenga de novas mídias, como a tela (embora esta obra seja um afresco, o ponto original parece referir-se a tendências gerais da época).
  • Expressividade nos olhos e mãos das figuras.
  • Uso de sombreamentos leonardescos para definir os contornos das figuras.
  • Domínio da iluminação, do sfumato e da ciência da perspectiva.
  • Influência de Michelangelo, especialmente no conceito de terribilità, presente na Capela Sistina.

Características

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Sócrates e Platão: A Busca pela Verdade e o Legado Filosófico

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A Busca pela Verdade em Sócrates

O tema central do texto é a verdade. Poderíamos, como ponto de partida, abordar a posição filosófica de Sócrates e dos sofistas, mas aqui nos concentraremos em Sócrates. Sócrates desenvolveu um método de investigação com duas fases: a primeira, negativa (a ironia), e a segunda, positiva (a maiêutica).

Na primeira fase, Sócrates, fazendo uso da ironia, da ignorância e fingindo ser um interrogador qualificado, pedia a alguém que acreditava saber o que era, por exemplo, bondade ou justiça, e que, portanto, poderia defini-los com precisão. O objetivo era que seu interlocutor, ao final, reconhecesse sua própria ignorância e percebesse que não sabia exatamente definir o que, a princípio, pensava... Continue a ler "Sócrates e Platão: A Busca pela Verdade e o Legado Filosófico" »

Crítica da Razão Pura de Kant: Análise e Síntese

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1) Análise do Conhecimento Científico Transcendental

1.1. Termos de Conhecimento Científico na Crítica da Razão Pura

Kant preocupa-se em determinar o problema do conhecimento e analisar a possibilidade da metafísica como ciência, com o mesmo rigor e precisão que, na época, tinham alcançado a matemática e a física. Kant entende que a disciplina metafísica herdada de tradições filosóficas anteriores (como a escolástica medieval ou a escola racionalista) era considerada como o fundamento e a base não só de todas as ciências, mas também de valores, moral, política, etc. Em um dicionário da época de Kant, é considerada como "A ciência que lida com os primeiros princípios de nosso conhecimento, ideias universais e seres espirituais,... Continue a ler "Crítica da Razão Pura de Kant: Análise e Síntese" »

A Dialética de Platão: Conhecimento e Realidade

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Autor da situação em seu momento histórico. Este texto pertence a um filósofo da antiguidade, Platão, localizado no V e IV a.C. Platão queria ser um reformador político e pensava que era necessário decidir sobre a aprendizagem.

Objeto do Texto

O tema do texto é a dialética ascendente dos graus de conhecimento, que se correlacionam com o grau de realidade, e nós progressivamente superamos para alcançar a boa ideia que nos tornará sábios na teoria e na prática.

Principais Ideias

  1. No mundo dos sentidos, são os objetos físicos que percebemos através dos sentidos com a luz produzida pelo Sol.
  2. No mundo inteligível, são as ideias que conhecemos através da razão. A ideia é o Bem Supremo, que produz a verdade e o conhecimento.
  3. A alma,
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Hume: Ideias, Causalidade e Críticas

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4) Hume explica a aparente contradição: embora toda ideia derive de uma impressão, podemos identificar ideias sem correspondência direta com impressões. A imaginação decompõe ideias complexas em simples, cópias de impressões, e as recompõe em novas ideias complexas, sem necessariamente corresponder a impressões complexas da experiência.

7) A grande contribuição de Berkeley, segundo Hume, é a descoberta de que ideias gerais são apenas ideias particulares associadas a um termo que lhes confere um sentido mais amplo.

11) Crítica de Hume à prova da causalidade:

  • Primeiro argumento: Tudo tem uma causa, pois algo sem causa não existiria antes. Hume critica: dizer que algo surge sem causa não implica que seja causa de si mesmo, mas
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A Revisão do Conceito de Direito de Hart e Interpretação Jurídica

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A Revisão do Conceito de Direito de Hart

O Papel da Regra de Reconhecimento

Após a correção, obtém-se uma análise sólida da ordem jurídica, centralizada no conceito de Hart da regra de reconhecimento, essencial para o papel judicial. Aqueles que exercem esse papel devem sua posição a uma indicação válida sob um complexo de regras de julgamento, firmadas em constituição ou decretadas por um legislativo. A existência de um legislativo distinto pressupõe regras de alteração, de natureza constitucional, que lhe conferem poderes apropriados. Esses poderes facilitam a enunciação de regras de Direito em vez de princípios e standards mais vagos, permitindo a inovação e alteração dos standards jurídicos por autoridades competentes.... Continue a ler "A Revisão do Conceito de Direito de Hart e Interpretação Jurídica" »

### Marx: Realidade, Sociedade, Consciência e História

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Seção 3 O problema da realidade: Marx tem uma concepção da realidade e rejeita o materialismo dialético, o materialismo e o idealismo metafísico. Em contrapartida, supera a realidade do pensamento e vê a realidade como um processo dialético de materiais de produção. Assim, a dialética é material.

Para Marx, a realidade é a atividade material, a vida real é a atividade prática e produtiva humana, que produz o homem real fisicamente. A história real é um dos modos de produção material.

Ele acreditava que a natureza é sempre mediada e transformada pela atividade produtiva humana e, portanto, o materialismo dialético afirma que a matéria é a essência da realidade e se rege pelas leis do homem fora da dialética. Alienação... Continue a ler "### Marx: Realidade, Sociedade, Consciência e História" »

Hurtado vs. Iturrioz: Ciência, Vida e a Árvore do Conhecimento

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Mas estas palavras são ambíguas e também poderiam ser tomadas como uma fábula. Iturrioz pode significar que a ciência não é boa, mas sim que, para conhecer a vida, a ciência é mais um obstáculo do que uma ajuda. A vida só pode ser conhecida comendo sua própria árvore, nunca a partir da árvore vizinha, pois, não importa o quão perto estejam, nunca se saberá se os seus ramos dão fruto.

É assim que Iturrioz pode induzir Hurtado a conhecer a vida de forma aberta, sem esperar que a ciência avance para conhecê-la de forma empírica. A corrida por verdades atuais — sejam elas científicas ou metafísicas — é fútil, porque, ao final, a única verdade é aquela em que se acredita e que se tem medo de começar a criar.

A Visão

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A Essência da Filosofia: Razão, Crítica e Conhecimento

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1.1 A Busca Humana por Sentido

Por quê? Os seres humanos não nascemos com um propósito intrínseco para viver, mas precisamos encontrar um sentido na vida.

A Perspectiva Humana: Passado, Presente e Futuro

Os animais vivem em um presente; nós somos impelidos para trás e para frente. É essa perfeita adaptação ao ambiente que nos falta como seres humanos e que nos obriga a usar a inteligência para encontrar novos caminhos. O que distingue os seres humanos é a incapacidade de nos integrar plenamente ao mundo. Essa insatisfação é a raiz profunda de toda a filosofia.

1.2 Uma Nova Abordagem: A Atitude Cognitiva

Os humanos veem um mundo cheio de mistério que os torna curiosos. O que há lá? Essa forma de olhar o mundo chamamos de atitude... Continue a ler "A Essência da Filosofia: Razão, Crítica e Conhecimento" »