Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de História de Bacharelato

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Conquista e Colonização do Caribe e das Américas

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Conquista e Colonização do Caribe

A ocupação não envolveu qualquer esforço militar inicial. Após a ocupação, a população indígena desapareceu sob as novas formas de vida e doenças trazidas pelos conquistadores.

A conquista do continente teve lugar na primeira metade do século XVI: Hernán Cortés conquistou o Império Asteca (1519) e Francisco Pizarro conquistou o Império Inca (1535). Do México e Peru, outras expedições completaram a conquista de um império que se estende desde os atuais EUA até a América do Sul, excluindo o Brasil.

Estes territórios não eram considerados colônias, mas uma extensão de Castela, de modo que o modelo de governo era o castelhano.

Com relação à colonização, Colombo acreditava, desde o início,... Continue a ler "Conquista e Colonização do Caribe e das Américas" »

O Decreto de Unificação de 1937 e o Estado Franquista

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TEXTO 25. EXTRATO DO DECRETO DE UNIFICAÇÃO DA LEI. Diário do Governo. 1937

1. Classificação

Este é um texto jurídico de natureza política, sendo uma fonte primária e direta. Foi elaborado durante a Guerra Civil Espanhola, num momento em que o lado "nacional" propunha o avanço sobre o norte Cantábrico, leal à República. Autores: A gestão e o desenvolvimento do projeto foram realizados a partir da cúpula, sem a participação das partes interessadas. Foi um ato unilateral de Franco, orientado por Serrano Súñer, com dois objetivos: acabar com o tumulto e o caos político, e "converter o diferencial em uma empresa política", instando a configuração do Movimento como um Estado. Houve também pressões do embaixador alemão, Von

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A Conquista da América: Impacto e Exploração

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América: 3. Conquista e colonização. Os primeiros colonos se instalaram nas Antilhas e sua presença causou alterações demográficas, econômicas e ideológicas. O noticiário dos impérios ricos no continente incentivou o desejo de conquista. Destacam-se algumas empresas de conquista e exploração.

Em 1519, Hernán Cortés saiu de Cuba e desembarcou na costa do México, onde fundou Veracruz. Três anos mais tarde, derrubou o império asteca e dominou o planalto central mexicano.

Em 1532, Francisco Pizarro derrubou o império inca, que ocupava o atual Peru, Equador e partes da Bolívia, e em 1535 fundou a cidade de Lima.

Há várias explicações para estes resultados:

  • Falta de coesão política, sendo formado por tribos distintas.
  • A disseminação
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Guerra Colonial e a Crise de 1898: Causas e Impactos

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1. CONTEXTO E CAUSAS

Desde 1868, as insurreições em Cuba foram motivadas pela consciência de independência dos ilhéus. Cuba e Filipinas estavam sujeitas ao governo central da Espanha, sem direitos administrativos, representação ou autonomia política e financeira. A Paz de Zanjón de 1878 deixou promessas não cumpridas, pois os espanhóis na ilha, que se juntaram ao Partido Constitucional, opuseram-se a qualquer tipo de mudança. Apenas se conseguiu a abolição da escravatura em 13 de fevereiro de 1880. Neste contexto, ocorreu a "Pequena Guerra" de 1879-1880, liderada pelas tropas rebeldes de Antonio Maceo e combatida por Polavieja.

Houve tentativas subsequentes de conceder reformas à ilha, como a de Antonio Maura, Ministro dos Negócios... Continue a ler "Guerra Colonial e a Crise de 1898: Causas e Impactos" »

A Guerra Civil Espanhola: Política Republicana e Consequências

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1. Dimensão Política da Guerra Civil Espanhola

A dimensão política do lado republicano viu José Giral, da Esquerda Republicana, ser nomeado presidente. Ele decidiu fornecer armas à população civil, o que levou os militantes a assumirem o controlo efetivo das ruas. Em algum momento, a revolução republicana estava em pleno funcionamento.

Os republicanos enfrentaram dois modelos básicos:

  • A CNT, a FAI e o POUM favoreciam a coletivização das terras e fábricas.
  • O PSOE e o PCE tentaram restabelecer a ordem, centralizar a tomada de decisões e respeitar a pequena e média propriedade rural.

O PNV (Partido Nacionalista Basco) apoiou a República, apesar de ser conservador, pois esta garantia a sua autonomia. Em outubro, o Parlamento votou o... Continue a ler "A Guerra Civil Espanhola: Política Republicana e Consequências" »

A Crise e a Fragmentação do Republicanismo na Restauração

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Os Republicanos e suas Formulações

A posição republicana foi fragilizada com a restauração da monarquia. A ideologia republicana atravessava, na época, uma profunda crise de identidade. Prova disso foram as diferentes correntes partidárias que se manifestaram, ligadas a figuras de destaque do extinto período revolucionário:

  1. Possibilistas: Ligados à figura de Castelar, defendiam o sufrágio universal e a instituição do júri, dispostos a participar do novo esquema político para alcançar seus objetivos.
  2. Partido Progressista: Fundado por Ruiz Zorrilla, que exerceu o governo durante o reinado de Amadeo, foi o único a confiar no golpe de Estado militar como alavanca para ganhar o poder, articulado a partir de seu exílio em Paris.
  3. Partido
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A Guerra Civil Espanhola (1936-1939)

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O Levante Militar

A revolta começa a tomar forma após a derrota da direita. O governo da Frente Popular, liderado por Azaña, retoma a reforma agrária, concede anistia aos presos políticos e restaura os estatutos de autonomia da Catalunha, preparando também o estatuto basco e galego.

Em 17 de julho de 1936, uma revolta começa no Marrocos Espanhol. No dia 18, a revolta se estende à Península Ibérica, enquanto o Primeiro-Ministro Casares Quiroga renuncia após se recusar a entregar armas aos partidos de esquerda e sindicatos. No dia 19, um novo governo liderado por José Giral procede à distribuição de armas. O fracasso parcial da revolta leva à divisão do país em duas zonas e ao início da guerra civil.

A chamada "zona nacional"... Continue a ler "A Guerra Civil Espanhola (1936-1939)" »

O Estado: Conceitos, Teorias e Tipos Históricos

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Formação e Componentes do Estado

O Estado é composto por uma série de componentes constituintes. Todos os Estados possuem elementos que o constituem como tal. Estes são:

  • Soberania
  • Território
  • População
  • Aparelho Administrativo (ou Governo)

Soberania

A implicação básica da soberania do Estado é que o poder exercido não pode ser questionado e, se necessário, o Estado deve provar que pode manter este privilégio perante os outros atores do sistema, sejam eles internos ou externos ao território.

Território

O Estado controla uma certa porção do espaço terrestre, aéreo, rios interiores e espaço marítimo, bem como as riquezas que se encontram nessa parte estritamente territorial. Nesta porção de terra, o Estado tem autoridade inquestionável... Continue a ler "O Estado: Conceitos, Teorias e Tipos Históricos" »

Nietzsche e Marx: Crítica à Religião e Alienação

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Crítica ao Cristianismo, Morte de Deus e o Super-homem

Existem dois tipos de homens: os senhores, em que as forças ativas se impõem às reativas, possuindo um valor moral natural que promove a vida; e os escravos, que possuem um ressentimento moral e valores opostos à vida. Antes de Sócrates, a cultura era dionisíaca, com uma moral aristocrática. Contudo, devido a Platão e ao cristianismo, a moral tornou-se apolínea, levando os escravos a crerem que os valores dos senhores eram defeitos. A cultura europeia é niilista, baseada em valores que odeiam a vida. Como resultado, Deus está morto, e não há valores espirituais respeitados pela sociedade. O cristianismo rejeita os valores da vida, buscando sua própria destruição ao tentar... Continue a ler "Nietzsche e Marx: Crítica à Religião e Alienação" »

A Sociedade e a Economia na Hispânia Romana

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Sociedade na Hispânia Romana

Durante o século II d.C., estima-se que a população da Hispânia situava-se entre três e cinco milhões de pessoas. A sociedade era composta por um conglomerado de grupos sociais diferenciados pelo grau de riqueza, direitos e participação nos assuntos públicos. Era uma sociedade escravista que, durante o Baixo Império, iniciou uma transição para o regime de colonato devido à escassez de escravos e à decadência da cidade como unidade de produção e consumo.

Podemos distinguir os seguintes grupos sociais:

  • Ordem senatorial: No topo, formada por indivíduos da elite romana transformados em grandes latifundiários que monopolizavam o controle local e o governo provincial.
  • Ordem equestre: Controlava parte do
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