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A Crise do Sistema Colonial e a Independência da América

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Crise do Antigo Sistema Colonial

Os principais fatores gerais para a crise do Antigo Sistema Colonial são:

  • Iluminismo
  • Revolução Industrial
  • Revolução Americana (Independência das Treze Colônias Inglesas)
  • Revolução Francesa
  • Período Napoleônico

Cada um desses fatores, a seu modo, colaborou para o agravamento da crise.

Antecedentes Metropolitanos e Coloniais

Os antecedentes espanhóis se enquadram na crise vivenciada pela Espanha durante o Período Napoleônico. Nesse contexto, a Espanha tinha cada vez menos condições de manter seu domínio sobre suas colônias na América. Do mesmo modo, na América Espanhola, os movimentos antimetropolitanos cresciam cada vez mais e se uniam em torno da ideia de independência.

A Construção da Independência

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h2 A Crise da 1ª República Portuguesa e o Fascismo

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A Crise da 1ª República Portuguesa e o Fascismo

Quando Portugal entrou na guerra, a instabilidade económica acentuou-se e o descontentamento social aumentou bastante. A economia portuguesa dependia da agricultura, que não era desenvolvida. Além disso, verificou-se uma queda na produção industrial que provocou um aumento no défice da balança comercial. O governo tinha cada vez menos receitas e mais despesas e, para resolver a situação, foi necessário multiplicar o dinheiro em circulação, medida que teve efeitos muito negativos, porque desvalorizou a moeda, aumentou a inflação e a dívida do país ficou cada vez maior. A inflação, por sua vez, aumentou o custo de vida dos portugueses, agravando a fome com o aumento constante... Continue a ler "h2 A Crise da 1ª República Portuguesa e o Fascismo" »

História das Constituições Portuguesas: 1822 e 1826

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A Constituição de 1822

É composta por 6 títulos:

  • I - Dos direitos e deveres individuais dos portugueses
  • II - Da nação portuguesa, o seu território, religião, governo e dinastia
  • III - Poder legislativo das cortes
  • IV - Do poder executivo do rei
  • V - Do poder judicial
  • VI - Do governo administrativo e económico

No entanto, a esposa do rei e do filho de ambos, D. Miguel, conspiravam contra a constituição. Então, promoveram uma revolta em Vila Franca de Xira, que conduzia à revogação da Constituição de 1822 e à restauração do regime absoluto do rei D. João VI.

- A Constituição de 1822 só teve em vigor 7 meses.

D. Miguel foi nomeado comandante-chefe do exército português e, no ano seguinte, 1824, encabeçou aquilo que já era um verdadeiro... Continue a ler "História das Constituições Portuguesas: 1822 e 1826" »

Hegemonia Europeia nos Séculos XIX e XX

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Durante os séculos XIX e XX, a Europa exerceu uma hegemonia económica, dominando a economia mundial. As principais potências europeias, como Inglaterra, Alemanha e França, lideraram a produção industrial e o comércio global. A Europa era considerada a "Fábrica do Mundo", produzindo mais da metade dos bens materiais e abrigando as maiores cidades, companhias transportadoras e centros financeiros.

Indicadores da Superioridade Europeia

A superioridade europeia era evidente em diversos indicadores. A Europa era o centro da produção industrial, com fábricas que produziam uma variedade de bens. As cidades europeias eram densamente povoadas e abrigavam grandes centros comerciais e financeiros. As companhias transportadoras europeias dominavam... Continue a ler "Hegemonia Europeia nos Séculos XIX e XX" »

H2: Da Carta Constitucional à República e a Codificação do Direito

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Da Carta Constitucional à República e a Codificação do Direito

Em 1842, voltou-se à Carta Constitucional, estando em vigor 78 anos, até 1910.

Em 1908, o Príncipe Herdeiro perdeu a vida e quem subiu ao poder foi seu filho, o 2º do rei. Contudo, o seu reinado foi efémero e, a 5 de outubro de 1910, quase sem reação por parte do governo e do exército, foi proclamada a República.

Teófilo Braga constituiu um governo provisório.

Na sequência do decreto de 5 de abril de 1911, reduziram-se eleições a 28 de abril de 1911 para a Assembleia Nacional Constituinte.

De junho a agosto, preparou-se a constituição, aprovada a 18 de outubro de 1911 e publicada a 21 de outubro de 1911: a Constituição de 1911.

Constituição de 1911 e Influências

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Evolução Constitucional Portuguesa: 1976-1982 e a Influência da Perestroika

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Constituição de 1976

: A opção constitucional de 1976: Para combater a situação política do país, oficiais liderados por Melo Antunes publicaram um manifesto onde criticaram o MFA por se desviar dos seus objetivos, o que levou ao despedimento do primeiro-ministro Vasco Gonçalves e à formação do VI Governo Provisório, tendo como novo primeiro-ministro, Pinheiro de Azevedo. Neste seguimento, foi tentado um golpe militar que não teve sucesso, sendo o último ataque incentivado pela esquerda revolucionária. Assim, foi elaborada a Constituição de 1976 que confirmou a transição para o socialismo, consagrou o regime democrático e garantiu a liberdade da população e a participação na vida política.

Constituição de 1982

: Em... Continue a ler "Evolução Constitucional Portuguesa: 1976-1982 e a Influência da Perestroika" »

Padres Maçons e Progresso no Brasil Império

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Padres Maçons no Brasil Império

A Influência Maçônica no Clero

As publicações maçônicas indicam um número elevado de padres e frades que foram maçons no Brasil. O Bispo José Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho, bispo de Olinda, era maçom, segundo a literatura maçônica. Se verdadeira, essa afirmação explicaria a aceitação da maçonaria entre os clérigos do Nordeste.

Padres maçons, liberais, nacionalistas e revolucionários, participaram e lideraram as revoluções de 1817 e 1824 em Pernambuco. Destacam-se figuras como o Cônego Francisco Muniz Tavares, o padre João Ribeiro Pessoa, os padres José Inácio de Abreu e Lima ("Padre Roma") e Miguel Joaquim de Almeida ("Padre Miguelinha"), e Frei Joaquim do Amor Divino ("Frei Caneca"... Continue a ler "Padres Maçons e Progresso no Brasil Império" »

Sem título 15

Enviado por clara77 e classificado em História

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AS REFORMAS DA PAC :

—A reforma de 1992  Uma verdadeira reforma só veio a ter lugar em 1992; como seria de esperar, em confronto com a posição de páíses terceiros, assistiu-se ao endurecimento da posição dos agricultores europeus, tendo pára tal contribuído não sós manifestações de rua, como também os acordos do Blair House que colocaram em causa a posição assumida pela Comissão.  Na reforma levada a cabo, são de distinguir alguns princípios:  Uma redução sensível nos preços de produtos agrícolas, tendo em vista a redução da sua oferta; O estabelecimento de um mecanismo mais amplo e obrigatório de pousio de terras nas explorações;  Promoveu-se a reconversão de terrenos pára produções florestais; Promoveu-... Continue a ler "Sem título 15" »

Arquitetura Neoclássica: História, Estética e Poder

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O termo neoclássico só foi usado a partir do século XIX, pois antes o "neo" era inexistente, já que o setor era considerado puro, reforçando a ideia de que o Barroco e o Rococó são exagerados, segundo os críticos da época. A arquitetura neoclássica tinha como principal característica o caráter pedagógico de suas obras, querendo passar cultura e conhecimentos da cultura clássica.

O período neoclássico surge em meados do século XVIII sob influência do Iluminismo, que tinha por causa o estudo filosófico e pensamento humanista e racional, e da Revolução Francesa, que tinha por causa a libertação da monarquia, até mesmo na estética e arquitetura. O período neoclássico teve como objetivo resgatar os valores estéticos da... Continue a ler "Arquitetura Neoclássica: História, Estética e Poder" »

Portugal no Pós-Primeira Guerra: Crise e Ditadura

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Portugal no primeiro pós-guerra

Após a 1.ª Guerra Mundial, Portugal vivia uma grande instabilidade económica, social e política, resultado da participação no conflito e da crise internacional. Tal como ocorria na Europa, também em Portugal prenunciava-se a transição da democracia liberal para uma ditadura.

A falta de bens de consumo, a prática do racionamento e o constante aumento dos preços elevaram o descontentamento da população. A produção industrial estava em queda e o défice da balança comercial e da dívida pública dispararam. A diminuição das receitas orçamentais e o aumento das despesas conduziram os governos à emissão de notas de banco cada vez mais desvalorizadas, o que agravou a inflação galopante.

O aumento... Continue a ler "Portugal no Pós-Primeira Guerra: Crise e Ditadura" »