Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Medicina e ciências da saúde de Outros cursos

Anestésicos Locais: Farmacologia, Mecanismo de Ação e Aplicações Clínicas

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Anestésicos Locais: Farmacologia e Aplicações Clínicas

Anestésicos Locais: Bloqueiam reversivelmente a condução de impulsos ao longo dos axônios dos nervos e de outras membranas excitáveis que utilizam os canais de sódio como principal meio de geração de potencial de ação.

  • A principal razão para toxicidade dos anestésicos locais é a extensão do efeito terapêutico sobre o cérebro e o sistema circulatório.
  • Em geral, anestésicos locais são administrados por injeção na área das fibras nervosas a serem bloqueadas.

Absorção: A absorção sistêmica de um anestésico local injetado a partir de seu local de administração é modificada por fatores como: dose, local de injeção, ligação da droga aos tecidos, presença de...

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Bisturi Elétrico: Funcionamento, Tipos, Cuidados e Riscos

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Bisturi Elétrico: Definição e Tipos

O Bisturi Elétrico consiste em um aparelho de alta frequência que realiza eletrocoagulação e eletrodissecção. A condução da corrente elétrica sobre o tecido ocorre pelo polo ativo do aparelho (ponta metálica reta ou esférica). A placa metálica ou descartável (lisa e móvel) atua como o polo neutro do aparelho.

O acionamento da corrente elétrica (para fins de corte ou de coagulação) é feito por um pedal ou, em alguns modelos, diretamente na caneta do bisturi.

Tipos Comuns de Bisturi Elétrico

  • Monopolares: São indicados para cirurgias que exigem corte e coagulação.
  • Bipolares: São indicados apenas para coagulação. Têm a vantagem de dispensar o uso da placa neutralizadora, pois a corrente
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Guia de exames bioquímicos e laboratoriais: hemograma, função renal e hepática

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Exames Bioquímicos

Esta seção abrange os principais exames laboratoriais: Hemograma, função renal, função hepática, enzimas pancreáticas, função cardiovascular, diabetes mellitus e função tireoidiana.

Hemograma

  • Hemácias: Variam de acordo com a altitude.
  • Hemoglobina: Utilizada para diagnosticar estados anêmicos.
  • Hematócrito: Representa a proporção de glóbulos vermelhos no sangue.

Terminologias: Microcitose (tamanho abaixo do padrão), Macrocitose (tamanho acima do padrão), Hipocrômicas (pouco coradas), Poiquilocitose (variação anormal do tamanho).

Série Branca (Leucograma)

Composta por: neutrófilos, basófilos, eosinófilos, linfócitos, monócitos e plasmócitos.

Plaquetas

Exercem proteção vascular e participam de processos...

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E. coli e Salmonella: patologias, sintomas e transmissão

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E. coli Entero-hemorrágica (EHEC/STEC)

A E. coli Entero-hemorrágica (EHEC), também conhecida como E. coli produtora da toxina Shiga-like (STEC), causa uma doença cuja gravidade varia desde uma diarreia leve e sem complicações até uma colite hemorrágica com dor abdominal severa e diarreia sanguinolenta.

  • 80% das cepas isoladas pertencem ao sorogrupo O157:H7.
  • A Síndrome Hemolítica Urêmica (SHU), um transtorno caracterizado por insuficiência renal aguda, trombocitopenia e anemia hemolítica microangiopática, é uma complicação em 5% dos casos de EHEC.
  • Produtora da citotoxina Stx (Shiga), que causa colite hemorrágica.
  • Transmissão: Hambúrgueres contaminados (carnes malpassadas), pessoa a pessoa, fecal-oral.

E. coli Enteroagregativa (EAEC)

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Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS): grupos, manejo e responsabilidades

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Resíduos de Serviços de Saúde (RSS)

Os resíduos gerados pelos serviços de saúde são resíduos sólidos e líquidos com diferentes características físicas, químicas e biológicas, classificados em 5 grupos. Entre esses, os infectantes e os perfurocortantes apresentam maiores riscos para a saúde e o ambiente.

Geradores de RSS

Resíduos sólidos gerados por estabelecimentos de assistência à saúde humana ou animal, como: laboratórios analíticos, necrotérios, serviços de tatuagem e drogarias.

Riscos Potenciais

  • Riscos Químicos: tóxicos, corrosivos, inflamáveis, reativos, quimioterápicos, etc.
  • Riscos Biológicos: contêm agentes patogênicos que podem causar doenças e componentes radioativos utilizados em diagnósticos e terapias.
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Vias de Administração de Fármacos: Enteral e Parenteral

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Vias de Administração de Fármacos

São estruturas orgânicas com as quais a droga entra em contato para iniciar uma série de processos que visam seu efeito farmacológico.

Classificação Geral

  • Uso Interno: Ingestão de fármacos.
  • Uso Externo: Administração sem ingestão.

1. Via Enteral

O fármaco entra em contato com qualquer parte do trato digestivo (sublingual, oral, bucal e retal).

2. Via Parenteral

Não utilizam o tubo digestório (injeção, cutânea, respiratória, conjuntival, etc.).

Efeitos: Local e sistêmico.

Fatores que Determinam a Escolha da Via

  • Tipo de ação desejada;
  • Rapidez de ação desejada;
  • Natureza do medicamento.

Tipos de Vias

  • Enterais: Oral, bucal, sublingual e retal.
  • Parenterais Diretas: EV, IM, subcutânea, intra-arterial, intraperitoneal,
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Questões sobre manejo reprodutivo, ambiental e nutricional de suínos e equinos

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QUESTÃO 1: Síndrome MMA em Matrizes Suínas

A Síndrome MMA é uma enfermidade que acomete as matrizes suínas recém-paridas e pode causar grandes prejuízos à produção de suínos. Sobre a doença, avalie os itens:

  • I. Os sintomas da MMA também são variáveis, podendo ocorrer isolada ou simultaneamente, tais como: agalactia ou hipogalactia, anorexia (falta de apetite), febre, decúbito esternal (escondendo as tetas) e/ou descargas vulvares.
  • II. A MMA, ou Síndrome Metrite, Mastite, Agalactia, caracteriza-se pela secagem total ou parcial da produção de leite nos primeiros três meses pós-parto.
  • III. Como causas, destacam-se as infecções que podem estar localizadas no útero, na glândula mamária ou nas vias urinárias.
  • IV. Outras situações
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Documentação Médica, História Clínica e Epidemiologia: resumo

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LIÇÃO 1: CONCEITOS BÁSICOS DE DOCUMENTAÇÃO MÉDICA

1.1. Documento: Conceito Geral

Em geral, podemos dizer que um documento é a combinação de um suporte e da informação nele contida. O documento regista informações para que possam ser recuperadas e comunicadas.

Suporte: é o meio físico no qual as informações são registadas.

Ex.: Livro, radiografia (RX), microficha, CD, etc.

Além disso, os documentos possuem características internas e externas:

Características Externas:

  • Classe: textuais (escritos), iconográficos (imagens), audiovisuais (áudio), etc.
  • Tipo: lista, relatório, questionário, etc.
  • Formato: determinado pelas características do suporte (o mais usado é A4).
  • Forma: original ou cópia (cópia simples ou cópia autenticada/
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Neisseria meningitidis e Neisseria gonorrhoeae: características, quadro clínico e diagnóstico laboratorial

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Neisseria meningitidis

  1. São cepas não encapsuladas, não formadoras de esporos e não produtoras de hemolisina. A meningite é a manifestação mais comum e mais grave.
  2. A presença do microrganismo no sangue causa meningococcemia, com lesões cutâneas hemorrágicas (petéquias) e coagulação intravascular disseminada (CID).
  3. Frequentemente, é isolada da uretra masculina, do trato genital feminino e do canal anal. A porcentagem da população portadora sã em áreas endêmicas é variável.
  4. Dos 13 sorogrupos conhecidos, os mais comuns são: A, B, C, D e W. O diagnóstico laboratorial pode ser feito através da detecção direta dos sorogrupos, por aglutinação em látex.
  5. A coleta é feita de swabs nasofaríngeos e orofaríngeos, sangue, LCR,
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Circulação Cerebral: Artérias, Veias e Polígono de Willis

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Vascularização Cerebral: Fatores de Resistência

  • Fatores que influenciam a resistência cerebrovascular: pressão intracraniana, condição da parede vascular, viscosidade do sangue e calibre dos vasos cerebrais.

Vascularização Arterial do Encéfalo

  • As artérias cerebrais têm paredes finas: a túnica média possui menos fibras musculares, e a túnica elástica interna é mais espessa e tortuosa que a de artérias de outras áreas.
  • O espessamento da túnica elástica amortece o choque da onda sistólica, responsável pela pulsação das artérias.
  • Os espaços perivasculares contêm líquor (líquido cerebrospinal).

Artéria Carótida Interna

  • É um ramo de bifurcação da carótida comum.
  • Trajeto: Penetra na cavidade craniana pelo canal carotídeo
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