Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

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Guia Essencial de Parasitologia: Morfologia e Ciclos de Vida

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Entamoeba histolytica

Trofozoíto

  • Características: Forma ativa do protozoário, responsável pela doença. Movimenta-se e alimenta-se por pseudópodes. Possui 2 membranas plasmáticas, 1 núcleo excêntrico, cromatina periférica e cariossoma central. Contorno ameboide irregular.
  • Local de Parasitismo: Ceco e cólon.

Cisto

  • Características: Possui parede cística, 4 núcleos, cariossoma central e cromatina periférica. Contorno esférico ou ovoide. Apresenta corpo cromatoide.
  • Forma Infectante: O cisto é a forma infectante.
  • Forma de Transmissão: Via feco-oral.

Giardia lamblia

Trofozoíto

  • Características: Formato piriforme, 2 núcleos, 8 flagelos, axóstilos, disco suctorial e corpos parabasais. Responsável pela doença.
  • Localização: Presente na luz
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Protocolos Médicos e Cuidados

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Protocolos Médicos

Pré-eclâmpsia

  1. Dieta zero.
  2. Sulfato de Magnésio 50% 8ml EV lento em 20 min + Água Destilada 12ml.
  3. SG 5% 490ml EV em BIC 100ml/h + Sulfato de Magnésio 50% 10ml.
  4. Hidralazina 1-5ml EV a critério médico 20/20min + Água Destilada 19ml.
  5. Misoprostol 25mg via vaginal 6/6h.
  6. Gluconato de Cálcio 10% - 1 ampola em seringa à beira do leito.
  7. Sonda vesical de demora e coletor de diurese.
  8. PA, pulso, FR e Tax 1/1h.

Pós-Parto Normal

  1. Dieta geral.
  2. Ocitocina 10UI IM dose única.
  3. Dipirona 500mg VO de 6/6h.
  4. Controle de sangramento vaginal.
  5. PA, pulso e Tax.

RPMO (Ruptura Prematura de Membranas Ovulares)

  1. Dieta geral.
  2. Ampicilina 2g EV agora.
  3. Ampicilina 1g EV de 4/4h.
  4. Betametasona 12mg IM agora.
  5. PA, pulso e Tax 6/6h.

Pós-operatório de Endometriose

  1. Dieta leve
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Determinantes da Saúde, Doenças e Sistema de Saúde

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Desenvolvimento económico e social e saúde

Desenvolvimento económico e social e saúde
Ao longo da história aprendemos que a pobreza e a doença estabelecem uma retroalimentação positiva: mais doença contribui para mais pobreza e vice-versa. Por isso, demonstra-se que os programas de saúde contribuem para o bem-estar económico dos países. Nos países desenvolvidos verificaram-se benefícios significativos para a saúde.

  • Aumento do investimento em saúde para toda a população.
  • Ampliar a cobertura de saúde para o maior número possível de pessoas.
  • Alocar recursos de forma eficaz.

Determinantes da saúde

Nossa saúde depende de vários fatores, alguns imutáveis e outros modificáveis.

Meio ambiente

Contaminantes e agentes ambientais

  • Físicos:
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Dor Torácica: Angina e Infarto do Miocárdio

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Dor Torácica

Angina

É uma síndrome clínica que produz uma sensação de desconforto precordial, pressão ou falta de ar, geralmente precipitada pelo esforço e aliviada pelo repouso ou nitroglicerina sublingual.

A angina ocorre quando o trabalho cardíaco e a demanda miocárdica de oxigênio excedem a capacidade do sistema arterial coronário de fornecer oxigênio, levando à isquemia miocárdio (redução transitória ou permanente do fornecimento de sangue).

Qualquer aumento nestes fatores em um contexto de redução do fluxo sanguíneo coronariano pode induzir a angina.

A angina é tipicamente desencadeada por atividade física e geralmente não dura mais do que alguns minutos quando o paciente cessa a atividade precipitante.

Sintomas da Angina

  • Dor
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Doenças do Esôfago e Estômago: Guia Completo

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Acalasia Esofágica: Definição, Diagnóstico e Tratamento

Definição: Ausência do relaxamento do Esfíncter Esofágico Inferior (EEI) ou hipertonia.

Causas

  • Idiopática
  • Doença de Chagas

Quadro Clínico (QC)

  • Tríade: disfagia, regurgitação de alimentos não digeridos e emagrecimento.
  • Pode evoluir para megaesôfago.

Diagnóstico Diferencial (DDIF)

  • Câncer (disfagia progressiva).

Diagnóstico

  • Esofagomanometria: Padrão-ouro.
  • Esofagografia: Classifica a doença.
  • Endoscopia: Apenas para descartar câncer.

Classificação de Rezende

  • Grau 1: < 4cm
  • Grau 2: 4-7cm
  • Grau 3: 7-10cm
  • Grau 4: > 10cm ou perda do eixo.

Tratamento

Objetivo: Promover o relaxamento do EEI.

  • Grau 1: Nitratos, bloqueadores de canal de cálcio, toxina botulínica.
  • Grau 2: Dilatação pneumática
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Resumo: DII, Hérnias e Câncer de Tireoide

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Doença de Crohn

  • Acomete todo o TGI, poupa reto, salteado.
  • Quadro Clínico (QC):

    • Febre e dor abdominal.
    • Diarreia baixa e invasiva (sangue, muco e pus).
  • Diagnóstico:

    • ASCA, anti-OMPC, anti-CBir1.
    • Ileocolonoscopia com biópsia.
    • Clister opaco.
  • Complicações:

    • Estenoses e fístulas.
  • Tratamento Clínico:

    • Aminossalicilatos, corticoide, antibiótico, imunossupressor.
    • Leve a moderada: Sulfassalazina ou Mesalazina.
    • Leve a moderada com comprometimento ileal: Corticoide.
    • Moderada a grave: Prednisona, Azatioprina.
    • Refratários: Infliximabe.
  • Indicações de Tratamento Cirúrgico:

    • Obstruções.
    • Complicações supurativas.
    • Refratariedade ao tratamento clínico.
    • Displasia de alto grau.
  • Tratamento Cirúrgico:

    • Ressecção do segmento doente ou Estricturoplastia.

Retocolite Ulcerativa

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Anatomia e Funções Essenciais do Diencéfalo e Cerebelo

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3º Ventrículo

Cavidade estreita e mediana preenchida por líquido cerebrospinal, que se comunica com os ventrículos laterais pelos forames interventriculares e com o IV Ventrículo pelo aqueduto do Mesencéfalo.

Estruturas

  • Forame interventricular
  • Plexo coroide
  • Comissura posterior
  • Comissura anterior
  • Lâmina terminal
  • Sulco hipotalâmico
  • Aderência intertalâmica
  • Abertura do aqueduto do Mesencéfalo

Tálamo

São duas massas volumosas de substância cinzenta, de forma ovoide, dispostas de cada lado, na porção laterodorsal do diencéfalo.

Estruturas

  • Pulvinar
  • Tubérculo anterior
  • Aderência intertalâmica

Núcleos e Funções Gerais

Sensoriais, Motoras, Comportamento Emocional e Nível de ativação do córtex cerebral.

Funções Específicas dos Núcleos

Núcleos
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Cistos Odontogênicos e Não Odontogênicos

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Granuloma

Lesão radiolúcida, unilocular, circunscrita, de forma oval ou esférica, sempre associado a um ápice de um dente desvitalizado. Processo inflamatório de baixa duração, até 10 mm.

Cisto

Normalmente não apresenta sintoma, apresenta uma linha osteogênese reacional (radiopaca), provoca afastamento das raízes adjacentes, ultrapassa 10 mm.

Pericementite

  • Aguda (abscesso): dor, aumento da temperatura, vermelhidão, inchaço.
  • Crônica (cisto/granuloma): se apresenta em mais tempo, pode apresentar absorção óssea, são descobertos por radiografias por não apresentarem sintomas ou abscessos.

Cistos Odontogênicos Epiteliais

São originários da proliferação de restos epiteliais, associados à odontogênese lâmina dentária, órgão esmalte... Continue a ler "Cistos Odontogênicos e Não Odontogênicos" »

Imunologia dos Transplantes: Rejeição e Reconhecimento

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Imunologia dos Transplantes

A imunoterapia do câncer visa melhorar a imunidade antitumoral pelo fornecimento passivo de efetores imunológicos a pacientes ou pela catalisação ativa dos próprios efetores do hospedeiro. Abordagens para catalisação ativa incluem a vacinação com antígenos tumorais ou com células tumorais projetadas para expressar coestimuladores e citocinas.

Princípios Fundamentais da Rejeição

  • Transplantes teciduais são rejeitados pelo sistema imunológico, e os principais determinantes de rejeição são as moléculas do MHC.
  • Os antígenos de aloenxertos que são reconhecidos pelas células T são moléculas alogênicas do MHC que se assemelham a moléculas do MHC próprio carregadas de peptídeos que as células T são
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Infecções na Gravidez: Diagnóstico e Manejo Essencial

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Infecções Pré-Natais: Vias, Períodos e Diagnóstico

  • Vias de Transmissão:
    • Transplacentária.
    • Transamniótica (ascendente de germes da vagina e colo após ruptura prematura das membranas).
  • Períodos de Vulnerabilidade:
    • Pré-implantação (fertilização à implantação): Se grande número de células afetadas, pode ocorrer aborto. Se pequeno número, fenômeno de compensação, protegendo o embrião com sobrevida e sem malformação.
    • Embrionário (2ª a 9ª semana pós-concepção): Período mais vulnerável, podendo resultar em malformações morfológicas maiores.
    • Fetal (9ª semana ao termo): Pode causar malformações morfológicas menores e funcionais.
    • Paranatal (no parto): Exemplos incluem herpes simples, hepatite B, HIV, estreptococo do grupo
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