Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Medicina e Ciências da Saúde

Ordenar por
Matéria
Nível

Anatomia e Funções Essenciais do Diencéfalo e Cerebelo

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 5,28 KB

3º Ventrículo

Cavidade estreita e mediana preenchida por líquido cerebrospinal, que se comunica com os ventrículos laterais pelos forames interventriculares e com o IV Ventrículo pelo aqueduto do Mesencéfalo.

Estruturas

  • Forame interventricular
  • Plexo coroide
  • Comissura posterior
  • Comissura anterior
  • Lâmina terminal
  • Sulco hipotalâmico
  • Aderência intertalâmica
  • Abertura do aqueduto do Mesencéfalo

Tálamo

São duas massas volumosas de substância cinzenta, de forma ovoide, dispostas de cada lado, na porção laterodorsal do diencéfalo.

Estruturas

  • Pulvinar
  • Tubérculo anterior
  • Aderência intertalâmica

Núcleos e Funções Gerais

Sensoriais, Motoras, Comportamento Emocional e Nível de ativação do córtex cerebral.

Funções Específicas dos Núcleos

Núcleos
... Continue a ler "Anatomia e Funções Essenciais do Diencéfalo e Cerebelo" »

Cistos Odontogênicos e Não Odontogênicos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 9,13 KB

Granuloma

Lesão radiolúcida, unilocular, circunscrita, de forma oval ou esférica, sempre associado a um ápice de um dente desvitalizado. Processo inflamatório de baixa duração, até 10 mm.

Cisto

Normalmente não apresenta sintoma, apresenta uma linha osteogênese reacional (radiopaca), provoca afastamento das raízes adjacentes, ultrapassa 10 mm.

Pericementite

  • Aguda (abscesso): dor, aumento da temperatura, vermelhidão, inchaço.
  • Crônica (cisto/granuloma): se apresenta em mais tempo, pode apresentar absorção óssea, são descobertos por radiografias por não apresentarem sintomas ou abscessos.

Cistos Odontogênicos Epiteliais

São originários da proliferação de restos epiteliais, associados à odontogênese lâmina dentária, órgão esmalte... Continue a ler "Cistos Odontogênicos e Não Odontogênicos" »

Imunologia dos Transplantes: Rejeição e Reconhecimento

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 5,85 KB

Imunologia dos Transplantes

A imunoterapia do câncer visa melhorar a imunidade antitumoral pelo fornecimento passivo de efetores imunológicos a pacientes ou pela catalisação ativa dos próprios efetores do hospedeiro. Abordagens para catalisação ativa incluem a vacinação com antígenos tumorais ou com células tumorais projetadas para expressar coestimuladores e citocinas.

Princípios Fundamentais da Rejeição

  • Transplantes teciduais são rejeitados pelo sistema imunológico, e os principais determinantes de rejeição são as moléculas do MHC.
  • Os antígenos de aloenxertos que são reconhecidos pelas células T são moléculas alogênicas do MHC que se assemelham a moléculas do MHC próprio carregadas de peptídeos que as células T são
... Continue a ler "Imunologia dos Transplantes: Rejeição e Reconhecimento" »

Infecções na Gravidez: Diagnóstico e Manejo Essencial

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 3,99 KB

Infecções Pré-Natais: Vias, Períodos e Diagnóstico

  • Vias de Transmissão:
    • Transplacentária.
    • Transamniótica (ascendente de germes da vagina e colo após ruptura prematura das membranas).
  • Períodos de Vulnerabilidade:
    • Pré-implantação (fertilização à implantação): Se grande número de células afetadas, pode ocorrer aborto. Se pequeno número, fenômeno de compensação, protegendo o embrião com sobrevida e sem malformação.
    • Embrionário (2ª a 9ª semana pós-concepção): Período mais vulnerável, podendo resultar em malformações morfológicas maiores.
    • Fetal (9ª semana ao termo): Pode causar malformações morfológicas menores e funcionais.
    • Paranatal (no parto): Exemplos incluem herpes simples, hepatite B, HIV, estreptococo do grupo
... Continue a ler "Infecções na Gravidez: Diagnóstico e Manejo Essencial" »

Guia Prático de Otorrinolaringologia: Diagnóstico e Tratamento

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 4,3 KB

Tonsilite

Etiologia: Inespecífica (viral: adenovírus, influenza, parainfluenza, EBV; bacteriana: Streptococcus β-hemolítico, S. aureus, Haemophilus influenzae). Específica (mononucleose, fuso-espirilar, diftérica).

Viral vs. Bacteriana:

  • Viral: Febre baixa, rinorreia hialina, obstrução nasal, odinofagia moderada, gânglios menores e menos dolorosos.
  • Bacteriana: Febre alta, estado geral comprometido, exsudato, odinofagia intensa, adenomegalia localizada e dolorosa.

Tratamento: Analgésicos, antitérmicos e hidratação. Em casos bacterianos, utilizar amoxicilina, benzetacil, clavulanato, sulbactam, cefalosporinas de 2ª geração ou macrolídeos.

Mononucleose (EBV)

Quadro Clínico: Odinofagia, febre, mal-estar intenso, linfadenomegalia generalizada.... Continue a ler "Guia Prático de Otorrinolaringologia: Diagnóstico e Tratamento" »

Rastreamento e Diagnóstico de Cânceres Comuns

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 6,53 KB

Câncer Colorretal

Síndrome de Lynch

  • Critérios: 3 ou mais familiares com câncer; pelo menos 1 caso de câncer colorretal envolvendo, pelo menos, 2 gerações; não associada à polipose hereditária.
  • Lynch Tipo 1: Câncer colorretal.
  • Lynch Tipo 2: Câncer colorretal + ginecológico + (gástrico, intestino delgado, hepático...).

Pólipo Colorretal

  • Polipectomia (histopatológico) por colonoscopia.
  • Nova colonoscopia em 3 anos; se normal, colonoscopia a cada 5 anos.

Rastreamento do Câncer Colorretal

  • Todos > 50 anos:
    • Colonoscopia a cada 10 anos.
    • Sigmoidoscopia a cada 5 anos.
    • Pesquisa de sangue oculto nas fezes anualmente.
    • Colonoscopia virtual a cada 5 anos.
    • Enema opaco de duplo contraste a cada 5 anos.
    • Se algum resultado positivo, realizar colonoscopia.
... Continue a ler "Rastreamento e Diagnóstico de Cânceres Comuns" »

Bioquímica Metabólica: Ciclos, Hormonas e Patologias

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 6,19 KB

Por que razão o hálito é desagradável no diabético?

Ao tratar-se de um indivíduo diabético, a secreção de insulina pelas células B do pâncreas endócrino é deficiente ou ausente. Tal traduz-se numa série de acontecimentos que levam à produção de cetonas, conferindo ao hálito um cheiro desagradável. A diminuição da concentração de insulina traduz-se numa diminuição da entrada de glucose para as células. Este facto provoca o aumento da glicogenólise e da gluconeogénese a partir de elementos que não são hidratos de carbono, como proteínas e gorduras, aumentando os níveis de glucose plasmática. Contudo, devido à ausência de insulina, há um aumento da filtração renal de glucose e cetonas (derivadas de compostos... Continue a ler "Bioquímica Metabólica: Ciclos, Hormonas e Patologias" »

Sinais Vitais: Guia de Pressão, Pulso, Respiração e Dor

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 8,05 KB

Pressão Arterial

Definição

É a força exercida pelo sangue contra a parede das artérias. É um importante indicador da saúde cardiovascular.

Pressão Sistólica

  • Corresponde à sístole ventricular.
  • Reflete o débito cardíaco e as alterações nas artérias.

Pressão Diastólica

  • Corresponde à diástole ventricular (relaxamento).
  • É a pressão base do sistema circulatório.

Valores Normais para Adultos

Sistólica: 120-139 mmHg
Diastólica: 60-89 mmHg

Pulso

Definição

O pulso é a onda de sangue que se sente ao comprimir uma artéria contra uma proeminência óssea, resultante da contração do ventrículo esquerdo.

O débito cardíaco é o volume de sangue bombeado pelo coração em um minuto (Frequência Cardíaca x Volume de Ejeção). Em adultos,... Continue a ler "Sinais Vitais: Guia de Pressão, Pulso, Respiração e Dor" »

Guia Completo sobre Doenças Gastrointestinais e Hepáticas

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 32,45 KB

DRGE: - FRisco: idade, mulheres, gravidez, obesos, genética, hérnia de hiato (forma mais graves) | - FDefensivos: anatomia (diafragma crural: esfíncter extrínseco do esôfago) e funcionais (EEI, peristalse, saliva, gravidade) | - Fisiopatologia: disfunção do EEI, relaxamento transitório do EEI, hipotonia crônica do EEI, natureza agressiva de material refluído (ácido, pepsina, bile), clearance insuficiente devido a alterações motoras, diminuição dos mecanismos de defesa da mucosa (Síndrome de Sjögren), retardo do esvaziamento gástrico, hérnia hiatal | - Qc: pirose e regurgitação | - Manifestações atípicas: esofágicas (dor torácica retroesternal, globus faringeus, disfagia e odinofagia) e extraesofágicas (tosse, asma,... Continue a ler "Guia Completo sobre Doenças Gastrointestinais e Hepáticas" »

Guia Prático: Pancreatite e Tumores Pancreáticos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

Escrito em em com um tamanho de 3,82 KB

Pancreatite Aguda

  • Etiologia: Litíase biliar, álcool.
  • Quadro Clínico: Dor abdominal em barra com irradiação para o dorso, náuseas, vômitos, icterícia; alívio da dor com posição genupeitoral.
  • Sinais: Cullen (equimose periumbilical), Grey-Turner (equimose em flancos), Fox (equimose na base do pênis), paniculite (necrose de gordura subcutânea).
  • Laboratório: TC de abdome, leucocitose, ↑TGO/TGP (se TGP > 150 = biliar), ↑bilirrubinas, ↑FA, ↑amilase e lipase, ↓Ca.
  • Imagem: USG, TC (após 48-72h - edematosa: captação homogênea; necrosante: captação heterogênea e sinal da bolha de sabão), RX (derrame pleural esquerdo ou atelectasia, sinal do cólon amputado, alça sentinela, dilatação das alças).
  • Tratamento: Dieta zero,
... Continue a ler "Guia Prático: Pancreatite e Tumores Pancreáticos" »