Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Primária

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Imunologia: HIV, Transplantes e Doenças Autoimunes

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Período de Latência do HIV

27) Como o Sistema Imunológico (SI) desenvolve o período de latência?

O SI retira a maior parte dos vírus da circulação, que ficam aprisionados nos linfonodos do corpo. O período de latência é assintomático.

Diagnóstico do HIV

28) Quais são os métodos de diagnóstico?

Os exames gratuitos, como o teste rápido anti-HIV e ELISA, detectam os anticorpos do hospedeiro contra o vírus. Se o resultado for positivo, deve-se confirmar com a técnica de Western Blot.

Tratamento do HIV

29) Qual é o tratamento?

O tratamento é feito com coquetel antirretroviral quando o número de linfócitos T CD4 for inferior a 350 células/mm3. Também é indicado até 3 dias após situação de risco, como acidentes com profissionais... Continue a ler "Imunologia: HIV, Transplantes e Doenças Autoimunes" »

Técnicas Imunológicas e AIDS: Diagnóstico e Transmissão

Classificado em Biologia

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Técnicas Imunológicas

21) Qual o princípio da aglutinação indireta e da técnica de ELISA?

Aglutinação indireta é o aglomerado de partículas insolúveis gerado quando anticorpos reagem contra um determinado antígeno que foi artificialmente ligado na superfície de algumas partículas inertes (látex ou hemácias). A aglutinação positiva mostra o aglomerado a olho nu em apenas 2 minutos, à temperatura ambiente.

ELISA: busca de anticorpos contra HIV no sangue do paciente. Se uma amostra não apresentar nenhum anticorpo, o resultado é negativo. Se positivo, é feito um teste confirmatório.

22) O que são anticorpos monoclonais e policlonais?

Monoclonais: são proteínas usadas pelo sistema imunológico para identificar e neutralizar... Continue a ler "Técnicas Imunológicas e AIDS: Diagnóstico e Transmissão" »

Imunologia: Soroterapia, Transplantes e Tumores

Classificado em Biologia

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10) Quais as ocorrências indicadas para a soroterapia?

Após picada de animal peçonhento ou quando o indivíduo tem imunodeficiência e não produz anticorpos.

11) Qual a principal diferença entre vacina e soroterapia?

Vacina: coloca-se o antígeno para estimular a resposta imune, especialmente de anticorpos, gerando memória para aquele patógeno.

Soroterapia: a pessoa recebe os anticorpos que já estão prontos. Foram produzidos em animais como o cavalo, por exemplo.

12) Explique soro heterólogo e homólogo:

Heterólogo: anticorpos feitos em outra espécie - risco de alergias tipo I e tipo III (doença do soro). Ex: soroterapia antiofídica.

Homólogo: anticorpos recebidos da mesma espécie. Em casos de imunodeficiências.

13) Como ocorre a terapia

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Imunologia Essencial: Autoimunidade, Vacinas e Soroterapia

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Autoimunidade

1. Hipóteses para Doenças Autoimunes

Duas hipóteses para a ocorrência de doenças autoimunes são:

  • Falha no processo de autotolerância (linfócitos B e T autorreativos).
  • Mimetismo antigênico entre patógeno e hospedeiro.

2. Doenças Autoimunes e Seus Mecanismos

Os mecanismos envolvidos nas doenças autoimunes são os mesmos conhecidos na hipersensibilidade. Abaixo, quatro exemplos e seus principais mecanismos imunológicos:

Diabetes Tipo I

Autoanticorpos contra células beta do pâncreas.

Hipotireoidismo

Autoanticorpos contra proteínas da tireoide.

Artrite Reumatoide

Autoanticorpos contra as próprias imunoglobulinas do tipo IgG, formando imunocomplexos.

Lúpus Eritematoso Sistêmico (Lúpus)

Autoanticorpos contra hemácias e/ou plaquetas,... Continue a ler "Imunologia Essencial: Autoimunidade, Vacinas e Soroterapia" »

Impermeabilização de Edificações

Classificado em Tecnologia

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Impermeabilização é uma técnica que utiliza produtos específicos para proteger edificações da ação de fluidos, evitando danificações.

  • Forma de proteger os ambientes como barreira física, que impede a passagem do fluido ou escoamento para local não visualizado.
  • Segundo o IBI (Instituto Brasileiro de Impermeabilização), as primeiras impermeabilizações foram feitas com óleo de baleia.
  • Fluidos que infiltram: água, óleo, gases (CO2), maresia (cloretos).
  • A penetração de água ou outros agentes agressivos (gases) pode acontecer em qualquer vazio da estrutura, piorando quando for armada ou com cabos.
  • Infiltrações ocorrem em poros, fissuras ou aberturas, interfaces e efeito contorno de grão.

Causas de Infiltrações

  • Poros: Vazios internos
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Organizações e Sistemas Econômicos Internacionais

Classificado em Economia

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Organização Mundial do Comércio (OMC)

A Organização Mundial do Comércio (OMC) é um órgão internacional que define as regras para o comércio multilateral e plurilateral entre os países.

A OMC surgiu com as atribuições de gerenciar os acordos multilaterais e plurilaterais de comércio sobre serviços, bens e direitos de propriedade intelectual comercial, além de servir de fórum para a resolução das diferenças comerciais e para as negociações sobre novas questões. Ficou estabelecido, também, que a OMC supervisionaria as políticas comerciais dos países e trabalharia junto ao Banco Mundial e ao FMI (Fundo Monetário Internacional) na adoção de políticas econômicas em nível mundial.

Mercosul

O Mercado Comum do Sul, também... Continue a ler "Organizações e Sistemas Econômicos Internacionais" »

Técnicas de Preparação Homeopática: Korsakov e LM

Classificado em Química

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Preparo de Insumos Ativos (Pós)

1. Insumo Ativo Líquido (Liq)

  1. Preparar o insumo ativo na potência e escala prescritas, utilizando etanol 70%.
  2. Impregnar a lactose com o insumo ativo líquido (mínimo 10%).
  3. Secar à temperatura de 50°C.
  4. Repartir em porções de 300 a 500 mg.

2. Insumo Ativo Sólido (Sól)

  1. Preparar o insumo ativo por trituração com lactose na escala e potência prescritas.
  2. Misturar a preparação na proporção de 10% em lactose e homogeneizar.
  3. Repartir em porções de 300 a 500 mg.

3. Insumos Ativos Sólidos e Líquidos (Sól e Liq)

O total dos insumos ativos deve ser de, no mínimo, 10% da fórmula. Dividir essa proporção pelo número de ativos sólidos e líquidos da fórmula.

  • Preparar separadamente os insumos ativos sólidos por
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Dimensionamento e Requisitos de Caixas de Esgoto

Classificado em Tecnologia

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Caixa Retentora de Gordura (Caixa de Gordura)

  • Requisitos de Utilização: Recomenda-se sua utilização, embora não seja obrigatória pela NBR 8160/83, pois proporciona várias vantagens. É exigida, porém, por diversos códigos sanitários estaduais e posturas municipais.
  • Deve ser instalada em local de fácil acesso.
  • Em edificações com pavimentos superpostos, os ramais de pias devem descarregar em tubo de queda independente.
  • As caixas de gordura devem ser vedadas hermeticamente, ter tampa facilmente removível e localizada de modo a permitir a limpeza periódica.
  • A caixa pode ser de plástico, concreto, alvenaria, ferro fundido, etc. Pode ser pré-fabricada ou moldada no local.

Dimensionamento do Sistema de Esgoto

O sistema de esgoto funciona... Continue a ler "Dimensionamento e Requisitos de Caixas de Esgoto" »

Diretrizes e Cuidados em Instalações Sanitárias Prediais

Classificado em Francês

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Tipo e Características da Edificação

Escolas e Hospitais

Como são edifícios que não podem ter o funcionamento interrompido, é crucial:

  • Localizar as caixas de gordura e inspeção fora de áreas de uso permanente.
  • Propiciar facilidades de inspeção e manutenção.

Hospitais ou Salas com Rígidos Critérios de Assepsia

  • Colocar tampas cegas em ralos sifonados ou relocá-los para outras áreas.

Estádios e Sanitários Públicos

  • Fazer o dimensionamento adequado e embutir as tubulações, protegendo as instalações contra atos de vandalismo dos usuários.

Edificações Repetitivas (Escolas, Conjuntos Habitacionais, etc.)

  • Utilizar soluções padronizadas, visando diminuir os custos de manutenção e operação.

Requisitos Gerais para Tubulações

As... Continue a ler "Diretrizes e Cuidados em Instalações Sanitárias Prediais" »

Projeto de Esgoto Sanitário: Guia Completo

Classificado em Francês

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Subcoletor e Coletor Predial

Subcoletor é a tubulação primária que recebe efluentes de ramais de esgoto ou tubos de queda. O coletor predial é o trecho final de ligação entre a última caixa de inspeção e o coletor público.

Ventilação

A NBR 8160/83, no seu item 4.1.5, estabelece: “As instalações primárias de esgoto devem ser dotadas de ventilação, a fim de evitar a ruptura do fecho hídrico dos desconectores por aspiração ou compreensão e também para que os gases emanados dos coletores sejam encaminhado para atmosfera”.

  • Tubo ventilador: “Tubo destinado a possibilitar o escoamento de ar da atmosfera para a instalação de esgoto e vice-versa ou a circulação de ar no interior da instalação,
  • Ramal de ventilação: “Tubo
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