Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Primária

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Bolhas Financeiras e Gestão de Riscos

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O governo francês reestruturou suas finanças, e os credores antigos tornaram-se donos de uma empresa monopolista cujas ações se valorizavam cada vez mais. O sucesso de Law o levou a assumir cargos na administração financeira da monarquia francesa. Era ao mesmo tempo Diretor Geral da Companhia do Mississipi e Ministro das Finanças de Luís XV: combinação perfeita para a formação de uma bolha.

O comércio com a bacia do rio Mississipi era pouco lucrativo, mas as ações da companhia seguiam se valorizando. Como Law era também Ministro das Finanças, aumentava a venda de ações – elevando seus preços – com políticas financeiras fracas e generosas. Por algum tempo, a distribuição dos dividendos não se deu com os lucros, mas... Continue a ler "Bolhas Financeiras e Gestão de Riscos" »

História dos Mercados Financeiros: Títulos e Bolhas

Classificado em História

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Dinâmica dos Títulos no Mercado Secundário

Títulos caem no mercado secundário de R$ 100,00 (seu valor de face) para R$ 50,00. Ao adquirir este título, o investidor recebe como juros 5% sobre o valor de face; na prática, desembolsou apenas R$ 50 por tal papel e receberá um rendimento anual de 10%. O mesmo vale para flutuações positivas no valor do título no mercado secundário (ROSA, 2015; TESOURO NACIONAL, 2017).

Origens do Mercado Secundário: Florença e Pisa

As cidades-estado de Florença e Pisa, durante o século XIV, estiveram em guerras intermitentes, nas quais suas finanças públicas ofereceram consideráveis desafios aos seus gestores. Esses governos gastavam muito mais do que conseguiam arrecadar com impostos. A máquina impressora... Continue a ler "História dos Mercados Financeiros: Títulos e Bolhas" »

A Ascensão do Dinheiro: Bancos, Moeda e Títulos Públicos

Classificado em Economia

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2 – A ASCENSÃO DO DINHEIRO

No primeiro episódio, "Sonhos de Avareza", Niall Ferguson narra sobre o surgimento de uma instituição onipresente hoje em dia: os bancos, um dos pilares do atual sistema financeiro. Primeiramente, discorre sobre o surgimento da moeda, dos juros e do crédito. Os bancos não são mais do que o formato institucional que surgiu na Itália renascentista com o objetivo de reduzir os riscos inerentes ao crédito – a insolvência.

Das montanhas de Potosí, Bolívia, o autor explica a natureza do dinheiro discorrendo sobre a colonização espanhola na região, muito rica em prata. A exploração da montanha de prata não foi capaz de evitar o declínio político-econômico dos espanhóis. Isso se deve ao fato, segundo... Continue a ler "A Ascensão do Dinheiro: Bancos, Moeda e Títulos Públicos" »

Guia de Histologia: Sistema Reprodutor e Endócrino

Classificado em Biologia

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1. Histologia do Testículo

O testículo é composto por: túnica albugínea (tecido conjuntivo denso), mediastino (de onde partem septos fibrosos), lóbulos testiculares, túbulos seminíferos, tecido conjuntivo frouxo, nervos, células intersticiais e túnica vaginal.

2. Epitélio Germinativo do Túbulo Seminífero

O epitélio germinativo é composto por células de Sertoli, células da linhagem espermatogênica e tecido conjuntivo frouxo envolvendo cada túbulo.

3. Barreira Hematotesticular

Formada por junções ocludentes entre as células de Sertoli nas paredes basolaterais. É essencial para proteger os espermatozoides de ataques imunológicos e regular a troca de nutrientes e metabólitos.

4. Processo de Espermiogênese

Inicia-se com espermatogônias... Continue a ler "Guia de Histologia: Sistema Reprodutor e Endócrino" »

Estudo Dirigido: Anatomia e Histologia do Sistema Urinário

Classificado em Biologia

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Estudo Dirigido: Sistema Urinário

1. Vasos da Circulação Sanguínea Renal

A circulação sanguínea renal inicia-se no hilo renal com a artéria renal, oriunda da aorta abdominal. A artéria renal segue em direção à medula interna, originando a artéria segmentar, que dá origem à artéria interlobar. Esta ascende pela medula em direção à região corticomedular, formando a artéria arqueada. A artéria arqueada continua pela junção corticomedular e forma a artéria interlobular, que se ramifica nas arteríolas glomerulares aferentes. Estas formam uma rede de capilares glomerulares, continuando através das arteríolas eferentes. A partir destas, formam-se os vasos retos e os capilares peritubulares, onde ocorre o retorno venoso. O... Continue a ler "Estudo Dirigido: Anatomia e Histologia do Sistema Urinário" »

Guia de Histologia e Fisiologia do Sistema Endócrino

Classificado em Biologia

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Sistema Endócrino

8. Células da Medula Adrenal

A medula adrenal é composta por células poliédricas organizadas em cordões, sustentados por uma rede de fibras reticulares. Além das células do parênquima, há células ganglionares parassimpáticas. Todas essas células são envolvidas por uma rede de vasos sanguíneos. As células do parênquima originam-se da crista neural e seu citoplasma contém grânulos de secreção de epinefrina ou norepinefrina.

9. Organização Celular do Córtex Adrenal

O córtex é a parte externa da glândula, com cor amarelada devido à grande quantidade de colesterol. Divide-se em:

  • Zona Glomerulosa: Sintetiza mineralocorticoides (aldosterona). Apresenta cordões celulares dispostos em arco e células colunares
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Métodos de Prospecção e Caracterização Geotécnica

Classificado em Geologia

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Parâmetros de Granulometria e Índices

Peneiras: #4 (4,75mm), #10 (2,0mm), #40 (0,42mm), #200 (0,075mm).

Fórmulas e Índices:
IG = 0,2a + 0,005ac + 0,01bd
a = p200 - 35 (>0 <40); b = p200 - 15 (>0 <40); c = LL - 40 (>0 <20); d = IP - 10 (>0 <20).
Cu = D60/D10; Cc = D30² / (D10 . D60).
Critérios: 1 < Cc < 3 (Bem graduado); Cu > 3; Cu < 5 (Uniforme); 5 - 15 (Uniformidade média); > 15 (Não uniforme).

Métodos de Prospecção do Subsolo

Os métodos de prospecção do subsolo para fins geotécnicos, usados nesta etapa, classificam-se em:

  • Métodos diretos: poços, trincheiras, sondagem a trado, sondagens de simples reconhecimento (SPT), rotativas e mistas. Este método é destinado a observar diretamente as diversas
... Continue a ler "Métodos de Prospecção e Caracterização Geotécnica" »

Classificação de Correntes na Eletroterapia

Classificado em Física

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Classificação de Correntes

Tipos de Correntes na Eletroterapia

Correntes de Baixa Frequência (até 1000Hz)

  • Corrente Farádica
  • Correntes Galvânicas Interrompidas (Polarizadas)
  • Correntes Galvânicas (Polarizadas)
  • Correntes Ultra-Excitante

Correntes de Média Frequência (2000 - 10.000Hz)

  • Corrente Interferencial
  • Corrente Russa

Correntes de Alta Frequência (Acima de 10.000Hz)

  • Ondas Curtas
  • Microondas
  • Ultrassom Terapêutico

Características das Correntes de Média Frequência

Evitam os efeitos bioquímicos polares das correntes galvânicas.

Endosmose

Fluxo que se estabelece entre líquidos de diferentes densidades em um sistema.

Terapia Interferencial

Fenômeno que ocorre com a aplicação simultânea de duas ou mais oscilações no mesmo ponto, com frequências... Continue a ler "Classificação de Correntes na Eletroterapia" »

Alvenaria: Tipos, Funções e Técnicas de Execução

Classificado em Tecnologia

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Alvenaria: Funções e Propriedades

Principal função da alvenaria: dividir cômodos.

Propriedades das alvenarias: devem apresentar resistência à pressão do vento, segurança para usuários e ocupantes, isolamento térmico e acústico, entre outras.

Componentes da Alvenaria

  • Tijolos de vidro
  • Blocos de sílico-calcáreos
  • Blocos cerâmicos
  • Blocos de concreto

Componentes da Ligação

  • Junta Seca
  • Junta tomada

Exposição

  • Aparente
  • Revestida

Tipos de Alvenaria

Pau a Pique

Sistema construtivo que utiliza gradeados de varas de madeiras preenchidos com barro.

Cantaria/Alvenaria de Pedra

Técnica de construção com pedras, com efeito decorativo ou estrutural.

Tipos de Tijolos

Tijolo Maciço

Peso: 2 a 3 kg.

Tijolo Laminado

Mais homogêneo, mais compactado, mais caro, menor... Continue a ler "Alvenaria: Tipos, Funções e Técnicas de Execução" »

Guia Completo de Fundações: Tipos, Definições e Execução

Classificado em Design e Engenharia

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Fundações: Tipos e Definições Essenciais

Classificação Geral das Fundações

  • Superficiais: Direta, Radier
  • Profundas:
    • Estacas:
      • Pré-moldadas: Madeira, Aço, Concreto
      • Moldadas in loco: Strauss, Franki, Escavada, Broca, Estalacão, Tubulão

Fundações Superficiais

Definição de Fundações Superficiais

Elementos de fundação em que a carga é transmitida ao terreno, predominantemente pelas pressões distribuídas sob a base da fundação, com profundidade inferior a 3 metros.

Sapata

Elemento de concreto armado, geralmente quadrado, retangular ou trapezoidal, dimensionado de modo que as tensões nele produzidas sejam resistidas pela armadura, e não apenas pelo concreto.

Tipos de Sapatas
  • Sapata Corrida: Recebe a carga distribuída linearmente.
  • Sapata
... Continue a ler "Guia Completo de Fundações: Tipos, Definições e Execução" »