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Guia de Prevenção e Controle de Riscos no Trabalho

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Prevenção e Controle de Riscos no Trabalho

Prevenção e Controle de Risco:

  • Perigo: Situação em que se encontra, sob ameaça, a existência ou a integridade de uma pessoa, um animal, um objeto, etc.
  • Risco: Combinação da probabilidade e das consequências da ocorrência de acontecimento perigoso. Uma boa comunicação de perigos alerta o usuário sobre a presença de um perigo (hazard) e a necessidade de reduzir ao mínimo a exposição e o risco resultante.
  • Dano: Ação ou efeito de danificar. Inutilização, estrago de coisa alheia. Mal ou prejuízo causado a alguém.
  • Causa: É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha), resultante de materialização de um perigo provocando danos.
  • Segurança:
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Condições de Saúde e Segurança na Mineração

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Aplicação nº 22 — Saúde e Segurança na Mineração

Aplicação nº 22 – garantir as condições mínimas de saúde e segurança dos trabalhadores na área de mineração, seja em mina a céu aberto ou subterrânea. Responsabilidade da empresa: fornecer EPI, capacitação, treinamento, condições mínimas de segurança, elaborar PGR e PCMSO.

Diferença entre PGR e PCMSO

PGR serve para gerenciar os riscos dentro da indústria da mineração; já o PCMSO são os programas médicos para verificar se os trabalhadores estão aptos a realizar suas funções.

Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)

O PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) tem como objetivos mapear, diagnosticar, projetar e identificar os riscos existentes nos locais de trabalho... Continue a ler "Condições de Saúde e Segurança na Mineração" »

Guia Completo de Áudio e Vídeo para Internet

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Áudio para Internet

É relativamente simples produzir áudio de boa qualidade para a internet. É possível obter um som razoavelmente bom mesmo com baixas taxas de débito, pois os codecs conseguem manter uma boa fidelidade sonora com baixo custo para gravação em casa. O controlo de volume (loudness) é fundamental.

Cuidados para garantir o sucesso:

  • Gama dinâmica: A diferença entre o som mais alto que se consegue reproduzir sem distorção e o som mais baixo sem ruído audível. Deve-se evitar sons muito baixos, pois podem confundir-se com o ruído, e evitar sons muito altos, pois podem distorcer.
  • Medição da gama dinâmica: Importante para ajustar vários níveis sonoros.
  • Medidores de pico por software: Excelentes para detetar distorção.
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Segurança e Sistema de Injeção de Combustível

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Segurança

  • Desobstruir a área de trabalho e efetuar a limpeza no circuito:
    • Bomba de alta pressão
    • Rampa de alimentação
    • Condutas de pressão
    • Injetores
  • Mudança sistemática dos tubos de alta pressão

Após a paragem do motor, esperar 30 segundos antes de qualquer intervenção.

Respeitar sempre os binários de aperto dos tubos de alta pressão.

Obturar imediatamente após a desmontagem as ligações do circuito de alta pressão.

Armazenar as peças da reparação em curso ao abrigo do pó.

Com Motor em Andamento

  • Não intervir no circuito de alta pressão de combustível.
  • Estar sempre fora do alcance de um eventual jato de combustível.
  • Não aproximar as mãos, a pele ou os olhos de uma fuga no circuito de alta pressão.
  • Não desligar as fichas dos injetores
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Motor de Arranque: Funcionamento e Tipos de Excitação

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Os motores de combustão interna a gasolina ou diesel não entram em funcionamento pelos seus próprios meios, por isso necessitam de uma força exterior. Antigamente, era utilizada uma força aplicada manualmente.

Funcionamento do Motor de Arranque

O motor de arranque funciona segundo o mesmo princípio de qualquer motor elétrico, aproveitando a reação de eletroímãs.

  • Um motor elétrico contém eletroímãs (bobinas de fio enrolado em núcleo de ferro macio, bobinas indutoras).
  • A eletricidade, ao passar através de cada bobina, magnetiza o núcleo, formando um campo magnético com polo norte e sul.
  • Entre as bobinas gira livremente o induzido, constituído por uma série de bobinas, formando o coletor do induzido.
  • Quando a corrente passa através
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Usinagem: Conceitos e Melhores Práticas

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Regras de usinagem:

  1. Menor número de passadas;
  2. Maior avanço;
  3. Rotação próxima da econômica;
  4. Se a vida T da ferramenta de corte for menor que Tec(f), fazer análise para a redução do avanço.

Constantes de Taylor dependem de:

  • Material da peça;
  • Material da ferramenta;
  • Rigidez da máquina;
  • Critérios de vida da ferramenta;
  • Geometria da ferramenta e do cavaco, etc.

Acima da velocidade de corte: desgaste devido às perdas das características mecânicas pela temperatura.

Abaixo da velocidade de corte: ocorrem desgastes prematuros ocasionados pelo impacto mecânico, altas vibrações, resultando na quebra da ferramenta.

Diferenças entre Taylor e Kronenberg: as duas equações são parecidas, porém Kronenberg alterou matematicamente a equação de Taylor,... Continue a ler "Usinagem: Conceitos e Melhores Práticas" »

Cerâmicas e Ligas Odontológicas: Tipos, Usos e Propriedades

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Cerâmicas Ricas em Sílica

  1. Cerâmica Feldspática: Possui excelente estética, mas baixa resistência (65 a 90 MPa). Utilizada em dentes anteriores, onde a carga oclusal é menor, e em metalocerâmica.
  2. Cerâmica Feldspática Reforçada por Leucita: Estética razoável, mas maior resistência (90 a 180 MPa). Indicada para coroas unitárias em dentes anteriores e posteriores, inlays, onlays e facetas laminadas.
  3. Cerâmica Reforçada por Dissilicato de Lítio: Estética limitada, mas resistência 7 vezes maior que as feldspáticas (300 a 400 MPa). Utilizada em infraestruturas unitárias ou de até 3 elementos, com aplicação de cerâmica feldspática por cima.

Cerâmicas Pobres em Sílica

  1. Cerâmica Rica em Alumina: Apresenta perda de translucidez
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Fundamentos de Eletricidade e Instalações Elétricas

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Unidade 01

A eletricidade e invisível, mas quais são os efeitos que percebemos?

R = Luz, choque elétrico e calor.

A potência aparente e composta por duas parcelas:

Potencia Ativa: é a parcela efetivamente transformada em: potência mecânica, térmica e luminosa, representada pela letra P. E sua unidade de medida e o Watt.

Potencia reativa: e a parcela transformada em campo magnétiço necessário ao funcionamento de motores, transformadores, reatores, A unidade de medida da potência reativa e o volt – ampere reativo (Var).

Complete a unidade de medida:

Tensão: Volts (V)                                Potência aparente:  Volt – Ampere (Vá)       

Corrente elétrica: Ampere (A)         Potencia

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Prova de redes de computadores

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1 – Qual o objetivo da criação de uma estrutura de rede dividida em camadas, contendo cada uma delas, suas funções, serviços e protocolos específicos?

R. O objetivo é permitir a transferência de dados, a interligação de computadores em rede.

2 – Porque a ISO criou o modelo OSI?

R. Este modelo padroniza o modelo de rede, definindo-a em 7 camadas que permitem a comunicação entre equipamentos de modelos distintos.

3 – Quantas camadas existem no modelo OSI e qual o nome de cada uma delas?

R. Existem 7 camandas, sendo:

Aplicação;

Apresentação;

Sessão;

Transporte;

Rede;

Enlace;

Fisica.

4 – Como é chamada a divisão que separa uma camada da outra?

R. Interface.

5 – De um modo genérico, que é a função do nível físico?

R. Responsável

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Gestão e Metodologias no Desenvolvimento de Produtos

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PDS (Product Design Specification): documento que define as restrições técnicas a serem satisfeitas pelo projeto de um novo produto. O PDS deve refletir todo o rigor da fase de investigação.

Ao se projetar um componente, é útil desdobrar o PDS no intuito de avaliar a contribuição de cada componente no produto como um todo, elaborando-se assim o chamado CDS (Component Design Specification ou Especificação de Projeto de Componente), que guiará o projeto detalhado.

  • DFM (Design for Manufacturing): projeto para manufatura; visa incorporar as limitações, parâmetros e considerações importantes de processo às atividades de projeto.
  • DFA (Design for Assembly): projeto para montagem; levanta questões relativas à montagem segundo suas
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