Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Tecnologia

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Materiais e Processos: Ligações, Propriedades e Produção

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Ligações Químicas

Ligações Iônicas

Caracterizada quando um dos átomos cede, definitivamente, os elétrons da última camada ou os recebe.

Ligações Covalentes

Caracterizada pelo compartilhamento de um ou mais pares de elétrons entre átomos.

Ligações Metálicas

Ligação química entre átomos de metais, responsável pela elevada condutividade térmica e elétrica, causada pela mobilidade dos elétrons de valência. Os metais costumam ter poucos elétrons na camada de valência.

Classificação dos Materiais

Divisão Geral

Os materiais são divididos em:

  • Metálicos
  • Não Metálicos

Materiais Metálicos

Os materiais metálicos são divididos em:

  • Ferrosos
  • Não Ferrosos

Materiais Não Metálicos

Os materiais não metálicos são divididos em:

  • Naturais
  • Sintéticos

Principais

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Guia de Qualidade e Estatísticas de Segurança do Trabalho

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Gestão da Qualidade

O que é o Seis Sigma?

Consiste na aplicação de métodos estatísticos a processos empresariais, com a meta de eliminar defeitos.

Ações Básicas para Implementar a ISO 9000

  • Conscientização
  • Modelagem dos processos
  • Padronização dos processos

Conceito de Fluxograma

O termo fluxograma designa uma representação gráfica de um determinado processo ou fluxo de trabalho.

Ferramentas do 5S

O papel do 5S é cuidar da base, facilitando o aprendizado e a prática de conceitos e ferramentas para a qualidade. As ferramentas são:

  • Senso de Utilização
  • Senso de Ordenação
  • Senso de Limpeza
  • Senso de Saúde
  • Senso de Autodisciplina

Ferramentas para Melhoria Contínua

Podemos usar ferramentas como o PDCA e o 5S no processo de melhoria.

Ações para

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Guia de Prevenção e Controle de Riscos no Trabalho

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Prevenção e Controle de Riscos no Trabalho

Prevenção e Controle de Risco:

  • Perigo: Situação em que se encontra, sob ameaça, a existência ou a integridade de uma pessoa, um animal, um objeto, etc.
  • Risco: Combinação da probabilidade e das consequências da ocorrência de acontecimento perigoso. Uma boa comunicação de perigos alerta o usuário sobre a presença de um perigo (hazard) e a necessidade de reduzir ao mínimo a exposição e o risco resultante.
  • Dano: Ação ou efeito de danificar. Inutilização, estrago de coisa alheia. Mal ou prejuízo causado a alguém.
  • Causa: É a origem de caráter humano ou material relacionado com o evento catastrófico (acidente ou falha), resultante de materialização de um perigo provocando danos.
  • Segurança:
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Motor de Arranque: Funcionamento e Tipos de Excitação

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Os motores de combustão interna a gasolina ou diesel não entram em funcionamento pelos seus próprios meios, por isso necessitam de uma força exterior. Antigamente, era utilizada uma força aplicada manualmente.

Funcionamento do Motor de Arranque

O motor de arranque funciona segundo o mesmo princípio de qualquer motor elétrico, aproveitando a reação de eletroímãs.

  • Um motor elétrico contém eletroímãs (bobinas de fio enrolado em núcleo de ferro macio, bobinas indutoras).
  • A eletricidade, ao passar através de cada bobina, magnetiza o núcleo, formando um campo magnético com polo norte e sul.
  • Entre as bobinas gira livremente o induzido, constituído por uma série de bobinas, formando o coletor do induzido.
  • Quando a corrente passa através
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Usinagem: Conceitos e Melhores Práticas

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Regras de usinagem:

  1. Menor número de passadas;
  2. Maior avanço;
  3. Rotação próxima da econômica;
  4. Se a vida T da ferramenta de corte for menor que Tec(f), fazer análise para a redução do avanço.

Constantes de Taylor dependem de:

  • Material da peça;
  • Material da ferramenta;
  • Rigidez da máquina;
  • Critérios de vida da ferramenta;
  • Geometria da ferramenta e do cavaco, etc.

Acima da velocidade de corte: desgaste devido às perdas das características mecânicas pela temperatura.

Abaixo da velocidade de corte: ocorrem desgastes prematuros ocasionados pelo impacto mecânico, altas vibrações, resultando na quebra da ferramenta.

Diferenças entre Taylor e Kronenberg: as duas equações são parecidas, porém Kronenberg alterou matematicamente a equação de Taylor,... Continue a ler "Usinagem: Conceitos e Melhores Práticas" »

Cerâmicas e Ligas Odontológicas: Tipos, Usos e Propriedades

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Cerâmicas Ricas em Sílica

  1. Cerâmica Feldspática: Possui excelente estética, mas baixa resistência (65 a 90 MPa). Utilizada em dentes anteriores, onde a carga oclusal é menor, e em metalocerâmica.
  2. Cerâmica Feldspática Reforçada por Leucita: Estética razoável, mas maior resistência (90 a 180 MPa). Indicada para coroas unitárias em dentes anteriores e posteriores, inlays, onlays e facetas laminadas.
  3. Cerâmica Reforçada por Dissilicato de Lítio: Estética limitada, mas resistência 7 vezes maior que as feldspáticas (300 a 400 MPa). Utilizada em infraestruturas unitárias ou de até 3 elementos, com aplicação de cerâmica feldspática por cima.

Cerâmicas Pobres em Sílica

  1. Cerâmica Rica em Alumina: Apresenta perda de translucidez
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Prova de redes de computadores

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1 – Qual o objetivo da criação de uma estrutura de rede dividida em camadas, contendo cada uma delas, suas funções, serviços e protocolos específicos?

R. O objetivo é permitir a transferência de dados, a interligação de computadores em rede.

2 – Porque a ISO criou o modelo OSI?

R. Este modelo padroniza o modelo de rede, definindo-a em 7 camadas que permitem a comunicação entre equipamentos de modelos distintos.

3 – Quantas camadas existem no modelo OSI e qual o nome de cada uma delas?

R. Existem 7 camandas, sendo:

Aplicação;

Apresentação;

Sessão;

Transporte;

Rede;

Enlace;

Fisica.

4 – Como é chamada a divisão que separa uma camada da outra?

R. Interface.

5 – De um modo genérico, que é a função do nível físico?

R. Responsável

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Parâmetros de Usinagem: Velocidade, Avanço e Produção

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Parâmetros de Corte

  • Velocidade de corte (m/min)
  • Rotação (rpm)
  • Velocidade de avanço (mm/min)
  • Avanço por giro (mm/rot)
  • Profundidade de corte (mm)
  • Seção de cavaco (mm)

Velocidade de Corte (V.C)

Velocidade tangencial do sistema (movimento circular). O valor da V.C. varia em função do material usinado e deve ser obtido em tabelas técnicas (catálogo).

Avanço por Giro (Ag)

Uma volta completa da peça (rotação).

Profundidade de Corte (P)

Profundidade do material removido durante a usinagem (cavaco).

Seção de Cavaco (S)

Produto do avanço por giro e da profundidade de corte. S = Ag × P

Forças de Corte

Força principal de corte; força radial; força axial.

Potência de Corte

Quantidade de energia por unidade de tempo necessária para a realização... Continue a ler "Parâmetros de Usinagem: Velocidade, Avanço e Produção" »

Funcionamento do Carburador e Sistemas de Injeção

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Carburador

O carburador funciona com o mesmo princípio da pistola de pintura:

  • O ar é soprado através da ponta do tubo, reduzindo a pressão no seu interior. Por sua vez, o líquido existente no tubo é aspirado e pulverizado.
  • Ao abrir a válvula de admissão do cilindro, o pistão encontra-se no seu movimento descendente, verificando-se uma diminuição de pressão no interior do cilindro. O ar passa através do coletor de admissão para encher o cilindro, estando este montado na extremidade inicial do carburador. Assim, a entrada de ar é fornecida através do "Gicleur" (regulador de passagem das substâncias usadas na combustão), que se encontra a meio da passagem de corrente de ar (venturi). Isto provoca uma depressão no interior do tubo
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USB: O Guia Completo da Interface Universal

Enviado por Javi e classificado em Tecnologia

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1. Introdução

O USB (Universal Serial Bus) é uma interface para transmissão de dados e distribuição de energia que foi introduzida no mercado de PCs e periféricos para aprimorar as antigas interfaces seriais (RS-232) e paralelas. A interface é composta por 4 fios, várias velocidades de trabalho e é "plug and play", sem necessidade de energia externa na maioria dos casos.

O Universal Serial Bus é um barramento serial que permite a conexão de até 127 periféricos a uma única porta de um PC, com detecção automática e configuração assim que fisicamente conectado, sem a necessidade de instalar hardware ou software adicional e sem reiniciar o computador. Foi desenvolvido por líderes da indústria de telecomunicações e computadores:... Continue a ler "USB: O Guia Completo da Interface Universal" »