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Direitos Individuais: Vida, Igualdade e Isonomia Constitucional

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Conceito de Direitos Individuais e o Direito à Vida

Direitos individuais são os direitos fundamentais do homem-indivíduo, que reconhecem autonomia aos particulares, garantindo iniciativa e independência aos indivíduos diante dos demais membros da sociedade política e do próprio Estado. (José Afonso da Silva)

A) Direito à Vida (Art. 5º, caput, CF/88)

  • O direito à vida é pressuposto para o reconhecimento de outros direitos.
  • Apesar de tal característica e de possuir determinada precedência, o direito à vida, como os demais direitos fundamentais, não é absoluto.

Exceção ao Direito à Vida

O Art. 5º, inciso XLVII, da Constituição Federal de 1988, afasta o direito à vida em prol da soberania do Estado (ex: pena de morte em caso de... Continue a ler "Direitos Individuais: Vida, Igualdade e Isonomia Constitucional" »

Evolução e Características dos Direitos Fundamentais

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Evolução Histórica dos Direitos Fundamentais

  • 1215-1225 – Magna Carta: Carta feudal para proteger privilégios dos barões e direitos dos homens livres.
  • 1628 – Petição de Direitos (Petition of Rights): Membros do parlamento inglês pediram o reconhecimento de direitos e liberdades aos súditos da majestade. Foi uma transação: o monarca não podia gastar sem autorização do parlamento.
  • 1689 – A Declaração de Direitos (Bill of Rights): Surge com a Revolução de 1688, limitava os poderes reais, com uma declaração de direitos a ele submetida e aceita. Estabeleceu uma Monarquia Constitucional submetida à soberania popular.
  • 1776 – Declaração da Virgínia: Serviu de modelo para as demais na América do Norte. Base dos direitos dos
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Tipos de Pessoas Coletivas: Associações, Fundações e Sociedades

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1.3 Regime Geral das Pessoas Coletivas

Em nosso direito, não existe um sistema uniforme de atribuição de personalidade ou de reconhecimento das pessoas coletivas. Esse reconhecimento pode ser feito de três maneiras:

  • Reconhecimento automático pela constituição simples. Este é o caso das associações e fundações de interesse público referido no n.º 1 do art. 35 do Código Civil. Sua personalidade começa no instante em que, nos termos da lei, tenha sido feita.
  • Reconhecimento automático após o cumprimento de determinadas condições ou formalidades, por exemplo, as empresas que adquirem personalidade jurídica mediante inscrição no registo comercial.
  • Reconhecimento pelas autoridades especificadas por lei ou decreto e para casos específicos.
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Evolução do Código Civil de 1916

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1. Código de 1916

Na Câmara dos Deputados, o projeto de Beviláqua sofreu algumas alterações determinadas por uma comissão especialmente nomeada para examiná-lo, merecendo, no Senado, longo parecer de Rui Barbosa. O projeto foi aprovado em janeiro de 1916, entrando em vigor dia 1º de janeiro de 1917. O Código continha acentuado rigor científico, que estimulou elogios de renomados juristas à época.

A codificação está ligada às conquistas republicanas e ao ideário liberal-burguês, que previa uma única lei para todos os cidadãos, de modo que possa servir e ser aplicada a todos eles.

O Código Civil de 1916 tinha como características ser um conjunto normativo orgânico, sistemático, genérico e abstrato, baseado na lógica binária.... Continue a ler "Evolução do Código Civil de 1916" »

Comparativo de Formas Jurídicas: Capital, Risco e Fiscalidade

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Formas Jurídicas

Tipo

Capital Mínimo (€)

Nº de Sócios

Responsabilidade Legal

Fiscalidade

Outros Recursos

Empresário em Nome Individual

Pessoa Singular

Não aplicável

1

Ilimitada, afetando o património pessoal do titular.

IRS/IRPF

A denominação social deve ser o nome civil do titular.

Sociedade em Nome Coletivo (SNC)

Sociedade Comercial Personalista

Não aplicável

2 ou mais, com responsabilidade solidária.

Pessoal, solidária e ilimitada.

Imposto sobre as Sociedades (IRC/IS) (30% para PME)

  • Todos os sócios são gerentes, exceto os sócios de indústria.
  • A denominação social deve incluir o nome de um ou mais sócios, seguido da expressão 'e Companhia' (Cia.) ou 'SNC'.

Sociedade Limitada (SL)

Sociedade Comercial Capitalista

  • € 3.000, com 100% realizado.
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Item 7: Estrutura, Regimes e Benefícios da Segurança Social

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1. Estrutura da Previdência Social

As autoridades públicas devem manter um sistema de Segurança Social público para todos os cidadãos, para assegurar benefícios adequados e assistência social em situações de necessidade, sobretudo o desemprego.

Sistemas de Segurança Social

O sistema de Segurança Social é um sistema público com uma série de programas de caráter universal, que se destina a toda a população, assegurando assistência e benefícios adequados em situações de necessidade.

Regime Geral

A proteção abrange uma ampla gama, incluindo trabalhadores da indústria e dos serviços das corporações capitalistas e, em certas situações, certos oficiais e funcionários civis ou funcionários do governo local, regional ou estadual... Continue a ler "Item 7: Estrutura, Regimes e Benefícios da Segurança Social" »

Estrutura e Funcionamento das Sociedades Anônimas (SA)

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Órgãos da Sociedade Anônima

A Sociedade Anônima (SA) é constituída por:

Diretoria-Geral

Órgão de deliberação e decisão. Trata de questões como: censura da gestão social, aprovação das contas anuais e aplicação do lucro, nomeação e destituição de diretores e alteração dos estatutos.

Administradores

A gestão da empresa pode ser confiada a um administrador único ou a um Conselho de Administração. Os administradores devem cumprir certos requisitos:

  • Não podem se envolver em tipos semelhantes de comércio que sejam objeto da sociedade.
  • Atuarão durante o período estipulado pelo estatuto e podem ser removidos a qualquer momento pela Assembleia Geral.
  • Devem conduzir as contas anuais seguindo as regras da corporação.
  • Não precisam
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H2: Perguntas Frequentes sobre a Lei das Sociedades de Capital (LSC)

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Perguntas Frequentes sobre a Lei das Sociedades de Capital (LSC)

  1. Ações e Quotas em Sociedades de Capital

    31. As ações de uma sociedade de responsabilidade limitada (SRL):

    Podem conferir direitos diferentes.

  2. Direito de Separação do Sócio

    32. Um sócio de uma sociedade de responsabilidade limitada tem o direito de separação:

    Se votou contra uma resolução para alterar as regras de transferência das quotas.

  3. Aquisição de Quotas Próprias

    33. A LSC, no caso das sociedades de responsabilidade limitada (SRL):

    Proíbe a aquisição original de quotas próprias.

  4. Posse de Quotas Próprias

    34. A LSC:

    Permite que a empresa detenha quotas próprias, desde que não ultrapasse uma certa percentagem.

  5. Assembleia Geral Universal

    37. A Assembleia Geral Universal:

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A Revolução Americana e a Constituição de 1787

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A Revolução Americana foi um conflito entre as 13 colônias britânicas na América do Norte e a Grã-Bretanha entre 1775 e 1783. Deste processo surgiria uma nova nação. O novo Estado surgiu de uma revolução baseada em um conjunto de valores e instituições inspirados no pensamento liberal.

Segundo o pensamento liberal, todo nascimento garante um conjunto de direitos naturais e individuais intransferíveis: vida, liberdade, igualdade e propriedade. Para derrubar um governo injusto, assegura-se a defesa jurídica e a liberdade de expressão, de associação, de imprensa e de religião. Estes direitos foram consagrados na Declaração de Independência (Filadélfia, 4 de julho de 1776), escrita por Thomas Jefferson, e na Declaração de... Continue a ler "A Revolução Americana e a Constituição de 1787" »

Fundamentos Essenciais do Direito Empresarial

Enviado por Anônimo e classificado em Ciências Sociais

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MAPA 02: Conceitos Fundamentais

  1. Quem é o empresário?

    Empresário é aquele que exerce profissionalmente uma atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços. Sob a perspectiva mais abrangente da empresa, focaliza-se o empresário, o profissional que pratica, em nome próprio, habitual e organizadamente, atos ou negócios jurídicos lícitos de conteúdo econômico com intuito de lucro.

  2. O que é a empresa?

    É o conjunto de bens e prestação de serviços, organizados pelo empresário, para a atividade da empresa; é o complexo dos elementos que congrega e organiza, tendo em vista obter êxito na sua profissão.

  3. Por que se diz que a atividade empresarial é econômica? Explique.

    A atividade empresarial é

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