Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Filosofia e Ética de Outros cursos

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Cultura, Indústria Cultural e Alienação

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Cultura Popular e Pluralidade

Cultura popular: é a forma que o homem encontra de se relacionar com o mundo, o que inclui tudo o que ele faz, pensa e todos os seus valores.

Pluralidade: expressa, antes de tudo, um cúmulo de experiências humanas que é patrimônio de todos nós, que nos ensina diferentes maneiras de existir socialmente e de criar o futuro. Sua característica principal é que, nela, o povo é a origem e o fim da produção, ou seja, é feita pelo e para o povo. É através dela que o grupo constrói sua identidade cultural.

Massificação da Cultura e Indústria Cultural

Massificação da Cultura: é uma cultura produzida por especialistas com o objetivo de vender determinada ideia ou objeto, formando a “sociedade de consumo”,... Continue a ler "Cultura, Indústria Cultural e Alienação" »

Ética: Uma Abordagem Filosófica da Moralidade

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Por que Estudar Ética?

A religião é um dos discursos morais. Deus, na religião, é o bem supremo, e a transição de valores aponta para um melhor comportamento. Um discurso religioso é, portanto, uma ética do discurso, priorizando um valor sobre os outros. Desenvolver a capacidade de refletir sobre conflitos e soluções por meio de razões morais ou argumentos é crucial. A moralidade baseia-se na razão e na argumentação.

A filosofia, como disciplina com tradição e história, pertence ao patrimônio do conhecimento crítico da nossa cultura. A ética é estudada e aplicada em todos os momentos.

Moral e Ética

Moral: Conjunto de crenças e valores de um indivíduo ou grupo sobre o certo e o errado, o bem e o mal. Ética: Disciplina... Continue a ler "Ética: Uma Abordagem Filosófica da Moralidade" »

A Filosofia de Nietzsche: Obras e Conceitos Fundamentais

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Assim Falou Zaratustra: A Obra e seus Conceitos

Publicado em quatro partes, entre 1883 e 1885, Assim Falou Zaratustra: um Livro Para Todos e Para Ninguém é o trabalho de Nietzsche que mais dificuldades apresenta à interpretação. Nele, os ensinamentos e experiências do personagem são apresentados como um drama em prosa, em cuja narrativa se combinam os mais variados elementos estéticos de gênero, forma e estilo.

Assim Falou Zaratustra condensa efetivamente todos os focos de interesse que constituem o âmago do pensamento de Nietzsche: a desconstrução da metafísica, a denúncia da hipocrisia moral, as preocupações com a educação, política, o destino da cultura e a crítica do Estado.

O personagem central da obra se faz porta-voz... Continue a ler "A Filosofia de Nietzsche: Obras e Conceitos Fundamentais" »

Descartes: Substância, Deus e a Realidade do Mundo

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Descartes: Substância, Deus e o Mundo

A Necessidade de uma Ideia Inata

Descartes precisa encontrar uma ideia inata a partir da qual possa inferir a existência do objeto dessa ideia, sem auxílio externo. Portanto, se entre as ideias inatas, cuja verdade foi demonstrada por meio da intuição, encontrarmos alguma da qual possamos inferir a sua existência objetiva a partir da sua existência subjetiva como ideia, então poderemos resolver o problema.

Entre as ideias inatas, Descartes descobre a ideia de infinito, que imediatamente identifica com a ideia de Deus. Descartes demonstra que a ideia de infinito é uma ideia inata, argumentando que não pode ser adventícia (porque não podemos ter experiência sensível do infinito) nem factícia (... Continue a ler "Descartes: Substância, Deus e a Realidade do Mundo" »

Aristóteles: Ciência, Silogismo e Indução (Noções Essenciais)

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Noções Fundamentais

Se quisermos falar com precisão e não nos deixarmos levar por semelhanças, todos nós acreditamos que sabemos que as coisas não podem ser de outra forma. Quando as coisas podem ser de outra forma, e estão fora da nossa observação, perdemos o conhecimento ou não o alcançamos.

Assim, o sujeito da ciência é o Necessário. O que é necessário é eterno, e tudo o que é absolutamente necessário é eterno. A eternidade é inata e indestrutível.

Além disso, tudo o que é objeto de ciência e conhecimento parece ser capaz de ser ensinado e aprendido. Todas as formas de aquisição de conhecimento baseiam-se no que já é conhecido, seja pela Indução ou, por vezes, pelo Silogismo.

A Definição de Ciência Segundo

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A Revisão do Conceito de Direito de Hart e Interpretação Jurídica

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A Revisão do Conceito de Direito de Hart

O Papel da Regra de Reconhecimento

Após a correção, obtém-se uma análise sólida da ordem jurídica, centralizada no conceito de Hart da regra de reconhecimento, essencial para o papel judicial. Aqueles que exercem esse papel devem sua posição a uma indicação válida sob um complexo de regras de julgamento, firmadas em constituição ou decretadas por um legislativo. A existência de um legislativo distinto pressupõe regras de alteração, de natureza constitucional, que lhe conferem poderes apropriados. Esses poderes facilitam a enunciação de regras de Direito em vez de princípios e standards mais vagos, permitindo a inovação e alteração dos standards jurídicos por autoridades competentes.... Continue a ler "A Revisão do Conceito de Direito de Hart e Interpretação Jurídica" »

Hurtado vs. Iturrioz: Ciência, Vida e a Árvore do Conhecimento

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Mas estas palavras são ambíguas e também poderiam ser tomadas como uma fábula. Iturrioz pode significar que a ciência não é boa, mas sim que, para conhecer a vida, a ciência é mais um obstáculo do que uma ajuda. A vida só pode ser conhecida comendo sua própria árvore, nunca a partir da árvore vizinha, pois, não importa o quão perto estejam, nunca se saberá se os seus ramos dão fruto.

É assim que Iturrioz pode induzir Hurtado a conhecer a vida de forma aberta, sem esperar que a ciência avance para conhecê-la de forma empírica. A corrida por verdades atuais — sejam elas científicas ou metafísicas — é fútil, porque, ao final, a única verdade é aquela em que se acredita e que se tem medo de começar a criar.

A Visão

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Rousseau: As Dualidades entre Razão, Natureza e Sociedade

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EDITORIAL: Rousseau, pensador de dualidades.

As dualidades de Rousseau refletem a questão clássica: o espírito e a razão, os sentidos e a compreensão, a sensibilidade. Sua obra abrange praticamente todos os campos filosóficos, exceto o materialismo.

  • Dualidade Corpo-Alma: Esta está na base de outra: razão-sentimentos. A razão, como é entendida por Rousseau, não possui mais o frio rigor cartesiano de um método para atingir a verdade. Agora, essa mesma razão, convertida em prática, serve ao homem como uma bússola moral a ser seguida por um aumento da consciência sensível. (...)
  • Inteligência vs. Sentidos: Ver a inteligência e os sentidos como ativo e passivo é outra dualidade que serve para Rousseau acusar a primeira de alguns
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Análise Crítica e Reflexões sobre Pesquisa e Conhecimento

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  • Ler o texto, perceber as características do estilo da autora, analisar se trata de um artigo científico e como a autora elabora as ideias.

A autora propõe a sua abordagem metodológica, baseada principalmente no diálogo, para garantir não só o relato, mas também partir daí para a reflexão sobre as ideias colocadas. O artigo da autora se coloca sim em uma perspectiva de pesquisa científica, pois coleta dados, busca referências bibliográficas, parte de uma sistematização e revê suas posições para melhor atender a seus questionamentos.

  • O que é pesquisa e como a pesquisa em educação no país é vista?

Pesquisa é uma ação intencional e metodologicamente estruturada na busca de uma resposta para uma pergunta elaborada. A pesquisa... Continue a ler "Análise Crítica e Reflexões sobre Pesquisa e Conhecimento" »

Estética: Do Século XVIII ao Século XX

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O Modelo de Conhecimento no Século XVIII: A Estética

Que modelo de conhecimento surge no século XVIII, afastado do racional e do empírico? O modelo de conhecimento nascido no século XVIII é a estética, que começou a ser utilizada para designar uma pesquisa de campo específica e disciplinar focada no estudo do belo.

O século XVIII abriu novas formas de pensar, que continuaram a desenvolver-se até hoje. Até então, para explicar a origem do conhecimento, o funcionamento dos objetos, as causas dos processos naturais e o discurso histórico-filosófico, concentravam-se dois tipos de respostas: as associadas à razão e as relacionadas com a experiência. Durante o século XVIII, surgiu a necessidade de sistematizar todo o conhecimento... Continue a ler "Estética: Do Século XVIII ao Século XX" »