Kant: Boa Vontade, Autonomia e Heteronomia da Vontade
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Boa Vontade em Kant
Para Kant, o Homem tem uma natureza mista, composto de Sensibilidade (ou Animalidade) e de Racionalidade (Razão). A Sensibilidade é representada através das nossas «inclinações», interesses e instintos egoístas. A Razão corresponde à representação do ‘Bem comum’ e à universalidade do Dever.
Desta forma, mesmo o Homem que cumpre o Dever (o homem de Boa Vontade) nunca é isento de egoísmo – por isso não é um Santo ou um Anjo, mas um ser humano que se rege pela Razão e que subordina as suas inclinações às suas motivações racionais (Autonomia da Vontade).
O ‘bem’, em termos humanos, corresponde, pois, ao esforço constante, orientado pelo cumprimento do Dever – é o que Kant designa de Boa Vontade.... Continue a ler "Kant: Boa Vontade, Autonomia e Heteronomia da Vontade" »