Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e problemas de Primária

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Técnicas de Preparação Homeopática: Korsakov e LM

Classificado em Química

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Preparo de Insumos Ativos (Pós)

1. Insumo Ativo Líquido (Liq)

  1. Preparar o insumo ativo na potência e escala prescritas, utilizando etanol 70%.
  2. Impregnar a lactose com o insumo ativo líquido (mínimo 10%).
  3. Secar à temperatura de 50°C.
  4. Repartir em porções de 300 a 500 mg.

2. Insumo Ativo Sólido (Sól)

  1. Preparar o insumo ativo por trituração com lactose na escala e potência prescritas.
  2. Misturar a preparação na proporção de 10% em lactose e homogeneizar.
  3. Repartir em porções de 300 a 500 mg.

3. Insumos Ativos Sólidos e Líquidos (Sól e Liq)

O total dos insumos ativos deve ser de, no mínimo, 10% da fórmula. Dividir essa proporção pelo número de ativos sólidos e líquidos da fórmula.

  • Preparar separadamente os insumos ativos sólidos por
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Guia Completo: Instalação e Manutenção de Fossas Sépticas

Classificado em Matemática

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Fossa Séptica

A fossa séptica é um recipiente, geralmente de planta retangular ou circular, onde o líquido sofre decantação. Esse processo remove os sólidos grosseiros que, ao serem retidos, formam o lodo que se liquefaz com o tempo.

Com isso, o efluente da fossa:

  • Tem removida parcialmente sua carga orgânica, que, se descartada diretamente em um corpo de água, causaria poluição;
  • Torna-se mais fácil de ser infiltrado ou filtrado no solo graças à retirada de sólidos.

Cuidados de Execução

1. Recomendações Gerais

Verificar:

  • A declividade das redes;
  • A cota de saída do coletor predial;
  • O posicionamento das inspeções em locais de fácil acesso;
  • A existência de detalhes de projeto (dispositivos, etc.).

2. Tubulações

Verificar:

  • A colocação
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Dimensionamento e Requisitos de Caixas de Esgoto

Classificado em Tecnologia

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Caixa Retentora de Gordura (Caixa de Gordura)

  • Requisitos de Utilização: Recomenda-se sua utilização, embora não seja obrigatória pela NBR 8160/83, pois proporciona várias vantagens. É exigida, porém, por diversos códigos sanitários estaduais e posturas municipais.
  • Deve ser instalada em local de fácil acesso.
  • Em edificações com pavimentos superpostos, os ramais de pias devem descarregar em tubo de queda independente.
  • As caixas de gordura devem ser vedadas hermeticamente, ter tampa facilmente removível e localizada de modo a permitir a limpeza periódica.
  • A caixa pode ser de plástico, concreto, alvenaria, ferro fundido, etc. Pode ser pré-fabricada ou moldada no local.

Dimensionamento do Sistema de Esgoto

O sistema de esgoto funciona... Continue a ler "Dimensionamento e Requisitos de Caixas de Esgoto" »

Diretrizes e Cuidados em Instalações Sanitárias Prediais

Classificado em Francês

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Tipo e Características da Edificação

Escolas e Hospitais

Como são edifícios que não podem ter o funcionamento interrompido, é crucial:

  • Localizar as caixas de gordura e inspeção fora de áreas de uso permanente.
  • Propiciar facilidades de inspeção e manutenção.

Hospitais ou Salas com Rígidos Critérios de Assepsia

  • Colocar tampas cegas em ralos sifonados ou relocá-los para outras áreas.

Estádios e Sanitários Públicos

  • Fazer o dimensionamento adequado e embutir as tubulações, protegendo as instalações contra atos de vandalismo dos usuários.

Edificações Repetitivas (Escolas, Conjuntos Habitacionais, etc.)

  • Utilizar soluções padronizadas, visando diminuir os custos de manutenção e operação.

Requisitos Gerais para Tubulações

As... Continue a ler "Diretrizes e Cuidados em Instalações Sanitárias Prediais" »

Projeto de Esgoto Sanitário: Guia Completo

Classificado em Francês

Escrito em em português com um tamanho de 2,99 KB

Subcoletor e Coletor Predial

Subcoletor é a tubulação primária que recebe efluentes de ramais de esgoto ou tubos de queda. O coletor predial é o trecho final de ligação entre a última caixa de inspeção e o coletor público.

Ventilação

A NBR 8160/83, no seu item 4.1.5, estabelece: “As instalações primárias de esgoto devem ser dotadas de ventilação, a fim de evitar a ruptura do fecho hídrico dos desconectores por aspiração ou compreensão e também para que os gases emanados dos coletores sejam encaminhado para atmosfera”.

  • Tubo ventilador: “Tubo destinado a possibilitar o escoamento de ar da atmosfera para a instalação de esgoto e vice-versa ou a circulação de ar no interior da instalação,
  • Ramal de ventilação: “Tubo
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Respostas de Imunologia: Leishmaniose e Helmintos

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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  • 1) Letra D
  • 2) Na Leishmaniose visceral, o tipo predominante de resposta imunológica é Th2, que é anti-inflamatório e induz a produção de citocinas IL-4, que através da ativação da AID realiza troca isotípica por IgE. Também há alteração de eosinófilos (IL-5), produção de IL-10, que age sobre os macrófagos, impedindo sua função, e produção também de IL-13. O Th2 é específico para helmintos, o que não é o caso da Leishmaniose; por isso, não é possível eliminar o parasito de forma adequada, podendo atingir órgãos vitais e levar à morte.
  • 3)
    • I) O pesquisador não conseguiu detectar a presença de uma resposta imune celular porque a imunização foi feita com material não proteico, mas sim com polissacarídeos, o que
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Tipos de Embolia: Sistêmica, Gordurosa, Gasosa e Amniótica

Classificado em Medicina e Ciências da Saúde

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Tromboembolia Sistêmica

Ocorre a partir de êmbolos arteriais, em geral associados a infartos do miocárdio. Os êmbolos são conduzidos através de vasos progressivamente menores, atingindo os vasos sanguíneos sistêmicos menores (embolia sistêmica). Podem percorrer uma grande variedade de locais. As consequências dependem da presença de qualquer suprimento vascular colateral no tecido afetado, da vulnerabilidade tecidual à isquemia e do calibre do vaso ocluído.

Consequências:

  • Em geral, causam infarto;
  • 75% embolia de membros inferiores;
  • 10% embolia cerebral;
  • Embolia de intestinos, rins, baço e membros superiores.

Embolia Cerebral

Artéria cerebral média afetada por êmbolo originado de trombose arterial.

Consequências clínicas que predispõem

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Guia Completo sobre Sistemas de Transmissão de Energia

Classificado em Tecnologia

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Transmissão de Energia

Geradores

  • Existentes: 2,2 a 22 kV
  • Usuais: 13,8 kV

Subestação elevadora: Eleva a tensão gerada para níveis de transmissão.

Níveis de Tensão de Transmissão

  • Padronizadas: 138, 230, 345 e 500 kV
  • Existentes: 440 e 750 kV

Subtransmissão: Recebe a energia da subestação com o objetivo de alimentar pequenas cidades e grandes consumidores.

Caracterização dos Sistemas de Transmissão

  • Altos níveis de tensão.
  • Manejo de grandes blocos de energia.
  • Distância de transporte razoável (acima de 100 km).
  • Sistema com várias malhas, interligando blocos de geração a regiões de consumo.

Subestação Distribuidora

  • Reduzem a tensão de transmissão para a tensão de subtransmissão e distribuição.
  • Possui barramento que pode direcionar a
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Guia Técnico: Motores de Indução e Métodos de Partida

Classificado em Tecnologia

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Categorias de Motores de Indução


CATEGORIA N:

Conjugado de partida normal, Ip normal, baixo escorregamento. Indicado para o acionamento de cargas normais, como bombas, máquinas operatrizes e ventiladores.


CATEGORIA H:

Conjugado de partida alto, Ip normal, baixo escorregamento. Indicado para cargas que exigem maior conjugado de partida. Exemplo: peneiras, transportadores carregados, cargas de alta inércia e britadores.


CATEGORIA D:

Conjugado de partida alto, Ip normal, alto escorregamento (maior de 5%). Usados em prensas excêntricas e máquinas semelhantes (cargas com picos periódicos).


Chave Compensadora

É composta por um autotransformador com várias derivações para variar o processo de partida.
  • Este tipo de partida é aplicado em motores
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Crédito Tributário: Lançamento, Suspensão e Extinção

Classificado em Direito

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Lançamento Tributário

Compete privativamente à autoridade administrativa constituir o crédito tributário. É o ato tendente a verificar a ocorrência do fato gerador, determinar a matéria tributável, calcular o montante devido, identificar o sujeito passivo e, sendo o caso, aplicar a penalidade cabível.

Formas de Constituição/Lançamento

  • Homologação: Quando o contribuinte faz o lançamento (ex: IRPF) e aguarda a homologação do fisco (“autolançamento”). Prazo de 5 anos (importante para decadência e prescrição).
  • Ofício: Realizado por iniciativa da autoridade administrativa, conforme determinação legal. Exemplos: IPTU e IPVA. Também ocorre na lavratura de auto de infração.

Exigências para Título Judicial

CDA (Certidão

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