Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Filosofia e Ética de Bacharelato

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Racionalismo e Empirismo: Convergências, Divergências e Críticas

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Características Comuns entre Racionalistas e Empiristas

  • A essência das coisas é dada na consciência. O conhecimento direto do entendimento são as ideias. Ambos construíram seus sistemas filosóficos a partir da consciência.
  • Têm ideias como o núcleo do conhecimento.
  • Ambos se baseiam em uma teoria prévia do conhecimento.
  • Partem de uma relação íntima entre a filosofia e a ciência.
  • Consideram um problema fundamental do método científico.

Pontos de Discordância

  • Para os Racionalistas, só podemos ter certeza sobre o que o entendimento constrói por si só. Para o Empirismo, no entanto, só são válidas aquelas ideias que são recebidas passivamente pela experiência através da compreensão.
  • Os Racionalistas acreditam nas ideias inatas:
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Estudos sobre Ética, Moral e Responsabilidade Social

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"Com efeito, onde está ao nosso alcance agir, também está ao nosso alcance não agir, e onde somos capazes de dizer 'não', também somos capazes de dizer 'sim'; consequentemente, se agir, quando agir é nobilitante, está ao nosso alcance, não agir, que será ignóbil, também estará ao nosso alcance, e se não agir, quando não agir é nobilitante, está ao nosso alcance, agir, que será ignóbil, também estará em nosso alcance. Se está em nosso alcance, então, praticar atos nobilitantes ou ignóbeis, e se isto era o que significava ser bom ou mau, está igualmente ao nosso alcance ser moralmente excelentes ou deficientes." (ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Nova Cultural, 1996. p. 159. Coleção Os Pensadores)

1. Pode-

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Max Weber: Direito, Sociedade e Racionalidade

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A teoria de Max Weber tem como ponto principal a racionalidade, que acompanha a transição de um tipo de sociedade para outro. Num primeiro momento, a sociedade regia-se por normas religiosas ligadas à "magia" e a processos irracionais. A vida social era guiada por mitos, deuses, usos e costumes.

Contudo, com a Reforma Protestante, Weber analisou a relação entre religião e economia, observando que os países protestantes apresentaram maior desenvolvimento. Segundo o autor:

  • A estrutura económica de uma sociedade é determinada pelo Direito;
  • O Direito é influenciado pela estrutura económica;
  • Existe uma relação dialética entre ideologia, economia e Direito.

O Capitalismo e a Segurança Jurídica

Com o desenvolvimento do capitalismo, tornou-... Continue a ler "Max Weber: Direito, Sociedade e Racionalidade" »

Testes Estatísticos para Análise de Dados

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TESTE DAS CARREIRAS

Serve para observar um padrão em resíduos positivos e negativos, aleatórios. É um teste não paramétrico.

Não rejeitar H0 se o número de carreiras R ficar no intervalo de confiança.

ETAPAS:

1-Encontrar N (número total de observações)

2-Encontrar N1 (resíduos positivos)

3-Encontrar N2 (resíduos negativos)

4-Encontrar R (número de carreiras)

5-Fazer a média E(R)= (2N1N2/N) + 1

6-Encontrar a variância σ²(R) = 2N1N2*(2N1N2N) / *(N-1)

7-Encontrar desvio padrão = Raíz variância

8-Analisar a probabilidade (E(R) +– 1,96 * DESVIO PADRAO <= R

TESTE DE DURBIN-WATSON

Teste para detecção serial. Sua vantagem é que ela se baseia nos resíduos estimados, que costumam ser calculados na análise de regressão.

Hipóteses:... Continue a ler "Testes Estatísticos para Análise de Dados" »

René Descartes: O Método e a Filosofia Moderna

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O Desafio da Modernidade e o Método

Descartes enfrenta o desafio da modernidade tentando unificar o conhecimento baseando-se na filosofia da ciência. Esta unificação é realizada por uma expressão matemática que é mais intuitiva do que dedutiva.

O método gira em torno do eu, que se torna o centro da filosofia de duas maneiras:

  • O eu é o início do método.
  • O eu é a certeza do conhecimento e o grande tema da filosofia moderna, em oposição ao período medieval, no qual Deus e o mundo eram os temas-chave.

Idealismo e Conhecimento

Ao focar a investigação filosófica no próprio sujeito, Descartes trata do idealismo. O idealismo baseia-se no princípio de que não podemos conhecer a realidade diretamente, mas indiretamente, através de ideias.... Continue a ler "René Descartes: O Método e a Filosofia Moderna" »

Nietzsche: Conceitos Fundamentais

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Artista trágico. Para Nietzsche, a realidade é vital, pois a vida se torna o objeto de sua filosofia e a fonte de onde surge todo o concreto e em mudança, ou seja, o que é puro real. Se tornar-se realidade, o conceito não pode segurá-lo, mas a metáfora, uma vez que não fornece um significado inequívoco (objetividade), mas aceita a pluralidade e a subjetividade do mesmo (perspectiva). Portanto, para Nietzsche a arte é o único instrumento adequado para a compreensão da vida, afirma a multiplicidade e a subjetividade da realidade (devir), utilizando a metáfora e não o conceito. Nietzsche acredita que a tragédia é a mais elevada forma de arte, já que coincide com a arte dionisíaca, ou seja, a afirmação da realidade e do próprio... Continue a ler "Nietzsche: Conceitos Fundamentais" »

Sofistas: Physis, Nomos e o Debate Filosófico Grego

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Os Sofistas: Características Comuns

Os sofistas eram um grupo de educadores que, a partir do século V a.C. em Atenas, ensinavam a jovens, mediante pagamento, diferentes artes como direito, finanças e linguística. Todos possuíam grandes dons de eloquência e eram mestres da língua. Eram frequentemente itinerantes, e essa condição, juntamente com a ampla visão que tinham das leis e das sociedades, impediu-os de criar escolas de pensamento fixas.

Embora cada um tivesse seu pensamento peculiar, todos compartilhavam características comuns:

  • Eram especialistas em educação e professores de linguagem.
  • Grandes oradores.
  • Eram céticos, alguns moderados, outros radicais.
  • Defendiam uma posição relativista devido ao seu ceticismo.
  • Com relação à
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Felicidade e Ética Teleológica: Uma Análise de Mill

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Felicidade e Ética Teleológica em Mill

A ética teleológica busca avaliar a felicidade, identificando-a com o prazer, tanto quantitativa quanto qualitativamente. Mill propõe um caráter universalista, onde a felicidade individual contribui para a felicidade universal. A virtude, nesse contexto, está intrinsecamente ligada à felicidade.

A questão central é o princípio da utilidade, ou da maior felicidade, defendido por Mill. Ele argumenta que o utilitarismo, formulado por Bentham, defende a felicidade como critério moral e a felicidade do maior número como critério político. Mill define felicidade como "prazer e ausência de dor", estabelecendo uma hierarquia de prazeres, pois a felicidade humana transcende os níveis inferiores de... Continue a ler "Felicidade e Ética Teleológica: Uma Análise de Mill" »

A Teoria do Conhecimento e a Causalidade em David Hume

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1. Percepções Mentais: Impressões e Ideias

De acordo com o Tratado da Natureza Humana, o autor define todo conteúdo mental como percepção. Existem dois tipos:

  • Impressões: Percepções vivas de paixões, emoções e imagens de objetos externos.
  • Ideias: Percepções derivadas da reflexão sobre impressões sensoriais.

A diferença entre ambas é a mesma que existe entre sentir e pensar.

2. A Origem das Ideias e a Crítica a Locke

Hume concorda com Locke que não existem ideias inatas, pois todas derivam de impressões. No entanto, critica a terminologia de Locke, argumentando que, se todas as percepções fossem chamadas de "ideias", a tese contra o inatismo perderia força. Existe uma correspondência perfeita entre impressões e ideias simples,... Continue a ler "A Teoria do Conhecimento e a Causalidade em David Hume" »

A Crítica de Nietzsche a Platão e à Metafísica Ocidental

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A Crítica de Nietzsche a Platão e à Metafísica

O centro da crítica de Nietzsche recai sobre os pressupostos de Sócrates e Platão. Para o filósofo, a unidade entre ambos deriva de uma cultura equivocada, fruto do medo da vida. O elemento apolíneo é imposto por esses autores, recusando o dionisíaco, que seria o verdadeiramente essencial.

A Crítica à Ontologia Platônica

Nietzsche contesta a ontologia platônica, que propõe dois mundos: o sensível e o ideal. Segundo Platão, o mundo ideal conteria a verdadeira realidade e o Ser, enquanto o mundo sensível seria apenas mutável e ilusório. Nietzsche, por outro lado, confirma apenas a existência do mundo sensível, rejeitando qualquer realidade supra-sensível.

Conhecimento, Conceitos

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