Apontamentos, resumos, trabalhos, exames e exercícios de Filosofia e Ética de Bacharelato

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A experiencia religiosa as festas religiosa

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  1. Que elementos conectam as obras Ensaio sobre o Sacrifício e Ensaio sobre a Dádiva de Mauss? Ambas as obras acreditam que o páraísó é uma questão de merecimento e que a trajetória até alcança-lo é árduo. Esse caminho é uma coisa divina vindo através da pratica da fraternidade, dédicação, sacrifício e caridade. Também representa uma oportunidade de crescimento individual criando uma responsabilidade das próprias escolhas, justificando assim as graças de Deus. Então os elementos que conectam as obras é a criação de láços sociais através da caridade, dos fatos sociais e de um sistema simbóliço.
  2. Como a definição de fenômenos sociais totais de Mauss se aproxima do conceito de fato social de Durkheim? Tanto Mauss quanto
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Materialismo Histórico: Conceitos Marxistas Fundamentais

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Materialismo Histórico: Interpretação Marxista da História

O Materialismo Histórico é uma interpretação marxista da história, sendo uma análise científica da realidade. Segundo esta visão, o que influencia a história humana não é o espírito (como defendia Hegel), mas sim as relações económicas de produção (como defendia Marx). Toda a história é vista como um conjunto de estruturas inter-relacionadas.

Marx concorda com Hegel que a dialética é o motor da história. Ele concebe a história como um processo dialético, uma série de contradições existentes na estrutura econômica. Estas contradições manifestam-se na luta de classes. A história é o processo de produção material da vida. O motor da história é, portanto,... Continue a ler "Materialismo Histórico: Conceitos Marxistas Fundamentais" »

Conceitos Fundamentais da Filosofia de Platão

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Ciência

A Ciência é o conhecimento das realidades verdadeiras: as ideias. Platão denominou este conhecimento como Episteme ou Inteligência, que compreende dois graus: a lógica discursiva, correspondente ao conhecimento matemático (dianoia), e a contemplação das ideias (noesis).

Dialética

Em oposição aos sofistas, a dialética platônica — desenvolvida a partir do método de Sócrates — é a arte do debate e do diálogo. É um método científico que busca a essência das coisas através de duas fases:

  • Ascendente: da contemplação de uma ideia à outra, até a ideia suprema (o Bem).
  • Descendente: o movimento da mente (alma) em direção às classes inferiores de ideias.

Mundo Inteligível

É o mundo da verdadeira realidade, composto... Continue a ler "Conceitos Fundamentais da Filosofia de Platão" »

Sofistas e Sócrates: Pensadores da Grécia Antiga

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Os Sofistas

Os sofistas são um grupo de pensadores (como Protágoras, Górgias, Hípias) que viveram na Grécia nos séculos V e VI a.C.. Eram provenientes de várias pólis, mas eram muito ativos em Atenas. Os sofistas encarregavam-se de tudo relacionado à linguagem e, como eram homens livres, dedicavam o seu tempo a isso.

Características dos Sofistas

  • Postura de ceticismo e relativismo: Não acreditavam na existência de uma verdade objetiva e universal. O conhecimento, para eles, variava conforme as circunstâncias, as sensações e os sentimentos.
  • Interesse pela educação: Eram profissionais envolvidos na produção de conhecimento para os atenienses. Além de cumprir as leis, tinham o ideal pedagógico orientado para formar cidadãos preparados
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Racionalismo vs. Empirismo: Um Comparativo Essencial

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RELACIONAMENTO: Entendendo o racionalismo continental é necessário compará-lo com o empirismo Inglês. Racionalismo e empirismo são duas correntes com profundas diferenças filosóficas, mas também têm semelhanças óbvias. Entre as diferenças, começamos por referir a relação que existe entre os diferentes pensamentos e experiências. No racionalismo, o pensamento tem absoluta autonomia, tornando-se um juiz do nível empírico. No empirismo, a experiência sensorial é definitiva. O pensamento está em heteronomia clara com a experiência. Isso ocorre porque o conteúdo que a mente possui, ele deve, definitivamente, à experiência. Tanto o racionalismo e empirismo, trabalhando com conceitos semelhantes, é essencial ter em conta... Continue a ler "Racionalismo vs. Empirismo: Um Comparativo Essencial" »

Lógica Informal e Principais Falácias Argumentativas

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Argumentos e Falácias

  • Questões Complexas: Você já parou de bater no meu primo? Você chateou meu primo?
  • Argumento Ad Ignorantiam: Ninguém foi capaz de verificar uma verdade, portanto, ela é falsa. Exemplo: Não foi possível estabelecer que P é verdade, portanto, P é falso.
  • Argumento Circular: Apresentam-se razões que significam a mesma coisa. Exemplo: A porcelana é quebradiça e frágil porque é frágil.
  • Argumento Ad Hominem: Objetiva justificar algo atacando a pessoa que o defende. Exemplo: Pai, como você me diz para não fumar, se você é um fumante inveterado?
  • Argumento de Autoridade: Tenta defender uma opinião apelando apenas a uma autoridade. Exemplo: O Papa diz que o aborto é errado, portanto, o aborto é errado.
  • Argumento Ad
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Filosofia Pré-Socrática: Physis e Arché

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A Busca pela Physis e Arché

A Physis (Natureza) é o elemento unificador do cosmos, a origem de tudo, aquilo do qual todas as coisas emergem e ao qual retornam, o elemento comum ou a essência das coisas. A essência (em grego eidos, ideia) originalmente significava a aparência visível de algo, depois passou a significar a sua forma inteligível, aquilo que compreendemos sobre algo.

Escola Jônica

Tales de Mileto viu a arché (princípio primordial) na água, observando as diversas formas que esta assume (líquido, gasoso e sólido) e considerando que a água é um elemento essencial para a vida.

Anaximandro foi o primeiro a usar a palavra arché. Para ele, o elemento básico de tudo é o que chama de apeiron: o informe, indeterminado, indefinido,... Continue a ler "Filosofia Pré-Socrática: Physis e Arché" »

Hilemorfismo: Matéria, Forma e Alma em Aristóteles

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O Hilemorfismo: Uma Abordagem à Substância

O hilemorfismo é uma aproximação ao conceito de substância a partir da física. Aristóteles rejeita a Teoria das Ideias de Platão, mas não tudo o que Platão entendia por Ideia. Aristóteles continua a sustentar que o universal tem algum tipo de realidade, mas, ao contrário de Platão, ele não concebe o universal como algo transcendente, separado do mundo físico, mas como algo imanente a ele. Aristóteles denomina este universal de *forma*, que, juntamente com a *matéria*, constitui as coisas do mundo físico. A esta teoria aristotélica, segundo a qual tudo se compõe de matéria e forma, dá-se o nome de hilemorfismo.

A Matéria-Prima (Hyle)

Aristóteles chama de *matéria-prima* (hyle)... Continue a ler "Hilemorfismo: Matéria, Forma e Alma em Aristóteles" »

O Idealismo Transcendental e a Ética de Kant

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Isto significa que, apesar de todo o nosso conhecimento começar com a experiência, nem todo ele se trata dela; há também um número de estruturas fixadas pela mente do sujeito. Esta interpretação do conhecimento, que sintetiza o empirismo e o racionalismo, é chamada de idealismo transcendental e é a base da revolução copernicana proposta por Kant. Diferente das filosofias anteriores, ele argumenta que o conhecimento é fundamentalmente estruturado pela mente do sujeito, que organiza os dados dos sentidos.

No processo de conhecimento, a primeira etapa envolve a sensibilidade que, através das intuições puras de espaço e tempo, organiza o caos das sensações, constituindo a nossa representação mental do objeto: o fenômeno. Em... Continue a ler "O Idealismo Transcendental e a Ética de Kant" »

Teorias Filosóficas sobre a Natureza Humana

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Sete Características Definidoras do Ser Humano

  1. Um animal racional

    A filosofia grega atribui aos seres humanos a capacidade de pensar e valoriza essa propriedade como uma das mais distintivas da humanidade. O racionalismo defende que a razão é a única fonte de conhecimento e rejeita a fé como correta. Em contrapartida, o vitalismo considera a razão como a fonte de todos os problemas da cultura ocidental, afirmando a primazia da vida, da liberdade e da oportunidade.

  2. Um animal senciente

    A vida psíquica é repleta de afetos. Todas as experiências humanas possuem um componente emocional; não se pode viver sem sentimentos. O romantismo celebra a paixão como um dos melhores componentes criativos dos seres humanos, enquanto o emotivismo rejeita

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