Anotações, resumos, trabalhos, provas e exercícios de Filosofia e ética de Ensino Fundamental II

Teoria do Conhecimento: Sujeito, Objeto e Ciência

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Elementos do Conhecimento

O processo de conhecimento envolve três elementos fundamentais:

  • Sujeito cognoscente: Aquele que conhece e produz conhecimento.
  • Objeto: Aquilo que será conhecido.
  • Imagem: A interpretação do objeto pelo sujeito.

Conhecimento Mítico

É a primeira forma de relacionamento do homem com o mundo. Baseia-se em crenças mediadas por símbolos do bem e do mal, tendo como objetivo proporcionar segurança e conforto ao ser humano.

Tipos de Relacionamento entre Sujeito e Objeto

  • Senso Comum: Conhecimento subjetivo, particular e dogmático. Baseia-se na experiência acumulada ao longo de gerações, sendo essencial para a sobrevivência e resolução de problemas do dia a dia.
  • Conhecimento Científico: Visa compreender e explicar racionalmente
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Tipos de Conhecimento e Métodos Científicos

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Tipos de Conhecimento

Conhecimento Popular (Senso Comum)

  • Superficial: De acordo com a aparência.
  • Subjetivo: O próprio sujeito organiza suas experiências e conhecimentos.
  • Sensitivo: Depende da vivência e das emoções.
  • Assistemático: Não há sistematização das ideias.
  • Acrítico: Não há discussão sobre os conhecimentos.

Conhecimento Científico

  • Real: Refere-se a ocorrências ou fatos.
  • Contingente: Trabalha com ensaios e experiências.
  • Sistemático: Conhecimento logicamente ordenado.
  • Verificável: Pode ser testado.
  • Falível: Está em permanente evolução.
  • Aproximadamente exato: Provisoriamente aceito.

Conhecimento Filosófico

  • As hipóteses filosóficas baseiam-se na experiência; portanto, este conhecimento emerge da experiência e não da experimentação.
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Gabarito Comentado de Português: Questões Resolvidas

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Português: Gabarito Comentado

  • 01. D: No quarto período, afirma-se que, além de produzir gás e petróleo, a Petrobrás preocupa-se também em reaproveitar a água.
  • 02. D: "Efluentes" são resíduos líquidos ou gasosos produzidos por indústrias ou esgotos citadinos.
  • 03. E: É o que se afirma no quarto período do texto.
  • 04. D: A alternativa "d" sintetiza as ideias centrais do texto a respeito das motivações da pesquisa científica, que, além de uma "profunda fé na capacidade da razão humana" (dado importante, omitido na alternativa de resposta), inclui também "fascínio pela Natureza e seus mistérios", criatividade semelhante à da produção artística, podendo envolver também religiosidade ou misticismo, no caso de certos cientistas.
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Métodos Científicos: Indução e Falsificabilidade

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Senso Comum

Senso Comum: é uma forma de pensar, agir e sentir da maioria das pessoas de uma sociedade e que se acumula no decorrer dos tempos. Baseia-se na subjetividade, atravessando gerações e perpetuando hábitos e tradições. É intuitivo, simples e espontâneo, sem sistematização de metodologia, e sua forma de aprendizagem se dá por meio de erros; é um conhecimento empírico.

O Método Indutivo

O método indutivo não chega a teorias universais seguras, pois parte do particular para o universal; no entanto, poupa tempo e é funcional. Este método depende muito da observação e é precisamente aí que começa, devendo ser imparcial, rigorosa e neutra. Seguidamente, dever-se-á formular hipóteses, que serão verificadas ou refutadas...

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Teorias do Conhecimento: Conceitos Essenciais da Filosofia

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Descrição Fenomenológica do Ato de Conhecer

A descrição fenomenológica do ato de conhecer é uma descrição/explicação do conhecimento, que descreve o fenômeno apresentado ao sujeito. Para haver conhecimento, tem de haver um sujeito que conheça e um objeto que se deixe conhecer. O sujeito é sempre sujeito e o objeto é sempre objeto; não há permuta. Há uma correlação, pois não existe um sem o outro. Há três momentos no processo:

  1. O sujeito sai da sua esfera;
  2. Entra na esfera do objeto e retira as imagens/representações;
  3. O sujeito volta a si com o conhecimento.

Apenas o sujeito se altera, pois ganha conhecimento do objeto.

Dogmatismo

O dogmatismo apresenta uma confiança absoluta na razão. Acredita que os objetos são dados e conhecidos...

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Empirismo vs. Racionalismo e a Natureza do Conhecimento

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5. O Empirismo

O empirismo sustenta que a mente é uma "tábua rasa", e que as ideias provêm da experiência - "nada está nos pensamentos que não tenha estado antes nos sentidos". Ou seja, não existem conhecimentos inatos; todo o conhecimento humano deriva da experiência. Para os empiristas, os conhecimentos provêm de juízos a posteriori, juízos cuja verdade pode ser conhecida através da experiência, dos sentidos. Segundo o empirista Hume, tudo o que ocorre nas nossas mentes são duas classes de percepções: ideias e impressões. É na experiência que se encontra a origem do conhecimento, sendo que à nascença a nossa mente é uma folha em branco que vai ser preenchida com dados da experiência. Assim, para os empiristas, todo o...

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David Hume: Empirismo, Impressões e Tipos de Conhecimento

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David Hume (1711-1776)

  • Hume realizou uma investigação sobre a origem, possibilidade e limites do conhecimento.
  • O autor defende que a capacidade cognitiva da razão humana é limitada e que não existe nenhum fundamento objetivo para o conhecimento.
  • O empirismo de David Hume opõe-se, portanto, ao racionalismo de Descartes.
  • Segundo Hume, todo o conhecimento deriva da experiência.
  • Para este filósofo escocês, todas as nossas ideias têm origem nas impressões dos sentidos.

Impressões e Ideias

  • Segundo Hume, o conhecimento é constituído por impressões e ideias.
  • As impressões englobam as sensações, as emoções e as paixões.
  • As impressões possuem um elevado grau de força e vivacidade, porque correspondem a uma experiência presente ou atual.
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Axiologia e Ética: Valores, Cultura e Utilitarismo

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Axiologia – ramo da filosofia que estuda os valores.

Valor: ideia/realidade abstrata que exprime uma preferência; resulta de uma avaliação das realidades como positivas ou negativas e, por isso, permite orientar as nossas escolhas.

Hierarquia de valores é uma escala de valores que resulta das nossas preferências.

Polaridade de valores resulta da preferência dos valores, o que significa que para cada valor positivo existe o seu contrário em negativo.

Conflito de valores é quando há valores que são inconciliáveis e, por isso, quando tomamos uma decisão para seguir um valor importante, temos que pôr em conta outro valor importante.

Subjetivismo Axiológico: os valores dependem de cada sujeito e das suas preferências de valores.

Consequências...

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Argumentação, Retórica e Persuasão: Uma Análise Filosófica

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Argumentação e Demonstração

Na argumentação, a conclusão é mais ou menos plausível; as provas apresentadas são suscetíveis de múltiplas interpretações, frequentemente marcadas pela subjetividade de quem argumenta e do contexto em que o faz. Na argumentação, procura-se, acima de tudo, convencer alguém de que uma dada tese é preferível à sua rival. Toda a argumentação implica, deste modo, o envolvimento ou comprometimento de alguém em determinadas teses.

Na demonstração, a conclusão é universal, decorrendo de forma necessária das premissas, e impõe-se desde logo à consciência como verdadeira; as provas são sem margem de erro e não estão contaminadas por fatores subjetivos ou de contexto. A demonstração assume...

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Contribuições Portuguesas para o Saber e o Humanismo

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Explicar o contributo português para a construção de um novo saber-experiencialismo e para o exercício do espírito crítico: A nível geográfico, aperfeiçoou-se o verdadeiro conhecimento das dimensões da Terra. As ciências naturais viram os seus conhecimentos substancialmente alargados, com a descrição da fauna e flora. Na astronomia, aumentou o conhecimento dos astros. Na medicina, desenvolveram-se estudos sobre o corpo humano, sobretudo através da dissecação de cadáveres. E na matemática, adquiriram-se novos conhecimentos no domínio da álgebra e da trigonometria. Ao negar ou corrigir os antigos, os portugueses ajudaram a construir um novo saber, um saber de experiência feita, que tem o nome de experiencialismo.

Em que consistiu

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